Reflexão da Semana 💭

“A estrada para o sucesso está sempre em construção.” –

Lily Tomlin

Nesta edição:

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Carreira e Desenvolvimento

Dia Nacional do Voluntariado: O poder de dedicar tempo ao próximo

O Dia Nacional do Voluntário é comemorado em 28 de agosto. Ser voluntário é dedicar parte do seu tempo e das suas habilidades para contribuir com uma causa ou ajudar outras pessoas, sem receber uma remuneração por isso.

Um voluntário pode participar de diferentes atividades, como arrecadar e distribuir alimentos e doações, apoiar instituições e projetos sociais, organizar eventos, cuidar de animais, contribuir com ações ambientais ou compartilhar seus conhecimentos com quem precisa. Existem muitas formas de ser voluntário, mas todas têm algo em comum: a vontade de contribuir e fazer parte de uma mudança positiva na sociedade.

Hoje, conheceremos a história de um colaborador do Saber que realiza essa atividade:

 

Rodrigo Junior – 26 anos – Voluntário da ONG Mãos na Massa

 

Meu nome é Rodrigo, sou Assistente Pedagógico do Saber e, desde 2021, faço trabalho voluntário na ONG Mãos na Massa, que atua com pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Todas as semanas, participo das ações da ONG, que têm como principal objetivo oferecer um jantar digno para pessoas em situação de rua. No entanto, nosso trabalho vai muito além da alimentação. Também realizamos a entrega de roupas, cobertores, ração para animais em situação de rua e, eventualmente, cestas básicas para comunidades.

Ao longo desses anos, aprendi que o voluntariado não se resume ao que entregamos. Muitas vezes, usamos palavras como “doação” para falar sobre roupas, alimentos ou outros itens que levamos para as pessoas. Não há nada de errado com isso, mas uma frase que ouvi de um dos representantes da ONG mudou a forma como passei a enxergar essas ações:

“Não estamos aqui doando nada para ninguém. Estamos servindo”.

Essa frase ficou comigo porque representa muito do que vivemos durante cada ação. Quando servimos, as pessoas que estão ali não estão apenas recebendo uma roupa, um prato de comida ou uma cesta básica. Elas são as protagonistas daquele momento.

Por isso, acredito que o nosso trabalho também envolve oferecer algo que não pode ser colocado dentro de uma sacola: carinho, atenção, respeito e, principalmente, dignidade.

Em cada ação, existe a oportunidade de olhar para alguém, conversar, ouvir sua história e mostrar que aquela pessoa é importante. Talvez, naquele momento, o que mais faça diferença não seja apenas o que estamos entregando, mas a mensagem transmitida: existem pessoas que se importam contigo e você não está sozinho.

Você já pensou em ser voluntário?

O trabalho voluntário pode ser uma oportunidade de contribuir com outras pessoas e, ao mesmo tempo, desenvolver habilidades que levamos para diferentes áreas da vida. Comunicação, responsabilidade, trabalho em equipe, empatia e organização são alguns dos aprendizados que podem surgir dessas experiências.

Não existe apenas uma forma de começar. Se você tem vontade de ajudar, pense primeiro em uma causa que faça sentido para você. Pode ser uma ONG que trabalhe com alimentação, roupas, animais, meio ambiente, educação, esporte ou tantas outras áreas.

Pesquise, conheça os projetos e descubra como você pode contribuir. Às vezes, uma pequena parte do seu tempo pode fazer grande diferença na vida de alguém.

Mundo do Trabalho

Home office está ficando mais raro no Brasil

Trabalhar de casa todos os dias está se tornando menos comum no Brasil. Segundo um estudo da consultoria Robert Half, a maioria das empresas atualmente prefere o trabalho híbrido ou totalmente presencial.

O home office cresceu bastante durante a pandemia, mas perdeu espaço depois que as empresas começaram a voltar aos escritórios.

Hoje, apenas 3% das vagas oferecidas pelos clientes da consultoria são totalmente remotas. Ou seja, encontrar uma vaga para trabalhar de casa todos os dias está ficando mais difícil.

Como funciona o trabalho híbrido?

No modelo híbrido, o profissional divide seu tempo entre a empresa e a própria casa. De acordo com o estudo, os colaboradores costumam trabalhar entre 3 e 5 dias por semana presencialmente, dependendo da área.

Por exemplo:

  • Construção civil e engenharia: cerca de 4,8 dias presenciais por semana.
  • Área de serviços: cerca de 3,3 dias presenciais.
  • Indústria: aproximadamente 3,3 dias presenciais nas áreas administrativas e 4,9 dias nas operações.
  • Logística: cerca de 3,6 dias presenciais nas áreas administrativas e 4,6 dias nas operações.

Isso mostra que a quantidade de dias no escritório pode mudar bastante dependendo da profissão e da área em que a pessoa trabalha.

Os profissionais ainda querem flexibilidade

Mesmo com o crescimento do modelo presencial, a flexibilidade continua sendo importante para quem trabalha.

Segundo a pesquisa, 52% dos profissionais disseram que poderiam mudar de emprego se a empresa diminuísse a flexibilidade. Além disso, 54% dos gestores reconhecem que esse fator é importante para atrair e manter bons profissionais.

Não são apenas os jovens que valorizam essa possibilidade. A pesquisa indica que profissionais de diferentes idades também consideram a flexibilidade importante.

Leia mais em: https://www.nsctotal.com.br/economia/home-office-vira-excecao-so-3-das-vagas-mantem-trabalho-totalmente-remoto-e-hibrido-domina-aponta-consultoria

Claude começa a identificar conteúdos feitos por IA

O Claude, uma ferramenta de Inteligência Artificial parecida com o ChatGPT, vai começar a identificar conteúdos que foram criados usando sua própria IA.

A mudança foi anunciada pela Anthropic, empresa responsável pelo Claude. A ideia é criar uma espécie de “marca d’água digital” que permita saber quando um texto ou uma imagem foi produzido por ela.

Como vai funcionar?

Os textos criados pelo Claude terão uma identificação que não será visível para quem estiver lendo. Ela ficará incorporada ao conteúdo.

Isso significa que, mesmo se alguém copiar e colar o texto em outro lugar ou fizer algumas alterações, a identificação poderá continuar existindo.

A ideia é ajudar a identificar conteúdos criados por IA sem mudar a qualidade ou o significado do texto.

Nas imagens, a identificação funcionará de outra maneira.

O Claude vai colocar informações no próprio arquivo, chamadas de metadados.

