Reflexão da Semana 💭

“Onde a vontade é grande, as dificuldades não podem ser maiores” – 

Nicolau Maquiavel

Nesta edição:

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Carreira e Desenvolvimento

Nem só de colegas vive sua carreira: Quem mais ajuda você no trabalho pode não ser seu colega

Quando pensamos em quem pode nos ajudar no trabalho, é comum lembrar de colegas, gestores ou pessoas da mesma área. No entanto, às vezes, uma conversa com alguém de outra profissão traz uma ideia ou visão que ninguém da sua equipe tinha pensado.

Sair da “bolha” pode ajudar

Quem trabalha com você conhece os problemas da empresa, os processos e até as dificuldades do dia a dia. Isso é útil, mas também pode fazer com que todos enxerguem as situações de uma maneira parecida.

Já uma pessoa de fora pode olhar para o problema com outros olhos e fazer perguntas simples que ajudam você a perceber algo que estava passando despercebido.

Por isso, manter contato com pessoas de diferentes áreas e profissões pode trazer novas ideias e maneiras de resolver problemas.

Nem sempre você precisa de uma solução

Uma conversa útil não precisa terminar com uma grande ideia ou uma solução perfeita.

Às vezes, o mais importante é conversar com alguém que entenda a pressão de estudar, trabalhar, tomar decisões e lidar com responsabilidades, mesmo que essa pessoa tenha uma profissão completamente diferente.

Ter alguém com quem você possa falar sem medo de ser julgado pode ajudar a aliviar o estresse e enxergar uma situação com mais calma.

O tempo longe do trabalho também importa

Parece estranho, mas parar de pensar no trabalho por um tempo pode ajudar você a resolver problemas.

Conversar com amigos, tomar um café, caminhar ou simplesmente fazer algo que você gosta permite que sua mente descanse. Muitas vezes, uma ideia aparece justamente quando você deixa de tentar encontrá-la.

Sabe quando você está tomando banho e, do nada, pensa na solução de um problema? É mais ou menos essa a ideia.

Networking não é só trocar contatos

Construir uma rede de contatos não significa conhecer pessoas apenas porque elas podem ajudar sua carreira no futuro.

Relacionamentos verdadeiros também são importantes. Ter amigos e conhecidos de diferentes áreas permite trocar experiências, conhecer novas perspectivas e até descobrir possibilidades que você nunca tinha considerado.

Além disso, passar um tempo com pessoas que não fazem parte da sua rotina profissional ajuda a lembrar que um problema no trabalho é apenas uma parte da vida, e não a vida inteira.

A melhor conexão pode estar fora do trabalho

Nem sempre quem mais ajuda sua carreira é quem trabalha ao seu lado.

Uma pessoa de outra área pode ajudar você a pensar diferente, enxergar novas possibilidades ou simplesmente conversar quando a pressão estiver grande.

Ter uma boa rede de contatos não significa apenas conhecer pessoas que podem abrir portas. Também significa ter pessoas que ajudam você a enxergar melhor o caminho.

 

Leia mais em: https://forbes.com.br/carreira/2026/08/as-pessoas-que-mais-ajudam-voce-no-trabalho-podem-nao-ser-seus-colegas/

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Mundo do Trabalho

Feedback negativo: por que é tão difícil ouvir críticas no trabalho?

Receber um feedback nem sempre é confortável, principalmente quando ele aponta algo que precisamos melhorar. Uma pesquisa com 500 profissionais brasileiros mostrou que quase 43% têm dificuldade para lidar com feedbacks negativos no trabalho.

Por que uma crítica pode incomodar tanto?

Cada pessoa reage de uma maneira. Segundo a pesquisa, 16% dos profissionais sentem impactos emocionais ao receber uma avaliação negativa. Outros 13,8% sentem vontade de defender imediatamente seu ponto de vista, enquanto 3,4% acabam levando a crítica para o lado pessoal.

Isso mostra que ouvir algo que não esperávamos pode mexer com nossas emoções. Contudo, feedback não precisa ser visto como um ataque.

Outros desafios também mexem com o emocional

O feedback não é a única situação difícil no ambiente profissional. Os participantes também apontaram momentos em que têm mais dificuldade para controlar as emoções.

Entre eles estão:

  • Quando algo não sai como planejado: 37,4%
  • Durante conflitos: 33%
  • Quando estão sob pressão: 30,6%
  • Ao tomar decisões importantes: 19,8%

Como aprender a lidar melhor?

Uma das formas é desenvolver a capacidade de perceber e controlar as próprias emoções antes de agir.

Segundo os profissionais entrevistados, as lideranças ajudam nesse processo ensinando a:

  • prestar mais atenção às próprias emoções antes de tomar decisões;
  • reconhecer erros e mudar de estratégia;
  • ouvir opiniões diferentes;
  • tomar decisões com base em informações e dados.

Feedback também pode ser uma oportunidade

Um feedback negativo não significa que você é ruim no que faz. Ele pode mostrar pontos que precisam de atenção e ajudar você a melhorar.

Em vez de pensar apenas em “o que fiz de errado?”, vale tentar entender “o que posso aprender com isso?”

