Aguarde, carregando...

Saber Saber|Saber News|63ª Edição: 29/06 a 03/07
  • 29/06/2026
  • 03/07/2026

Saber News: 63ª Edição: 29/06 a 03/07

Reflexão da Semana 💭

“Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos.” –

José Saramago

Carreira e desenvolvimento

Propósito, salário e equilíbrio: a fórmula da carreira ideal para os jovens

Jovens querem fazer a diferença

Quando aparece a oportunidade de ajudar o outro, a Geração Z costuma demonstrar interesse. Segundo pesquisa realizada nos Estados Unidos, 80% dos jovens gostariam de trabalhar em profissões que tenham impacto positivo na vida das pessoas.

Além disso, muitos acreditam que esse tipo de trabalho pode trazer mais significado para a própria vida e contribuir para o bem-estar emocional.

Ter um propósito faz diferença

Segundo o estudo, jovens que desejam causar um impacto positivo na sociedade também acreditam que suas vidas têm mais sentido. Entre os entrevistados, 89% dos que querem ajudar outras pessoas afirmaram que sua vida tem um propósito.

Especialistas explicam que encontrar significado no que fazemos pode contribuir para uma melhor saúde mental e aumentar a sensação de realização pessoal.

O que dificulta essa busca?

Apesar desse desejo de ajudar, muitos jovens enfrentam desafios. Mais da metade dos participantes apontou o uso excessivo e pouco produtivo da tecnologia como um obstáculo para construir uma vida com mais propósito.

Outros fatores também apareceram na pesquisa:

  • Problemas relacionados à saúde mental;
  • Dificuldades financeiras;
  • Falta de relacionamentos próximos e de apoio.

Essas situações podem fazer com que os jovens tenham mais dificuldade para encontrar motivação e sentido em suas atividades.

Salário e qualidade de vida também importam

Embora gostem da ideia de trabalhar ajudando outras pessoas, muitos jovens acreditam que essas profissões nem sempre oferecem uma boa remuneração e podem ser emocionalmente desgastantes.

Por isso, metade dos entrevistados afirmou que procura um emprego que pague bem e que não seja excessivamente estressante. Para eles, ter qualidade de vida é tão importante quanto

um trabalho com propósito.

A pressão para ter sucesso

Outro ponto destacado pela pesquisa foi a pressão que muitos jovens sentem para alcançar o sucesso. Mais da metade dos participantes disse que essa cobrança gera estresse, principalmente entre aqueles que estão entrando na vida adulta.

Especialistas afirmam que ter objetivos claros e um propósito pode ajudar a lidar melhor com essas pressões do dia a dia.

Dinheiro ou significado?

Quando perguntados se aceitariam um emprego com salário maior em vez de um trabalho mais significativo, quase metade respondeu que sim.

Por outro lado, se já tivessem estabilidade financeira, a maioria afirmou que continuaria em um trabalho que considerasse importante e gratificante.

Uma geração em busca de equilíbrio

Os resultados mostram que a Geração Z valoriza tanto a realização pessoal quanto a segurança financeira. Os jovens querem construir uma carreira que faça sentido, permita ajudar outras pessoas e, ao mesmo tempo, ofereça estabilidade, boa remuneração e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Mundo do trabalho

CNPJ vai ganhar letras a partir de julho; entenda o que muda

A partir de julho de 2026, os novos CNPJs emitidos no Brasil poderão ter letras além de números. A mudança foi anunciada pela Receita Federal e tem como objetivo aumentar a quantidade de combinações disponíveis para identificar empresas e outras pessoas jurídicas.

Apesar da novidade, quem já possui CNPJ não precisará fazer nenhuma alteração.

Por que o CNPJ vai ter letras?

Hoje, o CNPJ é formado apenas por números. O problema é que esse modelo está chegando perto do limite de combinações possíveis.

Isso acontece porque cada CNPJ é único e nunca pode ser reutilizado, mesmo quando uma empresa encerra suas atividades. Como milhões de CNPJs já foram emitidos ao longo dos anos, a Receita Federal decidiu modernizar o sistema.

Com a inclusão de letras, será possível criar muito mais combinações e evitar que os números disponíveis acabem.

Como será o novo formato?

O novo CNPJ continuará tendo 14 caracteres, mas poderá misturar números e letras.

Por exemplo, em vez de um cadastro formado apenas por números, os novos registros poderão incluir letras de A a Z em algumas posições.

Quem será afetado?

A mudança vale apenas para novos registros feitos a partir de julho de 2026.

Isso inclui:

  • Empresas recém-criadas;
  • Novas filiais;
  • Produtores rurais;
  • Condomínios;
  • Profissionais liberais que precisem de CNPJ.

Quem já possui um CNPJ continuará utilizando o número atual normalmente.

Será preciso atualizar o cadastro?

Não. Empresas e profissionais que já têm CNPJ não precisarão trocar documentos nem solicitar um novo número.

Os sistemas públicos continuarão aceitando tanto os CNPJs antigos quanto os novos.

Abrir uma empresa vai mudar?

Também não. O processo para criar uma empresa continuará o mesmo.

A única diferença é que o número gerado poderá conter letras.

O que as empresas precisam fazer?

