Reflexão da Semana 💭

“Há uma fonte da juventude: é sua mente, seus talentos, a criatividade que você traz para a sua vida e as vidas das pessoas que você ama. Quando você aprender a explorar esta fonte, você terá verdadeiramente derrotado a idade.” – 

Sophia Loren

Carreira e Desenvolvimento

Por que saber se comunicar pode fazer diferença na era da IA

A inteligência artificial já consegue criar textos, montar apresentações, organizar informações e até ajudar alguém a preparar o que vai falar. Mas existe uma habilidade que continua dependendo muito das pessoas: saber se comunicar bem.

Em uma reunião, apresentação ou entrevista, não basta ter uma boa informação. É preciso saber explicar suas ideias, transmitir confiança e criar conexão com quem está ouvindo.

A IA pode ajudar, mas não faz tudo

Hoje, existem ferramentas de IA capazes de criar slides, escrever textos e até sugerir o que dizer durante uma apresentação.

Mas, quando você precisa apresentar algo para outras pessoas, elas não estão avaliando apenas o material que você preparou. Elas também observam como você fala, explica suas ideias, reage às perguntas e demonstra confiança.

Por isso, aprender a falar bem pode ser um grande diferencial para sua carreira.

Falar em público faz parte de muitos trabalhos

Talvez você imagine que falar em público seja algo importante apenas para quem trabalha como professor, palestrante ou apresentador. Não é bem assim.

No mercado de trabalho, você pode precisar apresentar um projeto, explicar uma ideia para sua equipe, participar de uma reunião, conversar com um cliente ou apresentar resultados.

Cada uma dessas situações é uma oportunidade para mostrar seu conhecimento e sua capacidade de se comunicar.

Ter informação não é o mesmo que saber explicá-la

Hoje, praticamente qualquer pessoa pode pedir uma informação para uma ferramenta de IA.

O diferencial está em entender aquela informação e conseguir explicá-la de maneira clara.

Imagine que duas pessoas tenham acesso exatamente à mesma resposta de uma IA. Uma simplesmente repete o que recebeu. A outra entende o assunto, organiza as ideias, dá exemplos e consegue responder às dúvidas.

Qual delas provavelmente vai passar mais confiança?

É justamente aí que a comunicação ganha importância.

A comunicação ajuda a construir confiança

Uma boa apresentação não serve apenas para transmitir informações. Ela também ajuda a criar uma conexão com outras pessoas.

Durante uma conversa, alguns elementos fazem diferença:

  • Empatia: entender o ponto de vista de outras pessoas;
  • Inteligência emocional: saber lidar com diferentes situações e emoções;
  • Presença: demonstrar atenção e segurança ao falar;
  • Storytelling: usar histórias para tornar uma ideia mais interessante;
  • Persuasão: conseguir apresentar argumentos de forma convincente;
  • Relacionamento: criar boas conexões com outras pessoas.

Essas são chamadas de habilidades comportamentais, também conhecidas como soft skills.

Em um mundo cheio de conteúdo, ser lembrado importa

A inteligência artificial consegue produzir uma quantidade enorme de textos, imagens, apresentações e outros conteúdos.

Com tanta informação circulando, pode ficar mais difícil chamar a atenção das pessoas.

É por isso que uma boa comunicação pode fazer diferença. Quando alguém consegue explicar uma ideia de maneira interessante e criar uma conexão verdadeira com o público, aumenta a chance de ser ouvido e lembrado.

A tecnologia aumenta a importância das habilidades humanas

Quanto mais a tecnologia evolui, mais algumas habilidades humanas podem ganhar espaço.

Saber usar ferramentas de IA é importante. Mas também é importante saber pensar, conversar, explicar, ouvir, colaborar e criar confiança.

A ideia não é escolher entre IA ou habilidades humanas. As duas podem trabalhar juntas.

Você pode usar a IA para ajudar a pesquisar um assunto, organizar informações ou preparar uma apresentação. Depois, entra aquilo que nenhuma ferramenta consegue fazer exatamente do mesmo jeito que você: colocar sua personalidade, suas experiências e sua maneira de se comunicar.

E como isso pode ajudar na sua carreira?

Aprender a falar bem não significa precisar virar um grande palestrante.

Começa com coisas simples:

  • organizar suas ideias antes de falar;
  • explicar assuntos de maneira clara;
  • ouvir as pessoas;
  • fazer perguntas;
  • praticar apresentações;
  • aprender a lidar com o nervosismo;
  • adaptar sua linguagem para diferentes públicos.

Essas habilidades podem ajudar tanto na escola quanto no trabalho e, no futuro, em entrevistas, reuniões e apresentações profissionais.

O diferencial pode estar em ser humano

A IA está mudando o mercado de trabalho e tornando muitas tarefas mais rápidas.