Metadados são informações que ficam dentro de um arquivo e ajudam a contar sua “história”, como quando ele foi criado e, nesse caso, se foi produzido por Inteligência Artificial.

Isso vai acontecer só na Europa?

Não. A mudança foi feita para atender a uma nova regra da União Europeia, que exige que empresas identifiquem conteúdos produzidos por IA.

Porém, a Anthropic decidiu aplicar essa identificação no mundo inteiro, e não apenas nos países europeus.

Transparência no uso da IA

Com o crescimento da Inteligência Artificial, ficou cada vez mais difícil saber se um texto ou uma imagem foi criado por uma pessoa ou por uma IA.

A nova ferramenta do Claude busca facilitar essa identificação e trazer mais transparência sobre a origem dos conteúdos.

A Anthropic também informou que pretende criar ferramentas para que os próprios usuários consigam verificar essas marcas d’água no futuro.

Entretenimento

Vem aí! Disney e Pixar revelam seus próximos lançamentos

A Disney e a Pixar aproveitaram a D23, evento anual da empresa realizado na Califórnia, para apresentar novidades que chegarão aos cinemas e ao streaming nos próximos anos. Entre os anúncios estão novas aventuras de franquias famosas, filmes inéditos e continuações muito aguardadas.

Frozen 3

Uma das novidades que mais chamou a atenção foi Frozen 3. O filme vai mostrar o casamento de Anna e Kristoff e também terá novos personagens, incluindo uma vilã que promete ser uma grande ameaça para Elsa.

A estreia está prevista para novembro de 2027.

Zootopia 3

A Disney também confirmou Zootopia 3, que continuará a história de Judy e Nick. O terceiro filme já está confirmado, mas ainda não tem uma data de estreia definida.

Os Incríveis 3

A família Pera está de volta! Os Incríveis 3 chegará aos cinemas em junho de 2028.

Desta vez, a história dará mais destaque aos irmãos Flecha e Violeta, que querem provar que já estão preparados para serem heróis de verdade. Eles começam a sair escondidos à noite para proteger a cidade, mas isso não agrada nada aos pais.

Enquanto isso, Bob, o Sr. Incrível, também terá seus próprios desafios para descobrir qual é o seu lugar em um mundo onde os novos heróis podem estar ganhando cada vez mais espaço.

Viva: A Vida é uma Festa 2

Miguel também vai voltar! Em Viva: A Vida é uma Festa 2, o personagem estará na faculdade e deverá enfrentar uma nova história envolvendo Ernesto de la Cruz, que retorna em busca de vingança.

O filme está previsto para novembro de 2029.

The Bluey Movie

A famosa série australiana Bluey vai ganhar um filme para os cinemas. A estreia está marcada para 6 de agosto de 2027.

Uma novidade é o visual: enquanto a série usa animação em 2D, o filme será produzido em 3D.

A Era do Gelo está de volta

A turma de A Era do Gelo também vai retornar em uma nova aventura. Em A Era do Gelo: Ponto de Ebulição, Manny, Sid, Diego e Ellie enfrentarão uma aventura com dinossauros e lava.

Claro, Scrat também estará de volta, acompanhado de versões novas e bem diferentes do famoso esquilo. A estreia está marcada para 5 de fevereiro de 2027.

Gatto: uma história nova da Pixar

A Pixar apresentou Gatto, uma animação inédita que acompanha um gato preto que vive em Veneza, na Itália.

Ele acaba se envolvendo com Rocco, líder da “máfia” dos gatos da cidade. O filme deve chegar aos cinemas em 5 de março de 2027.

Os Simpsons vão ganhar outro filme

A família mais famosa de Springfield também está de volta às telonas. A Disney confirmou um novo filme de Os Simpsons, com estreia prevista para 3 de setembro de 2027.

Enrolados em versão live-action

Rapunzel também ganhou novidades. A versão live-action de Enrolados teve seu primeiro trailer apresentado na D23.

Teagan Croft será Rapunzel e Milo Manheim interpretará Flynn Rider. O filme está previsto para chegar aos cinemas em 31 de março de 2028.

Lilo & Stitch 2

Depois do sucesso do live-action de Lilo & Stitch, a continuação já tem data: 28 de maio de 2028.

O novo filme continuará a história de Lilo e Stitch e também contará com Angel, a alienígena rosa que é amiga de Stitch.

Ainda tem Star Wars e Percy Jackson

A D23 também trouxe novidades para os fãs de outras franquias. Percy Jackson e os Olimpianos ganhou um trailer da terceira temporada, enquanto Star Wars: Ahsoka teve sua segunda temporada apresentada.

Outro projeto anunciado foi Star Wars: Starfighter, novo filme da franquia que terá Ryan Gosling no elenco.

Vem muita coisa por aí!

Entre animações, live-actions, séries e grandes franquias, a Disney e a Pixar mostraram que os próximos anos terão uma agenda cheia de lançamentos. Agora é preparar a lista de filmes para acompanhar e começar a contagem regressiva!

Leia mais em: https://exame.com/pop/frozen-3-os-incriveis-3-e-mais-veja-anuncios-da-disney-e-pixar-na-d23/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

Muito além da música: Deezer aposta em experiências para fãs

A Deezer criou uma novidade para se aproximar ainda mais de quem é muito fã de seus artistas favoritos. O Deezer Club reúne experiências exclusivas para os chamados “superfãs”, como encontros com artistas, eventos especiais e benefícios relacionados a shows.

O que são superfãs?

Sabe aquela pessoa que conhece praticamente tudo sobre seu artista favorito, acompanha cada lançamento e não perde uma novidade? Esse é o perfil dos chamados superfãs.

Uma pesquisa da agência Monks mostrou que quase 40% dos brasileiros se consideram fãs de alguma coisa ou de alguém. Esse público também movimenta bastante dinheiro: o mercado de produtos ligados a fãs movimenta cerca de R$ 21,5 bilhões no Brasil.

O que é o Deezer Club?

O Deezer Club é uma área dentro do aplicativo que oferece experiências especiais para assinantes dos planos Premium, Duo, Student e Family.

Entre as possibilidades estão:

  • encontros presenciais com artistas;
  • eventos com recepção VIP;
  • momentos para fazer perguntas aos artistas;
  • audições especiais de novos álbuns;
  • oportunidades de conseguir ingressos para shows;
  • descontos em produtos oficiais e itens de edição limitada.

Por que a Deezer criou isso?

A ideia é ir além de simplesmente oferecer músicas para ouvir. A empresa quer criar uma relação mais próxima entre fãs e artistas.