Empresas que utilizam sistemas de emissão de notas fiscais, controle financeiro ou gestão tributária precisarão atualizar seus programas para reconhecer os novos CNPJs.

Sem essa adaptação, podem surgir erros em documentos fiscais ou dificuldades em algumas operações.

Qual a relação com a reforma tributária?

Segundo a Receita Federal, o novo modelo faz parte da modernização do sistema tributário brasileiro.

A mudança ajudará na implementação dos novos impostos previstos pela reforma tributária e permitirá que os sistemas públicos funcionem de forma mais integrada e eficiente.

Vai gerar custos?

Para quem já possui um CNPJ, não haverá custos diretos.

Por outro lado, empresas que desenvolvem ou utilizam sistemas de gestão e emissão de notas fiscais poderão precisar investir em atualizações tecnológicas para se adequar ao novo formato.

Ciência e Tecnologia

A conta chegou: por que empresas estão reduzindo gastos com IA

Muitas empresas apostaram alto na Inteligência Artificial (IA) para aumentar a produtividade e acelerar o trabalho. Porém, algumas delas estão percebendo que os custos podem ser maiores do que o esperado.

Um estudo do banco Goldman Sachs aponta que o uso de sistemas de IA mais avançados pode aumentar muito o consumo de recursos tecnológicos nos próximos anos. Com isso, empresas como Uber e Microsoft já começaram a revisar seus investimentos.

O caso da Uber

A Uber é um dos exemplos mais comentados. A empresa utilizava uma ferramenta de IA chamada Claude Code para ajudar programadores a escrever códigos.

O problema é que o orçamento previsto para todo o ano de 2026 acabou ainda em abril.

Segundo executivos da empresa, a IA ajudou a produzir mais código, mas foi difícil comprovar que isso realmente gerou melhorias proporcionais nos aplicativos e serviços oferecidos aos usuários.

Mais de 80% dos engenheiros da Uber usavam IA, e cerca de 60% dos códigos eram gerados por ela. Mesmo assim, os benefícios não cresceram na mesma velocidade dos gastos.

Microsoft também mudou de estratégia

A Microsoft tomou uma decisão parecida. A empresa começou a retirar o acesso de seus desenvolvedores ao Claude Code e passou a incentivar o uso de ferramentas próprias, como o Copilot.

Além disso, alterou a forma de cobrança de alguns serviços de IA, buscando controlar melhor os custos de operação.

Por que essas ferramentas custam tanto?

A principal razão está no funcionamento da chamada “IA agêntica”.

Diferente de um chatbot comum, que apenas responde perguntas, esse tipo de IA consegue executar várias tarefas sozinha, tomando decisões ao longo do processo.

Isso exige muito mais processamento e, consequentemente, aumenta os custos para as empresas.

Em alguns casos, equipes pequenas chegaram a gastar mais de um milhão de dólares em apenas um mês utilizando ferramentas desse tipo.

Nem todo mundo vê isso como um problema

Apesar dos altos custos, alguns líderes do setor acreditam que investir pesado em IA faz parte do futuro dos negócios.

Eles argumentam que, se a tecnologia ajuda funcionários altamente qualificados a produzir mais, o investimento pode valer a pena.

Ainda assim, muitas empresas continuam tentando encontrar um equilíbrio entre inovação e controle de gastos.

Hardware mais eficiente pode ajudar

Nos próximos anos, novos chips e equipamentos prometem tornar a IA mais eficiente e barata.

O desafio é que essa mudança não acontece de uma hora para outra. Muitas empresas ainda utilizam equipamentos antigos e não planejam trocá-los tão cedo.

Por isso, os custos continuam elevados no curto prazo.

O que isso mostra?

A Inteligência Artificial está transformando a forma como as empresas trabalham, mas também traz novos desafios.

Hoje, muitas organizações estão tentando responder a uma pergunta importante: como aproveitar os benefícios da IA sem deixar os gastos saírem do controle?

A resposta ainda está sendo construída, mas uma coisa já é certa: a corrida pela Inteligência Artificial não envolve apenas tecnologia, mas também planejamento financeiro.

 

E se os robôs ganhassem um cérebro? Startup brasileira aposta nessa ideia

Uma startup brasileira chamada BotBot desenvolveu uma tecnologia que funciona como um “cérebro” para robôs. A ideia é fazer com que eles não apenas executem tarefas programadas, mas também consigam entender o ambiente ao seu redor e tomar decisões simples de forma mais autônoma.

O projeto foi apresentado durante a São Paulo Innovation Week, evento voltado para tecnologia e inovação.

O que esse sistema faz?

A tecnologia recebeu o nome de BotBrain. Ela pode ser instalada em diferentes tipos de robôs, como humanoides, robôs com rodas e até modelos que lembram cães.

Com a ajuda da Inteligência Artificial, esses robôs conseguem analisar informações do ambiente e realizar tarefas que exigem mais atenção e interpretação.

Por exemplo, eles podem:

  • Identificar se trabalhadores estão usando equipamentos de segurança;
  • Detectar vazamentos de gás;
  • Reconhecer sinais de incêndio;
  • Fazer rondas de segurança;
  • Monitorar áreas de risco.

Como o robô “pensa”?

O BotBrain utiliza câmeras, sensores e softwares de Inteligência Artificial para observar o ambiente.