Mas, em um cenário em que a tecnologia consegue produzir cada vez mais conteúdo, saber se comunicar, criar confiança e se conectar com outras pessoas pode se tornar ainda mais importante.

Por isso, aprender a falar e apresentar suas ideias não é apenas uma habilidade para usar hoje. É uma forma de se preparar para um mercado de trabalho que está mudando rapidamente.

 

Leia mais em: https://forbes.com.br/carreira/2026/08/por-que-as-habilidades-de-apresentacao-sao-o-diferencial-definitivo-na-era-da-ia/

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Mundo do Trabalho

Networking: quem você conhece também pode fazer diferença

Conhecer pessoas pode abrir portas para sua carreira. Uma pesquisa mostra que a falta de networking pode dificultar o acesso ao primeiro emprego para cerca de 1 em cada 3 jovens da geração Z.

Mas calma: networking não significa sair por aí distribuindo cartão de visita. É sobre criar e manter boas conexões profissionais.

O que é networking?

Networking é construir uma rede de pessoas com quem você pode trocar experiências, conhecimentos e oportunidades.

Colegas de trabalho, professores, instrutores, profissionais que você conheceu em cursos e até pessoas que participaram de um projeto com você podem fazer parte dessa rede.

Não é só conhecer. É manter contato!

Conhecer alguém uma vez não faz milagre. O importante é manter uma relação profissional ao longo do tempo.

Você pode conversar sobre experiências, pedir uma dica, compartilhar algo interessante ou simplesmente acompanhar o trabalho daquela pessoa.

E lembre-se: networking é uma via de mão dupla. Não se trata apenas de pedir ajuda, mas também de estar disposto a ajudar.

Comece com as pessoas que já estão ao seu redor

Você não precisa conhecer centenas de profissionais para começar.

Uma conversa com um colega, a participação em um projeto ou um contato feito durante um curso já podem ser o primeiro passo.

Com o tempo, essas conexões podem levar a novas experiências, conhecimentos e até oportunidades de trabalho.

E o que os jovens procuram no trabalho?

A pesquisa também mostra que salário e estabilidade financeira são prioridades para 70% dos jovens.

Mas o dinheiro não é tudo. Equilíbrio entre vida pessoal e trabalho e oportunidades de crescimento também aparecem entre os fatores importantes na escolha de uma carreira.

Além disso, 64% dos jovens dizem querer ocupar cargos de liderança, enquanto 40% têm vontade de empreender.

Sua carreira também é feita de conexões

Ter conhecimento e desenvolver boas habilidades continua sendo fundamental. Mas saber conversar, ouvir, colaborar e construir relacionamentos pode fazer diferença no caminho.

Por isso, enquanto você se prepara para sua profissão, não esqueça de uma coisa: as pessoas que você conhece também podem fazer parte da sua trajetória profissional.

 

Leia mais em: https://exame.com/carreira/falta-de-networking-trava-carreira-de-1-em-cada-3-universitarios-da-geracao-z-2/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

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Entretenimento

Os CDs estão voltando?

Por muito tempo, o CD foi o queridinho da música. Depois vieram os downloads, os celulares e os serviços de streaming, como o Spotify, e os pequenos discos prateados praticamente desapareceram.

Mas, nos últimos anos, algo curioso começou a acontecer: os CDs voltaram a chamar a atenção, principalmente entre os jovens. 

Uma nova geração descobrindo o CD

O CD pode parecer antigo para quem cresceu ouvindo música pelo celular. Mas algumas pessoas mais jovens estão começando a comprar CDs e até aparelhos para reproduzi-los.

Uma pesquisa mostrou que pessoas com menos de 45 anos demonstram maior interesse em comprar formatos físicos de música, como CDs e vinis.

Por quê? Uma das respostas pode estar na experiência.

Não é só ouvir música

Com o streaming, você pode encontrar milhões de músicas em poucos segundos. Mas o CD oferece algo diferente: um objeto físico que você pode guardar e colecionar.

Escolher um álbum, colocar o disco no aparelho e acompanhar as músicas na ordem pode virar um pequeno ritual.

Para algumas pessoas, também existe a sensação de realmente “ter” aquele álbum, em vez de apenas acessá-lo por um aplicativo.

Os números mostram uma possível volta

As vendas de CDs caíram durante muitos anos. Porém, por volta de 2022, essa queda começou a desacelerar.

Outro sinal curioso é que as buscas por “CD player” no Google aumentaram nos últimos meses, depois de cerca de duas décadas em queda.

Isso significa que os CDs estão realmente voltando?

Ainda não dá para afirmar.

Os artistas ainda preferem o vinil

Apesar do interesse dos consumidores, os CDs ainda não parecem estar vivendo uma grande volta entre os artistas.