O Brasil é o segundo maior mercado da Deezer no mundo e possui comunidades de fãs muito grandes. Por isso, a empresa decidiu investir ainda mais nesse público.

A Deezer já realizava algumas dessas ações antes. A empresa, por exemplo, levou fãs para acompanhar shows e criou experiências especiais com artistas. Agora, o Deezer Club reúne esse tipo de iniciativa em um espaço permanente dentro do aplicativo.

Quanto os fãs gastam com seus ídolos?

Segundo a pesquisa citada pela Forbes, fãs brasileiros gastam, em média, R$ 200 por mês com produtos e experiências relacionados aos seus ídolos.

Para muitas dessas pessoas, o principal motivo não é apenas comprar alguma coisa, mas viver experiências ligadas aos artistas que admiram.

Quem pode acessar?

O Deezer Club está disponível no aplicativo da Deezer para celulares Android e iOS. O recurso não está disponível para usuários do plano gratuito nem para perfis infantis.

Mais do que ouvir música

Com o Deezer Club, a empresa aposta em uma ideia que vem ganhando força: para muitos fãs, acompanhar um artista não significa apenas ouvir suas músicas. É também participar de uma comunidade, encontrar outras pessoas que gostam das mesmas coisas e viver experiências especiais.

Para a Deezer, transformar essa paixão em experiências pode ser uma maneira de se destacar em um mercado de streaming cada vez mais disputado.

Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-mkt/2026/08/deezer-aposta-em-superfas-para-ganhar-mercado-no-streaming-de-musica-no-brasil/

Ciência e Tecnologia

A história dos computadores brasileiros que pouca gente conhece

Hoje, os computadores estão em todo lugar, mas nem sempre foi assim. No Brasil, os primeiros chegaram em 1957 e eram importados. A partir dos anos 1960, pesquisadores e estudantes começaram a trabalhar para criar máquinas feitas no próprio país.

O primeiro computador a funcionar no Brasil foi um Univac 120, comprado pela Prefeitura de São Paulo. A máquina era usada para organizar dados do serviço de água e esgoto e ocupava praticamente um andar inteiro. Bem diferente dos computadores e celulares que cabem na mochila hoje!

Naquela época, os computadores eram enormes, caros e muito limitados. Alguns faziam apenas cerca de cem cálculos por segundo.

Zezinho e o Patinho Feio

Em 1961, estudantes do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) criaram o Zezinho, considerado o primeiro computador totalmente projetado e construído no Brasil. Ele não durou muito, pois suas peças foram reaproveitadas pelos alunos em novas experiências.

Anos depois, começou uma espécie de disputa entre estudantes da USP e da Unicamp para desenvolver um computador brasileiro.

A equipe da Unicamp criou o projeto Cisne Branco, enquanto os estudantes da USP deram ao seu projeto o nome de Patinho Feio, em tom de brincadeira.

No fim, o Patinho Feio levou a melhor. Em 1972, ele começou a funcionar. Pesava cerca de 100 quilos e conseguia realizar operações matemáticas e algumas tarefas simples.

Mesmo sendo muito básico para os padrões atuais, o Patinho Feio foi importante porque ajudou a abrir caminho para a criação de computadores brasileiros mais avançados.

Nasce a Cobra

A partir da experiência do Patinho Feio, surgiu uma nova empresa: a Cobra, nome criado a partir de “Computadores Brasileiros”.

A empresa foi criada em 1974 com o objetivo de desenvolver tecnologia nacional e diminuir a dependência de equipamentos estrangeiros.

Com apoio da Marinha e de universidades, foi desenvolvido o G-10, que serviu como protótipo para o MC 500, considerado o primeiro computador comercial brasileiro.

A Cobra começou atendendo principalmente órgãos públicos e, depois, também passou a vender computadores para empresas. Entre seus clientes estavam empresas e instituições como Petrobras, Banco do Brasil e Hospital das Clínicas de São Paulo.

Na década de 1980, a empresa também passou a produzir microcomputadores e desenvolveu tecnologias próprias, incluindo um sistema operacional.

O “clone” do Mac

Na década de 1980, outra empresa brasileira, a Unitron, decidiu criar um computador inspirado no Macintosh, da Apple.

O projeto recebeu o nome de Mac 512 e chegou a ter protótipos apresentados em uma feira de informática em 1986.

A ideia, porém, não foi bem recebida pela Apple. O caso chegou a envolver autoridades dos dois países, e o governo brasileiro acabou impedindo que a Unitron continuasse o projeto.

Sem poder vender o computador, a empresa teve problemas financeiros e encerrou suas atividades pouco tempo depois.

Uma história cheia de desafios

A história dos primeiros computadores brasileiros mostra que a tecnologia não surgiu pronta. Antes de celulares, notebooks e computadores superpotentes, pesquisadores e estudantes precisaram experimentar, errar e reaproveitar peças para construir as primeiras máquinas do país.

Nomes curiosos como Zezinho, Patinho Feio e Cobra fazem parte dessa história e mostram como o Brasil também participou da corrida para desenvolver sua própria tecnologia.

Leia mais em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cre4pr13nv5o

Comida impressa em 3D: quando a tecnologia chega à cozinha

Já imaginou uma máquina capaz de “imprimir” sua comida em 3D? A ideia parece saída de um filme futurista, mas essa tecnologia já existe e está sendo usada em restaurantes, hospitais e até em pesquisas para viagens espaciais.

As impressoras 3D de alimentos funcionam de forma parecida com as impressoras 3D tradicionais. A diferença é que, em vez de plástico ou metal, elas usam ingredientes comestíveis, como purês, massas, cremes e chocolate.

Como a comida é impressa?

Tudo começa em um computador. A pessoa escolhe o formato que deseja ou usa uma receita digital.

Depois, os ingredientes precisam ser preparados para virar uma espécie de pasta ou líquido. Eles são colocados em cartuchos ou seringas dentro da impressora.

A máquina então libera pequenas quantidades do alimento por um bico, formando uma camada de cada vez. Aos poucos, essas camadas se juntam e criam o formato escolhido.

É quase como usar uma impressora 3D para fazer uma escultura, só que o resultado pode ir direto para o prato!

O que pode ser impresso?

A tecnologia funciona principalmente com alimentos que podem virar pastas, cremes ou líquidos. Alguns exemplos são:

  • Purê de batata;
  • Massa de macarrão;
  • Queijo;
  • Chocolate derretido;
  • Gelatina;
  • Géis com proteínas;
  • Alguns tipos de carne produzida em laboratório.