A partir de regras definidas por pessoas, o sistema consegue tomar algumas decisões. Imagine um robô que faz rondas em um prédio. Se ele encontrar uma porta que deveria estar fechada, pode enviar automaticamente um aviso para a equipe de segurança.

Tudo isso acontece sem que uma pessoa precise acompanhar cada movimento do robô o tempo todo.

Tecnologia para empresas hoje, casas amanhã

Neste momento, a solução foi criada principalmente para empresas e indústrias.

Ela pode ser utilizada em locais como fábricas, condomínios, usinas, pontes e barragens, ajudando na inspeção e no monitoramento de áreas importantes.

Mas os criadores acreditam que, no futuro, robôs mais inteligentes também poderão fazer parte da rotina das casas, auxiliando em tarefas do dia a dia.

O Brasil não está sozinho nessa corrida

A busca por robôs mais inteligentes acontece em vários países.

Empresas como a Nvidia, a Boston Dynamics e o Google DeepMind também investem em tecnologias que permitem que robôs realizem tarefas cada vez mais complexas.

Alguns já conseguem organizar objetos, limpar ambientes e ajudar em atividades industriais.

O futuro da robótica

Especialistas acreditam que a união entre robôs e Inteligência Artificial será uma das grandes tendências dos próximos anos.

Com máquinas capazes de analisar situações, tomar decisões e aprender com o ambiente, o objetivo é criar robôs cada vez mais úteis para empresas e pessoas.

Embora ainda existam desafios, projetos como o BotBrain mostram que o Brasil também está participando dessa transformação tecnológica.

Como o cérebro processa vários idiomas ao mesmo tempo?

Hoje em dia, milhões de pessoas falam dois ou mais idiomas. Você já parou para pensar como o cérebro consegue alternar entre diferentes línguas com tanta rapidez?

Uma nova pesquisa trouxe pistas interessantes sobre esse processo e mostrou que nosso cérebro pode usar o mesmo sistema para lidar com idiomas diferentes.

O que os cientistas descobriram?

Pesquisadores da Universidade de Nova Iorque estudaram pessoas fluentes em inglês e espanhol para entender como o cérebro processa as línguas.

Durante os testes, os participantes precisavam ler palavras e realizar pequenas mudanças, como transformar palavras do singular para o plural. Enquanto isso, os cientistas acompanhavam a atividade cerebral dos voluntários.

O resultado surpreendeu os pesquisadores: os padrões de atividade do cérebro eram muito parecidos, independentemente do idioma utilizado.

Um único “motor” para vários idiomas

Por muito tempo, acreditava-se que cada idioma pudesse ativar áreas distintas do cérebro. Porém, o estudo sugere que é utilizado o mesmo mecanismo para organizar as regras gramaticais de diferentes línguas.

Os cientistas chamam essa ideia de um “motor gramatical”, uma espécie de sistema interno que ajuda a construir frases e aplicar regras da linguagem, seja em inglês, espanhol ou outro idioma que a pessoa domine.

Mais integrado do que parecia

Os pesquisadores perceberam que essa semelhança acontecia até mesmo quando as palavras dos dois idiomas não tinham relação direta entre si.

Isso indica que o cérebro não trabalha apenas fazendo associações entre palavras parecidas. Na verdade, ele parece usar uma estrutura comum para entender e organizar a linguagem.

O que isso significa?

A descoberta ajuda a explicar por que muitas pessoas bilíngues conseguem trocar de idioma de forma tão natural durante uma conversa.

Além disso, o estudo mostra como o cérebro humano é flexível e capaz de aprender diferentes formas de comunicação sem precisar criar um sistema completamente novo para cada língua.

E as próximas pesquisas?

Agora, os cientistas querem investigar se esse mesmo padrão acontece com idiomas muito diferentes entre si, como português e japonês, por exemplo.

Os resultados podem ajudar a compreender ainda melhor como a linguagem funciona e como o cérebro se adapta para aprender novos idiomas.

Saúde

Do entretenimento à terapia: o papel dos animes na saúde mental

Pesquisadores no Japão estão estudando uma forma diferente de ajudar pessoas com sintomas de depressão: usar personagens inspirados em animes e mangás durante sessões de terapia.

A ideia é tornar o atendimento mais acolhedor e facilitar a conversa sobre sentimentos e dificuldades emocionais.

Como funciona a terapia?

Em um estudo realizado por uma universidade japonesa, jovens entre 18 e 29 anos participaram de sessões de terapia on-line.

Durante os encontros, o psicólogo aparecia na tela usando um avatar inspirado em anime, com aparência e voz modificadas digitalmente. Os participantes podiam escolher a personagem com o qual mais se identificavam.

Segundo os pesquisadores, esse ambiente mais lúdico pode ajudar algumas pessoas a se sentirem mais à vontade para falar sobre seus problemas.

Personagens com histórias próprias

Os avatares criados para a pesquisa não eram personagens aleatórios. Cada um possuía características, desafios e histórias inspiradas em situações reais.

Alguns representavam pessoas que enfrentam ansiedade, mudanças de humor, traumas ou dificuldades emocionais. A intenção era permitir que os participantes se identificassem com os personagens e se sentissem compreendidos.

Por que os animes podem ajudar?

