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Saber Saber|Saber News|65ª Edição: 13/07 a 17/07
  • 13/07/2026
  • 17/07/2026

Saber News: 65ª Edição: 13/07 a 17/07

Reflexão da Semana 💭

“Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende.”

Leonardo da Vinci

Carreira e desenvolvimento

Medo de falar em público? Conheça 5 técnicas para falar com mais confiança

Se você já ficou nervoso antes de apresentar um trabalho na escola, falar em uma reunião ou fazer um seminário, saiba que não está sozinho. Segundo um estudo, cerca de 40% das pessoas têm medo de falar em público. A boa notícia é que essa habilidade pode ser desenvolvida com treino e algumas estratégias simples.

1. Chame a atenção logo no começo

Os primeiros segundos da apresentação são importantes para conquistar a atenção de quem está ouvindo.

Em vez de começar apenas dizendo seu nome ou lendo o primeiro slide, tente fazer uma pergunta, contar uma curiosidade ou apresentar um dado interessante sobre o assunto. Isso desperta a curiosidade da plateia e deixa sua apresentação mais envolvente.

Outra dica é contar uma pequena história relacionada ao tema. As pessoas costumam lembrar mais facilmente de histórias do que de listas de informações. Também vale a pena terminar a apresentação com uma frase marcante ou um resumo das ideias principais.

2. Faça dos slides um apoio, não um roteiro

Um erro muito comum é colocar textos enormes nos slides e apenas ler o que está escrito.

O ideal é usar poucas palavras, imagens, gráficos ou tópicos principais. Assim, o público presta mais atenção em você e não na tela.

Lembre-se: os slides servem para ajudar a explicar o conteúdo, não para substituir a sua fala. Quanto mais simples eles forem, mais fácil será acompanhar a apresentação.

3. Sua postura também comunica

Mesmo sem dizer uma palavra, seu corpo transmite mensagens.

Ficar com a postura ereta, olhar para diferentes pessoas da plateia e usar gestos naturais passa mais segurança e confiança.

Evite ficar com os braços cruzados, olhar o tempo todo para o chão ou esconder as mãos nos bolsos. Um sorriso natural e pequenos movimentos ajudam a deixar a apresentação mais leve e próxima do público.

4. Use o ritmo da fala a seu favor

Quando estamos nervosos, é comum falar muito rápido ou repetir palavras como “né”, “tipo”, “é…” ou “aham”.

Uma boa estratégia é fazer pequenas pausas entre uma ideia e outra. Além de dar tempo para respirar, isso ajuda o público a entender melhor o que está sendo explicado.

Também vale variar o tom de voz. Falar sempre no mesmo ritmo pode deixar a apresentação cansativa. Destacar as informações mais importantes com mudanças na entonação deixa a comunicação mais interessante.

5. Treine antes de apresentar

A confiança não aparece por acaso. Ela vem da preparação.

Antes da apresentação, ensaie em voz alta e, se possível, grave um vídeo usando o celular. Depois, assista à gravação para perceber como está sua postura, sua velocidade de fala e se existem palavras que você repete sem perceber.

Também pode ser útil apresentar para um amigo ou familiar antes do dia oficial. Quanto mais você pratica, mais natural a apresentação fica e menor tende a ser o nervosismo.

O nervosismo é normal

Até pessoas que dão palestras com frequência sentem um pouco de ansiedade antes de falar em público. A diferença é que elas aprenderam a controlar esse nervosismo.

Com preparação, prática e confiança, qualquer pessoa pode desenvolver uma boa comunicação. Essa é uma habilidade que faz diferença na escola, na faculdade e no mercado de trabalho.

Leia mais em: https://exame.com/carreira/40-das-pessoas-tem-medo-de-falar-em-publico-conheca-5-tecnicas-para-ganhar-confianca/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

IA muda o mercado: saiba quais habilidades que mais vão crescer até 2030

A Inteligência Artificial (IA) já faz parte do dia a dia de muitas empresas e está transformando a forma como as pessoas trabalham. Em vez de substituir todos os profissionais, ela está mudando quais habilidades serão mais valorizadas nos próximos anos.

Especialistas afirmam que, até 2030, quem souber unir o uso da tecnologia com habilidades humanas terá mais oportunidades no mercado de trabalho.

A IA está mudando o jeito de trabalhar

Hoje, ferramentas de Inteligência Artificial conseguem realizar tarefas repetitivas, organizar informações e analisar grandes quantidades de dados em poucos segundos.

Com isso, os profissionais podem dedicar mais tempo a atividades que exigem criatividade, pensamento crítico e tomada de decisões.

Por isso, aprender uma profissão talvez não seja suficiente. A capacidade de aprender coisas novas ao longo da carreira será cada vez mais importante.

As habilidades que mais devem crescer

Pensamento analítico

Saber interpretar informações, identificar padrões e tomar boas decisões será uma das competências mais valorizadas.

Mesmo com a ajuda da IA, será preciso analisar os resultados, verificar se fazem sentido e escolher o melhor caminho para resolver um problema.

Conhecimento em inteligência artificial

Não é preciso ser programador para usar IA.

Cada vez mais empresas procuram profissionais que saibam utilizar ferramentas de Inteligência Artificial, criar bons comandos (prompts), interpretar as respostas e entender os limites dessa tecnologia.

