Reflexão da Semana 💭

“O importante é não parar de questionar. A curiosidade tem sua própria razão de existir” –

Albert Einstein

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Carreira e Desenvolvimento

5 atitudes de inteligência emocional que podem fazer sua carreira crescer

Ter conhecimento técnico é importante, mas isso sozinho nem sempre garante crescimento profissional. Saber lidar com as próprias emoções, trabalhar em equipe e aprender com os erros também faz muita diferença. Estudos mostram que a inteligência emocional está ligada a melhores salários, mais satisfação no trabalho e maior facilidade para enfrentar desafios da carreira.

1 – Assumir os próprios erros

Errar faz parte da vida, mas admitir um erro nem sempre é fácil. Quem tem inteligência emocional entende que reconhecer uma falha não diminui sua capacidade. Pelo contrário: mostra responsabilidade e vontade de aprender.

Além disso, quando uma pessoa admite um erro, ela incentiva os colegas a fazerem o mesmo, criando um ambiente mais aberto e colaborativo.

2 – Saber receber críticas

Ninguém gosta de ouvir críticas, mas elas podem ajudar no crescimento profissional.

Em vez de responder na defensiva, pessoas emocionalmente inteligentes procuram entender o que pode ser aproveitado daquele comentário. Isso não significa aceitar toda crítica como verdade, mas refletir antes de reagir. Assim, fica mais fácil aprender e melhorar.

3 – Pedir conselhos, e não apenas feedback

Em vez de perguntar apenas “O que você achou do meu trabalho?”, tente perguntar: “O que você faria no meu lugar?” ou “Como posso melhorar?”

Pesquisas mostram que esse tipo de pergunta costuma gerar respostas mais úteis e práticas, porque faz a outra pessoa pensar em soluções para o futuro, e não apenas avaliar o que já aconteceu.

4 – Valorizar o trabalho das outras pessoas

Um simples “obrigado” pode fazer muita diferença.

Reconhecer o esforço de um colega fortalece os relacionamentos e melhora o clima da equipe. O importante é que o elogio seja sincero e específico, mostrando exatamente o que aquela pessoa fez de positivo.

5 – Ir além das conversas superficiais

Criar boas conexões não depende apenas de conversar bastante, mas de demonstrar interesse verdadeiro pelas pessoas.

Fazer perguntas, ouvir com atenção e mostrar curiosidade ajudam a construir relações de confiança, algo muito valorizado no mercado de trabalho.

Inteligência emocional pode ser desenvolvida

A boa notícia é que ninguém nasce com inteligência emocional pronta. Ela pode ser treinada no dia a dia, aprendendo a controlar as emoções, ouvir melhor os outros, aceitar críticas e agir com mais equilíbrio.

Essas atitudes parecem simples, mas podem fazer uma grande diferença para quem quer crescer nos estudos, no estágio ou na carreira.

Ciência e Tecnologia

Viajar no tempo é possível? A ciência responde essa pergunta

Quem nunca imaginou voltar ao passado para mudar alguma decisão ou viajar para o futuro para descobrir o que ainda vai acontecer? Esse é um dos assuntos mais populares dos filmes de ficção científica, mas o que a ciência realmente diz sobre isso?

Viajar para o futuro pode acontecer

Segundo os cientistas, a física moderna mostra que o tempo nem sempre passa da mesma forma para todo mundo. A Teoria da Relatividade, criada por Albert Einstein, explica que o tempo pode passar mais devagar para quem viaja em velocidades muito altas ou está em locais com gravidade muito intensa.

Esse efeito, chamado de dilatação do tempo, já foi comprovado em experimentos e até precisa ser considerado no funcionamento dos satélites de GPS. Na prática, isso significa que, de certa forma, “viajar para o futuro” é algo possível, embora em uma escala muito pequena.

E voltar para o passado?

É aí que a história muda. Até hoje, não existe nenhuma prova de que seja possível voltar no tempo.

Um dos maiores problemas dessa ideia é o chamado “paradoxo do avô”. Imagine que uma pessoa volte ao passado e impeça que um de seus avós tenha filhos. Se isso acontecesse, essa pessoa nem chegaria a nascer. Mas, se ela nunca nasceu, como teria viajado no tempo? Esse tipo de contradição desafia as leis conhecidas da física.

As teorias existem, mas faltam provas

Alguns cientistas estudam hipóteses como os buracos de minhoca, que seriam atalhos capazes de ligar diferentes pontos do espaço e do tempo. Outros acreditam que poderiam existir linhas do tempo paralelas, onde mudanças no passado criariam uma nova realidade.

O problema é que, até agora, nenhuma dessas teorias foi comprovada. Além disso, elas exigiriam uma quantidade gigantesca de energia e materiais que a ciência ainda nem sabe se existem.

