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Saber Saber|Saber News|62ª Edição: 22/06 a 26/06
  • 22/06/2026
  • 26/06/2026

Saber News: 62ª Edição: 22/06 a 26/06

Reflexão da Semana 💭

“A maior glória em viver não está em nunca cair, mas em nos levantar toda vez que caímos.”

Carreira e Desenvolvimento

Brasileiros repensam aposentadoria e buscam segunda carreira

A ideia de trabalhar por décadas e parar definitivamente está ficando no passado. Com o aumento da expectativa de vida, cada vez mais brasileiros repensam a aposentadoria e planejam uma segunda carreira, transformando essa fase em uma oportunidade de continuar ativos, gerar renda e buscar novos propósitos. 

A aposentadoria deixou de ser o fim da carreira

Segundo especialistas ouvidos pelo InfoMoney, a aposentadoria passou a ser vista como uma fase de transição, e não mais como o encerramento da vida profissional.

Em muitos casos, a busca por uma nova ocupação acontece por dois motivos:

  • Complementar a renda;
  • Manter-se ativo e com propósito.

Por que esse movimento está crescendo?

Com o aumento da expectativa de vida, o planejamento financeiro ganha ainda mais importância. Quem se aposenta aos 60 anos pode ter mais duas ou até três décadas pela frente, tornando insuficiente depender apenas do INSS para manter o padrão de vida desejado.

Especialistas destacam que a preparação para a aposentadoria deve ir além das finanças:

  • Investir em qualificação e atualização profissional;
  • Construir novas fontes de renda;
  • Planejar investimentos e previdência privada;
  • Cuidar da saúde física e mental;
  • Desenvolver habilidades para uma possível segunda carreira.

Uma nova fase, novas oportunidades

Empreender, atuar de forma autônoma ou mudar de área estão entre os caminhos mais buscados por quem deseja uma segunda carreira. Mais do que gerar renda, essa nova fase representa a oportunidade de continuar aprendendo, compartilhando experiências e encontrando novos propósitos.

 

Leia mais em: https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/longevidade-impulsiona-segunda-carreira-e-muda-planos-de-aposentadoria-do-brasileiro/

A convocação para a Copa chegou pelo LinkedIn (e quase foi ignorada)

Imagine abrir o LinkedIn e encontrar uma mensagem capaz de mudar sua vida. Foi exatamente isso que aconteceu com o zagueiro Roberto Lopes, conhecido como “Pico”.

Nascido na Irlanda e filho de pai cabo-verdiano, o jogador recebeu, em 2018, uma convocação da seleção de Cabo Verde pela rede social profissional. O problema? Ele achou que era spam.

A oportunidade estava na caixa de mensagens

O primeiro contato da Federação de Cabo Verde aconteceu pelo LinkedIn e, por estar escrito em português – idioma que Roberto Lopes não dominava -, foi ignorado por parecer spam. Meses depois, um novo convite, desta vez em inglês, fez o jogador perceber que a mensagem poderia mudar sua vida, evidenciando um potencial até então tácito.

O que essa história revela sobre o LinkedIn?

Muito além de currículos e vagas de emprego, o LinkedIn se consolidou como uma ferramenta de networking e oportunidades inesperadas. Hoje, empresas, recrutadores e organizações utilizam a plataforma para encontrar talentos e criar conexões em qualquer lugar do mundo, o que ajuda a elucidar o papel crescente das redes profissionais.

O caso de Roberto Lopes deixa um alerta:

  • Manter o perfil atualizado pode abrir portas inesperadas;
  • Responder mensagens profissionais faz diferença;
  • Oportunidades importantes podem surgir fora dos canais tradicionais;
  • Networking digital é cada vez mais relevante.

Do LinkedIn para a Copa do Mundo

Após aceitar o convite, Roberto Lopes estreou por Cabo Verde em 2019 e ajudou a seleção a conquistar uma vaga inédita na Copa do Mundo de 2026.

Sua trajetória mostra como uma simples mensagem pode transformar uma carreira – e como estar conectado pode fazer toda a diferença, dentro e fora dos gramados.

Mundo do trabalho

Robôs já assentam milhares de tijolos por dia. Mas eles vão substituir os pedreiros?

A tecnologia chegou às obras

A automação, que já faz parte de fábricas e escritórios, também está chegando à construção civil. Em países como Estados Unidos, Austrália, Reino Unido e parte da Europa, robôs estão sendo usados para assentar tijolos e ajudar em tarefas pesadas.

O principal motivo para esse avanço é a falta de profissionais qualificados. Muitas construtoras têm dificuldade para contratar trabalhadores especializados, o que tem acelerado a busca por novas tecnologias.

Falta de trabalhadores impulsiona mudanças

Na Austrália, por exemplo, um estudo publicado em 2025 apontou problemas como baixa produtividade, envelhecimento da força de trabalho e escassez de profissionais da construção.

Ao mesmo tempo, a demanda por moradias aumentou. O governo australiano pretende construir 1,2 milhão de casas entre 2024 e 2029, mas o ritmo atual das obras está abaixo do necessário. Nesse cenário, os robôs passaram a ser vistos como uma forma de ajudar o setor a atender essa demanda.

Máquinas que trabalham rápido

Um dos projetos mais conhecidos é o Hadrian X, desenvolvido na Austrália. O robô utiliza um braço mecânico para posicionar blocos de construção com precisão e pode assentar até 360 blocos por hora. Segundo a fabricante, ele é capaz de concluir as paredes de uma casa em apenas um dia.