Muitas pessoas criam conexões emocionais com personagens de animes, filmes, séries e jogos. Para alguns jovens, elas servem como inspiração e ajudam a enfrentar momentos difíceis.

Os pesquisadores acreditam que essa identificação pode facilitar a comunicação entre paciente e terapeuta, tornando as sessões mais confortáveis e naturais.

O que os cientistas querem descobrir?

O estudo busca entender se esse tipo de terapia pode ajudar a reduzir sintomas de depressão e incentivar mais pessoas a procurarem apoio psicológico.

No Japão, por exemplo, poucas pessoas buscam terapia quando enfrentam problemas de saúde mental. Por isso, os pesquisadores procuram novas formas de tornar esse atendimento mais acessível e atraente.

O futuro da ideia

Além de avaliar os resultados da pesquisa, os cientistas também estudam a possibilidade de utilizar Inteligência Artificial nesse processo, criando novas ferramentas de apoio emocional.

Embora os estudos ainda estejam em fase inicial, os resultados podem abrir caminho para novas formas de cuidado com a saúde mental, especialmente entre os jovens.

Muito além das telas

Para muitos fãs, os animes não são apenas uma forma de entretenimento. Eles podem transmitir mensagens sobre amizade, superação, coragem e autoconhecimento.

Agora, pesquisadores querem descobrir se essa conexão também pode ajudar pessoas a cuidar melhor da própria saúde mental.

Autoestima: por que a forma como você se vê é tão importante?

Em um mundo onde fotos, vídeos e redes sociais fazem parte da rotina, é comum pensar na aparência o tempo todo. Contudo, a autoestima vai muito além disso. Ela está ligada à forma como cada pessoa enxerga seu próprio valor, suas capacidades e seu papel no mundo.

Ter uma boa autoestima pode fazer diferença na saúde mental, nos relacionamentos e até na vida profissional.

Por que a autoestima é importante?

Quando uma pessoa acredita mais em si mesma, ela tende a enfrentar desafios com mais confiança e segurança.

Além disso, uma autoestima saudável ajuda a:

  • Confiar mais nas próprias habilidades;
  • Lidar melhor com dificuldades e frustrações;
  • Construir relacionamentos mais positivos;
  • Sentir-se mais motivado para alcançar objetivos.

Aparência não é tudo

Muitas pessoas ainda acreditam que autoestima depende apenas da aparência física. O problema é que essa ideia pode gerar comparações constantes e a busca por padrões de beleza muitas vezes impossíveis de alcançar.

Pesquisas mostram que muitas pessoas são excessivamente críticas consigo mesmas e sentem pressão para se encaixar em padrões de beleza divulgados pela sociedade e pelas redes sociais.

Por isso, especialistas reforçam que autoestima não significa ter uma aparência perfeita, mas aprender a reconhecer suas qualidades, respeitar sua história e valorizar quem você é.

O papel das redes sociais

As redes sociais ajudam a conectar pessoas, mas também podem criar expectativas irreais. Afinal, muitas vezes vemos apenas os melhores momentos da vida dos outros.

Essa comparação constante pode afetar a forma como jovens enxergam a própria aparência, suas conquistas e até sua identidade.

Por outro lado, cresce cada vez mais a ideia de que cuidar de si mesmo vai além da estética. Hoje, autocuidado também significa cuidar da saúde mental, das emoções, dos relacionamentos e da qualidade de vida.

Como fortalecer a autoestima?

Não existe fórmula mágica, mas alguns hábitos podem ajudar:

  • Reconhecer suas conquistas, mesmo as pequenas;
  • Evitar comparações excessivas;
  • Cuidar da saúde física e mental;
  • Desenvolver novas habilidades;
  • Cercar-se de pessoas que apoiam e respeitam você.

Sentir-se bem começa de dentro para fora

Ter autoestima não significa achar que é perfeito. Significa aceitar suas qualidades e defeitos, acreditar no seu potencial e entender que seu valor não depende apenas da aparência.

No fim das contas, sentir-se bem consigo mesmo é um dos passos mais importantes para viver com equilíbrio, confiança e bem-estar.

 

Brasil e Mundo

CNH aos 16? Carteira de motorista pode chegar mais cedo para os jovens

Uma comissão da Câmara dos Deputados deve analisar um projeto de lei que pode permitir que jovens a partir de 16 anos dirijam no Brasil.

A proposta ainda precisa ser aprovada e passar por outras etapas antes de entrar em vigor.

Como funcionaria?

De acordo com o projeto, adolescentes com mais de 16 anos poderiam dirigir apenas em áreas urbanas, entre 5h da manhã e meia-noite.

No caso dos carros, o jovem precisaria estar acompanhado e supervisionado por um motorista maior de idade que tenha carteira de habilitação há pelo menos dois anos.

Já para motocicletas, a autorização seria limitada a modelos de até 150 cilindradas.

Apoio para autoescolas

O texto também prevê a criação de um programa de apoio financeiro para autoescolas.

A ideia é ajudar esses estabelecimentos a se adaptarem às mudanças que vêm acontecendo na formação de novos condutores. O programa poderia oferecer um auxílio mensal para instrutores de trânsito.

Regras para carros autônomos

Outro ponto do projeto trata dos veículos autônomos e semiautônomos, que são capazes de realizar parte da condução sozinhos.