Pesquisadores brasileiros também já estudam ingredientes que podem funcionar como uma espécie de “tinta de comida” para essas impressoras.

Onde essa tecnologia já é usada?

A impressão 3D de alimentos ainda não está presente na maioria das cozinhas, mas já tem algumas aplicações interessantes.

Na gastronomia, chefs podem criar massas, chocolates e outros alimentos com formatos que seriam muito difíceis de fazer à mão.

Em hospitais, a tecnologia pode ajudar a preparar refeições para pessoas que têm dificuldade para engolir, deixando alimentos como purês com formatos mais atraentes.

No espaço, a tecnologia também chama atenção. A Nasa pesquisa o uso de impressão 3D de alimentos para missões longas, como uma possível viagem a Marte. A ideia é transportar ingredientes em cartuchos, ocupando menos espaço e evitando desperdícios.

Empresas também estão apostando na ideia

A tecnologia já chamou a atenção de grandes empresas.

A Barilla, por exemplo, já trabalhou com impressão 3D para criar massas com formatos diferentes e inspirados na natureza.

Também existem empresas que usam a tecnologia para produzir chocolates personalizados e alternativas à carne e ao peixe.

Em alguns restaurantes, a tecnologia vai ainda mais longe: os clientes podem receber pratos criados especialmente para eles, com formatos e características personalizadas.

Quais são as vantagens?

A impressão 3D de alimentos pode trazer algumas possibilidades interessantes:

  • Personalização: cada pessoa pode ter alimentos com formatos, texturas e características diferentes.
  • Menos desperdício: alguns ingredientes que seriam descartados podem ser reaproveitados.
  • Receitas digitais: uma receita pode ser salva e compartilhada como um arquivo.
  • Alimentação adaptada: pode ajudar a criar refeições específicas para algumas necessidades.

Ainda existem desafios

A tecnologia ainda está longe de ser comum nas casas.

As impressoras são caras, podem levar vários minutos para produzir um alimento e não funcionam com qualquer ingrediente. Além disso, muitas pessoas ainda podem ter resistência à ideia de comer algo produzido por uma máquina.

Por isso, atualmente, elas são mais comuns em restaurantes especializados, hospitais e centros de pesquisa.

Um dos setores que mais chama atenção é o desenvolvimento de alternativas à carne e ao peixe. A impressão 3D pode ajudar a reproduzir não apenas o formato, mas também a textura e as fibras desses alimentos.

As pesquisas para viagens espaciais também devem continuar impulsionando a tecnologia.

Por enquanto, imprimir o jantar em casa ainda parece coisa de filme de ficção científica. Contudo, com o avanço das pesquisas, talvez no futuro seja tão normal imprimir uma comida quanto hoje é esquentá-la no micro-ondas.

Leia mais em: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/415162-impressao-3d-de-alimentos-o-que-e-e-como-funciona.htm

Google usa IA para te ajudar a escolher seu look

Já pensou em ter um guarda-roupa dentro do celular, com suas roupas organizadas e até sugestões de combinações? O Google Fotos está ganhando uma função que usa Inteligência Artificial (IA) para fazer exatamente isso.

Chamado de Google Fotos Wardrobe, o recurso analisa fotos da sua galeria, identifica as roupas que aparecem nelas e cria uma espécie de catálogo digital do seu guarda-roupa.

Como funciona?

A ferramenta usa IA para analisar fotos dos últimos quatro anos e encontrar as roupas que aparecem nas imagens.

Depois, as peças são organizadas em categorias. Você pode conferir o que a IA encontrou e retirar do catálogo aquilo que não faz parte do seu guarda-roupa. Também é possível ver quais peças foram usadas mais recentemente.

A ideia é facilitar aqueles momentos em que você abre o armário e pensa: “Não tenho nada para vestir!” 

Dá para montar looks pelo celular

O recurso não serve apenas para organizar as roupas. Ele também pode ajudar a criar combinações.

É possível escolher até seis peças para montar um look, salvar a combinação e dar um nome para ela.

Existe uma função de provador virtual, que gera uma imagem mostrando como aquela combinação poderia ficar em você. O resultado também pode ser salvo como vídeo ou compartilhado.

Como criar seu guarda-roupa digital?

Se a função estiver disponível para sua conta, o caminho é:

  1. Abra o Google Fotos.
  2. Entre em Coleções.
  3. Procure a opção Guarda-roupa.
  4. Toque em Criar meu guarda-roupa.
  5. O aplicativo vai analisar suas fotos e identificar as roupas.
  6. Quando terminar, você receberá uma notificação.

Quem pode usar?

A novidade ainda está sendo liberada aos poucos. Segundo o Google, o recurso começou pelo Android e uma versão para iPhone está prevista posteriormente.

No momento, a ferramenta está disponível para algumas contas e para assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra. Entre os requisitos estão ter uma conta elegível, estar no Brasil, nos Estados Unidos ou na Índia e, em alguns casos, ter mais de mil fotos próprias na biblioteca. No Android, é necessário usar a versão 10 ou superior.

A IA vai escolher minha roupa?

Não exatamente. A tecnologia ajuda a organizar as peças e criar combinações, mas você continua decidindo o que quer usar.

A novidade mostra como a Inteligência Artificial está entrando até em tarefas do dia a dia. Quem sabe, no futuro, escolher o look do dia seja tão simples quanto abrir uma foto no celular?

Leia mais em: https://exame.com/tecnologia/veja-como-usar-o-google-fotos-para-montar-um-guarda-roupa-digital/

Brasil e Mundo

Carro mais barato? STF amplia benefício para pessoas com deficiência leve e autismo nível 1

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ampliar o acesso à isenção de impostos na compra de carros novos para pessoas com deficiência e pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).

Antes, algumas regras excluíam pessoas com deficiência leve e pessoas com autismo nível 1 de suporte. O STF considerou essas restrições inválidas. Agora, a situação de cada pessoa deve ser analisada de acordo com suas necessidades e as barreiras que enfrenta.

Dependendo do veículo e das regras cumpridas, a isenção pode reduzir o preço do carro em até 30%.

Quem pode ter direito?

Segundo a Receita Federal, o benefício pode ser concedido a:

  • Pessoas com deficiência física, visual ou mental;
  • Pessoas com transtorno do espectro autista;
  • Menores de 18 anos com deficiência ou TEA, desde que sejam representados legalmente;
  • Taxistas, cooperativas e permissionárias de táxi, seguindo as regras específicas.

A decisão do STF ampliou o acesso para pessoas com diferentes níveis de deficiência e autismo, mas é necessário cumprir outros requisitos para conseguir o benefício.