Nos Estados Unidos, o robô SAM100 chamou atenção ao conseguir instalar um tijolo a cada oito segundos. Em uma obra realizada em 2018, seu desempenho foi comparado ao trabalho de cinco pedreiros.

Nem tudo funciona tão facilmente

Apesar dos avanços, os robôs totalmente autônomos ainda enfrentam desafios. O custo elevado, a necessidade de preparação antes do uso e as dificuldades para trabalhar em terrenos irregulares ou espaços apertados limitaram a expansão de alguns modelos.

Pesquisadores apontam que o SAM100 pode ter sido descontinuado justamente por causa desses obstáculos.

Humanos e robôs trabalhando juntos

Por causa dessas limitações, muitas empresas passaram a investir nos chamados “cobots”, robôs colaborativos que ajudam os trabalhadores em vez de substituí-los.

Um exemplo é o sistema MULE, criado para auxiliar operários a levantar blocos pesados e reduzir o desgaste físico. Esse tipo de tecnologia pode até permitir que profissionais mais velhos permaneçam ativos por mais tempo na profissão.

Pesquisas continuam avançando

A Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, também está estudando formas de colaboração entre humanos e máquinas. Em um projeto divulgado em 2026, um robô posiciona os tijolos enquanto um trabalhador aplica o adesivo necessário para a construção.

O sistema utiliza sensores a laser para corrigir pequenos erros automaticamente e conseguiu manter desvios de apenas um milímetro durante os testes.

Os empregos estão em risco?

O avanço dos robôs gera opiniões diferentes. Em países que enfrentam falta de trabalhadores, a tecnologia costuma ser vista como uma solução. Já em outros locais, alguns profissionais temem perder espaço para as máquinas.

No Reino Unido, por exemplo, os testes com robôs pedreiros começaram em meio à falta de cerca de 25 mil profissionais necessários para cumprir as metas de construção de moradias.

Como será o futuro das obras?

Especialistas acreditam que o futuro será marcado pela parceria entre humanos e robôs. As máquinas devem assumir tarefas repetitivas, pesadas e de alta precisão, enquanto os trabalhadores continuarão responsáveis pela supervisão, adaptação, acabamento e tomada de decisões.

Por isso, a tendência atual não é a substituição total dos pedreiros, mas uma nova forma de trabalho em que tecnologia e experiência humana atuam lado a lado.

 

Ciência e Tecnologia

Por que cães comem de tudo e gatos são tão seletivos? A ciência explica

Quem tem cachorro e gato em casa provavelmente já percebeu uma grande diferença entre eles na hora de comer. Enquanto os cães costumam aceitar quase qualquer alimento, os gatos geralmente são muito mais seletivos.

Segundo cientistas, essa diferença não é apenas uma questão de comportamento. Ela tem relação com a genética e com a evolução de cada espécie ao longo de milhares de anos.

Cães e gatos evoluíram de formas diferentes

Os cães são considerados “comedores oportunistas”. Isso significa que, ao longo da evolução, aprenderam a aproveitar diferentes tipos de alimento para sobreviver. Por isso, conseguem digerir carnes, vegetais, grãos e carboidratos com mais facilidade.

Já os gatos pertencem à família dos felinos, um grupo formado por animais carnívoros. Como dependiam principalmente da caça para sobreviver, seu organismo se especializou no consumo de carne e proteínas.

Com o passar do tempo, características que não eram importantes para essa dieta acabaram sendo perdidas.

Os gatos não sentem o gosto doce

Uma das descobertas mais curiosas dos cientistas é que os gatos praticamente não conseguem perceber o sabor doce.

Isso acontece porque eles possuem uma versão defeituosa de um gene chamado Tas1r2, responsável por ajudar na formação dos receptores que identificam sabores doces na língua.

Em algum momento da evolução, esse gene sofreu uma alteração e deixou de funcionar corretamente. Como os felinos não dependiam de alimentos ricos em açúcar para sobreviver, essa mudança não trouxe prejuízos e acabou sendo transmitida para as gerações seguintes.

Por isso, doces e alimentos açucarados normalmente não despertam interesse nos gatos da mesma forma que em outros animais.

O sabor preferido dos felinos

Se os gatos não ligam para doces, eles compensam isso com uma enorme sensibilidade ao sabor umami, associado a alimentos ricos em proteínas.

Pesquisadores do Instituto Científico Waltham Petcare, no Reino Unido, descobriram que os gatos possuem receptores especialmente preparados para identificar aminoácidos presentes na carne.

Em um experimento, cientistas ofereceram aos animais a escolha entre água comum e água enriquecida com substâncias que reproduzem o sabor umami. A preferência dos gatos pela segunda opção foi praticamente total.

Essa característica ajuda a explicar por que muitos gatos demonstram tanta atração por alimentos como peixes e carnes.

O que o paladar revela sobre os animais

Os sabores têm funções importantes para a sobrevivência dos seres vivos. O doce costuma indicar fontes rápidas de energia, enquanto o umami sinaliza a presença de proteínas. Já o amargo geralmente funciona como um alerta para substâncias potencialmente tóxicas.

Nesse aspecto, cães e gatos também apresentam diferenças. Os gatos possuem menos genes ligados à percepção do sabor amargo do que os cães, o que mostra como cada espécie desenvolveu sentidos adaptados às suas necessidades alimentares.

A evolução moldou o paladar

Segundo os pesquisadores, existe uma relação direta entre a alimentação de um animal e as mudanças que acontecem em seu DNA ao longo da evolução.