De acordo com dados do Discogs, o vinil continua sendo o formato físico mais escolhido para novos lançamentos.

Ou seja: algumas pessoas estão redescobrindo os CDs, mas a indústria ainda não parece ter apostado em uma grande retomada do formato.

E por que gostamos tanto de coisas “antigas”?

Uma possível explicação é a nostalgia.

Mesmo quem não viveu a época de ouro dos CDs pode gostar da ideia de uma época em que as pessoas compravam álbuns, montavam coleções e tinham contato físico com aquilo que consumiam.

É parecido com o que aconteceu com os discos de vinil e as fitas cassete: algo que parecia ultrapassado ganhou um novo significado.

Afinal, os CDs vão voltar?

Talvez. Ou talvez seja apenas uma nova onda passageira.

Por enquanto, os dados mostram alguns sinais interessantes, mas ainda não existe uma prova de que os CDs estejam prestes a recuperar o sucesso que tiveram no passado.

Uma coisa, porém, é curiosa: justamente quando parecia que ninguém mais queria CDs, uma nova geração começou a descobrir o charme desses pequenos discos.

 

Leia mais em: https://www.statsignificant.com/p/are-cds-making-a-comeback-a-statistical

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Ciência e Tecnologia

Computadores que imitam o cérebro: como funciona essa tecnologia?

Imagine um computador que não precise ficar trabalhando o tempo todo. Ele só “acorda” quando alguma coisa acontece. Parece estranho? Essa é justamente uma das ideias por trás da computação neuromórfica, uma tecnologia inspirada no funcionamento do cérebro humano. 

O computador que tenta pensar como o cérebro

Os computadores tradicionais processam informações de maneira contínua. Já os chips neuromórficos tentam funcionar de uma forma mais parecida com o nosso cérebro.

Eles recebem sinais e só “disparam” quando percebem que algo importante aconteceu.

Isso ajuda a economizar energia, porque o chip não precisa ficar trabalhando quando não há nada para processar.

De onde veio essa ideia?

A computação neuromórfica começou a ser estudada ainda nos anos 1980. A inspiração é o cérebro humano, que possui cerca de 86 bilhões de neurônios e consegue realizar tarefas complexas gastando aproximadamente 20 watts de energia.

Até hoje, nenhuma máquina conseguiu reproduzir essa eficiência.

Como esses chips funcionam?

Imagine que você está usando uma câmera para observar uma rua.

Em vez de analisar continuamente tudo o que aparece na imagem, um chip neuromórfico pode prestar atenção principalmente nas mudanças: um carro passou, uma pessoa apareceu ou alguma coisa se movimentou.

É como se o computador dissesse: “Nada mudou? Então vou ficar quieto. Mudou alguma coisa? Agora eu trabalho.”

Esse funcionamento pode economizar bastante energia.

Onde essa tecnologia pode ser usada?

Os chips neuromórficos podem ser úteis principalmente em aparelhos que precisam ficar atentos durante muito tempo, mas não podem gastar muita bateria.

Alguns exemplos são:

  • Carros, para reconhecer comandos e informações;
  • Robôs, que precisam reagir rapidamente ao ambiente;
  • Drones, que precisam detectar obstáculos;
  • Relógios e outros dispositivos, que monitoram informações continuamente;
  • Agricultura, usando sensores para acompanhar plantações;
  • Cidades inteligentes, com sensores que identificam mudanças no ambiente.

Um exemplo já testado está no protótipo de carro Mercedes-Benz Vision EQXX, que utiliza um chip neuromórfico para reconhecer o comando de voz “Hey Mercedes” gastando muito menos energia.

Então ele é melhor que um computador comum?

Não exatamente.

Os chips tradicionais, como os usados em computadores e placas de vídeo, conseguem realizar uma enorme variedade de tarefas. Eles são mais “generalistas”.

Já os chips neuromórficos são mais especializados. Eles podem ser excelentes em situações que exigem resposta rápida e baixo consumo de energia, mas não são a melhor opção para tudo.

E quais são os desafios?

Apesar de promissora, a tecnologia ainda está em desenvolvimento.

Programar esses chips é mais complicado, existem poucas ferramentas disponíveis e eles ainda não conseguem competir com os processadores tradicionais em muitas tarefas de inteligência artificial.

Por isso, ainda não temos um “computador neuromórfico” comum nas lojas.

O futuro pode ter os dois

A ideia não é necessariamente substituir os computadores atuais.

No futuro, podemos ter diferentes tipos de chips trabalhando juntos: processadores tradicionais para tarefas pesadas e chips neuromórficos para situações que exigem rapidez e economia de energia.

A tecnologia ainda está dando seus primeiros passos, mas pode ser importante para criar dispositivos mais eficientes e inteligentes.