Aprender a ouvir, refletir e transformar uma crítica em oportunidade de desenvolvimento é uma habilidade importante para qualquer carreira.

 

Leia mais em: https://vocerh.abril.com.br/saude-mental/4-em-cada-10-brasileiros-nao-lidam-bem-com-feedbacks-negativos-no-trabalho/

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Entretenimento

Mickey, Hércules e Woody juntos? Prepare-se para o encontro mais inesperado da Disney

Imagine Mickey, Pato Donald, Pateta, Hércules e vários outros personagens da Disney no mesmo universo. É exatamente essa mistura que fez de Kingdom Hearts um dos games mais conhecidos entre os fãs da Disney e dos videogames. Agora, a história vai ganhar uma nova versão em série de anime no Disney+.

Um encontro de universos

A novidade foi anunciada durante a D23, evento que apresenta os próximos lançamentos da Disney. A série será inspirada na famosa franquia de jogos criada em parceria pela Disney e pela empresa japonesa Square Enix.

A produção terá uma história inédita, criada especialmente para a série, mas continuará explorando o universo que conquistou milhões de jogadores.

Quem é o protagonista?

Nos jogos, a história acompanha Sora, um garoto que recebe uma arma mágica chamada Keyblade depois que seu mundo é destruído por criaturas das trevas.

A partir daí, ele embarca em uma grande aventura e visita diferentes mundos inspirados em histórias da Disney.

Mickey, Hércules, Toy Story e muito mais

Uma das principais atrações de Kingdom Hearts é justamente o encontro entre personagens de diferentes histórias.

Nos jogos, Sora já encontrou personagens como Mickey, Pato Donald, Pateta, Jack Skellington, Malévola, Ursula e Gênio, além de visitar universos de filmes como Hércules, Alice no País das Maravilhas e Toy Story.

O universo de Viva – A Vida é uma Festa também será incluído na franquia.

Ainda não se sabe quais personagens e mundos aparecerão na nova série, o que deixa muitas possibilidades para os fãs imaginarem os encontros que podem acontecer.

Quando estreia?

A série será produzida em formato de anime e terá a participação de Tetsuya Nomura, criador de Kingdom Hearts.

Por enquanto, o Disney+ ainda não divulgou uma data de estreia. Mas uma coisa já está garantida: o universo de Kingdom Hearts está prestes a ganhar uma nova aventura.

 

Leia mais em: https://www.adorocinema.com/noticias/series/noticia-1000220346/ 

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Rock in Rio estreia nova tecnologia de transmissão

O Rock in Rio 2026 terá uma novidade além dos shows: pela primeira vez, o festival contará com transmissões da Globo usando a TV 3.0, a nova geração da televisão aberta brasileira.

A tecnologia promete melhorar a qualidade de imagem e som e, principalmente, deixar a experiência mais interativa.

O que é a TV 3.0?

A TV 3.0, também chamada de DTV+, é uma nova tecnologia para a televisão aberta. Ela combina o sinal da antena com recursos da internet, permitindo que o público tenha acesso a funções que não existem na TV tradicional.

Entre as possibilidades estão enquetes, informações extras, diferentes opções de áudio e até câmeras com outros ângulos.

E como isso pode funcionar no Rock in Rio?

Durante o festival, a tecnologia pode permitir que o público participe de votações pelo controle remoto ou escolha diferentes imagens de um mesmo show.

A Globo ainda não confirmou quais recursos estarão disponíveis durante o Rock in Rio, mas a experiência pode deixar quem estiver em casa mais próximo do que está acontecendo no palco.

Quando será possível testar a novidade?

Até agora, a Globo confirmou a transmissão aberta do show de Elton John, no dia 7 de setembro, às 23h45. É nessa apresentação que os novos recursos da TV 3.0 poderão ser utilizados.

Quem quiser acompanhar outros shows poderá encontrar a programação do Multishow em 4K no Globoplay, disponível para assinantes do plano Premium.

A TV 3.0 já está disponível?

A tecnologia ainda está chegando aos poucos ao Brasil. Atualmente, o sinal da TV 3.0 está disponível em algumas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Para aproveitar todos os recursos, é necessário ter um equipamento compatível. A maioria das TVs vendidas atualmente ainda não recebe o novo sinal diretamente.

Precisa de internet?

Para assistir à programação normalmente, não. O sinal da TV 3.0 pode ser recebido pela antena.

A internet é necessária apenas para acessar os recursos interativos, como enquetes, informações extras e câmeras alternativas.

A ideia é transformar a televisão em uma experiência mais participativa, aproximando um pouco a TV aberta daquilo que já estamos acostumados a fazer no celular e na internet.

 

Leia mais em: https://canaltech.com.br/telecom/rock-in-rio-tera-transmissao-em-tv-30-pela-primeira-vez/

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Ciência e Tecnologia

Comprou e começou a ver aquele produto em todo lugar? Entenda o que é o viés de frequência

Já aconteceu de você comprar um celular, uma roupa ou um tênis e, de repente, começar a encontrar o mesmo produto em todos os lugares?