O mistério continua

Mesmo sem uma máquina do tempo, estudar esse tema ajuda os cientistas a entender melhor como o Universo funciona. As pesquisas sobre tempo, gravidade, buracos negros e física quântica continuam revelando novas descobertas e mostrando que ainda existem muitos mistérios esperando para serem desvendados.

Quem sabe um dia a ciência encontre novas respostas? Por enquanto, viajar no tempo continua sendo mais uma possibilidade da imaginação do que da realidade.

 

Robôs fazem cirurgia ao vivo pela primeira vez na história

Um marco importante para a medicina aconteceu recentemente: pela primeira vez, robôs humanoides participaram de uma cirurgia em um paciente vivo. A novidade chamou a atenção do mundo e mostra como a tecnologia pode ajudar os profissionais de saúde no futuro.

Como foi a cirurgia?

Os robôs realizaram uma cirurgia para retirar a vesícula biliar, um procedimento conhecido como colecistectomia laparoscópica. Durante a operação, eles ajudaram em tarefas delicadas, como afastar tecidos, fazer cortes precisos e remover o órgão.

Mas os robôs fizeram tudo sozinhos?

Ainda não.

Apesar do grande avanço, os robôs não operaram de forma independente. Eles foram controlados em tempo real por cirurgiões experientes, que comandavam todos os movimentos à distância. Além disso, os equipamentos estavam presos por cabos de segurança para evitar qualquer risco durante o procedimento.

O paciente era um ser humano?

Não. A cirurgia foi realizada em um porco, animal que costuma ser utilizado em pesquisas médicas por ter características semelhantes às dos seres humanos em alguns procedimentos.

O objetivo do experimento era descobrir se robôs humanoides podem ajudar médicos em cirurgias no futuro, principalmente em lugares onde há poucos profissionais de saúde.

O que isso pode mudar?

Os pesquisadores acreditam que esse tipo de tecnologia pode facilitar o acesso a cirurgias em regiões mais afastadas e ajudar médicos em procedimentos complexos.

Mesmo assim, especialistas reforçam que os robôs não substituem os cirurgiões. Eles funcionam como ferramentas que aumentam a precisão dos movimentos e podem tornar as operações ainda mais seguras.

Ainda há desafios

Apesar do resultado animador, a tecnologia ainda precisa passar por muitos testes antes de ser usada em hospitais de forma comum. Os pesquisadores querem garantir que os robôs sejam cada vez mais seguros, precisos e confiáveis.

Por enquanto, o experimento representa um passo importante para o futuro da medicina, mostrando como a parceria entre médicos e tecnologia pode transformar os cuidados com a saúde.

A PlayStation quer acabar com os discos. Mas por que tanta gente ficou contra?

A Sony anunciou que, a partir de 2028, os novos jogos de PlayStation serão vendidos apenas em versão digital. Isso significa que os tradicionais discos deixarão de ser produzidos para os próximos lançamentos.

A mudança gerou críticas de jogadores, especialistas e até órgãos de defesa do consumidor. Mas por quê?

O que vai mudar?

Segundo a Sony, a maioria dos jogadores já compra jogos pela internet, então faz sentido investir apenas no formato digital.

Os jogos lançados antes de 2028 continuarão existindo em disco. A mudança vale apenas para os novos títulos.

Por que muita gente é contra?

Quem prefere a mídia física diz que o disco oferece vantagens que o formato digital não tem.

Com um jogo físico, é possível:

  • emprestar para um amigo;
  • vender depois de zerar;
  • comprar usado por um preço menor;
  • colecionar os jogos.

Já na versão digital, o jogo fica vinculado à conta do jogador e depende das regras da plataforma.

Você realmente “é dono” de um jogo digital?

Esse é um dos principais debates.

Especialistas alertam que, ao comprar um jogo digital, o consumidor normalmente adquire uma licença de uso, e não o jogo de forma definitiva.

Na prática, se acordos entre empresas acabarem ou um serviço for encerrado, alguns conteúdos podem até deixar de ficar disponíveis para quem comprou.

Foi justamente essa preocupação que fez muitos jogadores criticarem a decisão da Sony.

A discussão chegou à Justiça

A polêmica foi além das redes sociais.

Na Europa, uma associação de consumidores entrou com uma ação contra a Sony, alegando que, sem os discos, os jogadores terão menos opções de compra e poderão pagar preços mais altos, já que dependerão quase exclusivamente da loja digital da empresa.

No Brasil, o Procon-SP também lembrou que qualquer mudança precisa respeitar os direitos do consumidor, principalmente para quem já comprou jogos na plataforma.

O futuro dos games

Mesmo com todas as críticas, especialistas acreditam que a Sony dificilmente voltará atrás. O mercado de jogos digitais cresce a cada ano e representa uma grande fonte de lucro para as empresas.