Aprendizagem contínua

O mercado está mudando rapidamente, e novas ferramentas surgem o tempo todo.

Quem mantém o hábito de fazer cursos, assistir a conteúdos educativos e aprender novas habilidades terá mais facilidade para acompanhar essas mudanças.

Criatividade e inovação

A Inteligência Artificial consegue gerar textos, imagens e ideias, mas ainda depende das pessoas para criar soluções originais e resolver problemas que não têm uma resposta pronta.

Por isso, pensar de forma criativa continuará sendo um grande diferencial.

Inteligência emocional e trabalho em equipe

Saber se comunicar, trabalhar em grupo, ouvir diferentes opiniões e lidar com desafios continuará sendo essencial.

Essas habilidades humanas não podem ser substituídas facilmente pela tecnologia e tendem a ganhar ainda mais valor nos próximos anos.

Como começar a se preparar?

Você não precisa esperar até 2030 para desenvolver essas competências. Algumas atitudes podem fazer a diferença:

  • Explore ferramentas de Inteligência Artificial para estudar e organizar tarefas.
  • Faça cursos on-line sobre tecnologia e outras áreas de interesse.
  • Desenvolva sua comunicação e participe de trabalhos em equipe.
  • Leia sobre assuntos diferentes para ampliar seu conhecimento.
  • Mantenha a curiosidade e esteja disposto a aprender coisas novas.

O futuro já começou

A Inteligência Artificial continuará transformando o mercado de trabalho, mas as empresas também precisarão de pessoas capazes de pensar, criar, colaborar e tomar decisões.

Quem investir tanto em habilidades tecnológicas quanto em competências humanas estará mais preparado para aproveitar as oportunidades que surgirão nos próximos anos.

Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/as-competencias-que-devem-crescer-ate-2030-e-como-a-inteligencia-artificial-influencia-essa-mudanca/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

Mundo do trabalho

Do mercado financeiro para o TikTok: a nova tendência profissional

Trabalhar em grandes bancos já foi o sonho de muita gente, mas esse cenário está mudando. Cada vez mais profissionais que ocupavam cargos de destaque estão deixando o mercado financeiro para produzir conteúdo nas redes sociais.

Do mercado financeiro para a Internet

Em vez de trabalhar apenas dentro das empresas, essas profissionais passaram a usar plataformas como TikTok, Instagram e YouTube para explicar assuntos de economia e investimentos de um jeito mais simples.

Além de compartilhar conhecimento, elas mostram como funciona a rotina do mercado financeiro e ajudam mais pessoas a entender temas que antes pareciam complicados.

A mudança também pode trazer mais ganhos

Em alguns casos, a troca de carreira aumentou a renda.

Há profissionais que hoje ganham até o dobro trabalhando de forma independente. Elas também oferecem mentorias e fecham parcerias com grandes empresas de tecnologia para produzir conteúdos sobre finanças e inovação.

Liberdade faz diferença

O dinheiro não é o único motivo para essa mudança.

Muitas dessas profissionais dizem que buscaram uma rotina com mais flexibilidade, autonomia e qualidade de vida. Ter liberdade para organizar os próprios horários e cuidar da saúde mental foi um dos principais fatores para deixar o ambiente corporativo.

O que essa mudança mostra?

Essa tendência revela que o sucesso profissional não está ligado apenas a trabalhar em grandes empresas. Cada vez mais pessoas valorizam o equilíbrio entre carreira, bem-estar e propósito.

Além disso, o crescimento das redes sociais abriu espaço para que especialistas compartilhem conhecimento e construam novas carreiras usando a Internet como ferramenta de trabalho.

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/participar-da-copa-do-mundo-pode-impulsionar-a-economia-de-um-pais

Ciência e Tecnologia

Projeto quer produzir alimentos no espaço para futuras missões à Lua e Marte

Imagine uma viagem para Marte que dure mais de dois anos. Como os astronautas conseguiriam levar comida suficiente durante todo esse tempo? É justamente esse desafio que cientistas estão tentando resolver com o Projeto Moonshot, uma iniciativa que busca criar novas formas de produzir alimentos no espaço.

Por que cultivar alimentos no espaço?

Levar grandes quantidades de comida em missões espaciais é caro e ocupa muito espaço.

Uma viagem até Marte pode durar cerca de 900 dias, e uma equipe de seis astronautas precisaria de aproximadamente 10 toneladas de alimentos. Produzir parte dessa comida durante a missão seria uma forma de reduzir custos e tornar as viagens mais viáveis.

Plantas crescendo sem luz do Sol?

Na Terra, as plantas precisam de luz solar para fazer a fotossíntese e crescer. No espaço, a luz natural é limitada.

Por isso, pesquisadores estão desenvolvendo uma tecnologia chamada eletroagricultura, que permite cultivar plantas usando eletricidade e dióxido de carbono (CO₂), sem depender diretamente da luz do Sol.

Nesse processo, um equipamento transforma o CO₂ em uma substância chamada acetato, que pode servir como fonte de energia para plantas modificadas em laboratório.

Os primeiros testes já começaram

Os cientistas já conseguiram testar essa tecnologia com fungos, algas e leveduras. Depois, começaram os experimentos com plantas como alface, tomate e pimentão.