 

Leia mais em: https://www.estadao.com.br/tecmundo/stem/415663-computacao-neuromorfica-como-funcionam-os-chips-inspirados-no-cerebro/

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E se os comentários do TikTok virassem uma rede social?

Os comentários do TikTok vão ganhar novas funções. Em breve, será possível responder aos vídeos com áudios, enquetes e até nove fotos em um único comentário.

Segundo o TikTok, a atualização será liberada aos poucos para usuários de todo o mundo.

Comentários com áudio

Uma das novidades é a possibilidade de enviar mensagens de voz de até 60 segundos diretamente nos comentários.

O recurso aparecerá com um ícone de microfone na caixa de comentários. Porém, ele será disponibilizado apenas para usuários com 18 anos ou mais.

A novidade também traz um desafio para a plataforma: moderar os conteúdos. Além de analisar textos, fotos e vídeos, o TikTok terá que identificar possíveis problemas também nos áudios.

Enquetes nos comentários

Os criadores de conteúdo também poderão criar enquetes em seus próprios vídeos.

Será possível colocar até cinco opções de resposta e acompanhar os resultados diretamente nos comentários.

A ferramenta pode ser usada para perguntar aos seguidores qual vídeo eles querem ver depois, pedir opiniões ou simplesmente aumentar a interação com o público.

Até nove fotos no mesmo comentário

Os comentários também ficarão mais visuais.

Além de uma foto, será possível publicar um carrossel com até nove imagens no mesmo comentário.

Por exemplo: alguém publica um vídeo sobre uma viagem e você quer mostrar as suas próprias férias. Em vez de escolher apenas uma foto, poderá compartilhar várias de uma vez.

Os comentários estão virando outra rede social?

Com o tempo, os comentários do TikTok deixaram de ser apenas respostas aos vídeos. Memes, piadas, conversas e respostas entre usuários fizeram com que essa área ganhasse uma identidade própria.

Agora, com áudios, enquetes e carrosséis, os comentários podem ficar ainda mais parecidos com uma pequena rede social dentro do próprio TikTok.

A estratégia também pode fazer com que as pessoas passem mais tempo nas publicações, em vez de simplesmente assistir ao vídeo e passar para o próximo.

Será que os comentários vão ficar tão interessantes quanto os próprios vídeos?

 

Leia mais em: https://www.gizmodo.com.br/tiktok-transforma-comentarios-com-audios-enquetes-e-carrosseis-de-fotos-66871

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Brasil e Mundo

Meta deverá pagar bilhões após acusações sobre redes sociais

A Meta, empresa dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, fez um acordo para pagar cerca de US$ 16,68 bilhões, aproximadamente R$ 86,7 bilhões, para encerrar processos nos Estados Unidos.

As ações foram movidas por 29 estados americanos, que acusavam a empresa de criar redes sociais capazes de prender a atenção de crianças e adolescentes por muito tempo.

A Meta não admitiu ter cometido irregularidades, mas aceitou fazer mudanças nas plataformas.

O que levou ao processo?

Os estados americanos afirmaram que recursos como notificações, Stories e vídeos que passam automaticamente de um para outro foram desenvolvidos para manter os usuários conectados por mais tempo.

A empresa também foi acusada de coletar dados de menores de 13 anos sem a autorização dos pais.

Novos limites para adolescentes

Como parte do acordo, a Meta terá que adotar novas regras para usuários menores de 18 anos nos Estados Unidos.

Entre as principais mudanças estão:

  • Limite padrão de duas horas de uso por dia nas redes sociais da Meta;
  • Bloqueio dos perfis de adolescentes entre meia-noite e 6h;
  • Notificações desativadas das 22h às 7h;
  • Notificações também deverão ser interrompidas durante o horário escolar.

As novas regras devem começar a valer nos próximos seis meses.

E por que isso preocupa especialistas?

A educadora e especialista em Neuroeducação Priscilla Montes explica que vídeos curtos e redes sociais oferecem estímulos rápidos e recompensas imediatas.

Segundo ela, quando o uso excessivo das telas substitui atividades importantes, como dormir, brincar, praticar atividades físicas, ler e conversar pessoalmente, isso pode prejudicar experiências importantes para o desenvolvimento.

Mas existe um detalhe importante: não é apenas o número de horas na tela que importa. O tipo de conteúdo consumido e o que a pessoa deixa de fazer por ficar conectada também fazem diferença.

A responsabilidade é só do usuário?

Para a especialista, não.

Famílias e escolas têm um papel importante na educação digital, mas as próprias plataformas também precisam pensar em como seus aplicativos são desenvolvidos e nos efeitos que podem causar.

O acordo com a Meta coloca justamente essa discussão em destaque: como criar redes sociais que sejam mais seguras para crianças e adolescentes?