Ainda assim, o caso abriu uma discussão importante: quando compramos um jogo digital, ele realmente é nosso? A resposta pode influenciar o futuro dos videogames e a forma como consumimos entretenimento nos próximos anos.

 

Saúde

Você fala sozinho? Entenda por que isso pode ser positivo

Muita gente já falou sozinha enquanto estudava, organizava o quarto ou tentava resolver um problema. Apesar de esse hábito ainda causar estranhamento, especialistas afirmam que conversar consigo mesmo pode trazer benefícios para a saúde mental e até ajudar na produtividade.

Por que falar sozinho ajuda?

Segundo estudos, colocar os pensamentos em voz alta ajuda o cérebro a organizar as ideias. Quando fazemos isso, fica mais fácil entender o que estamos sentindo, encontrar soluções para problemas e manter o foco.

É como se os pensamentos deixassem de ficar “embaralhados” na mente e passassem a fazer mais sentido.

Um hábito que começa na infância

Desde pequenos, usamos a fala para orientar nossas ações. Quem nunca ouviu uma criança dizendo “agora eu vou pegar isso” enquanto brincava?

Na vida adulta, esse hábito continua sendo útil. Conversar consigo mesmo pode ajudar a controlar as emoções, tomar decisões e manter a concentração em tarefas importantes.

O jeito como você fala consigo faz diferença

Mais importante do que falar sozinho é prestar atenção na forma como você conversa consigo mesmo.

Se o diálogo interno é cheio de críticas, como “eu sou um fracasso” ou “nunca vou conseguir”, isso pode aumentar a ansiedade e diminuir a confiança.

Já uma conversa mais compreensiva pode ajudar a enfrentar os desafios com mais equilíbrio.

Isso não é pensar positivo o tempo todo

Ter um diálogo interno mais saudável não significa fingir que os problemas não existem.

A ideia é reconhecer as dificuldades sem se julgar o tempo inteiro. Em vez de desistir ou se colocar para baixo, vale a pena buscar soluções e lembrar que errar faz parte do aprendizado.

Um aliado para a saúde mental

Falar sozinho pode ajudar a diminuir o estresse, organizar os pensamentos e aumentar a concentração. Em muitos momentos, essa simples conversa consigo mesmo pode ser uma forma de entender melhor as próprias emoções e enfrentar os desafios do dia a dia com mais confiança.

No fim das contas, a pessoa com quem você mais conversa durante a vida é você mesmo. Por isso, vale a pena fazer desse diálogo um aliado, e não um inimigo.

 

Muito além da lesão: o que os atletas ensinam sobre saúde mental e superação

Quando um atleta sofre uma lesão grave, muita gente pensa apenas na parte física. Mas a recuperação vai muito além de curar um osso ou um músculo. Ela também envolve lidar com emoções, mudanças na rotina e até com o medo do futuro.

Essas experiências podem ensinar muito não só aos esportistas, mas também a qualquer pessoa que esteja se recuperando de uma cirurgia, convivendo com dores ou enfrentando algum problema de saúde.

Recuperar o corpo também é cuidar da mente

Especialistas explicam que voltar a se movimentar é apenas uma parte da recuperação. Também é preciso reconstruir a confiança, aceitar que algumas coisas mudaram e encontrar novos objetivos.

Por isso, hoje muitos atletas contam com psicólogos esportivos, que ajudam a lidar com a pressão, a ansiedade e a frustração durante esse período.

Saber a hora de parar também é importante

No esporte, é comum ouvir histórias de atletas que continuam competindo mesmo machucados. Mas os especialistas alertam: existe uma grande diferença entre sentir o cansaço normal do treino e ignorar uma dor que pode indicar uma lesão.

Aprender a respeitar os sinais do corpo é essencial para evitar problemas ainda maiores.

Uma ex-corredora universitária contou que só depois de passar por várias lesões e uma cirurgia percebeu a importância de descansar, dormir bem e cuidar da alimentação, hábitos que antes deixava de lado.

A recuperação pode mexer com as emoções

Depois de uma lesão, muitas pessoas sentem tristeza, insegurança ou até a sensação de terem perdido uma parte da própria identidade.

Isso acontece porque, além da dor física, elas precisam lidar com mudanças na rotina, na independência e, em alguns casos, até na profissão.

Por isso, o apoio da família, dos amigos e dos profissionais de saúde faz toda a diferença durante a recuperação.

Nem sempre voltar significa ser igual ao que era antes

Muitas pessoas acreditam que só terão sucesso se conseguirem voltar exatamente como eram antes da lesão. Mas os especialistas dizem que esse pensamento pode dificultar a recuperação.

Em muitos casos, o mais importante é aceitar as mudanças e descobrir novas formas de continuar fazendo aquilo que se gosta.