Além disso, algumas pesquisas foram realizadas até na Estação Espacial Internacional, para entender como esses alimentos podem crescer em ambientes com pouca gravidade.

Os desafios vão além do cultivo

Plantar no espaço não é tão simples quanto parece.

Sem gravidade, até regar as plantas se torna um desafio. Os pesquisadores também precisam controlar a temperatura, a umidade e evitar a proliferação de microrganismos que podem prejudicar a produção dos alimentos.

Por isso, diferentes equipes estão criando sistemas que reaproveitam água, ar e nutrientes para manter pequenas plantações funcionando em ambientes fechados.

Essa tecnologia também pode ajudar a Terra

Embora o projeto tenha sido pensado para missões espaciais, ele pode trazer benefícios aqui no nosso planeta.

Essas novas técnicas podem facilitar a produção de alimentos em regiões com pouco espaço para agricultura, locais afetados por desastres naturais ou áreas com condições climáticas difíceis.

No futuro, essas inovações também poderão tornar a produção de alimentos mais sustentável e eficiente.

O futuro da agricultura pode estar no espaço

O Projeto Moonshot mostra como a exploração espacial pode gerar soluções que beneficiam toda a sociedade. Enquanto cientistas trabalham para alimentar futuras missões à Lua e Marte, as descobertas feitas hoje podem transformar a maneira como produzimos alimentos aqui na Terra.

Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-agro/2026/06/o-que-e-projeto-moonshot-para-cultivar-alimentos-no-espaco/

Saúde

VSR: conheça o vírus que está em alta no Brasil

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) continuam aumentando em várias regiões do Brasil. Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o principal responsável por esse crescimento é o vírus sincicial respiratório (VSR), que costuma circular com mais intensidade durante o outono e o inverno.

Embora seja mais conhecido por afetar bebês, o VSR também pode causar complicações em idosos e pessoas com doenças crônicas.

O que é o VSR?

O vírus sincicial respiratório é um dos principais causadores de infecções respiratórias. Ele pode provocar sintomas parecidos com os da gripe, mas, em alguns casos, evoluir para doenças mais graves, como bronquiolite e pneumonia.

Em crianças pequenas, o VSR é responsável pela maior parte dos casos de bronquiolite e também por muitos casos de pneumonia.

Quem corre mais risco?

Alguns grupos precisam de mais atenção porque têm maior chance de desenvolver complicações:

  • Bebês, principalmente os menores de dois anos;
  • Idosos, especialmente acima dos 65 anos;
  • Pessoas com doenças pulmonares, cardíacas ou diabetes;
  • Bebês prematuros.

Nesses casos, a infecção pode levar à internação e exigir cuidados médicos mais intensos.

Os sintomas são parecidos com os da gripe

Os sintomas mais comuns incluem:

  • Febre;
  • Tosse;
  • Coriza;
  • Dor de garganta;
  • Dores no corpo.

Como esses sinais são semelhantes aos de outros vírus, como a gripe, muitas vezes é necessário fazer exames para identificar qual vírus está causando a infecção.

Vacinas ajudam na proteção

Atualmente, o SUS oferece a vacina contra o VSR para gestantes, a partir da 28ª semana de gravidez. A vacinação ajuda a proteger o bebê nos primeiros meses de vida, quando ele ainda é mais vulnerável.

Na rede privada, também existem vacinas indicadas para idosos e pessoas com doenças crônicas. Segundo especialistas, uma delas pode oferecer proteção por até três anos.

Como se prevenir?

Alguns cuidados simples ajudam a diminuir o risco de transmissão:

  • Lavar as mãos com frequência;
  • Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar;
  • Usar máscara se estiver com sintomas respiratórios;
  • Evitar contato com bebês, idosos e pessoas mais vulneráveis quando estiver doente.

Fique atento neste inverno

Durante os meses mais frios, os vírus respiratórios circulam com mais facilidade. Por isso, se você apresentar sintomas, procure descansar, evite contato com outras pessoas e busque atendimento médico caso os sinais se agravem, principalmente se fizer parte de algum grupo de risco.

Leia mais em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/02/virus-sincicial-respiratorio-vsr-impulsiona-aumento-de-casos-graves-de-sindrome-respiratoria-no-brasil-protecao-de-vacina-dura-ate-tres-anos.ghtml

Seleção brasileira: como lidar com a frustração depois da eliminação?

A eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo trouxe tristeza para muitos torcedores. Para os jogadores, além da decepção, existe outro desafio: lidar com a pressão, as críticas e a responsabilidade de seguir em frente.

Por isso, cada vez mais o futebol tem mostrado que cuidar da saúde mental é tão importante quanto treinar o corpo.

A pressão vai muito além das quatro linhas

Hoje, atletas vivem sob os olhares de milhões de pessoas. Um gol perdido, um pênalti desperdiçado ou um erro durante a partida pode gerar críticas nas redes sociais e na imprensa em poucos minutos.

Para ajudar os jogadores a enfrentar essa pressão, muitas seleções e clubes contam com psicólogos esportivos, que trabalham o controle das emoções, da ansiedade e da confiança.

O que é resiliência?

Um dos conceitos mais importantes no esporte é a resiliência, que é a capacidade de enfrentar momentos difíceis, aprender com os erros e seguir em frente.