Por enquanto, as novas regras valem apenas para os Estados Unidos.

 

Leia mais em: https://tecnologia.ig.com.br/2026-08-27/meta-pagara-us–16-bilhoes-por-vicio-de-criancas-em-redes-sociais.html#google_vignette

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Finanças

Turismo: como uma viagem pode movimentar vários negócios

Quando pensamos em turismo, logo vêm à cabeça hotéis, restaurantes, agências de viagem e pontos turísticos. Mas o dinheiro dos turistas pode movimentar muitos outros negócios.

Em 2025, o Brasil recebeu 9,3 milhões de turistas internacionais, um aumento de 37% em relação ao ano anterior. Esses visitantes gastaram cerca de US$ 7,9 bilhões no país, um recorde.

E isso gera oportunidades para empresas de vários setores.

Onde estão as oportunidades?

Uma empresa não precisa trabalhar diretamente com turismo para aproveitar esse movimento.

Uma pousada pode facilitar o check-in pelo celular. Um restaurante pode oferecer cardápios em outros idiomas e reservas online. Uma loja pode criar produtos inspirados na cultura local. Um guia pode transformar um passeio comum em uma experiência diferente.

Até pequenos negócios podem usar a tecnologia para facilitar a vida do turista, reduzir custos ou conquistar novos clientes.

Cultura também pode virar negócio

Com criatividade, coisas que já fazem parte de uma região podem se transformar em experiências.

Uma fazenda pode receber visitantes. Uma cafeteria pode contar a história do café servido. Um produtor de queijo pode oferecer uma visita com degustação. Uma loja de artesanato pode apresentar a história por trás de cada peça.

Assim, o turista não compra apenas um produto. Ele paga por uma experiência.

E os dados?

Antes mesmo de viajar, o turista deixa várias pistas sobre o que procura.

Ele pesquisa no Google, olha avaliações, compara preços, acompanha redes sociais e faz reservas pela internet.

Para um pequeno negócio, observar essas informações pode ajudar a entender:

  • Quem está visitando a região?
  • O que essas pessoas procuram?
  • O que elas elogiam ou criticam?
  • Quais produtos ou serviços estão faltando?

Essas respostas podem ajudar uma empresa a melhorar seus produtos e encontrar novas oportunidades.

Um negócio pode ajudar o outro

O turismo também funciona melhor quando os negócios trabalham juntos.

A pousada pode indicar um restaurante. O restaurante pode recomendar um passeio. O guia pode levar os turistas até uma loja local. O produtor pode fornecer produtos para os hotéis.

Assim, um único turista pode movimentar vários negócios da região.

Turista viajando não é o mesmo que turista comprando

O crescimento do turismo é uma boa notícia, mas não significa que todas as empresas vão ganhar mais automaticamente.

A oportunidade está em entender o que o turista precisa e criar produtos, serviços e experiências que façam sentido para ele.

 

Leia mais em: https://sbtnews.sbt.com.br/colunas/nova-economia/turismo-cresce-no-brasil-quanto-dinheiro-chega-as-empresas

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Dinheiro traz felicidade? A resposta pode surpreender

Ter dinheiro pode trazer segurança e mais possibilidades, mas será que ele é o principal ingrediente para uma vida feliz? Pesquisas mostram que, para muitos brasileiros, amor, saúde e família aparecem antes das finanças quando o assunto é felicidade.

O que significa ter sucesso?

Segundo uma pesquisa da Ipsos, 67% dos brasileiros consideram ter uma casa própria um sinal de sucesso. Já 66% dizem o mesmo sobre ter um emprego estável.

Mas sucesso não significa apenas dinheiro ou patrimônio. Em outra pesquisa da mesma empresa, 80% dos brasileiros entrevistados disseram se considerar felizes.

O que realmente traz felicidade?

Quando perguntados sobre o que mais contribui para a felicidade, os brasileiros colocaram outros aspectos à frente do dinheiro:

  • Sentir-se amado: 34%
  • Ter saúde física e mental: 31,4%
  • Ter boas relações com a família e os filhos: 29,4%

Isso mostra que ter uma vida financeira equilibrada é importante, mas não é a única coisa que influencia o bem-estar.

E quando falta dinheiro?

A situação financeira também pode ser uma fonte de preocupação. 54% dos entrevistados apontaram as finanças como um dos principais motivos de infelicidade.

Quando faltam recursos para pagar as contas ou lidar com imprevistos, o problema deixa de ser apenas financeiro e pode afetar outras áreas da vida.

Por isso, não significa que “dinheiro não importa”. Ele pode trazer segurança, conforto e liberdade para fazer escolhas.

E por que nunca parece suficiente?

Existe ainda outro desafio: a busca constante pela próxima conquista.