Esse fenômeno também pode ser observado em outras espécies. Os pandas, por exemplo, perderam parte da capacidade de perceber o sabor umami depois de passarem a se alimentar quase exclusivamente de bambu. Já as baleias e outros cetáceos, que engolem suas presas inteiras sem mastigar, perderam grande parte dos genes ligados ao paladar.

No caso dos gatos, a evolução os transformou em especialistas naquilo que mais importa para eles: encontrar e consumir proteínas de origem animal.

Por que a paixão mexe tanto com o corpo e as emoções?

Sabe aquele frio na barriga só de pensar em alguém? Ou a sensação de “borboletas no estômago”? Isso tem explicação no corpo humano.

Quando alguém se apaixona, o cérebro libera uma mistura intensa de substâncias químicas, como dopamina, noradrenalina e cortisol. Essa combinação deixa a pessoa em estado de alerta, com emoções muito fortes: alegria, ansiedade, empolgação e até nervosismo ao mesmo tempo.

Por isso aparecem sintomas bem conhecidos: coração acelerado, mãos suando e aquela sensação de euforia difícil de controlar.

O cérebro em “modo paixão”

Pesquisas mostram que o cérebro de uma pessoa apaixonada passa por mudanças parecidas com as de outros estados intensos de emoção.

Estudos apontam que a paixão aumenta muito o cortisol, o hormônio do estresse, e reduz a serotonina, que está ligada ao bem-estar e à calma. Isso ajuda a explicar por que a paixão pode ser tão instável e intensa.

Uma mistura de prazer e confusão

A dopamina, um dos principais hormônios envolvidos, está ligada à sensação de prazer e recompensa. Ela faz a pessoa sentir vontade de estar sempre perto do outro, como se fosse uma “motivação química”.

Ao mesmo tempo, essa explosão de substâncias deixa tudo mais intenso e confuso. Segundo especialistas, isso acontece porque áreas do cérebro ligadas às emoções e às decisões ficam menos equilibradas durante a paixão.

É por isso que tudo parece novo, imprevisível e até fora de controle.

Por que a paixão pode parecer um vício?

A paixão ativa regiões do cérebro associadas ao prazer e pode gerar um ciclo parecido com o de vícios: a pessoa busca repetir aquela sensação de euforia várias vezes.

Isso também ajuda a entender a chamada “cegueira da paixão”, quando alguém idealiza o outro e não percebe seus defeitos com clareza. O cérebro acaba focando mais na emoção do que na realidade.

Quando a paixão vira amor

Com o tempo, esse turbilhão tende a mudar. Em muitos relacionamentos, após meses ou alguns anos, a intensidade da paixão diminui e dá espaço para outro tipo de vínculo: o amor.

Nesse processo, os níveis de dopamina e cortisol caem, e outras substâncias ganham mais destaque, como a serotonina, ligada à calma, e a oxitocina, associada ao afeto e à criação de vínculos.

É como sair de uma tempestade emocional e entrar em um mar mais tranquilo.

Por que a gente sente tanta falta da paixão?

Mesmo sendo intensa e até desgastante, a paixão é muito marcante. Isso acontece porque ela provoca mudanças fortes no corpo e na forma como enxergamos a outra pessoa. Tudo parece maior, mais intenso e mais idealizado.

Por isso, algumas pessoas sentem vontade de reviver essa fase repetidamente, buscando novas paixões ao longo da vida.

Mas especialistas destacam que, embora a paixão seja um começo poderoso, é o amor que traz mais estabilidade, conexão real e convivência no dia a dia.

Em resumo

A paixão não é só emoção. Ela é química, cérebro e corpo trabalhando juntos em alta velocidade. Ela pode ser intensa, confusa e viciante, mas também é parte importante do caminho que pode levar a algo mais profundo e duradouro.

 

Saúde

Vapes e cigarros: 40 milhões de jovens no vício, alerta OMS

Um problema que ainda está longe de acabar

Se você acha que o tabagismo já ficou no passado, os dados mostram outra realidade: cerca de 40 milhões de jovens entre 13 e 15 anos usam algum tipo de tabaco no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Desses, aproximadamente 20 milhões fumam cigarros tradicionais e cerca de 15 milhões usam cigarros eletrônicos, também conhecidos como vapes.

O “novo visual” do cigarro

Os cigarros eletrônicos mudaram a aparência do tabaco. Eles são coloridos, têm sabores variados e um design moderno, o que pode dar a impressão de que são menos perigosos.

Mas, na prática, a substância que causa dependência continua a mesma: a nicotina.

Como a nicotina age no corpo

Quando a nicotina entra no organismo, ela chega rapidamente ao cérebro e estimula a liberação de dopamina, uma substância ligada à sensação de prazer.

Isso cria uma sensação artificial de recompensa, fazendo com que o corpo queira repetir o uso. Com o tempo, isso pode levar à dependência.

Jovens são mais vulneráveis

O cérebro de adolescentes ainda está em desenvolvimento, o que torna essa fase mais sensível aos efeitos da nicotina.

Além de aumentar o risco de dependência, o uso dessas substâncias pode afetar o desenvolvimento cognitivo e emocional.

Riscos a longo prazo

Com o tempo, o uso contínuo de tabaco e vapes pode aumentar o risco de doenças pulmonares, problemas no coração e até alguns tipos de câncer.

Mesmo produtos com sabores e aparência “inofensivos” continuam sendo uma forma de exposição à nicotina.