Parece que, depois da compra, todo mundo resolveu ter exatamente a mesma coisa. Mas calma: provavelmente o mundo não mudou. Foi o seu cérebro que passou a prestar mais atenção naquele item.

Esse fenômeno é chamado de viés de frequência, também conhecido como fenômeno Baader-Meinhof.

Seu cérebro começa a prestar atenção

Todos os dias, recebemos uma quantidade enorme de informações. Para não ficar sobrecarregado, o cérebro seleciona o que merece mais atenção e deixa outras coisas em segundo plano.

Quando você compra algo novo, aquele objeto passa a ser importante para você. Por isso, seu cérebro começa a identificá-lo com mais facilidade.

É como quando você aprende uma palavra nova e, de repente, parece que ela aparece em todos os lugares. Ela provavelmente já estava por aí. Você é que começou a percebê-la.

“Todo mundo tem esse celular!”

Imagine que você acabou de comprar um celular de determinado modelo.

Antes da compra, você provavelmente já encontrava pessoas usando o mesmo aparelho, mas não prestava atenção. Depois, seu cérebro passa a reconhecer aquele modelo rapidamente.

No ônibus, na escola, no trabalho ou na rua, você começa a pensar:

“Nossa, todo mundo tem esse celular!”

Mas isso não significa necessariamente que o número de pessoas usando o aparelho aumentou. Você apenas ficou muito mais atento a ele.

Os algoritmos também entram nessa história

Existe ainda outro detalhe: a internet pode aumentar essa sensação.

Se você pesquisa um produto ou faz uma compra online, os algoritmos podem entender que aquilo é algo que interessa a você. A partir daí, começam a aparecer anúncios, vídeos e conteúdos relacionados.

Então acontece uma combinação curiosa: seu cérebro começa a perceber mais o produto + a internet começa a mostrar mais o produto.

Resultado? Parece que aquele item está simplesmente em todo lugar.

Isso pode influenciar suas compras

O fenômeno também pode afetar a maneira como você toma decisões.

Se você começa a perceber determinado produto por todos os lados, pode pensar que ele está na moda, que todo mundo está usando ou que deve ser uma ótima escolha.

Mas atenção: ver mais uma coisa não significa necessariamente que ela ficou mais popular.

Antes de comprar, vale pesquisar avaliações, preços e outras opções, em vez de usar apenas a sensação de que “todo mundo tem”.

Isso acontece com muito mais do que produtos

O viés de frequência não aparece apenas nas compras.

Você descobre uma banda e começa a encontrá-la em várias playlists. Aprende uma palavra nova e passa a vê-la em textos. Conhece uma série e percebe que várias pessoas estão falando sobre ela.

Em todos esses casos, a informação já estava presente. O que mudou foi o que o seu cérebro decidiu destacar.

Seu cérebro não está enganando você

O mais interessante é que você realmente está percebendo mais aquele objeto. A sensação não é inventada.

O segredo é entender que perceber mais não significa necessariamente que existe mais.

Da próxima vez que você pensar “como eu nunca tinha reparado nisso antes?”, talvez a resposta seja simples: seu cérebro finalmente colocou aquilo no radar.

 

Leia mais em: https://revistaoeste.com/variedades/voce-compra-algo-e-comeca-a-ver-em-todo-lugar-a-ciencia-explica/

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O que os vídeos curtos fazem com a nossa atenção?

Você já entrou no Instagram ou TikTok pensando “vou ficar só cinco minutinhos” e, quando percebeu, já tinha passado muito mais tempo? A ciência está tentando entender por que é tão difícil parar.

Um estudo recente analisou o cérebro de jovens adultos enquanto eles assistiam a vídeos curtos, com menos de 30 segundos. Os participantes podiam pular os vídeos quando quisessem, enquanto exames acompanhavam a atividade do cérebro.

O que os pesquisadores descobriram?

Nos vídeos que mais prendiam a atenção, algumas áreas do cérebro ficaram menos ativas. Essas regiões estão relacionadas a funções importantes, como atenção, tomada de decisões e autocontrole.

Isso pode ajudar a explicar por que os vídeos curtos são tão fáceis de consumir sem perceber o tempo passar. Você assiste a um, depois a outro, depois a mais um… e o famoso “só mais um vídeo” pode virar uma longa sessão de scroll.

E a memória?

Essa não é a única preocupação dos cientistas. Outra pesquisa encontrou uma relação entre o hábito de consumir muitos vídeos curtos e dificuldades na chamada memória prospectiva, que é a capacidade de lembrar que precisamos fazer alguma coisa no futuro.

Por exemplo: lembrar de entregar um trabalho, responder uma mensagem ou realizar uma tarefa mais tarde.

Então os Reels estão “derretendo” o cérebro?

Calma! O estudo não significa que assistir a alguns vídeos curtos vai fazer mal ao cérebro. Os pesquisadores encontraram uma relação entre o consumo desses conteúdos e mudanças na atividade cerebral, mas isso não prova que os vídeos sejam os responsáveis diretos por essas mudanças.

A principal mensagem é outra: passar muito tempo rolando vídeos pode influenciar nossos hábitos de atenção e concentração. Por isso, fazer pausas e equilibrar o tempo de tela com outras atividades pode ser uma boa ideia.