Perder faz parte do esporte, mas isso não significa desistir. Os atletas aprendem a transformar derrotas em motivação para voltar ainda mais preparados nas próximas competições.

Essa é uma habilidade que também pode ser usada na escola, no trabalho e na vida.

Saúde mental também é assunto no esporte

Durante muito tempo, falar sobre ansiedade, estresse ou depressão era um tabu no esporte de alto rendimento.

Hoje, muitos atletas falam abertamente sobre esses desafios e mostram que pedir ajuda não é sinal de fraqueza. Pelo contrário: cuidar da saúde mental ajuda a melhorar o desempenho e o bem-estar.

E os torcedores?

Quem acompanha futebol também sente as emoções do jogo. Depois de uma eliminação, é normal sentir tristeza, frustração ou irritação.

O importante é não deixar que o resultado de uma partida afete a rotina, os estudos, o trabalho ou os relacionamentos.

Como lidar melhor com a eliminação?

Algumas atitudes podem ajudar:

  • Aceite que sentir tristeza faz parte da paixão pelo esporte;
  • Evite brigas e discussões nas redes sociais;
  • Mantenha sua rotina de estudos, trabalho e lazer;
  • Pratique atividades físicas para aliviar o estresse;
  • Cuide do sono e da alimentação;
  • Converse com amigos ou familiares sobre o que está sentindo.

Se a tristeza ou a ansiedade persistirem por muito tempo e começarem a prejudicar o dia a dia, procurar ajuda de um psicólogo é uma atitude importante.

Uma lição que vale para a vida

No futebol, assim como na vida, nem sempre as coisas acontecem como planejamos. Derrotas fazem parte do caminho, mas elas também podem trazer aprendizados.

A Copa do Mundo mostra que vencer é importante, mas saber lidar com os desafios, aprender com os erros e seguir em frente é o que realmente fortalece uma pessoa, dentro e fora dos campos.

Leia mais em: https://www.folhabv.com.br/saude-e-bem-estar/da-dor-da-eliminacao-a-superacao-o-que-a-copa-do-mundo-ensina-sobre-saude-mental-pressao-e-resiliencia/

Pesquisa mostra que ultraprocessados podem afetar até a saúde bucal. Entenda.

Refrigerantes, salgadinhos, doces, biscoitos recheados e fast-food fazem parte da rotina de muitos jovens. Contudo, especialistas alertam que o consumo frequente desses alimentos ultraprocessados pode trazer diversos prejuízos para a saúde.

Além de aumentar o risco de obesidade, diabetes e doenças do coração, uma pesquisa recente mostrou que eles também podem prejudicar a saúde bucal e aumentar os casos de dor de dente entre adolescentes.

Estudo mostra aumento da dor de dente

Uma pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), com mais de 124 mil estudantes brasileiros de 13 a 17 anos, revelou que adolescentes que consomem ultraprocessados com frequência têm mais chances de sofrer com dores de dente.

Os resultados chamam a atenção:

  • Quem consome refrigerantes frequentemente apresenta 28% mais chances de sentir dor de dente;
  • O consumo frequente de doces aumenta esse risco em 27%;
  • Já o fast-food está associado a um aumento de 22%.

Quase 98% dos adolescentes entrevistados disseram ter consumido algum alimento ultraprocessado no dia anterior à pesquisa.

Por que esses alimentos fazem mal?

Os ultraprocessados costumam ter grandes quantidades de açúcar, gordura, sal e diversos ingredientes artificiais.

Além de favorecerem o surgimento de cáries, esses alimentos deixam resíduos na boca por mais tempo, facilitando a proliferação de bactérias que atacam os dentes.

Por isso, os impactos vão além da alimentação e podem causar dores, cáries e outros problemas bucais.

Projeto quer mudar a alimentação nas escolas

Enquanto os estudos reforçam os riscos desses alimentos, um projeto de lei que está em análise no Senado propõe reduzir a presença de ultraprocessados nas escolas brasileiras.

A proposta prevê a proibição da venda e da distribuição desses produtos em cantinas e refeitórios de escolas públicas e particulares da educação básica, além de impedir a publicidade desses alimentos dentro do ambiente escolar.

O objetivo é incentivar uma alimentação mais saudável desde cedo.

O que pode ser oferecido no lugar?

Se o projeto for aprovado, as escolas deverão priorizar alimentos mais naturais, como:

  • Frutas;
  • Verduras e legumes;
  • Castanhas;
  • Preparações feitas com ingredientes naturais.

Os cardápios também deverão considerar a idade dos estudantes e atender quem possui restrições alimentares, como diabetes, doença celíaca ou intolerância à lactose.

Pequenas escolhas fazem diferença

Especialistas lembram que não é preciso deixar de comer um doce ou um lanche de vez em quando. O mais importante é evitar que os alimentos ultraprocessados façam parte da rotina diária.

Manter uma alimentação equilibrada, escovar os dentes após as refeições, usar fio dental e visitar o dentista regularmente ajuda a proteger a saúde da boca e do corpo.

Criar esses hábitos ainda na adolescência pode trazer benefícios por muitos anos.