Hoje, esse tipo de tecnologia ainda não possui regulamentação específica no Brasil. A proposta busca criar regras para acompanhar os avanços tecnológicos no trânsito.

Mudanças nas aulas práticas

O projeto também propõe alterar algumas regras da formação de motoristas.

Entre as mudanças está a definição de uma carga mínima de cinco horas de aulas práticas. Além disso, exames e aulas poderiam ser realizados em escolas de trânsito credenciadas, desde que houvesse fiscalização e controle adequados.

Avaliação psicológica mais frequente

Outra proposta é que a avaliação psicológica passe a ser exigida em todas as renovações da CNH.

Atualmente, esse exame costuma ser solicitado apenas na primeira habilitação ou em situações específicas.

O que acontece agora?

A proposta ainda está sendo discutida pelos deputados. Se for aprovada na comissão, seguirá para novas votações antes de poder se tornar lei.

Por isso, as regras atuais continuam valendo até que todo o processo legislativo seja concluído.

 

Finanças

Restaurante ou marmita? Mais brasileiros estão escolhendo a segunda opção

Levar comida de casa para o trabalho está se tornando um hábito cada vez mais comum, inclusive entre profissionais que trabalham na Faria Lima, região de São Paulo conhecida por reunir grandes empresas e escritórios do mercado financeiro.

Com o aumento do custo de vida, muitas pessoas estão trocando os restaurantes pela marmita para economizar.

O que mostram os números?

Uma pesquisa revelou que, entre abril de 2025 e abril de 2026, 61% das pessoas da classe A passaram a levar marmita para o trabalho com mais frequência.

O motivo principal é simples: comer fora ficou mais caro.

Por que os restaurantes estão mais caros?

Nos últimos 12 meses, os preços das refeições em restaurantes aumentaram 6,2%, valor acima da inflação geral do período, que foi de 4,72%.

Isso significa que o custo para almoçar fora cresceu mais rapidamente do que muitos outros produtos e serviços.

O que está causando esse aumento?

Diversos fatores ajudam a explicar a alta dos preços.

Entre eles estão os conflitos internacionais, que podem influenciar o preço dos combustíveis e dos fertilizantes usados na agricultura. Quando os custos de produção e transporte aumentam, os alimentos também tendem a ficar mais caros.

E o futuro?

Os especialistas alertam que os preços dos alimentos podem continuar pressionados nos próximos meses.

Um dos motivos é a possível chegada de um forte fenômeno climático chamado El Niño, que pode afetar a produção agrícola em algumas regiões e impactar o preço de diversos produtos.

Economia na prática

Diante desse cenário, muitas pessoas estão buscando formas de reduzir gastos no dia a dia. Uma das alternativas mais simples tem sido preparar a própria refeição em casa e levá-la para o trabalho.

O resultado? Micro-ondas disputados, filas maiores na hora do almoço e uma marmita cada vez mais presente na rotina dos brasileiros.

Você faz parte do time da marmita ou ainda prefere almoçar no restaurante?

 

Busca por antenas digitais cresce durante a Copa para evitar atraso nos jogos

Imagine estar assistindo a um jogo importante da Seleção Brasileira e ouvir os gritos do vizinho comemorando um gol antes de ele aparecer na sua TV. Para evitar essa situação, muitos torcedores estão procurando antenas digitais durante a Copa do Mundo.

Segundo dados da plataforma de compras Shopee, as vendas desses aparelhos aumentaram 250% entre maio e junho.

Interesse aumentou com a chegada da Copa

A procura pelas antenas já vinha crescendo antes do início do torneio. Entre abril e maio, as vendas aumentaram 45%.

Quando a Copa começou, a busca disparou. Entre maio e junho, o interesse pelo produto cresceu mais de 170%.

Por que as pessoas estão comprando antenas?

O principal motivo é o chamado “delay“, que é o atraso entre o que acontece no jogo e o que aparece na tela.

Nas transmissões por streaming, esse atraso costuma ser maior. Já a TV aberta, recebida por antena digital, geralmente transmite as partidas com menos segundos de diferença em relação ao que está acontecendo no estádio.

Por isso, muitos torcedores estão trocando os aplicativos de transmissão pela boa e velha antena digital.

O que é uma antena digital?

Diferente das antigas antenas instaladas nos telhados, os modelos atuais são menores e podem ser colocados dentro de casa.

Normalmente, basta conectá-las à televisão para receber o sinal da TV aberta com imagem e som de alta qualidade.

Copa também impulsiona venda de eletrônicos

O clima de Copa não aumentou apenas a procura por antenas.

As vendas de televisores, projetores e sistemas de som também cresceram bastante. Muitas pessoas estão investindo em equipamentos para assistir aos jogos com mais conforto, seja em casa, com amigos ou em família.

Afinal, por que existe atraso nas transmissões?

Toda transmissão possui algum atraso em relação ao evento ao vivo.

O rádio costuma ser o meio mais rápido, pois transmite apenas o áudio. Já a televisão precisa enviar som e imagem, o que exige mais processamento.

Os serviços de streaming geralmente apresentam atrasos ainda maiores, já que os dados precisam passar pela Internet antes de chegar ao dispositivo do usuário.