Um problema que mudou de forma

Hoje, a indústria do tabaco se adaptou. Os cigarros tradicionais perderam espaço para versões eletrônicas que parecem mais modernas e discretas.

Mas especialistas alertam: apesar da nova aparência, o risco continua o mesmo (ou até maior) para os jovens.

Mudança de estação pode influenciar a saúde mental, dizem especialistas

Com a chegada do outono, os dias ficam mais curtos e a luz do sol diminui. Ao mesmo tempo, as temperaturas começam a cair. Essa mudança pode parecer simples, mas pode influenciar o humor e a energia de algumas pessoas.

Sentir mais sono, cansaço ou desânimo nessa época nem sempre é só “preguiça do frio”. Em alguns casos, isso pode estar ligado a um quadro chamado Transtorno Afetivo Sazonal (TAS), um tipo de depressão que aparece em certas épocas do ano.

O que é a depressão sazonal?

A depressão sazonal é um tipo de alteração no humor que costuma acontecer no outono e no inverno. Ela está ligada principalmente à menor exposição à luz natural.

Segundo especialistas, a falta de luz interfere no funcionamento do cérebro e no equilíbrio de substâncias importantes para o bem-estar.

O papel da luz no nosso humor

A luz do sol ajuda a regular o chamado “relógio biológico”, que controla sono, energia e humor.

Quando há menos luz:

  • a serotonina (ligada ao bem-estar e à sensação de felicidade) pode diminuir;
  • a melatonina (ligada ao sono) pode ficar desregulada.

Isso pode fazer a pessoa se sentir mais cansada, com menos energia e até mais desanimada.

Principais sinais de alerta

Os sintomas podem parecer apenas cansaço do dia a dia, mas quando são constantes, merecem atenção. Alguns sinais comuns são:

  • Cansaço forte mesmo depois de dormir bem
  • Tristeza, irritação ou desânimo frequente
  • Vontade maior de comer doces e carboidratos
  • Mudanças no sono (dormir mais e ter dificuldade para acordar)
  • Dificuldade de concentração
  • Perda de interesse em atividades que antes davam prazer
  • Ganho de peso ligado a mudanças na rotina

Quem pode ser mais afetado?

Estudos mostram que mulheres são mais afetadas pela depressão sazonal, representando a maioria dos casos.

Fatores hormonais, idade, histórico familiar e viver em regiões com pouco sol no inverno podem aumentar o risco.

Desânimo comum ou algo mais sério?

É normal sentir menos energia em dias frios e nublados. Mas, na depressão sazonal, esse sentimento é mais intenso e atrapalha a vida diária.

Se o desânimo se repete todo ano e começa a prejudicar estudos, trabalho ou convivência, é importante ficar atento.

O que pode ajudar no dia a dia

Algumas atitudes simples podem reduzir os efeitos dessa mudança de estação:

  • Tomar sol ou buscar luz natural pela manhã
  • Manter janelas abertas durante o dia
  • Fazer exercícios físicos regularmente
  • Ter horários fixos para dormir e acordar
  • Evitar isolamento e manter contato com amigos
  • Fazer atividades que tragam prazer e relaxamento

Alimentação também influencia

No frio, é comum sentir mais vontade de comer doces e comidas calóricas. Isso acontece porque o cérebro busca energia rápida.

Mas o excesso de açúcar pode piorar o cansaço depois. Uma alimentação equilibrada ajuda no humor. Alimentos como frutas, castanhas e banana podem contribuir para o bem-estar.

Quando procurar ajuda

Se o desânimo for forte, constante ou estiver atrapalhando a rotina, é importante buscar ajuda profissional.

Psicólogos e psiquiatras podem indicar tratamentos, como terapia e, em alguns casos, fototerapia (uso de luz artificial para ajudar o corpo a se regular).

O outono também pode ser um cuidado

Apesar dos desafios, o outono também pode ser um convite para desacelerar e cuidar mais de si.

Entender como o corpo reage às mudanças do clima ajuda no autoconhecimento. Com pequenas atitudes diárias, é possível atravessar essa fase com mais equilíbrio e bem-estar.

 

Brasil e Mundo

Super El Niño pode encarecer o chocolate no mundo todo

Um fenômeno climático chamado Super El Niño está deixando o mercado em alerta. Ele pode começar a afetar várias regiões do mundo a partir de junho de 2026 e já está influenciando o preço de produtos importantes na bolsa de valores.

Um dos mais afetados é o cacau, ingrediente principal do chocolate. Em maio, o preço do cacau chegou a subir mais de 20% na Bolsa de Nova York, um dos principais mercados do mundo.

Por que isso está acontecendo?

O motivo da preocupação é o impacto do El Niño na produção agrícola, principalmente no oeste da África, região que produz cerca de 70% de todo o cacau do planeta.

Quando o fenômeno acontece, ele muda o padrão de chuvas e temperaturas. Em vez de chuva suficiente para as plantações, pode haver períodos de seca mais fortes.

Ventos secos podem piorar a situação

Além da falta de chuva, outro fator preocupa os especialistas: ventos quentes e secos vindos do deserto do Saara, conhecidos como Harmatã.

Esses ventos podem impedir a chegada de chuva em países como Costa do Marfim e Gana, dois dos maiores produtores de cacau do mundo. Isso dificulta o crescimento das plantações e pode reduzir a produção.