 

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/scrollar-pode-estar-derretendo-seu-cerebro

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Brasil e Mundo

O mundo pode enfrentar uma crise de alimentos a partir de 2027?

Por que os alimentos podem ficar mais caros?

Um relatório do banco JPMorgan alerta que o mundo pode enfrentar uma possível crise no abastecimento de alimentos a partir de 2027.

Segundo o estudo, dois fatores podem acontecer ao mesmo tempo e afetar a produção de comida: a falta de fertilizantes e um possível El Niño muito forte.

O que os fertilizantes têm a ver com isso?

Os fertilizantes são importantes para ajudar as plantas a crescerem e aumentarem sua produção. O problema é que uma grande parte dos produtos usados para fabricar fertilizantes é exportada por países do Oriente Médio.

Atualmente, a região responde por cerca de 70% das exportações mundiais desses produtos.

As tensões e conflitos na região podem dificultar a produção e o transporte. Se a oferta de fertilizantes diminuir, os agricultores podem ter dificuldades para manter a produção de alimentos.

E o El Niño?

O segundo problema pode vir do clima.

O El Niño acontece quando as águas de uma parte do Oceano Pacífico ficam mais quentes que o normal. Esse aquecimento pode alterar o clima em diferentes regiões do planeta, provocando períodos de mais chuva em alguns lugares e de seca em outros.

O JPMorgan estima 81% de chance de o atual El Niño se tornar muito forte até o final de 2026 e continuar influenciando o clima em 2027.

Em eventos fortes do fenômeno, a produção agrícola em regiões tropicais já registrou uma queda média de 3,5%.

E o que isso pode mudar no nosso dia a dia?

Se a produção de alimentos diminuir, os preços podem subir.

O relatório estima que a inflação global dos alimentos pode passar de 2,8% no primeiro semestre de 2026 para 5% no mesmo período de 2027.

Isso significa que produtos que fazem parte do nosso dia a dia podem ficar mais caros, principalmente se a produção e o transporte forem afetados.

Brasil está entre os países que podem sentir mais os efeitos

O relatório aponta Brasil, Índia e Indonésia como alguns dos países que podem ser mais afetados pela combinação da falta de fertilizantes com um El Niño forte.

Apesar do alerta, isso não significa que uma crise mundial de alimentos certamente acontecerá em 2027. O cenário depende de como esses fatores vão evoluir nos próximos meses.

Por enquanto, o relatório serve como um alerta para governos e produtores se prepararem para possíveis dificuldades na produção de alimentos.

 

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/o-mundo-tera-que-estocar-comida-a-partir-do-proximo-ano

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Finanças

E se guardar dinheiro não significasse abrir mão do presente?

Uma nova tendência chamada soft saving está mudando a forma como muitos jovens pensam sobre dinheiro e futuro.

A ideia é simples: guardar uma parte do dinheiro para o futuro, mas também usar outra parte para aproveitar o presente, seja com lazer, viagens, experiências ou outros desejos.

Ou seja, em vez de pensar apenas em juntar dinheiro para a aposentadoria, a proposta é tentar encontrar um equilíbrio entre viver o presente e se preparar para o futuro.

Por que essa ideia está ganhando força?

Para muitos jovens, guardar dinheiro ficou mais difícil. O custo de vida aumentou e questões como desemprego, mudanças climáticas e conflitos no mundo também trazem incertezas sobre o futuro.

Nos Estados Unidos, 82% dos adultos dizem que é mais difícil para os jovens economizarem hoje do que era para as gerações anteriores.

No Brasil, as principais preocupações da Gen Z são o custo de vida (34%) e o desemprego (25%).

Com tantas incertezas, alguns jovens questionam a ideia de abrir mão de tudo no presente para alcançar um futuro que parece cada vez mais imprevisível.

Isso significa que os jovens não querem investir?

Não! Na verdade, os dados mostram o contrário.

A Gen Z ainda investe mais do que as gerações mais velhas. A diferença está principalmente na forma de investir.

Enquanto as gerações mais velhas costumam utilizar mais a poupança, os jovens tendem a dividir seu dinheiro entre diferentes tipos de investimentos.

O equilíbrio entre hoje e amanhã

O soft saving não significa simplesmente gastar tudo agora. A ideia é encontrar um equilíbrio: aproveitar o presente sem deixar completamente de lado os planos para o futuro.

Mais do que escolher entre guardar ou gastar, o soft saving propõe encontrar um meio-termo. A pergunta que deve ser feita é: “como quero usar meu dinheiro para construir a vida que desejo?”

 

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/a-gen-z-esta-aposentando-a-aposentadoria

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Educação

Professores de IA? Harvard está testando essa ideia

Professores de inteligência artificial

A Harvard Business School, uma das escolas de negócios mais conhecidas do mundo, está usando inteligência artificial para ensinar empreendedorismo.

A instituição oferece um curso que custa US$ 699 e conta com avatares de IA baseados em professores reais da universidade.

Como funciona?

Além das aulas com professores de verdade, os alunos podem conversar com os avatares para treinar apresentações de suas ideias de negócio e receber sugestões para melhorar seus projetos.