Pessoas com deficiência podem solicitar a isenção de IPI mesmo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Nesse caso, é necessário indicar pelo menos um motorista habilitado que poderá dirigir o veículo.

Já para a isenção de IOF, existem regras diferentes e mais restritas. O benefício é destinado a pessoas com deficiência física que não conseguem dirigir um carro comum e precisam de adaptações.

Se a CNH não tiver a restrição necessária

Ainda é possível solicitar o benefício. Porém, quando a deficiência física não aparece de forma compatível na CNH, pode ser necessário passar por uma nova avaliação no Detran para verificar a capacidade de dirigir e as possíveis adaptações.

Qualquer carro pode receber o desconto?

Não. Existem regras sobre quais veículos podem receber a isenção.

Para a isenção de IPI, por exemplo, o carro precisa ser novo, ter motor de até 2.0, pelo menos quatro portas e atender a determinadas regras de motorização.

A isenção de IOF possui regras próprias e pode ser utilizada apenas uma vez.

Depois de comprar o carro

Quem utiliza a isenção precisa esperar três anos para comprar outro veículo usando novamente esse benefício.

Para taxistas, o prazo é diferente: a isenção pode ser solicitada novamente depois de dois anos, seguindo as regras específicas.

A decisão do STF amplia o número de pessoas que podem ter acesso ao benefício, mas isso não significa que o desconto seja automático. É preciso cumprir os requisitos e apresentar a documentação exigida.

Leia mais em: https://g1.globo.com/carros/noticia/2026/08/06/stf-amplia-isencao-de-impostos-para-compra-de-carro-por-pessoas-com-autismo-e-deficiencia.ghtml

Finanças

E se seu primeiro investimento tivesse começado no nascimento?

Já pensou se todo bebê que nascesse no Brasil já tivesse uma conta de investimento em seu nome? Essa é a ideia da Conta Convergência, uma proposta criada por executivos de diferentes áreas.

A proposta prevê que o governo abra uma conta para cada recém-nascido e faça investimentos em fundos ligados a ações de empresas brasileiras até a pessoa completar 18 anos.

Como funcionaria?

A ideia seria começar com um depósito de R$ 1 mil para cada bebê. Ao longo dos 18 anos, o governo faria novos depósitos, chegando a um total de R$ 9,5 mil.

Com os rendimentos dos investimentos, esse dinheiro poderia chegar a cerca de R$ 23 mil quando a pessoa completasse 18 anos.

A proposta foi inspirada em um programa criado nos Estados Unidos.

Por que criar essa conta?

Um dos motivos apresentados pelos criadores da proposta é o aumento do número de jovens endividados no Brasil. Entre 2016 e 2024, esse número passou de 13 milhões para 27 milhões.

A ideia seria ajudar os jovens a chegar à vida adulta com algum dinheiro acumulado, que poderia ser usado para começar a construir seu patrimônio.

De onde viria o dinheiro?

Para pagar pelo programa sem criar novos impostos, a proposta sugere aumentar em três anos a idade mínima para aposentadoria das gerações mais jovens.

Essa mudança seria feita aos poucos e não afetaria pessoas que já estão aposentadas.

Segundo os responsáveis pela proposta, a economia gerada pela mudança poderia ajudar a financiar as contas dos recém-nascidos.

A proposta já está valendo?

Não. A Conta Convergência ainda é apenas uma proposta.

Para que pudesse ser criada, seria necessário alterar a Constituição por meio de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), já que a ideia também mudaria regras relacionadas à Previdência.

Ou seja: por enquanto, os bebês continuam chegando ao mundo sem uma conta na Bolsa.

Leia mais em: https://viva.com.br/politica/proposta-preve-criar-conta-de-investimento-para-brasileiros-recem-nascidos.html

Você percebeu que os supermercados estão diferentes?

A forma de fazer compras está mudando e os supermercados também precisam acompanhar essas mudanças.

Uma das principais transformações está no número de lojas. O grupo GPA, dono do Pão de Açúcar e do Extra, chegou a ter cerca de 800 lojas em 2020, mas fechou aproximadamente 100 unidades até o fim de 2025.

Por que fechar lojas?

Manter um supermercado funcionando custa caro. É preciso pagar aluguel, funcionários, contas e estoque, mesmo quando as vendas não são tão boas quanto o esperado.

Não é porque o setor movimenta muito dinheiro que todos os negócios estão crescendo. As dez maiores empresas do varejo alimentar brasileiro movimentaram mais de R$ 361 bilhões em 2025, mas os custos continuam sendo um desafio.

O consumidor também mudou

Com o dinheiro mais contado, muita gente passou a pesquisar mais antes de comprar e procurar produtos que ofereçam um bom custo-benefício.

Hoje, cerca de 6 em cada 10 consumidores dizem que procuram opções mais baratas.

Nesse cenário, os atacarejos, que misturam características de atacado e supermercado, ganharam espaço. Eles costumam oferecer preços menores para quem compra maiores quantidades.

Em 2025, o varejo alimentar movimentou cerca de R$ 1 trilhão, e aproximadamente R$ 327 bilhões desse valor vieram dos atacarejos.

As compras pela Internet

A mudança não acontece apenas nas lojas físicas. Cada vez mais pessoas também estão fazendo compras de supermercado pela Internet.

Em 2025, 15% dos brasileiros disseram já ter comprado produtos de supermercado on-line.

Ou seja: supermercados estão precisando se adaptar a um consumidor que pesquisa mais, busca preços melhores e também está cada vez mais aberto a fazer compras pela Internet.

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/a-nova-logica-dos-supermercados

Educação

Enem: o segredo para entender o tema da redação

Na redação do Enem, entender o tema é só o primeiro passo. Também é importante prestar atenção às palavras usadas na frase temática, porque elas mostram exatamente qual caminho você deve seguir no texto.

Esse trecho é chamado de comando da proposta. Ele funciona como uma espécie de “bússola” para ajudar a entender o que deve ser discutido.

Por que o comando é tão importante?

Imagine que o tema seja sobre saúde mental. Falar sobre o assunto de forma geral pode não ser suficiente. Dependendo das palavras usadas na proposta, o Enem pode pedir que você fale sobre preconceito, desafios, consequências ou outros aspectos específicos.

Por isso, não basta identificar o assunto principal. É preciso olhar para a frase inteira.

Um exemplo aconteceu no Enem 2020, cujo tema abordava o estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira.