A pessoa consegue um emprego melhor, aumenta o salário ou compra algo que queria muito. Pouco tempo depois, pode começar a pensar na próxima meta.

Buscar crescimento é positivo. O problema aparece quando nenhuma conquista parece suficiente.

Dinheiro ajuda, mas não resolve tudo

No fim, dinheiro e felicidade não precisam ser vistos como coisas opostas.

Ter estabilidade financeira é importante, mas uma vida satisfatória também envolve saúde, relações, tempo, liberdade e a capacidade de aproveitar aquilo que foi conquistado.

 

Leia mais em: https://www.correio24horas.com.br/brasil/dinheiro-traz-felicidade-veja-o-que-os-brasileiros-colocam-a-frente-das-financas-0926

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Educação

Escolas terão novas regras para usar inteligência artificial

O uso da inteligência artificial está cada vez mais presente nos estudos. Mas será que a IA pode corrigir uma redação ou decidir a nota de um aluno? Segundo novas diretrizes aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), não.

As regras estabelecem limites para o uso da tecnologia em escolas e universidades e também determinam que os estudantes aprendam a usar a IA de forma responsável.

IA não poderá corrigir redações

Uma das principais mudanças é que a inteligência artificial não poderá corrigir, avaliar ou dar nota para redações e provas dissertativas.

Nas provas objetivas, a IA poderá ser usada como apoio, mas o resultado precisará ser conferido e validado por uma pessoa. Ou seja, o professor continua tendo a palavra final.

E os detectores de IA?

Sabe aqueles programas que tentam descobrir se um texto foi escrito por inteligência artificial?

Eles poderão ser usados como parte de uma análise, mas não poderão ser a única prova para punir um estudante.

Se uma ferramenta disser que um texto “parece ter sido feito por IA”, isso, sozinho, não poderá levar à reprovação ou a uma punição.

Professor continua sendo essencial

As novas regras deixam claro que a IA deve ajudar as pessoas, e não substituir o trabalho dos profissionais da educação.

A tecnologia poderá continuar sendo usada para várias tarefas, como:

  • Organizar materiais e ajudar no planejamento;
  • Traduzir e resumir conteúdos;
  • Melhorar a acessibilidade, com recursos como legendas e leitura de tela;
  • Apoiar atividades de aprendizagem.

Mas é preciso que exista acompanhamento humano e cuidado com os dados dos estudantes.

E as crianças?

Até o 5º ano do ensino fundamental, crianças não poderão usar ferramentas de IA sozinhas e sem supervisão.

A tecnologia ainda poderá aparecer em atividades escolares, mas deverá fazer parte de uma proposta planejada e acompanhada por um profissional.

Vamos aprender sobre IA também!

As novas diretrizes também defendem que os estudantes aprendam, aos poucos, como a inteligência artificial funciona e quais são seus limites e riscos.

Isso inclui aprender a:

  • Verificar informações e fontes;
  • Perceber possíveis erros da IA;
  • Analisar criticamente conteúdos produzidos por máquinas;
  • Entender a diferença entre usar a IA como apoio e fazer o próprio trabalho.

A ideia é usar a IA com responsabilidade

As novas regras não significam que a inteligência artificial está proibida na educação. A proposta é estabelecer limites para que a tecnologia seja usada de forma segura, ética e realmente útil para a aprendizagem.

A IA pode ser uma ferramenta para aprender melhor, mas não deve substituir o pensamento, a criatividade e a responsabilidade das pessoas.

 

Leia mais em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/09/01/cne-para-uso-de-ia-em-escolas-e-universidades.ghtml

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Saúde

A IA agora também está ajudando na criação de remédios

E se uma inteligência artificial pudesse ajudar cientistas a encontrar o caminho para novos medicamentos? Foi isso que a Anthropic decidiu testar com o Claude, seu chatbot de IA. Em um experimento, a ferramenta conseguiu criar proteínas que podem se ligar a alvos biológicos, uma etapa importante na pesquisa de novos remédios.

O que o Claude conseguiu fazer?

Normalmente, encontrar uma molécula ou proteína que possa ser útil em um medicamento pode levar semanas ou até meses de trabalho especializado.

No experimento, a ideia foi testar se o Claude conseguiria realizar parte desse trabalho de forma autônoma, seguindo apenas um comando escrito por uma pessoa.

O resultado chamou atenção: a taxa de acerto ficou entre 22% e 35%, dependendo do modelo e da forma como ele foi utilizado.

Para comparação, a taxa histórica de acerto nesse tipo de trabalho costuma ficar entre 10% e 15%.

Isso significa que a IA inventou um novo método?

Não exatamente.