Leia mais em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/zona-sul/saude/noticia/2026/07/alimentos-ultraprocessados-aumentam-em-28-os-casos-de-dor-de-dente-em-adolescentes-aponta-estudo-cmr92zeem000c0131vi9zrf5o.html#google_vignette

https://ancora1.com/noticias/projeto-que-probe-alimentos-ultraprocessados-nas-escolas-avana-no-senado

Brasil e Mundo

Conhece o Uber Mulher? Saiba como funciona o novo recurso da Uber

A Uber lançou em todo o Brasil o Uber Mulher, uma opção que permite que passageiras peçam viagens com motoristas mulheres. O recurso já está disponível no aplicativo e pode ser ativado em poucos passos.

A novidade foi criada para oferecer mais opções de escolha e aumentar a sensação de segurança durante as viagens.

Como ativar a função?

Para usar o Uber Mulher, basta:

  • Abrir o aplicativo da Uber;
  • Acessar Conta;
  • Entrar em Configurações;
  • Selecionar Preferências das mulheres;
  • Ativar a opção “Encontrar viagens quando disponível”.

Depois disso, sempre que houver uma motorista mulher disponível, o aplicativo poderá oferecer essa opção.

Como funciona?

A Uber disponibilizou três formas de usar o recurso:

  • Uber Mulher: aparece junto com outras categorias de viagem, como UberX e Comfort.
  • Corridas imediatas: durante o dia, a passageira pode solicitar uma motorista mulher. Se o tempo de espera for muito grande, o aplicativo pergunta se ela prefere continuar aguardando ou aceitar uma corrida com um motorista homem.
  • Uber Reserve: também é possível agendar uma viagem com uma motorista mulher com pelo menos 30 minutos de antecedência.

E os adolescentes?

O recurso também está disponível no Uber Teens, modalidade voltada para adolescentes de 12 a 17 anos.

Nesse serviço, os responsáveis podem acompanhar a viagem em tempo real, além de contar com outras ferramentas de segurança oferecidas pelo aplicativo.

Mais uma opção para as usuárias

Segundo a Uber, a expansão do Uber Mulher aconteceu após muitos pedidos das próprias usuárias. A empresa afirma que a novidade faz parte das ações para oferecer mais opções de segurança e conforto durante as viagens, além de investir em recursos de proteção para motoristas e passageiros.

Leia mais em: https://www.sonoticiaboa.com.br/2026/07/01/uber-mulher-comecou-todo-brasil-veja-como-ativar-aplicativo

Finanças

Fenômeno climático pode deixar a comida mais cara no próximo ano

O clima pode afetar o preço da comida

Especialistas alertam que o fenômeno climático El Niño pode influenciar o preço dos alimentos em 2027. Isso acontece porque ele altera o clima em diferentes regiões do país, afetando a produção agrícola.

A previsão é de mais chuvas no Sul, temperaturas mais altas no Nordeste e um inverno e uma primavera mais quentes em boa parte do Brasil.

Como isso afeta os alimentos?

Quando o clima muda, algumas plantações produzem menos. Com menos alimentos disponíveis, os preços costumam subir.

Os grãos, como milho e soja, estão entre os produtos mais afetados.

O efeito vai além das plantações

Milho e soja também são usados para produzir ração para animais. Se esses grãos ficam mais caros, o custo para criar aves, porcos e bois também aumenta.

Isso pode fazer subir o preço de alimentos como:

  • Carne;
  • Frango;
  • Ovos;
  • Leite.

O impacto pode chegar ao supermercado

Segundo estimativas, o El Niño pode aumentar a inflação dos alimentos ao longo de 2027. Dependendo da intensidade do fenômeno, a alta nos preços pode ser ainda maior.

Além disso, o clima também pode afetar a produção de energia elétrica em algumas regiões, aumentando os custos para empresas e contribuindo para o aumento dos preços de outros produtos.

Os especialistas lembram que o El Niño ainda está em formação. Se ele realmente se confirmar, os efeitos devem aparecer aos poucos, principalmente durante 2027.

Por isso, acompanhar as mudanças no clima também ajuda a entender por que alguns alimentos podem ficar mais caros no futuro.

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/por-que-a-comida-pode-ficar-mais-cara-em-2027

Superendividamento: quando as dívidas saem do controle

Cada vez mais brasileiros estão enfrentando um problema chamado superendividamento. Isso acontece quando a pessoa acumula tantas dívidas que não consegue mais pagar as contas sem comprometer gastos básicos, como alimentação, moradia e saúde.

Especialistas dizem que esse problema vai além do dinheiro: ele também pode afetar a saúde mental, causar ansiedade, estresse e prejudicar a qualidade de vida.

O que é superendividamento?

Ter uma dívida nem sempre é um problema. Muitas pessoas financiam um carro, fazem um empréstimo ou compram algo parcelado e conseguem pagar normalmente.

O superendividamento acontece quando as parcelas ficam tão altas que sobra pouco ou nenhum dinheiro para as despesas do dia a dia. Nesse caso, a pessoa entra em uma situação difícil e perde o controle das finanças.

Por que tantas pessoas ficam superendividadas?

Vários fatores podem levar alguém a essa situação. Entre os principais estão:

  • Facilidade para conseguir empréstimos e cartões de crédito;
  • Juros muito altos;
  • Aumento do custo de vida;
  • Falta de planejamento financeiro;
  • Perda de renda por desemprego, doenças, separação ou outros imprevistos.

