Reflexão da Semana 💭

“Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende” – 

Leonardo da Vinci

Carreira e Desenvolvimento

70% dos jovens trabalham no Brasil, mas conseguir uma oportunidade ainda é um desafio

Sete em cada dez jovens brasileiros entre 16 e 29 anos trabalham ou fazem estágio. O dado faz parte de uma pesquisa que mostra como a juventude está encarando o mercado de trabalho, seus desafios e os planos para o futuro.

Mas, apesar de muitos jovens já estarem trabalhando, entrar no mercado não é tão simples assim. A falta de experiência profissional foi apontada como o principal obstáculo para conseguir uma vaga.

Trabalhar e estudar ao mesmo tempo

Entre os jovens entrevistados, 32% conseguem conciliar trabalho e estudos, enquanto 39% estão focados apenas no emprego. Outros 16% apenas estudam e 13% não trabalham nem estudam atualmente.

Porém, nem todo mundo tem as mesmas oportunidades. Jovens com maior renda conseguem conciliar estudo e trabalho com mais facilidade. Já aqueles com menor renda muitas vezes precisam priorizar o emprego.

Além disso, muitos jovens também precisam ajudar em casa. Metade dos entrevistados afirmou ser responsável por tarefas domésticas, e essa sobrecarga é maior entre as mulheres.

“Como vou conseguir experiência se ninguém me dá uma oportunidade?”

Essa é uma dúvida que provavelmente muitos jovens já tiveram. Afinal, 49% dos entrevistados apontaram a falta de experiência como a maior dificuldade para conseguir emprego.

A concorrência pelas vagas, a dificuldade de transporte e a falta de qualificação também aparecem entre os principais desafios.

Por isso, experiências práticas, como estágios, programas de aprendizagem e cursos profissionalizantes, são cada vez mais valorizadas. Nove em cada dez jovens acreditam aprender mais colocando a mão na massa do que apenas estudando a teoria.

Indicação também faz diferença

Conhecer pessoas também pode ajudar na hora de encontrar uma oportunidade. Entre os jovens que trabalham ou já trabalharam, 77% afirmaram que já conseguiram emprego por indicação pelo menos uma vez.

Isso mostra a importância de construir conexões, conversar com pessoas da área e aproveitar oportunidades para ampliar sua rede de contatos.

Emprego com carteira hoje, autonomia amanhã?

Quando o assunto é futuro, os planos mudam. Atualmente, muitos jovens desejam ter um emprego formal e mais estabilidade. Mas, pensando nos próximos cinco anos, cresce o interesse pelo trabalho autônomo.

A pesquisa mostrou que o número de jovens interessados em trabalhar por conta própria pode passar de 28% para 42%.

Além do salário, o ambiente de trabalho também importa. 62% dos jovens afirmaram que aceitariam ganhar menos para trabalhar em um lugar com menos pressão e estresse.

E a inteligência artificial?

A tecnologia também apareceu como um dos grandes assuntos da pesquisa. Quase todos os jovens entrevistados usam a internet e ferramentas digitais para aprender e se desenvolver.

Ao mesmo tempo, existe uma preocupação: 50% têm medo de perder oportunidades de trabalho por causa dos avanços tecnológicos, e 90% acreditam que a inteligência artificial pode substituir alguns empregos nos próximos anos.

Mesmo assim, áreas como Saúde e Tecnologia estão entre as que mais despertam interesse para o futuro.

Um futuro cheio de expectativas

Apesar dos desafios, a maioria dos jovens continua otimista. 91% acreditam que estarão em uma situação financeira melhor daqui a cinco anos.

A pesquisa mostra uma juventude que quer estudar, ganhar experiência, conquistar independência e construir seu próprio caminho. Mas também deixa claro que ainda existem obstáculos importantes para que todos tenham acesso às mesmas oportunidades.

No fim das contas, entrar no mercado de trabalho pode até parecer um jogo com algumas fases difíceis. A boa notícia é que cada experiência, aprendizado e oportunidade pode ajudar a construir o próximo passo da sua trajetória.

 

Leia mais em: https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/08/21/70percent-dos-jovens-trabalham-e-32percent-conciliam-emprego-e-estudos-no-brasil-diz-pesquisa.ghtml

Mundo do Trabalho

Do desafio à inovação: Conheça a história do empreendedor que enxerga em preto e branco e criou uma tecnologia para pessoas cegas

Arthur Sendas nasceu com acromatopsia, uma condição que faz com que ele enxergue em preto e branco e tenha baixa visão. Em vez de deixar essa dificuldade limitar seus planos, ele decidiu buscar uma solução que pudesse ajudar não só a ele, mas também outras pessoas.

Hoje, Arthur é um dos criadores de uma startup que desenvolveu um aplicativo para pessoas cegas e com baixa visão. A empresa já fatura cerca de R$ 100 mil por mês.

Uma ideia que começou na faculdade

A ideia surgiu quando Arthur estudava Análise de Sistemas, em Maceió. Ele queria encontrar tecnologias que facilitassem sua própria rotina.