Nesse caso, o foco deveria estar no preconceito e na discriminação enfrentados por pessoas com doenças mentais. Uma redação que falasse apenas sobre os efeitos dessas doenças poderia se afastar do que a proposta realmente pedia.

Algumas palavras mudam o caminho da redação

Confira alguns exemplos:

  • “Perspectivas acerca de…”: pede uma visão mais ampla, pensando no presente e também no futuro. É possível falar sobre avanços e sobre problemas que ainda precisam ser resolvidos.
  • “Desafios para…”: indica que você deve discutir os obstáculos que dificultam a solução de determinado problema. A pergunta principal pode ser: por que esse problema ainda existe?
  • “O estigma associado a…”: direciona a redação para questões como preconceito, julgamentos e marginalização. Não basta falar sobre o assunto de maneira geral.

Cuidado para não fugir do tema

Um erro comum é identificar apenas a palavra mais importante do assunto e esquecer o restante da proposta.

Por exemplo: se o tema fala sobre os desafios enfrentados por determinado grupo, não basta explicar quem é esse grupo. É preciso discutir os obstáculos que ele enfrenta e por que eles continuam existindo.

Uma boa dica é ler os textos de apoio com atenção. Eles ajudam a entender o problema, suas causas e seus impactos na sociedade brasileira.

Os temas ficaram mais específicos

Segundo os professores ouvidos pelo g1, as propostas do Enem ficaram mais detalhadas ao longo dos anos.

No passado, alguns temas eram mais amplos, como “O trabalho na construção da dignidade humana”, de 2010.

Nos últimos anos, os temas passaram a indicar com mais clareza qual problema deve ser discutido e quem é afetado por ele. Um exemplo é o tema de 2022: “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”.

Isso ajuda o estudante a entender melhor o caminho que deve seguir na redação.

Como deve ser a redação?

A redação do Enem precisa ser um texto dissertativo-argumentativo. Na prática, você deve:

  • Apresentar o tema e seu ponto de vista;
  • Usar argumentos para defender sua opinião;
  • Organizar as ideias de forma clara e conectada;
  • Apresentar uma proposta de intervenção para o problema discutido;
  • Respeitar os direitos humanos;
  • Usar a língua portuguesa formal.

A redação é avaliada em cinco competências, e cada uma pode valer até 200 pontos. Juntas, elas formam a nota máxima de 1.000 pontos.

Dica final

Antes de começar a escrever, faça uma pequena pausa e leia a frase temática algumas vezes.

Pergunte a si mesmo: qual é o assunto? Qual é o recorte? O que exatamente a proposta está pedindo que eu discuta?

Entender essas três coisas pode evitar que sua redação tome um caminho diferente do esperado.

Leia mais em: https://g1.globo.com/educacao/enem/2026/noticia/2026/08/14/enem-2026-comando-da-frase-tematica-o-que-e.ghtml

A IA está fazendo jovens repensarem a faculdade

Escolher uma profissão sempre foi uma decisão importante. Com o avanço da Inteligência Artificial (IA), muitos jovens estão pensando ainda mais sobre qual curso fazer e se conseguirão encontrar um emprego depois da faculdade.

Uma pesquisa mostrou que quase 70% dos universitários americanos têm medo de que a IA dificulte sua entrada no mercado de trabalho depois da formatura. Além disso, 22% já mudaram de curso ou área de especialização por preocupação com as oportunidades de emprego.

A IA está mudando o mercado

Cada vez mais empresas estão procurando profissionais que saibam usar ferramentas de Inteligência Artificial.

Por isso, as universidades também estão tentando acompanhar essa mudança e oferecer novas opções de formação.

Uma possibilidade é estudar diretamente IA e tecnologia. Em 2020, apenas quatro universidades ofereciam cursos de graduação específicos nessa área nos Estados Unidos. Hoje, já são 79 universidades.

No entanto, nem todo mundo acredita que o futuro do trabalho será apenas sobre programação, computadores e tecnologia.

Algumas instituições estão apostando em outras habilidades e profissões. Uma universidade americana, por exemplo, criou um curso voltado para influenciadores, pensando nas novas oportunidades que surgiram com as redes sociais.

Até os cursos tradicionais estão mudando

A transformação também aparece em cursos que, durante muito tempo, foram considerados boas opções para conseguir emprego.

A graduação em Ciência da Computação, que teve um forte crescimento durante cerca de 15 anos, registrou uma queda de 8,1% nas matrículas no último ano.

Isso mostra que até áreas consideradas mais seguras estão sendo afetadas pelas mudanças no mercado.

O que pode fazer diferença?

Com tantas mudanças, fica difícil prever quais profissões estarão em alta daqui a alguns anos.

Segundo a OpenAI, algumas habilidades humanas devem continuar sendo importantes para os profissionais, como pensamento crítico, colaboração e liderança.

A grande questão é que a IA está assumindo cada vez mais tarefas. Por isso, escolher uma profissão hoje não significa apenas pensar em “qual emprego está bombando agora?”, mas também em quais conhecimentos e habilidades podem continuar sendo importantes no futuro.

O mercado de trabalho está mudando, e a escolha da faculdade também.

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/escolher-faculdade-nao-e-mais-como-antes

Saúde

Desabafar com IA virou normal?

A Inteligência Artificial já faz muito mais do que responder perguntas ou ajudar em tarefas. Para algumas pessoas, ela também virou um espaço para desabafar, contar problemas e falar sobre sentimentos.

Uma pesquisa realizada pela CNN Brasil em parceria com o Instituto Locomotiva, com mais de 2 mil pessoas, mostrou que 40% dos brasileiros dizem preferir conversar com uma IA do que com uma pessoa.

A IA virou confidente?

Segundo a pesquisa, 58% dos brasileiros já contaram para uma IA algo que nunca haviam contado a ninguém.

Entre os jovens de 18 a 24 anos, esse número chega a 72%.

A pesquisa também mostrou que 30% dos entrevistados já choraram durante uma conversa com uma IA, enquanto 60% disseram que essas conversas ajudam a diminuir a sensação de solidão.

Por que conversar com uma IA pode parecer mais fácil?

Uma das explicações é que ela está disponível praticamente a qualquer hora, responde rapidamente e não demonstra julgamento. Para algumas pessoas, isso cria uma sensação de segurança para falar sobre assuntos pessoais.

As conversas com outras pessoas

A pesquisa também mostra que 58% dos brasileiros sentem que a IA os entende melhor do que pessoas próximas.

Isso levanta uma discussão importante: será que a tecnologia pode acabar ocupando o espaço que antes era dos amigos, familiares e outras pessoas de confiança?