Segundo especialistas, muitas pessoas acabam aceitando ofertas de crédito sem calcular se realmente conseguirão pagar as parcelas no futuro.

O perigo do cartão de crédito

Um dos maiores vilões é o cartão de crédito, principalmente quando a pessoa paga apenas o valor mínimo da fatura.

Nesse caso, entram os juros do crédito rotativo, que estão entre os mais altos do mercado. A dívida cresce rapidamente e pode virar uma verdadeira “bola de neve”.

Os empréstimos também exigem atenção. Mesmo quando parecem fáceis de conseguir, eles podem ter parcelas que pesam bastante no orçamento.

As consequências vão além do bolso

O superendividamento não afeta apenas as finanças. Muitas pessoas relatam:

  • Ansiedade e estresse;
  • Dificuldade para dormir;
  • Preocupação constante;
  • Problemas nos relacionamentos;
  • Queda na qualidade de vida.

Por isso, especialistas afirmam que o problema também deve ser visto como uma questão social e de saúde.

Existe proteção para quem está nessa situação?

Sim. Desde 2021, o Brasil conta com a Lei do Superendividamento, que protege consumidores de boa-fé.

A lei permite que a pessoa tente negociar suas dívidas sem deixar de pagar despesas essenciais, como alimentação, moradia e contas básicas. Em muitos casos, é possível criar um plano de pagamento que caiba no orçamento.

Quem estiver passando por essa situação pode procurar órgãos como o Procon ou a Defensoria Pública, que ajudam na negociação com os credores.

Como evitar o superendividamento?

Algumas atitudes simples podem fazer diferença:

  • Anote seus gastos e acompanhe seu orçamento;
  • Evite fazer compras por impulso;
  • Pense antes de contratar empréstimos;
  • Pague a fatura do cartão de crédito inteira sempre que possível;
  • Reserve uma parte da renda para uma pequena reserva de emergência;
  • Se perceber que está com dificuldades para pagar as contas, procure negociar antes que a dívida aumente.

Organização faz diferença

Ter acesso ao crédito pode ser útil em alguns momentos, mas é importante usá-lo com responsabilidade. Planejar os gastos, entender como funcionam os juros e evitar compras por impulso são atitudes que ajudam a manter as finanças em equilíbrio e a evitar que uma dívida temporária se transforme em um grande problema.

Leia mais em: https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/economia/acesso-a-credito-altas-taxas-de-juros-e-educacao-financeira-o-que-leva-os-consumidores-ao-superendividamento-1.1726203#goog_rewarded

Educação

Escolas reduzem uso de celulares, mas ainda enfrentam dificuldades

Uma pesquisa mostrou que 92% das escolas brasileiras já colocaram em prática a lei que limita o uso de celulares durante as aulas, recreios, intervalos e outras atividades escolares. Mesmo assim, muitas escolas ainda enfrentam dificuldades para fazer a regra funcionar no dia a dia.

O levantamento foi feito pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com outras instituições, e ouviu mais de 8 mil escolas públicas e privadas de todo o país.

O que diz a lei?

A lei, que entrou em vigor em 2025, determina que os celulares não podem ser usados na escola para fins pessoais durante as aulas, recreios, intervalos e atividades extracurriculares.

O uso continua sendo permitido quando faz parte de uma atividade pedagógica orientada por professores.

O que mudou nas escolas?

A pesquisa mostra que a maioria das escolas já adaptou suas regras.

Antes da lei, 13% das escolas permitiam o uso livre do celular em qualquer lugar e horário. Hoje, esse número praticamente caiu para zero.

Além disso:

  • 92% das escolas já aplicam a nova lei;
  • 45% permitem o uso do celular apenas em atividades educativas;
  • Quase metade das escolas restringe o uso em todos os ambientes escolares.

Quais são os maiores desafios?

Mesmo com a lei em vigor, fazer com que todos cumpram as regras ainda não é simples.

Os principais problemas apontados pelos gestores foram:

  • Convencer os estudantes a deixar o celular de lado;
  • Falta de espaço seguro para guardar os aparelhos;
  • Dificuldade para fiscalizar o uso durante as aulas e os intervalos.

Esses desafios mostram que criar a regra foi apenas o primeiro passo.

A proibição trouxe resultados?

Segundo os diretores e gestores das escolas, sim.

A maioria percebeu que os alunos passaram a:

  • Prestar mais atenção nas aulas;
  • Participar mais das atividades;
  • Conversar mais com os colegas pessoalmente;
  • Praticar mais atividades artísticas, manuais e recreativas.

Além disso, muitos gestores acreditam que houve redução de conflitos, cyberbullying e até da ansiedade entre os estudantes.

Tecnologia continua fazendo parte das aulas

A pesquisa também mostrou que a lei não acabou com o uso da tecnologia na escola.

Em 86% das escolas, as atividades que utilizam recursos digitais foram mantidas ou até aumentaram. A diferença é que agora a tecnologia é usada principalmente para aprender, e não para distração.

O apoio das famílias é importante

Para muitos gestores, o sucesso da lei depende também da participação das famílias. Conversar sobre o tempo de uso das telas e incentivar hábitos mais equilibrados pode ajudar os jovens a usar o celular de forma mais consciente.