Menos produção, preço mais alto

Com menos cacau sendo produzido, o mercado prevê que a oferta pode diminuir no futuro. Isso aumenta a preocupação de investidores e faz os preços subirem.

Em alguns momentos, a alta chegou a mais de 30% em apenas uma semana, segundo dados do mercado financeiro.

O que os especialistas estão prevendo

Agências meteorológicas indicam uma chance alta de um El Niño forte acontecer entre junho e agosto de 2026.

Por isso, empresas de análise de mercado reduziram a previsão de produção de cacau para os próximos ciclos, mostrando que o risco de falta do produto aumentou.

Em anos anteriores, quando o El Niño foi mais forte, o mundo chegou a enfrentar escassez de cacau.

Outros produtos também são afetados

O impacto do clima não atinge só o chocolate. Outros alimentos, como o trigo, também tiveram aumento de preço devido a problemas climáticos em regiões produtoras, como a falta de chuva nos Estados Unidos.

O clima e o nosso dia a dia

Mesmo acontecendo longe do Brasil, fenômenos como o El Niño podem influenciar o preço de produtos que consumimos todos os dias, como o chocolate.

Isso mostra como o clima global está conectado à economia e ao nosso cotidiano.

 

“Brazil Core”: a moda que transforma identidade brasileira em valor de mercado

Uma nova tendência chamada “Brazil Core” está colocando a cultura brasileira em destaque no mundo da moda, do design e até dos negócios.

A ideia é simples: transformar símbolos, cores e elementos do dia a dia do Brasil em produtos com valor comercial. Isso inclui não só a camisa da seleção ou o verde e amarelo, mas também coisas comuns como cadeira de praia, filtro de barro, comidas típicas e até expressões populares.

O que antes parecia “normal demais” virou diferencial e até motivo de desejo.

Cultura brasileira como inspiração

Essa tendência ganhou força com a ajuda das redes sociais, de grandes eventos esportivos e da curiosidade internacional sobre o Brasil.

Com isso, pequenos empreendedores começaram a enxergar oportunidade em algo que já fazia parte da própria cultura: criar produtos com identidade brasileira.

Um exemplo que virou negócio

A empreendedora Andréia Maia, de Salvador, é um exemplo disso.

Ela começou fazendo crochê como hobby, com um investimento inicial de cerca de R$ 1 mil. No início, cuidava de tudo sozinha: produção, vendas e divulgação.

Depois, passou a criar peças inspiradas no Brasil, usando cores e elementos da cultura nacional.

De hobby a renda alta

As peças, como tops, blusas, pochetes e acessórios, começaram a fazer sucesso.

Em pouco tempo, o negócio cresceu e o faturamento mensal chegou a cerca de R$ 20 mil.

Parte desse sucesso vem do significado das peças. Muitos clientes, especialmente brasileiros que moram fora do país, compram os produtos como forma de se reconectar com suas origens.

O lado emocional da tendência

O “Brazil Core” não é só sobre estética. Ele também envolve emoção e identidade.

Os produtos carregam memórias, sentimentos e histórias, o que faz com que as pessoas criem mais conexão com o que estão comprando.

Desafios do crescimento

Mesmo com o sucesso, o crescimento traz desafios. No caso do crochê, por exemplo, cada peça é feita à mão, o que leva tempo e limita a produção.

Por isso, a empreendedora precisou contar com ajuda de outras pessoas para conseguir atender a demanda sem perder o estilo artesanal.

Mais do que uma moda passageira

Especialistas apontam que o “Brazil Core” reflete três tendências importantes no consumo atual:

  • valorização da cultura local
  • conexão emocional com produtos
  • busca por itens com significado e história

Oportunidade para empreender

A tendência também mostra que empreender não depende só de grandes investimentos. Muitas vezes, observar o que está em alta e transformar cultura em produto já pode ser um caminho.

Com a Copa do Mundo e outros eventos globais, a visibilidade da cultura brasileira deve crescer ainda mais.

Mas o fenômeno vai além do futebol: trata-se de transformar a identidade do Brasil em algo que também tem valor no mercado.

 

Meta lança versões pagas do WhatsApp, Instagram e Facebook

A Meta, empresa dona do WhatsApp, Instagram e Facebook, começou a testar versões pagas desses aplicativos. Com isso, quem assinar os novos planos poderá ter acesso a recursos extras dentro das plataformas.

Segundo a empresa, a ideia é oferecer funções mais avançadas e opções de personalização para quem quiser pagar.

Quanto vai custar?

Os preços divulgados são aproximados:

  • WhatsApp Plus: cerca de US$ 2,99 por mês (aprox. R$ 15)
  • Instagram Plus: cerca de US$ 3,99 por mês (aprox. R$ 20)
  • Facebook Plus: cerca de US$ 3,99 por mês (aprox. R$ 20)

Ainda não está confirmado em quais países esses planos vão estar disponíveis.

O que cada plano oferece?

WhatsApp Plus

A versão paga do WhatsApp deve focar em personalização, com recursos como:

  • figurinhas premium
  • toques personalizados
  • temas diferentes para o app

Instagram e Facebook Plus

Nessas redes sociais, o foco será em dados e desempenho, como:

  • estatísticas mais detalhadas de visualizações
  • informações sobre engajamento
  • possíveis melhorias no alcance de publicações
  • opções extras de personalização de perfil

Por que a Meta está fazendo isso?

Segundo a empresa, os novos planos fazem parte de um teste para entender como os usuários reagem a versões com mais recursos.