O problema não está necessariamente em conversar com uma IA. A preocupação aparece quando ela começa a substituir os relacionamentos e as conversas da vida real.

A pesquisa também mostrou que 46% das pessoas já desconfiaram que uma mensagem recebida tinha sido escrita por uma IA.

Além disso, 59% disseram que se sentiriam traídos se descobrissem que uma mensagem carinhosa enviada por alguém próximo havia sido criada por uma Inteligência Artificial.

Ou seja, existe uma situação curiosa: as pessoas estão cada vez mais confortáveis em contar seus sentimentos para uma máquina, mas ainda esperam que o carinho recebido de outras pessoas seja verdadeiro e escrito por elas mesmas.

Tecnologia ou companhia?

A IA pode ser útil para conversar, organizar pensamentos ou encontrar informações, mas ela não substitui completamente as relações humanas.

Amigos, familiares e profissionais podem oferecer algo que uma tecnologia não oferece da mesma maneira: uma relação real, construída ao longo do tempo e baseada em experiências compartilhadas.

No fim, a pergunta não é apenas se podemos conversar com uma IA, mas qual espaço queremos que ela ocupe na nossa vida.

Leia mais em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/inteligencia-artificial/quase-metade-dos-brasileiros-prefere-conversar-com-ia-do-que-com-uma-pessoa/

Sarampo voltou a preocupar. Você está protegido?

O sarampo é uma doença infecciosa muito contagiosa. Ela pode passar de uma pessoa para outra pelo ar, principalmente quando alguém infectado tosse, espirra, fala ou respira.

A doença pode causar problemas sérios, mas existe uma das principais formas de prevenção: a vacinação.

Com o aumento de casos, especialmente em São Paulo, especialistas reforçam a importância de manter a vacinação em dia.

Quais são os riscos?

O sarampo pode causar complicações como:

  • Pneumonia, uma infecção nos pulmões;
  • Otite, uma infecção no ouvido que pode causar perda permanente da audição;
  • Encefalite, uma inflamação no cérebro;
  • Outras infecções e problemas de saúde.

Crianças pequenas e pessoas com o sistema imunológico enfraquecido têm maior risco de desenvolver casos graves.

Em alguns casos, o sarampo também pode deixar o sistema imunológico mais vulnerável por alguns meses depois da doença. Isso pode aumentar o risco de outras infecções.

A doença também pode levar à morte em casos graves.

Quais são os sintomas?

Os principais sinais do sarampo são:

  • Febre alta, geralmente acima de 38,5 °C;
  • Manchas vermelhas pelo corpo;
  • Tosse seca;
  • Olhos vermelhos ou conjuntivite;
  • Cansaço e mal-estar.

As manchas costumam aparecer alguns dias depois dos primeiros sintomas. Geralmente começam no rosto e atrás das orelhas e depois se espalham pelo corpo.

Se esses sintomas aparecerem, principalmente se a febre continuar depois do surgimento das manchas, é importante procurar um serviço de saúde.

A vacina é a principal proteção

A vacinação é a principal maneira de evitar o sarampo e suas complicações.

A vacina tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Ela faz parte do Calendário Nacional de Vacinação.

O número de doses necessárias pode variar de acordo com a idade e o histórico de vacinação. Por isso, é importante conferir a carteira de vacinação e seguir as orientações de um profissional de saúde.

Em situações de surto, as autoridades de saúde podem recomendar estratégias diferentes, como a vacinação de crianças menores de um ano em algumas regiões.

Por que vacinar também protege outras pessoas?

Quando mais pessoas estão vacinadas, o vírus encontra menos pessoas que podem ser infectadas. Isso ajuda a diminuir a circulação da doença e protege também quem tem maior risco de desenvolver complicações.

Por isso, manter a vacinação em dia é uma forma de cuidar não apenas da própria saúde, mas também da comunidade.

Leia mais em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/08/17/sarampo-morte-inflamacao-no-cerebro-e-infeccoes-entenda-os-riscos-da-doenca-que-pode-ser-evitada-com-vacinacao.ghtml

Curiosidades

Como as pessoas acordavam antes do despertador e do celular?

Hoje, se você precisa acordar cedo, é só colocar o alarme no celular, mas como as pessoas faziam isso antes de existirem despertadores?

Durante milhares de anos, elas precisaram encontrar maneiras criativas de acordar na hora certa. Usavam o nascer do sol, animais, sinos, velas, água e até pessoas que trabalhavam como “despertadores humanos”

O galo era o despertador da época

Antes dos despertadores, muitos sinais naturais ajudavam as pessoas a saber quando era hora de levantar.

O nascer do sol era um dos principais. A luz da manhã ajuda nosso corpo a regular o chamado ritmo circadiano, que influencia os horários em que sentimos sono e acordamos.

Os animais também ajudavam. O canto do galo, por exemplo, era um sinal de que o dia estava começando. Os pássaros também costumavam começar a cantar pela manhã.

Em algumas comunidades, os sinos das igrejas ajudavam a organizar os horários do dia. Eles podiam indicar o momento de trabalhar, rezar ou realizar outras atividades.

Velas que funcionavam como relógio

Algumas pessoas criaram métodos bem mais tecnológicos para a época.

Na China Antiga, por exemplo, existiam relógios de vela. As velas tinham marcas que indicavam a passagem do tempo. Em alguns modelos, quando a vela queimava até determinado ponto, um pequeno objeto caía sobre uma bandeja de metal e fazia barulho.

Também existiam relógios de incenso, que funcionavam de maneira parecida. O incenso queimava lentamente e podia marcar determinados horários.

Até a água podia virar despertador

Na Grécia Antiga, eram usados relógios de água, conhecidos como clepsidras.

A água passava de um recipiente para outro e, quando chegava a determinado nível, o mecanismo podia produzir um som.

Segundo registros históricos, o filósofo Platão teria adaptado um relógio de água para funcionar como uma espécie de despertador, por volta do século 5 a.C.

Ou seja: muito antes do “soneca” do celular, já existia gente tentando inventar um jeito de não perder a hora. 

Durante a Revolução Industrial, principalmente no Reino Unido, chegar atrasado ao trabalho podia causar grandes problemas. As fábricas tinham horários rígidos e os funcionários precisavam estar lá na hora certa.

Como os despertadores eram caros, surgiu uma profissão curiosa: os “despertadores humanos”.

Essas pessoas caminhavam pelas ruas durante a madrugada e acordavam os trabalhadores batendo nas janelas.