O que a pesquisa mostra?

Os resultados indicam que a maioria das escolas brasileiras já conseguiu colocar a nova lei em prática. Agora, o maior desafio é fazer com que estudantes, famílias e escolas trabalhem juntos para criar um ambiente com menos distrações e mais foco na aprendizagem.

Leia mais em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/30/pesquisa-mec-lei-que-proibe-celulares-nas-escolas.ghtml?utm_campaign=185423068-BETTBR26_NEWSLETTER&utm_medium=email&_hsenc=p2ANqtz–BBvePcvb0S2y-qLug-ZkdPoi_0F1JPcN–FV36XM9KAAZ5_UoVlCdhUyEu_3THEXFQ6LsZThp63ZFcHtLliwbzyOud1bVC1ZvsACEbNj2WdM8WLQ&_hsmi=139895065&utm_content=139895065&utm_source=hs_email

Cada vez mais brasileiros estão trabalhando e estudando ao mesmo tempo

Você provavelmente já ouviu falar dos “nem-nem”, jovens que nem estudam, nem trabalham. No entanto, um novo movimento está crescendo no Brasil: cada vez mais pessoas estão conseguindo conciliar trabalho e estudos.

Entre 2019 e 2025, a porcentagem de brasileiros que trabalham e também estudam passou de 13% para 15%. Hoje, cerca de 15,5 milhões de pessoas vivem essa rotina dupla.

Menos “nem-nem”

Enquanto aumentou o número de pessoas que trabalham e estudam, a quantidade de brasileiros que não fazem nenhuma das duas coisas diminuiu 25% no mesmo período.

Isso mostra que mais pessoas estão buscando qualificação para crescer na carreira.

Mesmo quem já se formou continua estudando

A pesquisa também revelou que muita gente não para de aprender depois da faculdade.

Entre os trabalhadores com ensino superior completo, o número de pessoas que continuam estudando também aumentou. Muitos fazem pós-graduação, cursos técnicos, especializações ou cursos de curta duração para desenvolver novas habilidades.

O ensino a distância ajudou nessa mudança

Um dos motivos para esse crescimento é a expansão do ensino a distância (EaD).

Em 2024, pela primeira vez, o Brasil teve mais alunos matriculados em cursos on-line do que presenciais. Com horários mais flexíveis, ficou mais fácil conciliar os estudos com o trabalho.

Aprender faz diferença

Os dados mostram que investir nos estudos pode abrir novas oportunidades profissionais. Mesmo com uma rotina corrida, muitas pessoas estão apostando na educação para conquistar melhores empregos, crescer na carreira e aumentar a renda no futuro.

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/os-brasileiros-estao-conciliando-trabalho-e-estudos

Entretenimento

Por que o Rock in Rio mistura diferentes estilos na programação?

O Rock in Rio é conhecido por reunir artistas de estilos diferentes no mesmo dia. Segundo Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World, isso faz parte de uma estratégia pensada para oferecer novas experiências ao público e agradar diferentes gerações.

Cada dia tem uma proposta

De acordo com Zé Ricardo, a programação do festival é planejada com muito cuidado. A ideia não é apenas reunir artistas famosos, mas criar uma experiência em que o público descubra novos estilos musicais.

No dia 11 de setembro, por exemplo, o Palco Mundo será voltado ao K-pop, com o grupo Stray Kids como atração principal. Já o Palco Sunset terá uma programação focada em soul e funk, com o britânico Jamiroquai encerrando a noite.

Além deles, o DJ Alok também se apresenta no mesmo dia, ajudando a conectar diferentes públicos.

Uma estratégia para toda a família

Segundo Zé Ricardo, essa escolha também foi pensada para quem vai ao festival em família.

Na edição de 2024, o dia em que o rapper Travis Scott foi a principal atração atraiu muitos adolescentes, mas alguns pais disseram que não tinham outro show de interesse para assistir enquanto acompanhavam os filhos.

Por isso, neste ano, o festival decidiu oferecer atrações bem diferentes nos dois palcos principais. Assim, enquanto os fãs de K-pop assistem ao Stray Kids, outras pessoas podem aproveitar o show do Jamiroquai.

O público aprovou a novidade

Mesmo sendo a primeira vez que o K-pop ganha tanto destaque no Rock in Rio, a organização ficou surpresa com a procura pelos ingressos.

Segundo Zé Ricardo, apostar em novos estilos sempre gera dúvidas, mas a boa venda de ingressos mostrou que o público está aberto a essas mudanças.

Os artistas que ainda são um sonho

Durante a entrevista, Zé Ricardo também revelou alguns artistas que gostaria de ver no Rock in Rio nos próximos anos.

Entre eles estão:

  • Adele;
  • Beyoncé;
  • Rihanna;
  • Paul McCartney.

Segundo ele, trazer grandes nomes depende de muitos fatores, como agenda, logística e negociação, mas o festival continua tentando realizar esses encontros.

Um festival para diferentes gostos

Para a organização, misturar estilos musicais faz parte da identidade do Rock in Rio. A ideia é que cada pessoa possa assistir ao seu artista favorito e, ao mesmo tempo, descobrir novos sons e aproveitar uma programação pensada para públicos de todas as idades.