Na faculdade, conheceu Júnior, outro estudante com deficiência visual. Os dois começaram a criar um equipamento que ajudava a identificar obstáculos por meio de sons e vibrações.

O primeiro protótipo era um tipo de crachá com sensores. Quando detectava um objeto próximo, o equipamento avisava o usuário por meio de vibrações, indicando onde estava o obstáculo.

Uma experiência mudou os planos

No início, os dois não pensavam necessariamente em transformar a invenção em uma empresa.

Isso mudou depois que conheceram uma criança cega de três anos. Ao saber do projeto, o menino disse que gostaria de enxergar como eles.

A frase fez Arthur e Júnior perceberem que a tecnologia poderia ajudar muitas outras pessoas.

Em 2022, a startup foi selecionada pelo Startup Nordeste, do Sebrae, e recebeu R$ 78 mil para desenvolver o negócio.

A tecnologia ganhou uma nova versão

Depois de alguns anos de desenvolvimento, a solução deixou de ser um equipamento separado e passou a funcionar pelo celular.

O aplicativo utiliza inteligência artificial, navegação por áudio e ecolocalização para ajudar os usuários a:

  • identificar objetos e pessoas;
  • entender o que existe ao seu redor;
  • receber descrições de ambientes;
  • encontrar caminhos;
  • realizar tarefas do dia a dia com mais autonomia.

Por exemplo, uma pessoa pode apontar a câmera do celular para alguns potes e o aplicativo consegue informar qual deles contém açúcar ou café.

Mais autonomia no dia a dia

Para quem utiliza a ferramenta, um dos principais benefícios é poder realizar atividades com menos ajuda de outras pessoas.

Atualmente, o aplicativo já possui mais de mil assinantes e cerca de 100 mil cadastros relacionados a empresas e eventos.

Para Arthur, a palavra que melhor representa o objetivo da empresa é autonomia: criar uma tecnologia que ajude pessoas com deficiência visual a fazerem mais coisas sozinhas.

Quando um problema vira oportunidade

A história de Arthur mostra como uma dificuldade do cotidiano pode também despertar uma ideia de inovação.

Mais do que criar um negócio, ele e sua equipe encontraram uma forma de usar a tecnologia para resolver um problema real e aumentar a independência de outras pessoas. E a startup ainda está só começando a ampliar esse impacto.

Leia mais em: https://g1.globo.com/empreendedorismo/pegn/noticia/2026/08/23/ele-enxerga-em-preto-e-branco-e-fez-da-deficiencia-um-negocio-de-r-100-mil-por-mes.ghtml

Entretenimento

Quem escolhe sua próxima música: você ou o algoritmo?

Você já percebeu que algumas músicas aparecem várias vezes no seu feed ou nas playlists que você escuta? Isso não acontece por acaso. Os algoritmos das plataformas de música analisam seus hábitos para recomendar novas músicas e artistas.

Eles observam o que você ouve até o fim, o que repete, salva ou pula. A partir dessas informações, tentam descobrir o que tem mais chances de prender sua atenção.

Uma música precisa conquistar você em poucos segundos

Hoje, uma música pode ficar famosa por causa de apenas um trecho. Ele pode aparecer em um vídeo nas redes sociais e ser usado milhares de vezes antes mesmo de as pessoas conhecerem a música inteira.

Para artistas independentes, isso pode ser uma ótima oportunidade. Uma música pode chegar a pessoas de outros lugares do mundo sem precisar de uma grande gravadora.

Mas existe um desafio: os artistas podem começar a sentir pressão para criar músicas que chamem atenção rapidamente.

O algoritmo também influencia nossas descobertas

As plataformas não mostram músicas de forma totalmente aleatória. Elas usam os dados de cada usuário para tentar indicar algo que combine com seus gostos.

Isso pode ajudar você a descobrir artistas novos, mas geralmente dentro de estilos que já costuma ouvir.

Por exemplo: se você escuta muito pop, o algoritmo pode recomendar um artista novo de pop. Assim, você conhece algo diferente, mas sem sair muito da sua “bolha musical”.

E a criatividade?

É aí que surge uma discussão interessante: será que os artistas estão começando a criar músicas pensando primeiro no algoritmo?

Segundo o DJ e produtor musical JESTFLY, entender como as plataformas funcionam pode ajudar um artista a alcançar mais pessoas. O problema aparece quando essa preocupação começa a definir como a música será criada.

A música pode acabar seguindo fórmulas parecidas para tentar prender a atenção logo nos primeiros segundos.

Então o algoritmo é vilão?

Não necessariamente. 

Os algoritmos também podem ajudar artistas desconhecidos a encontrar novos públicos e dar espaço para músicas que talvez nunca chegassem até você.

O desafio é encontrar um equilíbrio entre alcançar o público e manter a criatividade.

Afinal, se todo mundo começar a criar pensando apenas no que o algoritmo gosta, podemos acabar ouvindo muitas músicas parecidas. E talvez a graça da música esteja justamente em descobrir algo que ninguém estava esperando.