Por isso, quem busca acompanhar os lances o mais próximo possível do tempo real costuma preferir a TV aberta.

Educação

Se a educação fosse uma competição, quem venceria o grupo do Brasil?

Na Copa do Mundo, o Brasil lidera seu grupo dentro de campo, mas e se a competição fosse sobre educação?

Uma análise comparou os países do grupo C da Copa de 2026 (Brasil, Escócia, Marrocos e Haiti) usando indicadores como alfabetização, desempenho escolar, qualidade de vida e investimento em educação.

O resultado mostra que o Brasil ficaria em segundo lugar, atrás da Escócia.

Escócia lidera com folga

Quando o assunto é qualidade de vida e educação, a Escócia apresenta números bem superiores aos dos demais países do grupo.

A população tem, em média, mais anos de estudo e melhores indicadores de desenvolvimento humano, que medem fatores como educação, renda e saúde.

O Brasil aparece na segunda posição, seguido por Marrocos e Haiti.

Matemática ainda é um desafio

Outro indicador analisado foi o desempenho dos estudantes em Matemática.

Segundo dados do Pisa, avaliação internacional que mede o conhecimento de alunos de 15 anos, cerca de 73% dos estudantes brasileiros não atingiram o nível básico esperado na disciplina.

Na Escócia, esse percentual é muito menor, mostrando uma diferença significativa entre os dois países.

Brasil se destaca na alfabetização

Em um dos critérios, o Brasil chega mais perto da liderança.

A taxa de alfabetização do país é de aproximadamente 95%, enquanto a da Escócia fica perto de 99%.

Já Marrocos e Haiti apresentam índices bem menores, mostrando que ainda enfrentam desafios maiores para garantir que toda a população tenha acesso à leitura e à escrita.

Quem investe mais em educação?

Uma curiosidade da análise é que o Marrocos aparece como o país que mais destina parte de sua economia para a educação, com cerca de 6% do PIB.

O Brasil vem logo atrás, investindo aproximadamente 5,6%.

Especialistas lembram que não importa apenas a porcentagem investida. Países com economias maiores conseguem destinar mais recursos por estudante, mesmo aplicando percentuais parecidos.

O que essa comparação mostra?

Os dados revelam que o Brasil avançou em áreas importantes, como alfabetização e acesso à educação, mas ainda enfrenta desafios para melhorar a qualidade do ensino e o desempenho dos estudantes.

Enquanto isso, a Escócia continua na frente em praticamente todos os indicadores analisados.

Quer atuar no mundo dos negócios? Veja qual graduação pode ser ideal para você

Quem está pensando em seguir carreira na área de negócios costuma ficar em dúvida entre dois cursos bastante populares: Economia e Administração.

Os dois têm relação com empresas, finanças e mercado de trabalho, mas cada um segue um caminho diferente. Entender essas diferenças pode ajudar na hora de escolher a graduação ideal.

Economia: entendendo como o mundo funciona

O curso de Economia tem um olhar mais amplo sobre a sociedade e os mercados.

Os estudantes aprendem a analisar temas como inflação, juros, emprego, comércio internacional e o impacto das decisões dos governos na economia. Também estudam bastante matemática, estatística e análise de dados.

Em resumo, o economista busca entender como o dinheiro, os recursos e os mercados influenciam a vida das pessoas e dos países.

Administração: fazendo as empresas funcionarem

Já o curso de Administração é mais voltado para o dia a dia das organizações.

O foco está em aprender como planejar, organizar e gerenciar empresas, equipes e projetos. Durante a graduação, os alunos estudam áreas como marketing, recursos humanos, logística, finanças e empreendedorismo.

O administrador trabalha para que uma empresa funcione de forma eficiente e alcance seus objetivos.

Onde cada profissional pode trabalhar?

Os economistas costumam atuar em bancos, consultorias, institutos de pesquisa, órgãos públicos e no mercado financeiro. Também podem trabalhar analisando cenários econômicos e ajudando empresas a tomar decisões estratégicas.

Os administradores têm um campo de atuação bastante amplo. Eles podem trabalhar em praticamente qualquer tipo de empresa, atuando em setores como gestão de pessoas, marketing, vendas, operações, logística e liderança de equipes.

Como saber qual escolher?

A resposta depende muito do seu perfil.

Se você gosta de números, gráficos, atualidades, política, análise de dados e quer entender como a economia influencia o mundo, Economia pode ser uma boa opção.

Por outro lado, se você gosta de liderar projetos, organizar equipes, criar estratégias e entender como uma empresa funciona na prática, Administração pode combinar mais com você.

Não existe escolha certa ou errada

Tanto Economia quanto Administração oferecem boas oportunidades de carreira e são áreas valorizadas pelo mercado de trabalho.

O mais importante é conhecer seus interesses, habilidades e pensar em qual tipo de atividade você se imagina realizando no futuro.

 

Entretenimento

Conheça a curiosa história que une Curaçao e o Hopi Hari

Você sabia que a seleção de Curaçao, uma das estreantes da Copa do Mundo de 2026, tem uma conexão bem diferente com o Hopi Hari, um dos parques de diversões mais famosos do Brasil?

A relação entre eles está no idioma.

O que é o papiamento?