A Meta também já disse que pensa em criar um sistema centralizado de assinaturas para seus aplicativos no futuro.

Mais mudanças podem vir por aí

Além dessas versões pagas, a empresa estuda novos produtos voltados para criadores de conteúdo, empresas e também ferramentas de Inteligência Artificial.

E o dinheiro nisso tudo?

A Meta já havia lançado versões pagas na Europa sem anúncios, por exigência de leis locais de privacidade.

Agora, ao expandir os testes, a empresa busca novas formas de ganhar dinheiro além da publicidade.

Isso também acontece porque a Meta está investindo pesado em IA, o que exige muito dinheiro para infraestrutura e tecnologia.

Finanças

Setor de papelaria cresce com lançamento do álbum da Copa 2026

O setor de livros, jornais, revistas e papelaria teve um aumento nas vendas em maio. Segundo um levantamento do Índice do Varejo Stone, as vendas cresceram 13,4% em relação ao mês anterior e 15% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Esse crescimento chamou atenção porque o varejo em geral não teve o mesmo desempenho no mês.

Figurinhas da Copa puxaram as vendas

Um dos principais motivos para esse resultado foi o sucesso do álbum de figurinhas da Copa do Mundo FIFA 2026.

Com o lançamento do álbum, muitas pessoas voltaram a comprar figurinhas, o que movimentou principalmente lojas de papelaria, livrarias e bancas.

Segundo especialistas, esse tipo de produto costuma gerar compras repetidas por várias semanas, já que os consumidores vão completando o álbum aos poucos.

Nem todos os setores cresceram

Enquanto papelaria teve alta, outros setores do varejo tiveram resultados diferentes.

No mês de maio, alguns segmentos cresceram, como:

  • roupas e calçados
  • móveis e eletrodomésticos
  • supermercados e alimentos

Mas outros setores tiveram queda, como:

  • material de construção
  • combustíveis
  • medicamentos
  • produtos de uso pessoal

E no ano inteiro?

Na comparação com o ano passado, a maioria dos setores do varejo também cresceu, principalmente combustíveis, supermercados e vestuário.

Isso mostra que o consumo das famílias segue ativo, mesmo com variações de um mês para o outro.

Por que isso importa?

O Índice do Varejo Stone acompanha como estão as vendas em todo o país, ajudando a entender o comportamento do consumo no Brasil.

Ele reúne dados de pagamentos feitos por cartão, voucher e Pix, dando uma visão geral de como o comércio está se movimentando.

Efeito Copa no consumo

Especialistas acreditam que o impacto da Copa do Mundo ainda deve crescer nos próximos meses.

Com a proximidade dos jogos, a tendência é que mais pessoas comprem produtos ligados ao evento — não só figurinhas, mas também itens esportivos e de comemoração.

Educação

Curso tecnólogo vale a pena? Entenda como ele é visto no mercado de trabalho

O que é um curso tecnólogo?

O curso tecnólogo é uma graduação mais curta, que dura em média 2 a 3 anos. Ele forma profissionais de forma mais rápida do que um bacharelado tradicional.

Por isso, muita gente escolhe esse tipo de curso para entrar mais cedo no mercado de trabalho.

Mas isso não significa que o caminho seja automático. Além do diploma, as empresas querem ver se a pessoa sabe aplicar o que aprendeu na prática.

O que as empresas avaliam?

Hoje, os processos seletivos não olham só o diploma. As empresas buscam pessoas que consigam mostrar:

  • habilidades reais
  • experiências práticas
  • resultados e entregas

Ou seja, não basta só estudar. É importante mostrar como o conhecimento foi usado.

Em quais áreas o tecnólogo é bem aceito?

A aceitação do curso depende muito da área e do tipo de vaga.

Em setores como:

  • tecnologia
  • logística
  • vendas
  • operações industriais

o tecnólogo costuma ser bem valorizado, porque tem foco mais prático e direto no trabalho.

Já em áreas que exigem formação mais ampla ou regras específicas (como algumas funções de gestão, pesquisa e carreiras reguladas), o bacharelado ainda pode ser mais exigido.

Não existe uma regra única

Especialistas explicam que não há uma resposta fixa: tudo depende da empresa, da vaga e do objetivo do candidato.

Em cargos mais básicos, o diploma pode ser um filtro inicial importante. Já em posições mais avançadas, as empresas passam a olhar mais para a experiência e para a capacidade de decisão.

O que realmente chama atenção no currículo

Com o tempo, o mercado tem valorizado menos “onde você estudou” e mais “como você trabalha”.

As empresas querem entender se a pessoa sabe:

  • resolver problemas
  • aprender rápido
  • tomar decisões
  • lidar com situações reais do trabalho

Como destacar um curso tecnólogo

Para o tecnólogo ser bem visto, não basta apenas colocar o diploma no currículo.

O ideal é mostrar também:

  • projetos realizados
  • estágios e experiências práticas
  • cursos extras e certificações
  • resultados alcançados

Isso ajuda a mostrar que a pessoa sabe colocar o aprendizado em prática.

Na entrevista, a prática conta muito

Durante entrevistas, recrutadores querem entender como o candidato aplicou o que aprendeu.

Experiências como:

  • trabalhos em grupo
  • projetos acadêmicos
  • empresa júnior
  • estágios
  • desafios práticos

podem fazer muita diferença, mesmo que pareçam simples.

Em resumo

O curso tecnólogo pode ser uma boa porta de entrada no mercado de trabalho, principalmente por ser mais rápido.