 

Leia mais em: https://oglobo.globo.com/ela/noticia/2026/08/23/a-musica-esta-ficando-previsivel-veja-como-o-algoritmo-pode-influenciar-o-que-ouvimos.ghtml

Por que tantos filmes estão voltando aos cinemas?

Você já foi ao cinema e encontrou na programação um filme que já tinha sido lançado há vários anos? Isso está acontecendo cada vez mais. Filmes como Harry Potter, Toy Story, Avatar e vários outros estão ganhando uma nova chance nas telonas.

Mas por que os cinemas estão apostando tanto em filmes antigos?

A força da nostalgia

Um dos principais motivos é a nostalgia. Rever um filme que marcou a infância ou a adolescência pode trazer lembranças e emoções.

E não são apenas os fãs antigos que se interessam. As novas gerações também podem aproveitar a oportunidade de conhecer grandes filmes no cinema.

Além disso, assistir a uma história conhecida em uma tela gigante, com som potente e uma sala cheia de pessoas, é uma experiência diferente de assistir em casa.

Uma nova chance para quem perdeu

Outro motivo é a quantidade de filmes que chegam aos cinemas ao mesmo tempo.

Em períodos como as férias, vários grandes lançamentos disputam espaço nas salas. Com tantas estreias juntas, alguns filmes podem sair de cartaz rapidamente, mesmo quando ainda existe público interessado.

Quando chega um período com menos lançamentos, esses filmes podem ganhar uma segunda oportunidade.

Aniversário também é motivo para comemorar

Datas especiais também ajudam nos relançamentos. Um filme pode voltar aos cinemas para comemorar 10, 20, 25, 30 ou até 40 anos de lançamento.

Foi o que aconteceu com Harry Potter e a Pedra Filosofal. O filme está voltando aos cinemas em 30 de agosto de 2026 para comemorar 25 anos.

⚡ Harry Potter e a Pedra Filosofal – 30 de agosto

Um dos maiores clássicos do cinema está de volta!

O primeiro filme da saga apresenta Harry Potter, um garoto que descobre que é um bruxo e começa a estudar na escola de magia de Hogwarts.

Para quem cresceu acompanhando a história, é uma oportunidade de reviver o começo da saga na tela grande. Para quem nunca assistiu, pode ser a chance de conhecer o universo mágico no cinema.

E os relançamentos não param por aí!

A volta de filmes antigos não termina em agosto. Nos próximos meses, outros sucessos também devem aparecer novamente nas salas.

Em 24 de setembro, Vingadores: Ultimato retorna aos cinemas em uma versão especial, com novidades relacionadas ao futuro do Universo Marvel.

Já em 15 de outubro, será a vez de Space Jam – O Jogo do Século voltar às telonas, reunindo novamente Michael Jordan e Pernalonga.

Em novembro, também estão previstos os relançamentos do documentário sobre Cássia Eller e do filme Malês.

E o streaming?

Pode parecer que os relançamentos são uma tentativa de competir com Netflix, Disney+ e outras plataformas, mas especialistas afirmam que não é exatamente isso.

Cinema e streaming oferecem experiências diferentes. Em casa, você tem conforto e pode assistir quando quiser. No cinema, existe a experiência de estar em uma sala com outras pessoas, assistir em uma tela enorme e sentir o filme de outra maneira.

Por isso, uma experiência não precisa substituir a outra.

Um sucesso do passado pode voltar a ser sucesso hoje

Os relançamentos são uma mistura de nostalgia, comemoração e estratégia. Para os cinemas, eles ajudam a atrair público em períodos com menos grandes estreias. Para os espectadores, são uma oportunidade de rever histórias queridas ou descobrir clássicos pela primeira vez.

Então, se aquele filme que você ama aparecer novamente na programação, talvez seja hora de pegar a pipoca e voltar para a telona.

 

Leia mais em: https://gshow.globo.com/google/amp/cultura-pop/filmes/noticia/nostalgia-audiencia-e-mais-veja-os-motivos-para-tantos-relancamentos-nos-cinemas.ghtml

Ciência e Tecnologia

Até robô precisa estudar? China cria escola para humanoides

A China criou uma escola técnica voltada para robôs humanoides. A primeira turma tem 30 robôs, que vão passar por aulas, atividades práticas e até uma prova final.

Como funciona?

Assim como acontece em uma escola técnica para pessoas, os robôs passam por diferentes etapas:

  • fazem uma avaliação de entrada;
  • participam de aulas teóricas e práticas;
  • treinam diferentes habilidades;
  • realizam uma prova final;
  • podem receber um certificado depois de aprovados.

Mas existe uma diferença importante: as aulas são adaptadas para cada robô.

Um robô com determinados tipos de braços ou mãos, por exemplo, pode ter mais dificuldade para realizar movimentos muito precisos. Por isso, cada máquina recebe treinamentos de acordo com suas características.

O que eles vão aprender?

O objetivo é fazer com que os robôs consigam entender melhor o mundo ao redor e realizar tarefas de forma mais independente.

Essa área é conhecida como Physical AI, ou inteligência artificial física. A ideia é unir a inteligência da IA com robôs capazes de interagir fisicamente com o ambiente.