Alguns atletas precisaram abandonar as competições, mas encontraram novos caminhos, como dar palestras, praticar outros esportes ou trabalhar ajudando outras pessoas.

A resiliência faz parte da recuperação

Superar uma lesão exige paciência, dedicação e força emocional. Cada pequena evolução faz parte do processo.

A recuperação nem sempre acontece da forma ou no tempo que a pessoa imagina, mas pode ensinar lições importantes sobre autocuidado, persistência e adaptação.

Uma lição que vale para todos

Mesmo quem nunca praticou esportes pode aprender com essas histórias. Seja depois de uma cirurgia, de um acidente ou de um problema de saúde, recuperar-se não significa apenas cuidar do corpo.

Também é preciso cuidar da mente, respeitar o próprio tempo e entender que, às vezes, seguir em frente não é voltar ao passado, mas construir uma nova versão de si mesmo, ainda mais forte e preparado para os próximos desafios.

 

Brasil e Mundo

Campeonato de "farmar aura" viraliza e reúne jovens em competição cheia de criatividade

Competições de “farmar aura” estão se espalhando por várias cidades do Brasil e conquistando milhares de jovens nas redes sociais. Inspirados em memes da internet, esses campeonatos transformam criatividade, carisma e bom humor em uma disputa divertida.

A ideia pode parecer estranha para quem nunca ouviu a expressão, mas o evento tem um objetivo simples: criar um espaço para as pessoas se divertirem, se expressarem e perderem o medo de serem julgadas.

O que significa “farmar aura”?

A expressão nasceu na internet e nos jogos eletrônicos.

O verbo “farmar” significa acumular pontos, recursos ou experiência em um jogo. Já “aura” é uma gíria usada para falar do carisma, da presença e da energia que alguém transmite.

Juntando tudo, “farmar aura” é fazer algo tão marcante, estiloso ou engraçado que faz as pessoas admirarem você. Pode ser uma pose, uma dança, um olhar, um jeito de andar ou qualquer atitude que chame atenção de forma divertida.

Como funciona a competição?

A disputa lembra uma mistura de batalha de rima com campeonato de dança. Dois participantes entram na arena e mostram seus melhores movimentos, poses ou performances para “farmar aura”.

No fim, quem decide o vencedor é a própria plateia, que faz mais barulho para o competidor favorito.

Além do clima descontraído, alguns participantes também recebem prêmios.

Muito mais do que uma brincadeira

Segundo os organizadores, a ideia surgiu depois que competições parecidas começaram a aparecer em outras cidades do Brasil.

O objetivo é incentivar as pessoas a levarem a vida com mais leveza.

Em vez de competir para ser o melhor atleta ou dançarino, a proposta é simplesmente se divertir, rir de si mesmo e criar momentos inesquecíveis.

Perdendo o medo de ser julgado

Muita gente tem vontade de participar, mas sente vergonha de passar vergonha na frente dos outros.

Os organizadores acreditam que esse medo costuma ser maior do que a realidade. Afinal, depois que o evento acaba, o que fica na memória das pessoas é a diversão, e não quem fez determinada dança ou pose.

Essa ideia também incentiva os participantes a saírem da zona de conforto e aproveitarem o momento sem se preocupar tanto com a opinião dos outros.

Um espaço para se expressar

Quem participou destacou que o campeonato conseguiu reunir pessoas de diferentes idades em um ambiente leve e acolhedor.

Para muitos jovens, foi uma oportunidade de mostrar personalidade, fazer novas amizades e se expressar sem medo de críticas.

Mais do que uma tendência da internet, o campeonato mostra como uma brincadeira simples pode incentivar criatividade, confiança e interação entre as pessoas.

 

Chega de rolar sem parar? Europa quer mudanças em redes sociais para reduzir vícios

A União Europeia está pressionando a Meta, empresa dona do Instagram e do Facebook, para mudar recursos que, segundo os reguladores, incentivam as pessoas a passarem tempo demais nas redes sociais. A investigação aponta que algumas funções podem aumentar o risco de dependência, principalmente entre crianças e adolescentes.

O que preocupa as autoridades?

De acordo com a Comissão Europeia, alguns recursos foram criados para prender a atenção dos usuários por mais tempo. Entre eles estão:

  • Rolagem infinita, que faz novos conteúdos aparecerem sem parar.
  • Reprodução automática de vídeos, que começa um vídeo logo após o outro.
  • Algoritmos de recomendação, que mostram conteúdos personalizados para manter o usuário conectado.

Segundo os investigadores, esses recursos podem prejudicar o bem-estar físico e mental, principalmente de quem ainda está em fase de desenvolvimento.

O que pode mudar?

A União Europeia quer que a Meta faça mudanças importantes nas plataformas. Entre as propostas estão:

  • Desativar a rolagem infinita e o autoplay por padrão.
  • Criar pausas que incentivem o usuário a fazer um intervalo do tempo de tela.
  • Alterar os algoritmos para que eles não tenham como principal objetivo manter as pessoas conectadas o máximo possível.