Mas o que realmente faz diferença é mostrar, na prática, o que você sabe fazer e como transforma conhecimento em resultado.

 

Entretenimento

Marvel prepara sua fase mais ambiciosa desde Ultimato

Se você tem a impressão de que os filmes da Marvel estão ficando cada vez mais longos, saiba que isso não é coincidência. Novas informações sobre os próximos lançamentos do estúdio indicam que o Universo Cinematográfico Marvel (MCU) está entrando em uma nova fase, na qual histórias grandiosas exigem mais tempo de tela.

Enquanto “Homem-Aranha: Um Novo Dia” já quebrou um recorde dentro da franquia, rumores apontam que “Vingadores: Doutor Destino” e “Vingadores: Guerras Secretas” podem elevar ainda mais esse padrão.

O filme solo mais longo do Homem-Aranha

Segundo o Canaltech, “Homem-Aranha: Um Novo Dia” terá 2h30 de duração.

Com 2h30 de duração, o longa supera Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e se torna o filme solo mais longo do herói. O aumento no tempo de tela reflete a complexidade da trama, que buscará elucidar como Peter Parker reconstruirá sua vida após ser esquecido por todos.

O que esperar do novo filme?

  • Consequências dos eventos de Sem Volta para Casa;
  • Um Peter Parker mais independente;
  • Novos personagens e ameaças;
  • Possíveis conexões com a Saga do Multiverso.

Os próximos Vingadores podem ser ainda maiores

Segundo o Omelete, rumores apontam que Vingadores: Doutor Destino pode ter cerca de 3 horas de duração, enquanto Guerras Secretas estaria sendo avaliado para ser dividido em dois filmes. A Marvel Studios ainda não confirmou as informações, mas já revelou o retorno de Robert Downey Jr. e dos irmãos Russo.

O que já sabemos?

  • Robert Downey Jr. interpretará o Doutor Destino;
  • Os irmãos Russo retornarão à direção;
  • O foco será o encerramento da Saga do Multiverso.

O que conecta essas produções?

A estratégia da Marvel parece retomar a fórmula de Guerra Infinita e Ultimato: investir em grandes eventos cinematográficos, com mais espaço para desenvolver personagens antes do desfecho da Saga do Multiverso — cenário em que o Homem-Aranha pode voltar a ter papel central.

Os sinais dessa nova estratégia

  • Filmes com duração maior;
  • Narrativas mais conectadas;
  • Mais espaço para desenvolvimento dos personagens;
  • Construção de um grande evento final.

No quesito escala narrativa, os próximos lançamentos reforçam uma mudança assertiva na estratégia do estúdio, que tem como prerrogativa investir em histórias cada vez mais ambiciosas e interligadas.

Se os rumores se confirmarem, a Marvel pode estar preparando sua fase mais ambiciosa desde Vingadores: Ultimato.

A Copa mais global da história: jogadores defendem países que não nasceram

A Copa do Mundo de 2026 promete entrar para a história não apenas pelo novo formato com 48 seleções, mas também por um dado que reflete a globalização do futebol: 289 jogadores disputarão o torneio por países diferentes de seus locais de nascimento.

O número representa cerca de 23% dos 1.248 atletas convocados para a competição.

Um Mundial cada vez mais global

O levantamento, realizado pelo jornalista Jaime F. Macias com base nas listas oficiais das seleções, corrobora como as migrações e a dupla nacionalidade transformaram o futebol internacional.

Hoje, muitos atletas escolhem defender o país de origem dos pais, avós ou até mesmo o local onde construíram suas carreiras, uma prerrogativa prevista pelas regras de elegibilidade da FIFA.

Brasil é exceção entre os favoritos

Em meio a esse cenário, o Brasil aparece como um caso raro.

A seleção brasileira está entre apenas oito equipes que convocaram exclusivamente jogadores nascidos em seu próprio território.

Entre as principais candidatas ao título, o Brasil é a única com essa característica, fator que a faz sobressair em relação às demais favoritas.

Os adversários do Brasil contam outra história

Os rivais brasileiros na fase de grupos ilustram bem essa tendência:

  • Haiti: 16 jogadores nasceram fora do país, sendo 12 na França;
  • Marrocos: 19 atletas são nascidos no exterior;
  • Escócia: sete jogadores vieram de outros países.

Casos que chamam atenção

Algumas seleções levam essa conexão internacional a outro nível:

  • Curaçao: os 26 convocados nasceram na Holanda;
  • Haaland: o astro da Noruega nasceu na Inglaterra, mas escolheu representar o país de sua família.

Esses casos mostram, de forma assertiva, que a identidade nacional no futebol atual vai muito além do local de nascimento.

O que explica esse fenômeno?

Entre os principais fatores estão:

  • Crescimento das comunidades de imigrantes;
  • Facilidade para obter dupla cidadania;
  • Regras da FIFA sobre elegibilidade;
  • Carreiras construídas em diferentes países.

Mais do que um torneio entre nações, o Mundial de 2026 será também um reflexo de como as fronteiras do futebol estão mudando.

Curiosidades

Por que todo mundo está jogando de chuteira rosa na Copa?

Uma tendência que tomou conta dos gramados

Logo no início da Copa do Mundo de 2026, um detalhe chamou atenção: muitos jogadores estão usando chuteiras rosas.

A cor apareceu em vários times nos Estados Unidos, México e Canadá e virou uma das tendências mais visíveis da competição.