Isso pode permitir que eles trabalhem em áreas como indústria e serviços.

Robôs com diploma?

A ideia de dar um certificado aos robôs tem um motivo: mostrar que aquela máquina realmente foi testada e está preparada para realizar determinadas tarefas.

O mercado de robôs humanoides está crescendo rapidamente. Em 2025, ele movimentou cerca de US$ 2,4 bilhões e pode ultrapassar US$ 40 bilhões até 2033.

A China também considera a robótica e a inteligência artificial importantes para o desenvolvimento do país nos próximos anos.

No fim, parece estranho imaginar robôs indo para a escola. Mas, se essas máquinas vão trabalhar ao nosso lado, talvez elas também precisem de um bom treinamento antes de bater o ponto.

 

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/quem-disse-que-estudar-e-coisa-so-de-ser-humano

Por que estão destruindo livros para treinar IAs?

Livros antigos e até obras raras estão sendo comprados em grandes quantidades por empresas de tecnologia. O motivo? Usar seus conteúdos para treinar inteligências artificiais.

Pode parecer estranho, mas livrarias de livros usados e antiguários de vários países começaram a receber pedidos enormes e incomuns. Em alguns casos, empresas compraram centenas ou até milhares de livros de uma vez.

Mas por que tanto interesse em livros antigos?

A IA precisa de cada vez mais dados

Para aprender a conversar, escrever, resumir e responder perguntas, as inteligências artificiais precisam analisar uma quantidade gigantesca de textos.

No começo, boa parte desse material vinha da internet, como sites, blogs, fóruns e Wikipédia. Depois, as empresas passaram a buscar outras fontes, como jornais, vídeos e livros que já estavam digitalizados.

Agora, a busca chegou a um novo lugar: livrarias de livros usados e coleções antigas.

Isso acontece porque muitos desses livros possuem informações que ainda não foram usadas no treinamento das IAs. Pode ser uma obra sobre história, ciência, literatura ou até um assunto bem específico, como a história dos embutidos de uma região.

Quanto mais dados diferentes a IA recebe, mais informações ela tem para aprender.

Mas por que destruir os livros?

É aqui que a história fica curiosa. Existem maneiras de digitalizar um livro sem destruí-lo. É possível, por exemplo, usar equipamentos que escaneiam as páginas mantendo a encadernação.

O problema é que esse processo pode ser mais lento e caro quando é preciso digitalizar milhões de livros. Por isso, algumas empresas estão usando um método chamado digitalização destrutiva.

Primeiro, a lombada do livro é cortada e as páginas são separadas. Depois, elas passam por máquinas que conseguem escanear milhares de páginas rapidamente. No final, o livro original não pode mais ser montado e geralmente seus restos são enviados para reciclagem.

Ou seja: o objetivo não é destruir o livro, mas conseguir seu conteúdo da maneira mais rápida e barata possível.

Por que livros antigos?

As empresas procuram principalmente obras publicadas antes da popularização das grandes ferramentas de IA, por volta de 2022.

Existe uma razão para isso: se uma IA for treinada principalmente com textos produzidos por outras IAs, ela pode acabar aprendendo com informações que já foram geradas artificialmente.

Isso cria um problema. Imagine uma IA aprendendo com um texto escrito por outra IA, que aprendeu com um texto de uma terceira IA. Aos poucos, erros podem ser repetidos e ampliados.

Por isso, textos originais produzidos por seres humanos continuam sendo muito valiosos para o treinamento desses sistemas.

O perigo para livros raros

A preocupação não está apenas na quantidade de livros destruídos.

Especialistas alertam que alguns exemplares comprados podem ser raros, antigos ou até únicos. E, quando um livro é destruído depois de ser digitalizado, algumas informações importantes desaparecem junto.

Uma versão digital pode guardar o texto, mas não necessariamente registra detalhes como:

  • quem foi dono daquele exemplar;
  • anotações feitas à mão;
  • desenhos e ilustrações;
  • tipo de papel;
  • encadernação;
  • marcas e dedicatórias;
  • características da impressão.

Dois livros podem ter exatamente o mesmo texto e, mesmo assim, contar histórias diferentes por causa desses detalhes.

Digitalizar não é o mesmo que conservar

Quando um livro é digitalizado para treinar uma IA, o arquivo pode ficar armazenado em uma base de dados privada, sem estar disponível para leitores, bibliotecas ou pesquisadores.

Assim, o conhecimento continua existindo em formato digital, mas o livro físico desaparece.

Por isso, alguns especialistas defendem que os livros sejam digitalizados sem destruir os exemplares, principalmente quando são raros ou difíceis de encontrar.

E se a IA começar a aprender com ela mesma?

Existe ainda outra preocupação para o futuro. A internet já está cada vez mais cheia de conteúdos produzidos por inteligência artificial. Se as IAs começarem a usar esses textos para treinar novas IAs, pode acontecer uma espécie de “efeito telefone sem fio”.