Em Curaçao, uma ilha localizada no Caribe, uma das línguas oficiais é o papiamento. Esse idioma surgiu da mistura de várias línguas, como português, espanhol, holandês e idiomas africanos.

Por causa da forte influência portuguesa, muitas palavras do papiamento são parecidas com as que usamos no Brasil. Por exemplo, “kas” significa casa, “mi amigo” quer dizer meu amigo e “awa” significa água. Algumas palavras são até iguais às do português, como “mesa” e “porta”.

Hoje, o papiamento é falado por grande parte da população da ilha e faz parte da identidade cultural de Curaçao.

O que isso tem a ver com o Hopi Hari?

Quando o Hopi Hari foi criado, seus idealizadores queriam que o parque tivesse uma identidade própria. Por isso, desenvolveram uma linguagem especial chamada hopês.

Para criar esse idioma, eles usaram o papiamento como uma das principais inspirações.

Por causa disso, várias palavras conhecidas pelos visitantes do parque têm origem ou influência direta do idioma falado em Curaçao.

Palavras que você talvez já conheça

Quem já visitou o Hopi Hari provavelmente ouviu algumas expressões famosas:

  • Bon Bini = Bem-vindo
  • Danki = Obrigado
  • Tchauí = Tchau

Essas palavras ajudam a criar a atmosfera divertida e única do parque.

O significado de Hopi Hari

Até o nome do parque tem relação com o papiamento.

A palavra “hopi” significa “muito”. Já “hari” está ligada à ideia de alegria ou risada.

Juntas, elas formam uma expressão que pode ser entendida como “muita alegria” ou “muitas risadas”.

Uma curiosidade da Copa

Com a participação de Curaçao na Copa do Mundo de 2026, muita gente descobriu essa ligação inesperada entre a seleção caribenha e um parque brasileiro.

Uma prova de como o esporte, a cultura e os idiomas podem criar conexões surpreendentes entre lugares que parecem não ter nada em comum.

Noruega viraliza na Copa com comemoração inspirada em vikings e no heavy metal

Jogadores da Noruega fazem remada viking

 

A seleção da Noruega chamou a atenção na Copa do Mundo não apenas pelos resultados em campo, mas também por uma comemoração diferente que conquistou torcedores nas redes sociais.

Após vencer Senegal por 3 a 2, os jogadores se sentaram no gramado e fizeram movimentos sincronizados como se estivessem remando um barco viking. A cena, que já havia sido vista entre os torcedores noruegueses durante o torneio, rapidamente viralizou.

Uma tradição que veio dos shows de rock

Apesar de lembrar os antigos vikings, a famosa “remada” não surgiu no futebol. A coreografia tem origem nos shows de heavy metal, especialmente de bandas inspiradas na cultura nórdica.

Nesses eventos, os fãs costumam sentar no chão e simular os movimentos de um barco remando ao ritmo da música. A brincadeira ficou conhecida como “rowing pit” e se tornou popular em apresentações de bandas de metal ligadas à temática viking.

Com o passar do tempo, a tradição saiu dos shows de rock e passou a aparecer em outros eventos, chegando agora também aos estádios de futebol.

Festa dentro e fora de campo

Depois da vitória, o meio-campista Martin Ødegaard, capitão da Noruega e jogador do Arsenal, liderou a comemoração. Com um tambor nas mãos, ele coordenou os movimentos dos companheiros e da torcida, que participou da festa nas arquibancadas.

Campanha histórica

Além da comemoração diferente, a Noruega também vem fazendo história na Copa. A seleção não disputava o torneio há 28 anos e já alcançou sua melhor campanha.

Uma coisa é certa: dentro e fora de campo, a Noruega já se tornou uma das seleções mais comentadas desta Copa.

 

Curiosidades

Estalar os dedos faz mal. Mito ou verdade?

Muita gente tem o hábito de estalar os dedos, seja por mania, para relaxar ou até para aliviar a tensão. Será que isso faz mal? A resposta pode surpreender você.

De onde vem o estalo?

Quando estalamos os dedos, as articulações se movimentam rapidamente. Isso provoca uma mudança de pressão no líquido que existe dentro delas, chamado líquido sinovial.

Com essa mudança, pequenas bolhas de gás se formam e geram o famoso som de “tec”. Depois disso, é preciso esperar alguns minutos para conseguir estalar a mesma articulação novamente.

Por que algumas pessoas gostam de fazer isso?

As razões são diferentes para cada pessoa. Algumas dizem que sentem alívio ou relaxamento após o estalo. Outras fazem isso por nervosismo, ansiedade ou simplesmente porque gostam da sensação e do som.

Estalar os dedos causa artrite?

Não. Apesar de ser uma crença bastante popular, não existem evidências científicas que comprovem que estalar os dedos causa artrite ou desgaste das articulações.

Outro mito comum é o de que o hábito faz as juntas ficarem maiores ou mais grossas. Até hoje, os estudos também não encontraram provas de que isso aconteça.

O experimento que durou 50 anos

Uma curiosidade interessante envolve o médico norte-americano Donald Unger. Durante 50 anos, ele estalou os dedos da mão esquerda pelo menos duas vezes por dia, mas nunca fez o mesmo com a mão direita.

Ao final do experimento, depois de mais de 36 mil estalos, ele não encontrou diferenças entre as duas mãos. Nenhuma delas apresentou artrite ou problemas nas articulações.