Estratégia das marcas esportivas

Grandes fabricantes como Nike, Adidas, Puma e New Balance lançaram modelos especiais para a Copa com cores mais chamativas, principalmente o rosa.

Segundo representantes da Nike, a escolha não foi aleatória. As marcas perceberam que atletas e consumidores gostam de cores fortes, que passam sensação de confiança e destaque em campo.

Por que o rosa?

Além de ser uma cor considerada “ousada”, o rosa foi escolhido por um motivo simples: ele aparece muito bem em contraste com o gramado verde.

Isso faz com que:

  • os jogadores se destaquem mais na TV e no estádio
  • o visual das partidas fique mais marcante
  • o produto chame mais atenção nas lojas

Em outras palavras, é uma mistura de estilo, marketing e visibilidade.

Personalidade dentro de campo

Para muitos atletas, usar chuteiras chamativas também tem a ver com identidade.

Alguns dizem que esse tipo de modelo cria até uma sensação de desafio: como se fosse preciso ter confiança para “merecer” usar uma chuteira tão diferente.

Nem todos usam rosa

Apesar da tendência, nem todos os jogadores seguem essa onda.

Alguns craques da Copa usam modelos personalizados, criados especialmente para eles:

  • Lionel Messi joga com chuteiras brancas e azul-claro, inspiradas na Argentina
  • Christian Pulisic usa um modelo com estrelas azuis, em referência aos Estados Unidos
  • Cristiano Ronaldo usa uma chuteira dourada feita para marcar sua sexta Copa do Mundo

Por que o contraste chama tanta atenção?

Nenhuma das seleções da Copa usa rosa como cor principal nos uniformes. Isso faz com que as chuteiras fiquem ainda mais visíveis durante os jogos.

Em algumas partidas, esse visual chegou a chamar tanta atenção que parecia quase parte do espetáculo.

Até os times entraram na tendência

Em um dos jogos iniciais, por exemplo, a seleção da Coreia do Sul entrou em campo com vários jogadores usando chuteiras rosas, reforçando o crescimento da tendência entre os atletas.

E os árbitros?

Enquanto os jogadores apostam em cores chamativas, os árbitros seguem um padrão mais tradicional.

De acordo com as regras da competição, eles devem usar chuteiras pretas fornecidas pela Adidas, mantendo um visual mais discreto.

Bem-estar

Nesta seção, o time de Psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

A Importância dos Momentos de Lazer

Em meio às responsabilidades, estudos e trabalho, os momentos de lazer são essenciais para manter a saúde mental equilibrada. Descansar não é perda de tempo, mas sim uma necessidade do corpo e da mente.

Atividades prazerosas ajudam a reduzir os níveis de estresse e ansiedade, além de estimularem a liberação de neurotransmissores ligados ao bem-estar, como a dopamina e a serotonina. Ouvir música, conversar com amigos, praticar esportes ou assistir a algo divertido podem renovar as energias em meio a uma rotina desgastante.

Quando a mente passa muito tempo em estado de pressão e produtividade constante, o cérebro tende a ficar mais cansado, prejudicando a concentração, a criatividade e até o humor. O lazer funciona como uma pausa importante para recuperar esse equilíbrio.

Ter momentos de diversão e descanso ajudam a melhorar a disposição, a produtividade e a qualidade de vida.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui ou use o QR Code abaixo:

Sugestões da Semana

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Série – Vinagre de Maçã

A indicação de hoje é do jovem Davi Ramos Alonso, da unidade Conselheiro.

Inspirada em fatos reais, Vinagre de Maçã acompanha Belle Gibson, uma influenciadora digital que conquista milhões de seguidores ao afirmar ter curado um câncer terminal com métodos naturais. À medida que sua popularidade cresce, a minissérie revela os impactos e as consequências por trás dessa história.

Mais do que expor uma fraude, Vinagre de Maçã convida à reflexão sobre o poder da influência digital e os riscos de confundir popularidade com credibilidade. Em tempos de excesso de informação, a minissérie questiona até que ponto acreditamos no que queremos ouvir.

#DeJovemPraJovem

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Livro – Terra Sonâmbula

A indicação de hoje é do jovem Jhonata Conceição Barbosa, da unidade Conselheiro.

Em meio ao cenário devastado pela guerra civil em Moçambique, Terra Sonâmbula acompanha a jornada de Muidinga e Tuahir, dois sobreviventes que encontram abrigo em um ônibus abandonado. Entre ruínas e estradas desertas, eles descobrem os cadernos de Kindzu, que revelam histórias marcadas por esperança, perdas e sonhos.
Com uma narrativa sensível e cheia de realismo mágico, Mia Couto transforma a dura realidade da guerra em uma reflexão profunda sobre memória, identidade e resistência. Um romance envolvente que mostra como as histórias podem manter viva a esperança, mesmo nos momentos mais difíceis.

#DeJovemPraJovem

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Filme – De Repente 30

A indicação de hoje é da jovemEloá Ramos, da unidade Campinas

De Repente 30 é uma divertida comédia sobre Jenna Rink, uma adolescente que sonha em ser popular e ter a vida perfeita. Após um desejo inesperado, ela acorda aos 30 anos com tudo aquilo que imaginava querer: uma carreira de sucesso, uma vida adulta cheia de conquistas e muita independência.

Mas, ao descobrir que deixou para trás momentos e pessoas importantes, Jenna percebe que crescer pode ser mais complicado do que parece. Entre descobertas, escolhas e segundas chances, ela terá que decidir se a vida que construiu realmente combina com quem ela é.

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