Informações erradas podem ser repetidas, pequenos erros podem aumentar e o conteúdo pode ficar cada vez mais distante da fonte original.

Por isso, livros, documentos e outros materiais produzidos por seres humanos continuam sendo importantes.

IA precisa de dados. Mas a que custo?

A história mostra um novo desafio da era da inteligência artificial: como conseguir os dados necessários para desenvolver a tecnologia sem destruir parte do patrimônio que guarda esses conhecimentos?

A IA precisa de informação para aprender. Mas talvez a grande questão seja: até onde vale a pena ir para conseguir essa informação?

Leia mais em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce974m350pdo

Brasil e Mundo

Cidade de SP tem baixo custo de vida e IDH de país desenvolvido

Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, chama atenção por ter custo de vida mais baixo, boa estrutura e indicadores sociais altos.

Onde fica Guaratinguetá?

Guaratinguetá está no interior de São Paulo, no Vale do Paraíba, entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

O município tem cerca de 121 mil habitantes e conta com serviços de saúde, educação e outros serviços públicos.

Morar lá pode custar menos

O que mais chama atenção é o custo de vida.

Segundo a Exame, viver em Guaratinguetá pode ser até 30% mais barato que a média brasileira e até 50% mais barato que em capitais como São Paulo.

Quando o assunto é aluguel, a diferença pode chegar a 65%. Isso ajuda a explicar por que a cidade aparece como uma opção interessante para quem busca economizar.

E a qualidade de vida?

Preço baixo não é a única vantagem.

Guaratinguetá tem um IDHM de 0,798, considerado alto. O índice leva em conta fatores como educação, renda e expectativa de vida.

Na prática, isso significa que a cidade consegue combinar um custo de vida mais acessível com bons indicadores de desenvolvimento.

A localização também ajuda

Outro ponto positivo é a localização. Por estar entre São Paulo e Rio de Janeiro, Guaratinguetá tem acesso estratégico a dois dos maiores centros urbanos do país. Isso pode ser interessante para quem precisa se deslocar pela região.

Enquanto cidades maiores enfrentam preços elevados de moradia e transporte, Guaratinguetá mantém custos mais baixos.

Será que vale a pena morar em uma cidade menor?

Para quem está pensando no futuro e quer escolher onde morar, fatores como aluguel, transporte, serviços públicos, oportunidades de trabalho e qualidade de vida podem pesar bastante na decisão.

Guaratinguetá mostra que nem sempre é preciso estar em uma grande capital para encontrar uma boa estrutura. Às vezes, uma cidade menor pode oferecer uma combinação interessante entre economia e qualidade de vida.

Leia mais em: https://exame.com/invest/minhas-financas/a-cidade-mais-barata-do-brasil-fica-em-sp-e-tem-idh-de-pais-desenvolvido/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

Assédio eleitoral no trabalho: como identificar?

Durante o período eleitoral, é normal encontrar campanhas e opiniões políticas por todos os lados. Mas existe um limite importante: ninguém pode ser pressionado a votar ou apoiar determinado candidato no ambiente de trabalho.

O que é assédio eleitoral?

O assédio eleitoral acontece quando um chefe, gestor ou outra pessoa em posição de autoridade tenta pressionar, ameaçar, intimidar ou constranger um trabalhador para que ele vote ou faça campanha para determinado candidato ou partido.

Isso pode acontecer de várias formas, até mesmo de maneira indireta.

Quais são alguns exemplos?

Imagine situações como:

  • O chefe enviar mensagens de campanha no grupo de WhatsApp da equipe e dar a entender que quem não apoiar o candidato poderá ter problemas.
  • Um gestor dizer que a empresa ou os funcionários serão prejudicados se determinado candidato vencer.
  • A empresa organizar um evento de campanha e esperar que os funcionários participem.
  • Um trabalhador sofrer alguma punição ou até perder o emprego por ter uma opinião política diferente da do chefe.

Mesmo quando não existe uma ameaça direta, criar um ambiente de medo ou pressão por causa das eleições também pode ser considerado assédio eleitoral.

E o voto?

O voto no Brasil é livre e secreto. Isso significa que cada pessoa tem o direito de escolher seu candidato sem precisar contar sua escolha a ninguém.

Por isso, o ambiente de trabalho não deve ser usado para tentar controlar a decisão política dos funcionários.

O que fazer se isso acontecer?

Se você passar por uma situação que pareça assédio eleitoral, é importante:

  • Guardar prints de mensagens ou outros registros.
  • Anotar datas, locais e o que aconteceu.
  • Procurar o sindicato da categoria ou os canais oficiais de denúncia.
  • Conversar com alguém de confiança, principalmente se você se sentir pressionado ou ameaçado.

As denúncias podem ser feitas de forma sigilosa em alguns canais.

Uma regra simples para lembrar

No trabalho, você pode ter sua opinião política. Seu chefe também. Mas ninguém pode usar o poder do cargo para tentar decidir o seu voto.

Em 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram a campanha “No meu voto mando eu”, reforçando a importância de proteger a liberdade de escolha dos eleitores.