Os “professores virtuais” foram desenvolvidos a partir dos conhecimentos e trabalhos de professores específicos de Harvard, além de outras informações usadas pela IA.

Eles não vão elogiar qualquer ideia

Se você está imaginando um robô respondendo “Uau! Que ideia incrível!” para tudo, não é bem assim. 

Os avatares foram programados para fazer uma análise mais crítica. Até agora, quase nenhuma ideia de startup apresentada pelos alunos foi aprovada logo de primeira.

A intenção é justamente fazer com que os estudantes recebam críticas e sugestões que possam ajudá-los a melhorar suas ideias antes de apresentá-las para investidores.

A tecnologia não substituiu o contato entre pessoas

Mesmo com os professores virtuais, a interação humana continua sendo importante.

Quando o projeto ainda era apenas um chatbot, colocar um rosto humano nos avatares aumentou o interesse dos alunos.

Além disso, uma das partes mais populares do curso são os fóruns, onde os estudantes podem conversar e trocar ideias entre si.

A experiência mostra que a IA pode assumir novas funções na educação, mas aprender também continua envolvendo pessoas, troca de experiências e colaboração.

 

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/robo-eu-tenho-uma-duvida-pode-me-ajudar

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Matemática: mais de 90% terminam o ensino médio sem atingir o nível esperado

Um levantamento do Todos Pela Educação, baseado em dados do Saeb, revelou um desafio importante no ensino de matemática no Brasil.

Em 2025, 91,5% dos alunos do 3º ano do ensino médio não atingiram o nível de aprendizagem considerado adequado na disciplina.

No 9º ano do ensino fundamental, o cenário também preocupa: 81,2% dos estudantes não chegaram ao nível esperado.

Houve melhora no ensino fundamental

Apesar dos números ainda serem altos, os dados mostram que houve evolução entre os estudantes do 9º ano.

Em 2005, apenas 7,9% tinham um nível adequado de conhecimento em matemática. Em 2025, esse número chegou a 18,8%.

Isso significa que a quantidade de alunos no nível esperado mais que dobrou em 20 anos.

No ensino médio, avanço foi pequeno

A situação é mais preocupante entre os alunos que estão terminando o ensino médio.

Em 2005, apenas 5,2% dos estudantes do 3º ano tinham conhecimento adequado em matemática. Em 2025, o número passou para 8,5%.

Ou seja, mesmo depois de duas décadas, menos de 1 em cada 10 alunos conclui o ensino médio com o nível de conhecimento esperado na disciplina.

Além disso, 58,6% dos estudantes estão no nível considerado “abaixo do básico”.

Por que aprender matemática é importante?

Matemática não aparece apenas nas provas da escola. Ela faz parte de várias situações do dia a dia, como calcular descontos, controlar o dinheiro, entender juros, analisar informações e tomar decisões.

Ter dificuldades na disciplina também pode afetar a preparação para o Enem, vestibulares e diferentes áreas profissionais.

E o que pode mudar?

O novo Plano Nacional de Educação estabeleceu uma meta para os próximos anos: até 2036, pelo menos 80% dos estudantes deverão alcançar o nível adequado de aprendizagem.

Os números mostram que ainda existe um longo caminho pela frente. Ao mesmo tempo, a evolução registrada no ensino fundamental indica que mudanças na educação podem trazer resultados.

 

Leia mais em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/mais-de-90-terminam-ensino-medio-sem-nivel-adequado-em-matematica/

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Saúde

Qual a relação entre o desmatamento e o risco de novas pandemias? Entenda

A Amazônia é a região com uma das maiores biodiversidades do planeta. Milhares de espécies de animais, plantas e microrganismos vivem ali, incluindo vírus, bactérias e outros agentes que a ciência ainda não conhece completamente.

Normalmente, esses microrganismos fazem parte do equilíbrio da natureza e circulam entre os animais sem causar problemas para as pessoas. O risco aumenta quando esse equilíbrio é alterado.

Quando uma doença “pula” para os humanos

Quando um vírus ou outro microrganismo passa de animais para seres humanos, os cientistas chamam esse processo de spillover.

Isso pode acontecer quando atividades humanas aproximam as pessoas de animais e ambientes onde esses agentes estão presentes.

Um exemplo é o vírus oropouche. Em 2022, muitos moradores de Roraima apresentaram sintomas parecidos com os da dengue, mas os exames deram negativo para dengue, zika e chikungunya. Depois, os pesquisadores descobriram que a causa era o oropouche, um vírus que já circulava na Amazônia.

Desde então, casos também foram registrados em outras regiões do Brasil e até fora do país.

Desmatamento e garimpo aumentam o contato

O desmatamento, o garimpo, a mineração e a construção de estradas modificam o ambiente e aproximam seres humanos da fauna da floresta.

Quando uma área é desmatada, os animais precisam se deslocar para encontrar outro lugar para viver. Com isso, pessoas, animais e insetos transmissores de doenças podem ficar mais próximos.

O garimpo também pode contaminar o ambiente com mercúrio, uma substância tóxica que prejudica o organismo e pode aumentar a vulnerabilidade a infecções.