A ideia é tornar o uso das redes mais equilibrado e reduzir o risco de uso excessivo.

E a Meta, o que diz?

A Meta afirma que discorda das conclusões da investigação. A empresa diz que já criou ferramentas de proteção, como as Contas para Adolescentes, que oferecem mais controle para os pais e limites de uso para jovens. Mesmo assim, a Comissão Europeia considera que essas medidas ainda não são suficientes.

A empresa pode ser multada?

Sim. Se a investigação confirmar que as plataformas desrespeitam as regras da União Europeia, a Meta poderá receber uma multa de até 6% do seu faturamento anual global. No entanto, o principal objetivo das autoridades é que a empresa faça mudanças para tornar o Instagram e o Facebook mais seguros para os usuários.

O debate vai além da Europa

Essa discussão faz parte de um movimento mundial sobre o impacto das redes sociais na saúde mental. Cada vez mais países estão debatendo formas de proteger crianças e adolescentes do uso excessivo de aplicativos, equilibrando os benefícios da tecnologia com o bem-estar dos usuários.

 

Educação

Homeschooling: projeto que libera ensino em casa volta a ser discutido no Senado

O ensino domiciliar, conhecido como homeschooling, voltou a ser assunto no Brasil depois que um casal do interior de São Paulo foi condenado por decidir educar as filhas em casa. O caso reacendeu a discussão sobre a legalização desse modelo de ensino, que ainda não é permitido no país.

O que é homeschooling?

No homeschooling, a criança ou o adolescente estuda em casa, sem frequentar uma escola. Nesse modelo, os pais ou responsáveis organizam os estudos e podem usar livros, videoaulas, plataformas digitais e outros materiais para ensinar.

O homeschooling é permitido no Brasil?

Ainda não. Em 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o ensino domiciliar não é proibido pela Constituição, mas só pode ser adotado se existir uma lei que defina regras para seu funcionamento.

Como essa lei ainda não foi aprovada, todas as crianças e adolescentes continuam sendo obrigados a estar matriculados em uma escola reconhecida.

Por que esse assunto gera tanta discussão?

O homeschooling divide opiniões.

Quem é a favor acredita que as famílias devem ter liberdade para escolher como os filhos vão estudar. Além disso, defendem que o ensino em casa pode ser mais personalizado e respeitar o ritmo de aprendizagem de cada estudante.

Já quem é contra lembra que a escola não serve apenas para ensinar matérias. Ela também ajuda no desenvolvimento da convivência, do respeito às diferenças, do trabalho em equipe e da cidadania. Além disso, a escola permite acompanhar o desenvolvimento dos alunos e identificar possíveis situações de vulnerabilidade.

O que está sendo discutido no Senado?

Um projeto de lei que regulamenta o homeschooling já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e agora está sendo analisado no Senado.

Nas últimas semanas, senadores voltaram a debater o tema em audiências públicas e alguns parlamentares defenderam que a proposta seja votada o quanto antes.

Por enquanto, porém, nenhuma mudança foi aprovada. Isso significa que o ensino domiciliar continua sem autorização legal no Brasil.

Como funciona em outros países?

O homeschooling já é permitido em mais de 60 países, como Estados Unidos, Portugal, França e Japão.

Mas cada país tem suas próprias regras. Em muitos lugares, as famílias precisam seguir um currículo, apresentar relatórios, participar de avaliações e passar por fiscalizações para garantir que os estudantes estejam aprendendo.

O debate continua

O futuro do homeschooling no Brasil ainda depende da aprovação de uma lei no Congresso Nacional. Até lá, a matrícula e a frequência em escolas continuam sendo obrigatórias para crianças e adolescentes.

O tema segue dividindo opiniões entre especialistas, famílias e parlamentares, principalmente porque envolve dois pontos importantes: o direito das famílias de escolher como educar seus filhos e o papel da escola no desenvolvimento dos estudantes.

Finanças

Bets na mira: governo cria novas regras para propagandas

O governo federal anunciou novas regras para a publicidade das casas de apostas esportivas, conhecidas como bets. As mudanças começam a valer em 17 de julho e têm como objetivo reduzir o incentivo às apostas, principalmente entre pessoas mais vulneráveis.

O que vai mudar?

A partir de agora, os anúncios de bets terão que mostrar avisos informando que:

  • Apostar pode causar dependência.
  • Apostas podem levar à perda de dinheiro.
  • Apostas não são uma forma de investimento.

A ideia é deixar mais claro que apostar envolve riscos e não garante lucro.

Comentaristas não poderão incentivar apostas

Outra mudança importante é a proibição de comentaristas, especialistas e influenciadores fazerem recomendações que incentivem o público a apostar durante eventos esportivos.