Democracia também faz parte do ambiente de trabalho: respeitar a opinião e o voto de cada pessoa é fundamental.

 

Leia mais em: https://www.folhape.com.br/colunistas/magaly-barbosa/como-identificar-o-assedio-eleitoral-no-ambiente-de-trabalho/59120/

Finanças

Apostas esportivas estão virando “investimento” para jovens

Para muitos jovens da Geração Z, investir na Bolsa de Valores não é mais a única forma de tentar ganhar dinheiro. As apostas esportivas também estão entrando nessa conta, e isso preocupa especialistas.

Segundo uma pesquisa, 1 em cada 4 jovens investidores considera as apostas parte de uma estratégia para cuidar do dinheiro.

Dinheiro dos investimentos vai para as apostas

No último ano, 52% dos jovens da Geração Z disseram ter tirado dinheiro que seria usado em investimentos para apostar em esportes.

Além disso, 14% afirmaram fazer apostas mais de uma vez por mês.

Apenas 36% dos jovens disseram não apostar. Entre as outras gerações, esse número chega a 63%.

Por que isso está acontecendo?

Com o custo de vida cada vez mais alto e o sonho de comprar uma casa ficando mais distante, alguns jovens estão procurando formas de conseguir dinheiro mais rapidamente.

Por isso, além dos investimentos tradicionais, opções como apostas esportivas, criptomoedas e mercados de previsão estão ganhando espaço.

O problema é que as apostas não funcionam como um investimento tradicional. Existe o risco de perder o dinheiro apostado, e tentar usar apostas para alcançar objetivos financeiros pode trazer prejuízos.

E no Brasil?

Por aqui, o cenário também chama atenção.

Entre os brasileiros de 18 a 24 anos, 42% apostam toda semana, a maior frequência entre todas as faixas etárias.

Mais preocupante ainda: 39% já usaram dinheiro que estava reservado para contas essenciais para cobrir apostas.

Ou seja, para alguns jovens, o que começa como uma tentativa de ganhar dinheiro pode acabar comprometendo o orçamento e até despesas importantes.

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/os-jovens-estao-investindo-no-tigrinho

Educação

Seu travesseiro pode ser um aliado nos estudos

Quem nunca pensou que dormir algumas horas a mais era perda de tempo quando tinha prova ou trabalho para fazer?

Um estudo com mais de 1.100 estudantes universitários sugere justamente o contrário: dormir mais pode ajudar no desempenho acadêmico.

O que os pesquisadores fizeram?

Os estudantes participantes dormiam, em média, 6,6 horas por noite.

Durante quatro semanas, metade deles recebeu lembretes para dormir e um incentivo financeiro quando conseguia atingir pelo menos sete horas de sono. O sono dos participantes foi acompanhado por pulseiras Fitbit.

Poucos minutos fizeram diferença

Com os lembretes e incentivos, os estudantes passaram a ter 26% mais noites com pelo menos sete horas de sono. Na prática, isso representou cerca de 19 minutos a mais de sono por noite.

Mesmo depois que os lembretes e as recompensas terminaram, eles continuaram dormindo cerca de 8 minutos a mais por noite.

E as notas?

Os pesquisadores também analisaram as notas dos estudantes. O grupo que recebeu os incentivos para dormir mais apresentou melhora na média acadêmica.

A melhora continuou aparecendo no semestre seguinte, mesmo depois do fim do experimento.

Então dormir ajuda a estudar?

Os resultados indicam que ter mais tempo de sono pode contribuir para um melhor desempenho nos estudos. A pesquisa também mostra que pequenas mudanças na rotina podem fazer diferença.

Mas os pesquisadores destacam que ainda são necessários novos estudos para entender melhor essa relação e descobrir se os mesmos resultados aparecem em outros grupos de estudantes.

Aquela noite virada estudando pode não ser a estratégia mais inteligente. Às vezes, fechar o caderno e ir dormir também faz parte da preparação.

 

Leia mais em: https://super.abril.com.br/saude/dormir-mais-aumenta-as-notas-escolares-mostra-estudo/#google_vignette

Saúde

Doar sangue ficou mais fácil? Entenda as novas regras

Boas notícias para quem gosta de tatuagens, piercings ou alguns procedimentos estéticos: a partir de outubro, as regras para doação de sangue no Brasil vão mudar.

Uma das principais novidades é a redução do tempo que algumas pessoas precisam esperar para poder doar.

Fez tatuagem? O prazo será menor

Quem fizer tatuagem, maquiagem definitiva ou alguns procedimentos estéticos, como botox, preenchimento e microagulhamento, poderá doar sangue depois de 7 dias.

Mas existe uma condição: o procedimento precisa ter sido realizado em um local que siga as normas de segurança.

Se não for possível confirmar se o local era seguro, será necessário esperar 4 meses.

E quem tem piercing?

Para quem possui piercing na boca ou na região genital, será possível doar sangue 4 meses depois da retirada do piercing.

Outras mudanças

O período de espera também será reduzido para quem fez endoscopia ou utilizou anabolizantes sem prescrição médica. Nesses casos, o prazo passa de 6 para 4 meses.