Ainda conhecemos pouco sobre esses vírus

Um dos maiores desafios é justamente o desconhecido. Os cientistas acreditam que existem muitos microrganismos na Amazônia que ainda não foram identificados.

Por isso, é impossível prever exatamente qual deles poderia causar uma nova epidemia ou pandemia.

Isso não significa que uma nova pandemia esteja prestes a acontecer. O que os pesquisadores alertam é que a destruição dos ambientes naturais pode aumentar as chances de surgirem situações de risco.

Como evitar esse problema?

Os especialistas apontam dois caminhos principais: preservar a Amazônia e investir em ciência.

Monitorar animais, identificar novos vírus, acompanhar regiões próximas às florestas e desenvolver formas rápidas de diagnóstico podem ajudar a detectar possíveis ameaças antes que elas se espalhem.

Preservar a floresta também é uma forma de proteger a saúde. Quanto menor a interferência no equilíbrio dos ecossistemas, menor a chance de aumentar o contato entre seres humanos e microrganismos que ainda não conhecemos.

A Amazônia não é apenas uma floresta. Ela também é um enorme laboratório natural. Conhecê-la e preservá-la pode ajudar a evitar problemas de saúde que ainda nem sabemos que existem.

 

Leia mais em: https://super.abril.com.br/saude/como-o-desmatamento-da-amazonia-pode-desencadear-novas-epidemias/?utm_campaign=mrf-whatsapp-Superinteressante+&utm_source=whatsapp&utm_medium=social&mrfcid=202608206a8449400d1a9d7f61ea82a8#google_vignette

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Por que a gente gosta tanto de rever filmes e séries? Existe uma explicação psicológica

Mesmo com milhares de opções nos streamings, muita gente prefere assistir de novo àquela série ou filme que já conhece. E isso pode ter uma explicação psicológica.

O conforto de saber o que vai acontecer

Sabe quando você abre a Netflix, vê várias opções e, mesmo assim, escolhe assistir pela décima vez à mesma série?

Isso não significa que você está sem memória ou que está “perdendo tempo”. Segundo estudos da psicologia, rever conteúdos conhecidos pode trazer uma sensação de conforto e segurança.

Quando assistimos a algo novo, precisamos prestar atenção na história, conhecer os personagens e esperar para descobrir o que vai acontecer. Já em uma produção conhecida, não existem tantas surpresas.

Em dias cansativos ou estressantes, saber exatamente o que vai acontecer pode ser justamente o que o cérebro procura.

Uma pausa para as emoções

Rever uma produção também pode ajudar a lidar com as emoções.

Uma comédia conhecida pode ser escolhida quando queremos rir. Uma série tranquila pode acompanhar uma noite de descanso. E aquele filme favorito pode trazer uma sensação boa que já conhecemos.

Ou seja, às vezes não estamos procurando uma história nova. Estamos procurando uma sensação que já sabemos que gostamos.

E a nostalgia?

Tem também aquele fator que quase todo mundo conhece: a nostalgia.

Filmes e séries podem ficar ligados a momentos importantes da nossa vida. Ao rever uma produção que assistíamos anos atrás, podemos lembrar de pessoas, lugares, amizades ou fases que marcaram nossa história.

E tem algo curioso: a produção continua a mesma, mas nós mudamos.

Por isso, ao assistir novamente, podemos perceber detalhes que não havíamos notado antes ou interpretar uma situação de uma maneira completamente diferente.

Então, rever é diferente de simplesmente repetir

Quando você reassiste a um filme ou série, a história é a mesma, mas sua experiência pode ser outra.

Você está em um momento diferente, com novas experiências e novas formas de enxergar as coisas. Por isso, aquele episódio que você já sabe de cor ainda pode provocar uma sensação especial.

Da próxima vez que escolher seu filme favorito em vez de uma novidade do streaming, não precisa se sentir culpado. Talvez seu cérebro só esteja procurando um pouco de conforto, familiaridade e boas lembranças.

 

Leia mais em: https://www.terra.com.br/diversao/tv/os-psicologos-concordam-assistir-novamente-a-filmes-ou-series-que-ja-vimos-nao-e-perda-de-tempo-ou-falta-de-memoria-esta-relacionado-a-busca-pelo-bem-estar,223079613f7ccab10b122dbbe1c63e0bqi4lm4u5.html?utm_source=clipboard#google_vignette

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Futebol, redes sociais e saúde mental: até onde vai a cobrança?

Para jogadores e técnicos de futebol, o apito final nem sempre significa o fim da pressão. Com as redes sociais, as críticas podem continuar por horas ou até dias depois de uma partida.

O problema é que nem sempre elas ficam apenas no desempenho dentro de campo. Comentários sobre erros em jogos podem virar ofensas pessoais, ataques à família e até ameaças.

Nos últimos anos, vários profissionais do futebol passaram a falar publicamente sobre esse problema. Técnicos como Luís Castro e Abel Ferreira criticaram a falta de respeito nas redes e defenderam que cobrar o desempenho de um profissional é diferente de atacá-lo.