A regra surgiu depois de críticas às transmissões da Copa do Mundo, nas quais alguns comentaristas sugeriam quais apostas pareciam mais vantajosas enquanto os jogos aconteciam.

Além disso, também ficam proibidas propagandas que:

  • Prometam ganhos fáceis.
  • Dêem a impressão de que experiência ou habilidade aumentam as chances de vencer.
  • Façam promoções que incentivem apostas por impulso.

Governo aumenta fiscalização

Além das novas regras para propaganda, o governo também está reforçando o controle sobre quem pode apostar.

Pessoas que recebem benefícios sociais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), passaram a ter o acesso bloqueado nas plataformas legalizadas de apostas.

Também continuam proibidos de apostar atletas profissionais, árbitros, técnicos esportivos e pessoas diagnosticadas com vício em jogos.

Mercado de apostas cresce no Brasil

Mesmo com as novas restrições, o mercado de apostas esportivas continua crescendo. Segundo o Ministério da Fazenda, as casas de apostas legalizadas movimentaram cerca de R$ 37 bilhões em receita bruta durante 2025, tornando o Brasil um dos maiores mercados de apostas do mundo.

O futuro das apostas no Brasil

As novas regras fazem parte de um esforço para tornar a publicidade das bets mais responsável e reduzir os impactos do jogo excessivo.

Ao mesmo tempo, o assunto ainda está sendo discutido na Justiça. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve analisar uma ação que pede a proibição das apostas esportivas no Brasil, o que pode trazer novas mudanças no futuro.

Leia mais em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg46p191e5o

Você colocaria produtos no carrinho sabendo que eles nunca vão chegar? Conheça os sites de dopamina

Imagine entrar em uma loja virtual, escolher produtos, colocar tudo no carrinho, acompanhar o envio… e descobrir que nada será entregue. Essa é a ideia dos chamados “sites de dopamina”, que estão chamando a atenção por simularem a experiência de fazer compras, mas sem cobrar nada e sem enviar qualquer produto.

O nome faz referência à dopamina, substância do cérebro ligada à sensação de recompensa e prazer. A proposta dessas plataformas é oferecer a sensação de comprar sem que a compra realmente aconteça.

Como esses sites funcionam?

Os sites são muito parecidos com lojas online de verdade. É possível pesquisar produtos, ler avaliações, usar cupons de desconto, montar um carrinho e até acompanhar uma entrega fictícia.

A tendência começou a ganhar força na Coreia do Sul, com plataformas que simulam aplicativos de entrega de comida. O usuário escolhe pratos e faz todo o pedido, mas nada é preparado ou entregue.

Existem também sites que imitam lojas de roupas, eletrônicos e cosméticos. Tudo parece real, menos a compra.

Por que isso dá sensação de prazer?

Segundo especialistas, a dopamina não aparece apenas quando compramos algo, mas também durante a expectativa da compra.

Pesquisar produtos, comparar preços, imaginar como seria usar um item e colocar tudo no carrinho já ativa essa sensação de recompensa no cérebro. Por isso, muitas pessoas sentem satisfação mesmo sem finalizar a compra.

Como esses sites ganham dinheiro?

Se ninguém compra nada, de onde vem o lucro?

A resposta está nos dados dos usuários. Cada clique, produto pesquisado, horário de acesso e tempo de navegação ajuda as plataformas a entender os hábitos de consumo das pessoas.

Essas informações podem ser usadas para exibir anúncios personalizados, identificar tendências de mercado e vender espaços publicitários. Alguns sites também recebem patrocínios e até doações dos próprios usuários.

Eles podem mudar o jeito de consumir?

Especialistas acreditam que esses sites podem diminuir algumas compras por impulso.

Muitas vezes, a vontade de comprar aparece por tédio, ansiedade ou sensação de recompensa. Ao oferecer uma experiência parecida sem gastar dinheiro, essas plataformas podem fazer com que parte desse impulso desapareça antes da compra real.

Por outro lado, elas também podem manter a pessoa presa ao hábito de navegar e consumir conteúdo ligado às compras, mesmo sem gastar.

Comprar sem comprar ajuda a economizar?

Pode ajudar, principalmente para quem costuma fazer compras por impulso.

Uma dica comum de educação financeira é colocar o produto no carrinho e esperar algumas horas ou dias antes de decidir. Os sites de dopamina funcionam de forma parecida, criando um intervalo entre a vontade e a compra.

Mesmo assim, especialistas alertam que eles não são uma solução para todos. Em algumas pessoas, a experiência pode gerar frustração ou reforçar o desejo de consumir.

O que isso mostra sobre o consumo?

Os sites de dopamina revelam que, muitas vezes, o prazer de comprar começa antes do pagamento. Só de pesquisar produtos e imaginar a compra, o cérebro já sente uma sensação de recompensa.