Então posso estalar os dedos sem preocupação?

Para a maioria das pessoas, sim. O hábito não costuma causar danos às articulações. No entanto, se o estalo vier acompanhado de dor, inchaço ou dificuldade para movimentar os dedos, é importante procurar um médico para investigar a causa.

Bem-Estar

Por que o sono é tão importante?

Dormir bem é uma das bases da saúde física e mental. Durante o sono, o corpo e o cérebro realizam processos fundamentais para recuperação, organização das emoções e funcionamento da memória.

É enquanto dormimos que o cérebro consolida aprendizados, regula hormônios e ajuda no controle emocional. A falta de sono pode aumentar o estresse, a irritação, a ansiedade e dificultar a concentração no dia a dia.

Além disso, noites mal dormidas afetam diretamente a disposição e a produtividade. O corpo fica mais cansado, o humor muda com mais facilidade e até tarefas simples podem parecer mais difíceis do que realmente são.

Criar uma rotina de sono saudável é um cuidado importante consigo mesmo. Dormir bem não é luxo: é uma necessidade essencial para manter equilíbrio, energia e saúde mental.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.
Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui ou use o QR Code abaixo:

 

Susgestões da Semana

>

Série – Anne with an “E”

A indicação de hoje é da jovem Ana Giulia Scorzelli, da unidade Conselheiro.

Anne with an E é uma emocionante série sobre Anne Shirley, uma órfã de 13 anos que, por engano, é enviada para viver com os irmãos Marilla e Matthew Cuthbert, que esperavam adotar um menino. Com sua imaginação, inteligência e determinação, Anne transforma a vida de todos ao seu redor enquanto busca encontrar um lugar para chamar de lar.
Ao longo de sua jornada, ela enfrenta preconceitos, desafios e descobertas sobre amizade, amor e identidade. Inspirada na obra clássica Anne de Green Gables, a série é um convite à reflexão sobre empatia, coragem e a importância de permanecer fiel a si mesmo

#DeJovemPraJovem

>

Livro – Em busca de mim

A indicação de hoje é da jovem Mayara de Camargo Francisco, da unidade Conselheiro.

Em uma narrativa íntima e sincera, Viola Davis relembra sua trajetória desde a infância marcada pela pobreza, violência e preconceito até se tornar uma das atrizes mais premiadas de sua geração. Ao revisitar suas dores, medos e conquistas, ela mostra que o maior desafio não foi alcançar o sucesso, mas aprender a aceitar quem realmente é.
Mais do que contar sua história, Em Busca de Mim é um convite à reflexão sobre autoestima, autenticidade e resiliência. Com sensibilidade e honestidade, Viola inspira o leitor a enfrentar o passado, abandonar as máscaras impostas pela sociedade e encontrar força para escrever a própria história.

#DeJovemPraJovem

>

Filme – Devoradores de estrelas

Ryland Grace, um professor de ciências, desperta sozinho em uma nave espacial a anos-luz da Terra, sem qualquer lembrança de quem é ou de como chegou ali. À medida que sua memória retorna, ele descobre que é a última esperança da humanidade para impedir uma catástrofe que ameaça o Sol e coloca em risco a vida no planeta.

Em uma jornada repleta de descobertas, desafios científicos e escolhas difíceis, Grace percebe que nem sempre as maiores missões precisam ser enfrentadas sozinho. Devoradores de Estrelas combina aventura, emoção e esperança em uma história sobre coragem, amizade e o poder da ciência para unir mundos completamente diferentes.

#DeJovemPraJovem

 

Zoom das Profissões

Compartilhe esta edição:
Tô no Saber! ✨

Agora é a sua vez de brilhar no nosso jornal! 🎉

Você, jovem, também poderá fazer parte do Saber News. Basta entrar no link abaixo e mandar um depoimento contando um pouquinho da sua trajetória por aqui. A gente quer ouvir (e mostrar!) a sua história! 😄✨

https://forms.gle/5t7uSzcBBQfB2PyJ9

Sugestões 😃

Chegou a sua vez de contribuir para o nosso jornal! Através do link abaixo, você pode sugerir notícias, filmes, séries, livros ou qualquer ideia interessante que tiver na cabeça! 🚀🔥

https://forms.gle/PNjbt1oPiLBrTiUH6

Curtiu nosso jornal? 🤩

Registre seu momento lendo e compartilhe com a gente! Marque nosso @ 💙 e use a #SABERNEWS para aparecer nas nossas redes! 😎📚

Instagram: @saberaprendizes

Facebook: @saberaprendizes

Linkedin: @saberaprendizes

Canais de atendimento 📲

Em caso de assédio, racismo ou qualquer tipo de violência, não se cale. Nosso canal de denúncias está disponível para ouvir você com sigilo e responsabilidade. Entre em contato pelo e-mail ouvidoria@saberaprendizes.org.br e ajude a manter um ambiente seguro e respeitoso para todos.

Para dúvidas gerais, entre em contato através do e-mail aprendizes@saberaprendizes.org.br

Saber nunca é demais 🧠
Visão geral da privacidade

Este site utiliza cookies para que possamos lhe proporcionar a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas no seu navegador e desempenham funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.