As novas regras foram definidas pelo Ministério da Saúde e também trazem mudanças para tornar a doação e as transfusões ainda mais seguras.

Entre as novidades está o uso de um exame chamado NAT Plus, que consegue identificar HIV, hepatites B e C e o parasita responsável pela malária.

E quem esteve em áreas de risco de malária?

Quem esteve em regiões onde existe risco de malária, como algumas áreas de mata, poderá ter um prazo de espera menor.

Com a nova triagem, algumas pessoas poderão doar depois de 30 dias, em vez de precisar esperar até um ano.

Pessoas com mais de 70 anos também poderão doar

Outra mudança importante: doadores regulares poderão continuar doando depois dos 70 anos, desde que estejam saudáveis e sejam considerados aptos na avaliação feita pelo hemocentro.

Quem pode doar sangue?

De acordo com as novas regras, alguns dos principais critérios são:

  • Ter 18 anos ou mais. Adolescentes de 16 e 17 anos podem doar com autorização formal do responsável legal.
  • Apresentar um documento de identificação com foto.
  • Pesar pelo menos 50 kg.
  • Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.
  • Estar bem alimentado antes da doação.

Mesmo cumprindo esses requisitos, cada pessoa passa por uma triagem no hemocentro, que verifica se ela está apta a doar.

Por que doar sangue é importante?

O sangue doado pode ajudar pessoas que precisam de transfusões, como pacientes em tratamentos contra o câncer, pessoas com doenças do sangue e pacientes que passaram por situações de emergência.

Se você já tem idade para doar e atende aos critérios, procure o hemocentro mais próximo e confira os horários de atendimento. Uma doação pode ajudar mais de uma pessoa.

 

Leia mais em: https://sindsaudecampos.com.br/noticias/doacao-de-sangue-espera-para-quem-fez-tatuagem-e-piercing-sera-menor/

Nova tecnologia usa focinhos de cachorros para detectar câncer

Você já imaginou que um cachorro poderia ajudar médicos a encontrar sinais de câncer? Uma startup está treinando cães para identificar possíveis sinais da doença usando apenas o olfato.

A ideia vem da startup indiana Dognosis, que está usando o olfato superapurado dos cães junto com inteligência artificial (IA) para tentar detectar a doença em seus estágios iniciais.

Como funciona?

O processo é bem simples para o paciente. A pessoa respira em uma máscara, que depois é enviada para a empresa.

Os cães treinados cheiram essas amostras e sensores registram as reações dos animais. Depois, uma inteligência artificial analisa esses sinais para verificar se existe alguma indicação de câncer.

Os cães conseguem mesmo detectar câncer?

Segundo a empresa, os cães apresentaram uma sensibilidade de cerca de 90% na identificação de mais de 20 tipos de câncer em estágios iniciais.

A técnica também é considerada não invasiva, já que o paciente só precisa fornecer uma amostra de respiração.

Mas atenção: isso ainda está sendo estudado e não significa que os cães possam substituir os exames médicos tradicionais.

Por que a pesquisa está sendo feita na Índia?

A Índia enfrenta um grande número de casos de câncer, mas os exames preventivos ainda são pouco realizados.

Um exemplo é o câncer do colo do útero: entre 2019 e 2021, apenas 1,9% das mulheres entrevistadas haviam realizado algum exame preventivo para esse tipo de câncer.

Por isso, métodos mais simples e acessíveis para identificar doenças podem ser importantes.

O projeto está sendo testado

Em abril, a Dognosis começou um estudo clínico de Fase 3 em 10 hospitais da Índia.

A empresa pretende testar o método em cerca de 10 mil pessoas durante 12 meses. No futuro, a meta é realizar até 1 milhão de testes por ano.

Ainda são necessários mais estudos para descobrir se essa tecnologia realmente poderá fazer parte dos exames de saúde no futuro. Mas uma coisa é certa: o melhor amigo do ser humano pode estar ganhando uma função bem diferente.

 

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/a-nova-tecnologia-de-ponta-sao-focinhos-de-cachorro

Curiosidades

Você sabia que a pele da tilápia pode virar curativo?

Quando pensamos em tilápia, provavelmente imaginamos um peixe no prato. Mas uma parte que normalmente seria descartada pode ganhar uma função bem diferente: ajudar no tratamento de queimaduras e feridas.

Como assim?

Pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC) desenvolveram uma tecnologia que transforma a pele da tilápia em um curativo biológico.

A pele do peixe passa por um processo de preparação e pode ser utilizada sobre feridas e queimaduras. A ideia é ajudar na recuperação e diminuir a necessidade de trocar o curativo com tanta frequência.

Uma fábrica gigante está a caminho

O Brasil deve ganhar a primeira fábrica do mundo para produzir esse tipo de curativo em larga escala.

A construção está prevista para começar em outubro, no Ceará, com um investimento de R$ 52 milhões. A previsão é que a fábrica comece a funcionar em janeiro de 2028.