Por isso, entender como esse processo funciona pode ajudar a fazer escolhas mais conscientes e evitar compras feitas apenas por impulso.

Leia mais em: https://g1.globo.com/empreendedorismo/noticia/2026/07/08/sites-de-dopamina.ghtml

Entretenimento

A Odisseia: um dos filmes mais esperados de 2026 promete aventura épica e elenco de estrelas

Um dos filmes mais aguardados de 2026 chegou aos cinemas nesta quinta-feira (16/07). “A Odisseia”, novo longa do diretor Christopher Nolan, promete impressionar tanto pela história quanto pela grandiosidade da produção.

Depois de conquistar o Oscar com Oppenheimer, Nolan aposta em uma nova versão do clássico poema de Homero, que acompanha a longa jornada de Odisseu (Ulisses) tentando voltar para casa após a Guerra de Troia. Pelo caminho, ele enfrenta monstros, desafios e diversas aventuras.

O filme é considerado o projeto mais ambicioso e mais caro da carreira de Christopher Nolan. As gravações aconteceram em países como Itália, Grécia, Islândia e Marrocos, utilizando câmeras IMAX de última geração e muitos efeitos práticos, sem depender tanto de computação gráfica. Um exemplo é o navio usado pelo personagem principal, que foi construído para navegar de verdade durante as filmagens.

Outro grande destaque é o elenco, que reúne algumas das maiores estrelas de Hollywood. O filme conta com Matt Damon, Tom Holland, Zendaya, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Charlize Theron e Lupita Nyong’o, entre outros nomes.

Com uma história clássica, cenas grandiosas e um elenco de peso, “A Odisseia” já é apontado como um dos lançamentos mais importantes do cinema em 2026 e promete levar o público a uma aventura épica nas telonas.

 

Leia mais em: https://gshow.globo.com/google/amp/cultura-pop/filmes/colunista/a-odisseia-novo-filme-de-christopher-nolan-e-mais-uma-superproducao-de-cair-o-queixo.ghtml

Moana em live-action: remake divide opiniões e reacende debate sobre a Disney

A Disney lançou nos cinemas a versão em live-action de Moana, mas o filme já está gerando uma pergunta entre fãs e críticos: esse remake era mesmo necessário?

A principal crítica é que o longa é muito parecido com a animação lançada em 2016, reproduzindo quase todas as cenas, músicas e momentos marcantes da história.

Uma história que o público já conhece

A animação original de Moana estreou há menos de dez anos e continua sendo um grande sucesso. Além disso, Moana 2 foi lançado recentemente e arrecadou mais de US$ 1 bilhão nos cinemas.

Somando os dois filmes animados, a franquia já faturou mais de US$ 1,7 bilhão, mostrando que a personagem continua muito popular.

O que muda no live-action?

Apesar de trazer atores reais, a história continua praticamente a mesma da animação.

O destaque fica para Dwayne Johnson, que volta a interpretar Maui, personagem para quem já havia emprestado a voz na versão animada. A atriz Catherine Laga’aia também recebeu elogios por interpretar Moana.

Visual impressiona, mas nem sempre convence

O filme traz cenas grandiosas e efeitos especiais em momentos importantes da aventura. Porém, alguns críticos apontam que vários cenários parecem artificiais, com uso evidente de computação gráfica, fazendo o visual perder parte do charme e das cores vibrantes da animação.

Uma Moana diferente

Outro ponto que gerou comentários foi a mudança na relação entre Moana e Maui.

Na animação, Moana era vista como uma protagonista muito independente, que resolvia seus próprios desafios. Já no live-action, alguns críticos acreditam que ela depende mais das decisões de Maui, o que diminui um pouco o destaque da personagem.

Por que a Disney continua fazendo remakes?

Mesmo com as críticas, existe um motivo simples: eles costumam dar muito dinheiro.

Nos últimos anos, filmes como O Rei Leão, Aladdin, A Bela e a Fera e Alice no País das Maravilhas arrecadaram bilhões de dólares. Além da bilheteria, esses lançamentos aumentam as vendas de produtos, fortalecem os parques da Disney e atraem mais assinantes para o streaming.

Afinal, vale a pena?

Para quem é fã de Moana, o filme pode ser uma boa oportunidade de reviver a aventura em uma nova versão. Mas, para muita gente, a sensação é de estar assistindo praticamente ao mesmo filme, só que agora com atores reais.

O sucesso do remake nas bilheterias deve mostrar se o público ainda quer ver mais adaptações desse tipo ou se prefere continuar assistindo às animações originais.