Algumas usavam varas compridas para alcançar janelas mais altas. Outras chegavam a lançar ervilhas secas contra os vidros usando pequenos tubos.

Elas não iam embora simplesmente depois de bater uma vez. Continuavam até terem certeza de que o cliente tinha acordado.

A profissão existiu em diferentes lugares e praticamente desapareceu na década de 1920, quando os despertadores ficaram mais comuns e baratos.

O celular mudou tudo?

Hoje, acordar parece muito mais simples. Basta programar um alarme e esperar aquela música irritante começar a tocar.

Contudo, algumas ideias antigas ainda podem ajudar.

A luz natural pela manhã é importante para regular nosso relógio biológico. Já muita luz artificial à noite pode dificultar o início do sono.

Outro hábito importante é manter horários relativamente regulares para dormir e acordar. Com uma rotina de sono organizada, o corpo pode se acostumar a despertar aproximadamente no mesmo horário.

Do galo ao celular

A história dos despertadores mostra como a humanidade foi criando novas formas de controlar o tempo: primeiro com a natureza, depois com animais, sinos, velas, água, pessoas e mecanismos cada vez mais sofisticados.

Hoje temos celulares capazes de tocar um alarme, vibrar, iluminar a tela e até registrar nosso sono.

Leia mais em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/08/08/os-curiosos-metodos-que-as-pessoas-usavam-para-acordar-antes-da-invencao-dos-despertadores-e-dos-celulares.ghtml?utm_source=health_times&utm_medium=newsletter&utm_campaign=10-08-2026&_bhlid=736e3150d1aaf15560073a4e062f7de7650100fb

Aconteceu no Saber

Seu Futuro Fala Libras: confira como foi nossa Campanha de Julho (com uma participação especial!)

Em julho, o Saber promoveu a campanha “Seu Futuro Fala Libras: Inclusão que Muda o Mundo”, um momento de reflexão sobre inclusão, acessibilidade e a importância da comunicação no ambiente profissional.

Ao longo da campanha, nossos jovens puderam conhecer um pouco mais sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e refletir sobre as barreiras enfrentadas diariamente por pessoas surdas, especialmente nos espaços de estudo e trabalho.

Mais do que aprender sobre Libras, a campanha foi um convite para pensar em como pequenas atitudes podem contribuir para ambientes mais acessíveis, acolhedores e inclusivos. Afinal, quando a comunicação se torna mais acessível, novas possibilidades de conexão e participação também aparecem.

Tudo isso só foi possível com a participação de vocês!

Agradecemos a todos os jovens, instrutores e equipes que participaram das atividades, compartilharam suas experiências e ajudaram a tornar essa campanha tão especial.

Confira alguns registros desse momento:

Para fechar a campanha com muita criatividade, a jovem Débora Bittencourt, da unidade Liberdade, preparou uma participação especial: ela gravou um vídeo interpretando em Libras a música “Parabéns para Você”.

A iniciativa mostra que a Libras também pode estar presente em momentos de celebração, conexão e carinho, tornando a comunicação mais acessível para todos. 

Confira aqui o vídeo da Débora!

Dicas de Psi

Nesta seção, o time de Psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui.

Isabelly Gomes - Psicóloga>

Isabelly Gomes - Psicóloga

Pratique a técnica 5-4-3-2-1

Quando perceber que está muito ansioso, observe:

  • 5 coisas que você consegue ver;
  • 4 que consegue tocar;
  • 3 que consegue ouvir;
  • 2 que consegue sentir pelo olfato;
  • 1 que consegue perceber pelo paladar.

Essa técnica ajuda a trazer a atenção para o momento presente.

Tô no Saber

Guilherme Miranda Izzo - Unidade Conselheiro>

Guilherme Miranda Izzo - Unidade Conselheiro

Participar do curso de capacitação como Jovem Aprendiz no Saber, foi uma das experiências mais importantes na minha carreira profissional. Quando entrei, eu tinha muitas dúvidas sobre o mercado de trabalho e sobre qual caminho seguir. Ao longo das aulas, aprendi não só habilidades técnicas, mas também valores como responsabilidade, organização e trabalho em equipe.
Os instrutores sempre nos incentivaram a acreditar no nosso potencial e a buscar o nosso melhor todos os dias. Hoje me sinto muito mais preparado para enfrentar desafios profissionais e pessoais. Esse curso abriu portas, ampliou minha visão de futuro e me deu a confiança que eu precisava para começar minha trajetória com mais determinação.

Sugestões da Semana

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Filme: Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa

Se você está pensando em assistir Homem-Aranha: Um Novo Dia no cinema, que tal fazer um esquenta com um dos filmes mais marcantes do herói?

Em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, Peter Parker vê sua identidade secreta ser revelada e procura uma solução que acaba abrindo as portas para uma aventura cheia de vilões, heróis e versões inesperadas do Homem-Aranha. 🕸️

O filme mistura ação, humor e muita nostalgia, sendo uma ótima escolha para relembrar momentos importantes da história do personagem antes de conferir sua nova aventura nas telonas.

Dica: assista Sem Volta Para Casa e fique pronto para entrar no clima de Homem-Aranha: Um Novo Dia!

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Livro: Amêndoas

Indicação da Stephanie Lopes de Souza, da unidade Estácio Santo Amaro

E se você tivesse dificuldade para entender e demonstrar suas próprias emoções? É assim que conhecemos Yunjae, um adolescente que enxerga o mundo de uma maneira diferente e precisa aprender a lidar com sentimentos, amizades e situações que nem sempre consegue compreender.

Amêndoas, de Won-pyung Sohn, é uma história sobre amizade, amadurecimento e as diferentes formas de sentir e se conectar com outras pessoas. Uma leitura envolvente para quem gosta de histórias que fazem pensar e mostram que nem todo mundo sente ou demonstra as coisas da mesma maneira.

#DeJovemPraJovem

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Série: The Office

Indicação da Júlia Silva Cardoso, da unidade  Estácio Salvador

Já imaginou trabalhar em um escritório onde cada dia parece mais estranho que o outro? The Office acompanha a rotina dos funcionários de uma empresa de papel, mostrando suas relações, situações inesperadas e os momentos completamente sem noção que acontecem durante o expediente.

Com humor, personagens marcantes e muitas situações que lembram o dia a dia no trabalho, a série transforma tarefas comuns de escritório em histórias divertidas e inesperadas.

Prepare-se para acompanhar Michael Scott e sua equipe e descobrir por que The Office se tornou uma das comédias mais queridas da TV!

#DeJovemPraJovem

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