Hoje, o laboratório da universidade consegue preparar cerca de 600 peles por mês. Com a nova fábrica, a expectativa é chegar a 4,3 mil unidades por dia no primeiro ano de produção.

Pode deixar o tratamento mais barato?

Segundo a empresa responsável pelo projeto, a tecnologia pode reduzir em 52% o custo do tratamento de queimaduras em comparação com métodos convencionais.

Além disso, o curativo pode diminuir a quantidade de trocas necessárias, o que pode ser importante porque esse processo pode causar desconforto ao paciente.

E o SUS?

Antes de ser usado comercialmente, o produto ainda precisa cumprir as exigências da Anvisa.

A expectativa é que, no futuro, a produção também possa ajudar a atender parte da demanda do SUS.

De resto da indústria do peixe a uma possível tecnologia para a saúde: a pele da tilápia ganhou um destino bem inesperado!

 

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/a-fantastica-fabrica-de-tilapias

Aconteceu no Saber

Um desenho, muitas histórias: Jovem Gabriel compartilha seu talento artístico

Durante um treinamento sobre diversidade e inclusão, o jovem Gabriel encontrou na arte uma forma de colocar em prática tudo o que estava aprendendo. Como parte da atividade, ele criou a ilustração da capa do manifesto produzido pela turma, representando diferentes pessoas, histórias e vivências.

Mais do que um desenho, sua criação mostra como cada pessoa tem uma maneira única de enxergar e expressar o mundo. 💙

Que essa experiência sirva de inspiração para que mais talentos sejam descobertos, valorizados e tenham espaço para crescer!

Tô no Saber

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Clarissa da Conceição Silva - Unidade Estácio Santo Amaro

Entrei no saber como aprendiz da empresa Cejam, Aprendi a trabalhar em equipe, a lidar com responsabilidades e a cumprir prazos.
O Saber foi fundamental nesse processo, consegui adquiri bastante conhecimento, ganhei experiência prática que serão muito úteis no meu futuro profissional. me desenvolvi e sou grata pela oportunidade.

Thauane - Unidade Conselheiro>

Thauane - Unidade Conselheiro

Ser um jovem aprendiz no Saber tem sido uma experiência maravilhosa! Estou aprendendo tantas coisas novas que me ajudam a crescer, tanto pessoal quanto profissionalmente.

Minha Instrutora é incrível! Ela sempre tem paciência e se preocupa em nos ensinar da melhor forma, tornando as aulas dinâmicas e interessantes. É muito bom fazer parte dessa instituição, onde me sinto apoiada e motivada a dar o meu melhor.

Cada dia é uma nova oportunidade de aprender e me desenvolver, e sou muito grata por essa chance. Estou animado para o que o futuro me reserva e sei que tudo que estou aprendendo aqui fará a diferença na minha vida!

Sugestões da Semana

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Jogo: Hogwarts Legacy

Sugestão do Marcus Vinicius de Sousa, da unidade Conselheiro

Já imaginou estudar em Hogwarts, aprender feitiços, explorar lugares mágicos e descobrir segredos escondidos pelo castelo? Em Hogwarts Legacy, você cria seu próprio personagem e embarca em uma aventura ambientada no mundo de Harry Potter.

Explore Hogwarts e seus arredores, assista às aulas, aprenda novos feitiços, prepare poções e enfrente criaturas e desafios. Suas escolhas ajudam a construir sua jornada enquanto você descobre um mistério mágico que pode mudar o destino do mundo bruxo.

Se você sempre quis receber uma carta de Hogwarts, esse jogo chega bem perto de realizar esse sonho.

#DeJovemPraJovem

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Série: Uma dose diária de Sol

Sugestão da instrutora Alessandra Prates, da unidade Anhanguera Jundiaí

E se um pequeno gesto pudesse fazer diferença na vida de alguém? Em Uma Dose Diária de Sol, uma jovem enfermeira começa a trabalhar em uma ala de saúde mental e passa a conhecer de perto as histórias, dificuldades e sonhos de seus pacientes.

A série mostra, de forma sensível e emocionante, temas como amizade, empatia, saúde mental e os desafios da vida cotidiana. Ao acompanhar cada história, você percebe que até nos dias mais difíceis, pequenos momentos de cuidado podem trazer um pouco de luz.

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Filme: Som da Esperança – A História de Possum Trot

Sugestão do Jaime henrique da Silva, da unidade Unimetrocamp Campinas

Em uma pequena cidade do Texas, uma decisão inesperada começa a transformar a vida de dezenas de crianças. Depois de conhecerem a realidade de jovens que esperavam por uma família, Donna e o reverendo W.C. Martin decidem mobilizar a comunidade para incentivar a adoção.

O movimento cresce e, ao todo, 22 famílias adotam 77 crianças. O filme acompanha essa jornada, mostrando os desafios de acolher tantas crianças e como a união da comunidade pode mudar histórias.

Inspirado em acontecimentos reais, é uma escolha para quem gosta de filmes emocionantes e histórias que mostram o impacto que uma atitude pode ter na vida de outras pessoas.

#DeJovemPraJovem

Zoom das Profissões

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