Leia mais em: https://www.omelete.com.br/filmes/moana-live-action-remake-crise-disney-quem-pediu

Bem-Estar

A Importância de Tentar, Errar e Recomeçar

Errar faz parte de qualquer processo de aprendizado. Muitas das habilidades que desenvolvemos ao longo da vida nasceram de tentativas, ajustes e recomeços.

O medo de falhar pode impedir muitas pessoas de começarem algo novo. Porém, cada tentativa traz experiência, conhecimento e crescimento, mesmo quando o resultado não sai como esperado.

Com o tempo, os erros ajudam a desenvolver maturidade, criatividade e confiança. Quem aprende a recomeçar entende que evoluir não significa acertar sempre, mas continuar tentando apesar das dificuldades.

Nenhum progresso acontece de forma perfeita. O importante é não desistir de si mesmo diante dos obstáculos. Cada passo, inclusive os tropeços, faz parte da construção de quem estamos nos tornando.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui ou use o QR Code abaixo:

Curiosidades

Por que a seleção espanhola não canta o hino nacional antes dos jogos?

Quando a seleção da Espanha entra em campo, um detalhe chama atenção durante o momento do hino nacional: os jogadores ficam em silêncio, pois não existe uma letra oficial para cantar.

O hino espanhol, chamado Marcha Real, é formado apenas por uma melodia instrumental. Isso faz com que a Espanha seja um dos poucos países do mundo que possuem um hino nacional sem palavras.

A história do hino espanhol

A Marcha Real é um dos hinos mais antigos do mundo. Sua origem está no século XVIII, quando começou a ser usada como uma marcha militar durante o reinado de Carlos III.

Ao longo da história, a Espanha passou por diferentes períodos políticos, como monarquia, república e ditadura. Mesmo com essas mudanças, nunca foi criada uma letra que fosse aceita por todo o país.

Tentativas de criar uma letra

Algumas propostas já foram feitas para transformar a melodia em uma canção com versos. A tentativa mais conhecida aconteceu em 2007, quando o Comitê Olímpico Espanhol criou um concurso para escolher uma letra oficial.

A ideia era que atletas e torcedores pudessem cantar o hino em competições internacionais. Porém, a proposta recebeu muitas críticas e acabou sendo cancelada.

Outras tentativas também surgiram ao longo dos anos, mas nenhuma conseguiu aprovação suficiente para se tornar oficial.

A Espanha não está sozinha

A Espanha faz parte de um pequeno grupo de países que possuem hinos apenas instrumentais. Outros exemplos são a Bósnia e Herzegovina, Kosovo e San Marino.

Em geral, a falta de uma letra está ligada à história de cada país e à dificuldade de encontrar palavras que representem toda a população.

Por enquanto, a Marcha Real continua sendo tocada apenas com sua melodia, mantendo uma tradição que já dura séculos.

 

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Sugestões da Semana

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Filme: Irmão Urso

Irmão Urso é uma das animações mais emocionantes da Disney e uma história capaz de tocar o coração de quem assiste. Acompanhe a jornada de Kenai, um jovem que vê sua vida mudar completamente e embarca em uma aventura cheia de desafios, descobertas e amizades inesperadas. Ao longo do caminho, ele aprende que compreender o outro pode transformar a forma como enxergamos o mundo. Com cenas marcantes, belas paisagens e uma trilha sonora inesquecível, Irmão Urso é um filme sobre empatia, família e amor que promete arrancar sorrisos, reflexões e até algumas lágrimas.

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Série: The Vampire Diaries

Indicação Pietra Melo de Morais, da unidade Anhanguera Osasco, Ana Beatriz, da unidade Anhanguera Guarulhos, e da Cynthia, da unidade Conselheiro

The Vampire Diaries é uma série que mistura romance, mistério, ação e muito sobrenatural. Tudo começa quando Elena Gilbert conhece o misterioso Stefan Salvatore, mas logo descobre que ele guarda um segredo capaz de mudar sua vida para sempre. Entre vampiros, bruxas, lobisomens e antigos inimigos, a história é repleta de reviravoltas, romances intensos e escolhas difíceis. Com personagens marcantes e episódios que sempre deixam um gancho para o próximo, é uma daquelas séries que prendem do começo ao fim e fazem maratonar sem perceber o tempo passar.

#DeJovemPraJovem

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Filme: La La Land

Indicação do Fabricio Nunes Pereira da Silva e da Sabrina Yasmim, da unidade Conselheiro

La La Land é um romance emocionante que mistura música, sonhos e grandes escolhas. A história acompanha Mia, uma atriz em busca de uma chance em Hollywood, e Sebastian, um músico apaixonado por jazz. Juntos, eles vivem um romance inesquecível enquanto tentam conquistar seus objetivos. Com trilha sonora marcante, cenas visualmente encantadoras e um final que faz muita gente refletir, La La Land é um filme que emociona, inspira e permanece na memória muito depois dos créditos finais.

#DeJovemPraJovem

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