Leia mais em: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2026/07/03/ze-ricardo-explica-dia-de-k-pop-e-jamiroquai-no-rock-in-rio-e-admite-estrategia-para-pais-nao-sofrerem.ghtml

Curiosidades

Além do futebol: conheça a cidade da Noruega que ficou famosa por “proibir a morte”

A Noruega ganhou destaque na Copa do Mundo de 2026 ao eliminar o Brasil nas oitavas de final. Além do futebol, o país também é conhecido por uma curiosidade: existe uma cidade onde muita gente diz que “é proibido morrer”.

Calma! Isso não é exatamente verdade. A história acontece em Longyearbyen, uma pequena cidade localizada no arquipélago de Svalbard, bem perto do Polo Norte. O motivo dessa fama tem relação com o clima extremo e com as condições do local.

Por que surgiu essa história?

Longyearbyen fica em uma das regiões mais frias do planeta. O solo permanece congelado o ano inteiro, em um fenômeno chamado permafrost.

Por esse motivo, o cemitério da cidade deixou de receber novos enterros na década de 1950.

E quando alguém fica muito doente?

A cidade também tem outra limitação: ela é pequena e bastante isolada.

Por isso, não possui hospitais preparados para atender pessoas que precisam de cuidados médicos por muito tempo, como idosos ou pacientes em estado grave.

Quando isso acontece, os moradores são levados para hospitais em outras regiões da Noruega.

O mesmo acontece com os bebês

Longyearbyen também não tem maternidade.

As grávidas são orientadas a viajar algumas semanas antes da data prevista para o parto, para que o bebê nasça em um hospital com estrutura adequada.

Então é proibido morrer?

Não. Morrer ou nascer em Longyearbyen não é proibido.

A fama surgiu porque a cidade deixou de realizar enterros e transfere pessoas que precisam de atendimento médico especializado para outras regiões da Noruega.

No fim, trata-se apenas de uma adaptação às condições extremas do lugar, e não de uma lei que proíba a morte.

Uma das cidades mais diferentes do mundo

Além dessa curiosidade, Longyearbyen também chama atenção pelo clima extremamente frio, pela pequena população e pela presença de ursos-polares na região. Por causa das condições naturais, a cidade funciona de maneira bem diferente da maioria dos lugares do mundo.

Leia mais em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/07/05/noruega-tem-cidade-conhecida-por-proibir-a-morte-entenda-curiosidade-sobre-rival-do-brasil-nas-oitavas.ghtml

Bem-Estar

A Importância da Autocompaixão e do Autoacolhimento

Muitas vezes, somos mais duros com nós mesmos do que seríamos com qualquer outra pessoa. A autocompaixão é a capacidade de se tratar com mais compreensão, principalmente nos momentos difíceis.

Errar, sentir medo ou passar por dias ruins faz parte da experiência humana. Se cobrar o tempo inteiro pode gerar ansiedade, insegurança e desgaste emocional. O autoacolhimento ajuda a lidar com essas situações de maneira mais saudável.

Isso não significa deixar de evoluir ou ignorar responsabilidades. Pelo contrário: pessoas que praticam autocompaixão costumam desenvolver mais equilíbrio emocional e conseguem enfrentar desafios com menos culpa e mais clareza.

Aprender a respeitar os próprios limites também é uma forma de cuidado. Tratar a si mesmo com gentileza é tão importante quanto oferecer apoio às pessoas que amamos.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui ou use o QR Code abaixo:

Sugestões da Semana

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Filme: Quatro vidas de um cachorro

Indicação da instrutora Raphaela Lírio, da unidade Conselheiro.

O filme conta a história de Bailey, um cachorro que descobre um propósito especial ao longo de suas diferentes vidas. Após nascer novamente várias vezes, ele passa por diferentes experiências, famílias e desafios, sempre mantendo uma ligação especial com as pessoas que ama. A aventura mostra temas como amizade, lealdade, carinho e a importância dos momentos simples da vida.

Uma história emocionante para refletir sobre os laços que criamos e como pequenos gestos podem transformar a vida de alguém.

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Filme: Valente

Indicação da jovem Maria Eduarda Nardin, da unidade Unimetrocamp Campinas

Valente conta a história de Merida, uma jovem princesa determinada a escolher seu próprio destino. Ao desafiar uma antiga tradição do reino, ela desencadeia uma magia inesperada que coloca sua família e seu povo em perigo. Para desfazer o feitiço, Merida embarca em uma jornada de coragem, amadurecimento e reconciliação, aprendendo importantes lições sobre liberdade, responsabilidade e os laços familiares.

#DeJovemPraJovem

 

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Livro: Diário de um banana

Indicação do Maxwell Santos Gomes, da unidade Salvador, e da Nycolle Guedes Moreira, da unidade Santo Amaro

Greg Heffley acredita que sobreviver à escola é uma verdadeira missão. Entre confusões, amizades improváveis e situações hilárias, ele registra tudo em seu diário com muito humor e sinceridade. Uma leitura divertida e cheia de ilustrações que conquista leitores de todas as idades e faz querer descobrir qual será a próxima trapalhada de Greg.

#DeJovemPraJovem

Zoom das Profissões

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