Pesquisadores destacam que o Claude não criou uma nova maneira de desenvolver essas proteínas. Ele utilizou ferramentas e métodos que já existem na comunidade científica, mas conseguiu combiná-los e utilizá-los de maneira mais eficiente.

Ou seja, a novidade está principalmente em como a IA pode acelerar e facilitar um trabalho que já é realizado por especialistas.

A aposta da Anthropic na ciência

Esse experimento faz parte de uma estratégia maior da empresa.

Em 2026, a Anthropic lançou o Claude Sciences, uma versão voltada para pesquisadores que reúne mais de 60 bases de dados. A empresa também comprou uma startup de biotecnologia por cerca de US$ 400 milhões.

IA substituindo cientistas?

Ainda não.

O experimento mostra que a IA pode realizar tarefas bastante complexas e ajudar pesquisadores a economizar tempo. Mas os resultados ainda precisam ser analisados e validados por especialistas.

A tendência é que humanos e inteligência artificial trabalhem juntos cada vez mais em áreas como ciência, tecnologia e medicina.

Talvez o futuro dos remédios não seja apenas feito por cientistas ou por máquinas, mas pela parceria entre os dois.

 

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/o-nobel-de-medicina-vai-para-dr-claude

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O que seu sono tem a ver com sua aposentadoria?

Uma noite mal dormida pode deixar o dia mais difícil. Quando isso acontece com frequência, porém, os efeitos podem se acumular e afetar a saúde, a disposição e até a vida profissional.

Foi o que pesquisadores da Universidade de Turku, na Finlândia, investigaram. O estudo encontrou uma relação entre problemas de sono e o tempo que as pessoas permanecem trabalhando depois dos 50 anos.

O que os pesquisadores descobriram?

Entre as pessoas que apresentavam distúrbios graves do sono, o período esperado de permanência no mercado de trabalho depois dos 50 anos foi cerca de oito meses menor do que entre aquelas sem problemas de sono.

Nos casos considerados moderados, a diferença ficou em torno de cinco meses.

A explicação pode estar nos efeitos que uma rotina de sono ruim tem sobre o organismo. Cansaço constante, dificuldade de concentração e outros problemas relacionados à saúde podem tornar mais difícil continuar trabalhando por muitos anos.

Dormir pouco faz diferença?

Sim. Dormir menos do que o necessário pode prejudicar o funcionamento do corpo e da mente. Atenção, memória, disposição e concentração podem ser afetadas quando o descanso não é suficiente.

Mas a pesquisa analisou mais do que o número de horas dormidas. Também foram considerados sinais como dificuldade para pegar no sono, acordar várias vezes durante a noite, despertar muito cedo e não se sentir descansado ao acordar.

E o tipo de trabalho importa?

Pode importar bastante.

Quem trabalha em turnos ou horários irregulares, por exemplo, pode ter mais dificuldade para manter uma rotina de sono. Em profissões que exigem atenção constante, esforço físico ou tomada de decisões, o cansaço também pode tornar a jornada mais difícil.

Por isso, a relação entre sono e permanência no trabalho pode ser ainda mais complexa em determinadas profissões.

Então dormir mais é sempre melhor?

Também não é tão simples. O estudo observou que pessoas que dormiam nove horas ou mais também apresentavam uma menor permanência esperada no mercado de trabalho. Porém, os pesquisadores alertam que isso pode estar relacionado a outras condições de saúde.

Ou seja, não dá para concluir que dormir nove horas seja prejudicial.

E no Brasil?

Os problemas de sono também são comuns por aqui. Dados citados pela matéria apontam que 31,7% dos brasileiros apresentam sintomas de insônia.

O que fica de aprendizado?

A pesquisa não prova que dormir mal, sozinho, faz alguém deixar de trabalhar mais cedo. Saúde, profissão, condições de trabalho e outros fatores também entram nessa conta.

Mas o resultado reforça uma ideia importante: o sono não serve apenas para recuperar a energia depois de um dia cansativo. Dormir bem também faz parte dos cuidados com a saúde e pode ajudar a manter a disposição para estudar, trabalhar e realizar as atividades do dia a dia ao longo da vida.

 

Leia mais em: https://exame.com/ciencia/dormir-mal-pode-atrasar-sua-aposentadoria-e-a-ciencia-explica-por-que/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

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Curiosidades

Frio, medo ou emoção: por que nos arrepiamos?

Frio, medo, emoção… Várias situações podem fazer nossa pele ficar cheia de pequenas bolinhas e os pelos se levantarem. Mas por que isso acontece?

Uma reação automática

O arrepio é uma reação automática do nosso corpo. Quando sentimos frio, por exemplo, o cérebro envia sinais para pequenos músculos que ficam ligados aos pelos. Eles se contraem e fazem os pelos ficarem levantados.