O impacto vai além do futebol

A pressão constante pode afetar a saúde mental dos atletas. Segundo especialistas, quando uma pessoa recebe críticas e mensagens agressivas o tempo todo, pode ficar em estado de alerta mesmo depois de sair do campo.

Isso pode atrapalhar o sono, o descanso e até a concentração nos próximos treinos e jogos.

Um exemplo é o jogador Léo Ortiz, que decidiu desativar suas redes sociais depois de perceber que algumas críticas ao seu desempenho começaram a atingir aspectos de sua vida pessoal.

Crítica é uma coisa. Agressão é outra

Cobrar um jogador por uma atuação ruim faz parte do futebol. Mas isso não significa que qualquer tipo de comentário seja aceitável.

Existe uma diferença importante entre dizer que um atleta jogou mal e fazer ataques contra sua personalidade, aparência ou família.

Como explica o ex-técnico Roger Machado, a cobrança faz parte do futebol, mas a violência não.

Então por que não abandonar as redes?

Apesar dos problemas, as redes sociais também são importantes para os atletas. Elas ajudam na comunicação com os torcedores, na divulgação do trabalho e até na conquista de contratos publicitários.

Por isso, abandonar completamente as plataformas nem sempre é a melhor solução.

Alguns jogadores preferem reduzir o tempo de uso, desativar os comentários ou deixar suas contas sob responsabilidade de equipes de comunicação.

Criar limites também é cuidar da saúde

Especialistas recomendam algumas atitudes para diminuir a pressão digital, como evitar acessar comentários logo depois dos jogos, silenciar palavras ou perfis e limitar os horários de uso das redes.

Os clubes também podem ajudar oferecendo acompanhamento psicológico e orientação sobre o uso das plataformas.

No fim, as redes sociais podem aproximar atletas e torcedores, mas essa relação precisa ter limites. Torcer, comemorar e até criticar fazem parte do esporte. Ofender e ameaçar, não.

 

Leia mais em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/futebol-esta-doente-atletas-e-tecnicos-expoem-relacao-toxica-com-as-redes-sociais,99ce518995e8b6c459ae8abb5f1cf915bcwihfau.html

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Curiosidades

E se uma barata pudesse ajudar a salvar vidas?

Pode parecer coisa de filme de ficção científica, mas pesquisadores australianos estão transformando baratas em pequenos “robôs vivos” que, no futuro, podem ajudar em operações de resgate.

Os insetos recebem equipamentos eletrônicos, como câmeras e dispositivos para transportar medicamentos. Por causa da mistura entre barata e ciborgue, os pesquisadores deram a eles o apelido de “paraborgs”.

Por que escolher baratas?

A escolha tem uma explicação curiosa: as baratas conseguem passar por espaços muito pequenos, são resistentes e gastam pouca energia para se movimentar.

Em vez de criar um robô que precisasse aprender todas essas habilidades, os cientistas decidiram aproveitar aquilo que as próprias baratas já sabem fazer. Pequenos sinais elétricos ajudam a direcionar os movimentos dos insetos.

Uma barata com câmera. Outra com medicamentos.

Nos testes, diferentes baratas receberam diferentes funções. Algumas foram equipadas com câmeras para ajudar a identificar possíveis vítimas, enquanto outras receberam mecanismos capazes de transportar e aplicar medicamentos.

A ideia para o futuro é que elas possam entrar em locais destruídos, onde máquinas maiores teriam dificuldade para chegar.

E os resultados?

Os primeiros testes apresentaram resultados surpreendentes. As baratas conseguiram chegar aos pontos determinados em 100% dos experimentos.

Já o sistema de aplicação de medicamentos teve 72% de sucesso. Quando o mecanismo era acionado a até 15 centímetros do alvo, o índice chegava a 95%.

Ainda não veremos uma “equipe de resgate” de baratas

Apesar dos resultados, a tecnologia ainda está em fase de pesquisa. Os experimentos foram realizados em condições controladas de laboratório, então ainda existem desafios antes de pensar em situações reais.

Os pesquisadores precisam descobrir, por exemplo, como esses pequenos ciborgues se comportariam em ambientes cheios de obstáculos e com sinais eletrônicos mais difíceis de controlar.

E se várias delas trabalhassem juntas?

Uma das possibilidades para o futuro é usar várias “paraborgs” ao mesmo tempo para procurar pessoas em grandes áreas de escombros.

A pesquisa mostra uma ideia inusitada: às vezes, a solução para um problema tecnológico não precisa ser um robô criado do zero. Pode estar em combinar as habilidades naturais de um animal com a tecnologia.

 

Leia mais em: https://exame.com/ciencia/baratas-ciborgues-podem-virar-paramedicas-em-resgates-apos-terremotos-e-desabamentos/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

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Dicas de Psi

Nesta seção, o time de Psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui.

Elane Dos Santos Silva - Psicóloga>

Elane Dos Santos Silva - Psicóloga

Setembro Amarelo é um convite para falar sobre saúde mental e prevenção do suicídio. Para quem está iniciando a vida profissional, essa conversa importa ainda mais: é uma fase de descobertas e de novas responsabilidades  e a sensação de sobrecarga pode aparecer, trazendo impactos à saúde mental e ao bem estar.