Uma herança dos nossos antepassados

Esse mecanismo era mais útil para os nossos antepassados, que tinham o corpo coberto por muito mais pelos. Quando eles se arrepiavam, os pelos levantados ajudavam a criar uma camada de ar próxima à pele, contribuindo para conservar o calor.

Hoje, como temos muito menos pelos, esse efeito praticamente não ajuda a nos aquecer. Mesmo assim, nosso corpo continua fazendo isso.

Não é só o frio!

O mais curioso é que não precisamos estar com frio para arrepiar. Medo, susto, ansiedade, um toque inesperado e até uma música emocionante também podem provocar essa reação.

Em animais com muitos pelos, como cães e gatos, arrepiar os pelos também pode ser uma forma de parecer maior diante de uma ameaça.

E aquele arrepio do nada?

Quando sentimos uma emoção forte, nosso cérebro pode ativar respostas parecidas com as que aparecem diante de uma situação de perigo. Por isso, uma música, uma lembrança ou até uma cena de um filme podem fazer a pele arrepiar.

Então, da próxima vez que você se arrepiar, lembre-se: seu corpo está usando um mecanismo que existe há milhares de anos! 

 

Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-arrepiamos/

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Dicas de Psi

Nesta seção, o time de Psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui.

Amanda Giglioli Cortez - Psicóloga>

Amanda Giglioli Cortez - Psicóloga

Acolher também é perceber

Acolher é mais simples do que imaginamos. Muitas vezes, são pequenas ações que fazem a diferença: olhar nos olhos, oferecer um “bom dia”, perguntar como alguém está ou simplesmente estar disponível para ouvir.

Mas acolher também significa prestar atenção.

Existe um mito de que a maioria dos suicídios acontecem sem qualquer aviso. Na realidade, muitas pessoas que estão em sofrimento intenso apresentam, antes de uma tentativa, mudanças de comportamento ou sinais de alerta que podem aparecer em falas, atitudes, no modo de se relacionar ou na forma como lidam com a própria vida.

Falas de desesperança, sensação de não haver saída, isolamento, mudanças importantes de comportamento, manifestações de despedida ou de que a pessoa não quer mais viver são alguns sinais que merecem atenção. Também existem fatores que podem aumentar a vulnerabilidade, como histórico familiar e questões relacionadas à saúde mental e ao uso de substâncias.

Isso não significa que um sinal isolado indique que alguém irá cometer suicídio. O importante é perceber mudanças e não ignorar aquilo que chama a nossa atenção.

Acolher não significa ter todas as respostas ou saber resolver o sofrimento do outro. Nem sempre estaremos preparados para oferecer o apoio necessário e tudo bem.

Nesses momentos, podemos ser uma ponte: ouvir sem julgamentos, demonstrar que aquela pessoa não está sozinha e ajudá-la a chegar até alguém ou a um serviço que possa oferecer o cuidado adequado.

Em um mundo onde a individualidade e a correria estão cada vez mais presentes, parar e olhar ao redor pode ser um desafio. Por isso, acolher é um exercício diário: perceber, escutar, cuidar.

Você não precisa ter todas as respostas para fazer a diferença. Às vezes, o primeiro passo é simplesmente perceber e se aproximar.

Sugestões da Semana

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Filme: Ford Vs Ferrari

Sugestão do Henrique Corrêa, da unidade Conselheiro

O que acontece quando uma das maiores fabricantes de carros dos Estados Unidos decide desafiar a poderosa Ferrari? Em uma disputa marcada por velocidade, pressão e rivalidade, o piloto Ken Miles e o designer Carroll Shelby recebem uma missão ousada: construir um carro capaz de derrotar a Ferrari na mais importante corrida de resistência do mundo. Uma história emocionante sobre competição, amizade e a busca por superar os próprios limites.

#DeJovemPraJovem

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Filme: Flow

Sugestão do Murilo Humberto de Jesus, da unidade Estácio Salvador

Vencedor do Oscar de Melhor Animação, Flow acompanha um gato solitário que vê seu mundo ser transformado por uma grande enchente. Em um pequeno barco, ele acaba embarcando em uma aventura ao lado de outros animais, aprendendo a confiar e conviver com criaturas muito diferentes. Sem diálogos, o filme conquista pela beleza, pela emoção e por uma história sobre sobrevivência, amizade e união.

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Anime: Super Onze (Inazuma Eleven)

Quando todos dizem que seu time não tem chance, Mamoru Endo decide provar o contrário! Apaixonado por futebol e determinado a vencer, ele reúne uma equipe de jogadores com habilidades incríveis para enfrentar adversários cada vez mais poderosos. Com técnicas especiais, partidas eletrizantes e muita emoção, Super Onze mostra que, quando um time acredita em si mesmo, até os desafios mais impossíveis podem virar uma grande partida!

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