Mas como perceber a sobrecarga? Ela chega aos poucos, em sinais como:

  • Cansaço mesmo após descansar

  • Irritação desproporcional com pequenas coisas

  • Dificuldades de concentração e memória

  • Sensação de viver no automático

  • Atividades prazerosas viram obrigação

  • Culpa ao parar ou descansar

  • Isolamento e fuga de compromissos

  • Sinais físicos: tensão, dor de cabeça, sono alterado, etc.

Sinto que estou com sobrecarga, o que fazer?

  1. Não trate sobrecarga como falta de capacidade. Sentir cansaço não é fraqueza. Talvez você esteja tentando dar conta de muitas questões simultaneamente.

  2. Identifique o que está pesando demais. Defina prioridades e pergunte-se: o que realmente precisa da minha atenção agora?

  3. Respeite seus limites: Tenha momentos de pausa, lazer e autocuidado. Uma boa gestão de tempo pode auxiliar a separar as demandas acadêmicas, profissionais e vida pessoal. 

  4. Compartilhe. Conversar com alguém de confiança ajuda a organizar o que, sem suporte, parece grande demais.

  5. Procure ajuda profissional.

Você não precisa chegar ao limite para se permitir descansar. Com uma rotina de autoconhecimento, autocuidado e busca por suporte, é possível ter mais qualidade de vida.

Tô no Saber

Wellington da França - Unidade Estácio Santo André>

Wellington da França - Unidade Estácio Santo André

Tudo começou em 2024, quando ingressei no Programa Saber. Inicialmente, imaginei que seria algo semelhante à escola, com temas que talvez não despertassem tanto o meu interesse. No entanto, com o passar do tempo e o avanço dos treinamentos desde os módulos de integração até os módulos intermediários e profissionais percebi que o conteúdo era diverso e muito mais enriquecedor do que eu esperava.

Durante essa trajetória, adquiri uma grande quantidade de conhecimentos que contribuíram significativamente para o meu desenvolvimento e para a minha postura profissional dentro da empresa. Graças ao Saber, hoje tenho mais discernimento, preparo e segurança no ambiente de trabalho. As chances de efetivação na empresa em que atuo são altas, e acredito que, se não acontecer, será apenas por circunstâncias fora do meu controle ou do meu gestor — como, por exemplo, falta de vagas na equipe —, pois meu desempenho vem sendo muito bom.

O programa também me ensinou lições valiosas sobre relacionamento interpessoal, especialmente com o tema da comunicação não violenta. Aprendi sobre os diferentes tipos de comunicação e sobre as posturas adequadas no ambiente corporativo, o que me deu uma visão muito mais ampla e madura sobre o convívio profissional.Finalizar o curso trará uma grande falta na minha rotina, pois me acostumei a ter, semanalmente, momentos de aprendizado, troca de experiências e convivência com colegas e instrutores. Sentirei muita saudade dessa etapa.

Com o encerramento do treinamento, levo comigo todo o aprendizado adquirido. Tenho a certeza de que aplicarei o que aprendi no Saber tanto na empresa onde atuo atualmente, caso seja efetivado, quanto em futuras oportunidades profissionais. O conhecimento e as competências desenvolvidas durante o programa são universais e aplicáveis a qualquer ambiente de trabalho.

Sugestões da Semana

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Anime: My Hero Academia

Sugestão da Ana Clara Zaim Sanches da unidade Anhanguera Itaquera

Em um mundo onde quase todo mundo nasce com um superpoder, ser herói é uma profissão de verdade! A história acompanha Izuku Midoriya, um jovem que sonha em se tornar um grande herói, mesmo tendo nascido sem poderes. Sua jornada muda quando ele recebe uma oportunidade inesperada e entra em uma escola para futuros heróis. Entre desafios, amizades e batalhas eletrizantes, a série mostra que ser um verdadeiro herói vai muito além de ter superpoderes.

#DeJovemPraJovem

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Filme: 2001: Uma Odisséia no Espaço

Sugestão do Leonardo dos Reis Oliveira, da unidade Estácio Salvador

E se a humanidade não estivesse sozinha no universo? Uma misteriosa descoberta leva dois astronautas a uma missão espacial que começa como uma jornada científica, mas se transforma em uma experiência cheia de enigmas, inteligência artificial e descobertas que podem mudar o destino da humanidade. Um clássico da ficção científica que até hoje surpreende por sua atmosfera, seus mistérios e suas perguntas sobre o futuro.

#DeJovemPraJovem

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Filme: No Ritmo do Coração

Ruby é a única pessoa ouvinte de sua família e, entre o trabalho na pescaria e os sonhos de se tornar cantora, vive o desafio de decidir qual caminho seguir. Quando surge a oportunidade de estudar música longe de casa, ela precisa escolher entre estar ao lado da família ou correr atrás do próprio futuro. Emocionante e cheio de momentos marcantes, o filme conta com atores surdos de verdade e nos mostra, com sensibilidade, temas como amor, inclusão, sonhos e pertencimento.

Zoom das Profissões

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