Reflexão da Semana 💭

“É essencial aprender com os fracassos e usá-los como oportunidade de crescimento” – 

Elena Rybakina

Nesta edição:

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Carreira e Desenvolvimento

Será que você está esperando demais dos outros?

Você já ficou chateado porque alguém não fez algo que você esperava? Isso pode acontecer com amigos, familiares, colegas e outras pessoas próximas.

Sentir decepção de vez em quando é normal. O problema aparece quando isso acontece o tempo todo, com várias pessoas diferentes. Nesse caso, pode ser interessante parar e pensar: será que estou esperando demais dos outros?

Cada pessoa demonstra carinho de um jeito

Segundo a psicóloga Patricia Ramírez, uma das causas da frustração constante é esperar que as outras pessoas ajam da mesma maneira que nós.

Por exemplo: você pode demonstrar carinho mandando mensagens todos os dias, enquanto outra pessoa demonstra que gosta de você de outras formas. Isso não significa necessariamente que ela não se importa.

As pessoas têm experiências, limites, prioridades e maneiras diferentes de demonstrar sentimentos. Por isso, nem sempre uma atitude diferente da que esperamos significa falta de interesse.

Ajustar expectativas não significa aceitar tudo

Entender que as pessoas são diferentes não significa aceitar qualquer comportamento.

Situações de desrespeito, manipulação ou atitudes que fazem mal precisam de limites. Em alguns casos, pode até ser necessário se afastar.

A ideia é perceber a diferença entre aceitar que alguém é diferente de você e tolerar algo que está te fazendo mal.

Será que sua expectativa é realista?

Uma maneira simples de perceber se suas expectativas estão muito altas é fazer um pequeno exercício.

Pense em três pessoas com quem você costuma se decepcionar. Depois, escreva o que você esperava que cada uma delas fizesse. Por exemplo: ligar, ajudar, demonstrar carinho ou estar presente.

Então, pergunte a si mesmo:

Essa pessoa realmente prometeu ou se comprometeu a fazer isso?

Se a resposta for não, talvez você esteja esperando dela algo que ela nunca disse que poderia oferecer.

Relacionamentos também envolvem diferenças

Não precisamos pensar, sentir ou agir da mesma forma para ter uma boa relação com alguém.

Quando entendemos que cada pessoa tem seu próprio jeito de demonstrar carinho, gratidão e preocupação, fica mais fácil lidar com as diferenças e diminuir algumas frustrações.

Ter expectativas mais realistas não significa se conformar. Significa respeitar as diferenças e valorizar relações baseadas em respeito, reciprocidade e sinceridade.

 

Leia mais em: https://www.cnnbrasil.com.br/curiosidades/ter-padroes-de-exigencia-irreais-destroi-relacoes-saudaveis-entenda/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article

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Mundo do trabalho

Entrevista de emprego na era da IA: você consegue provar que é você?

A inteligência artificial está mudando várias áreas do mercado de trabalho, inclusive os processos seletivos. Com ferramentas capazes de criar textos, responder perguntas e até gerar rostos e vozes, algumas empresas estão preocupadas com candidatos que usam IA para fingir que sabem algo ou até para esconder sua verdadeira identidade.

Por isso, algumas entrevistas de emprego estão ganhando novos desafios.

“Mostre o ambiente”

Em algumas entrevistas por vídeo, os candidatos podem ser convidados a tirar o fundo virtual, movimentar a câmera para mostrar o ambiente ou até passar a mão na frente do rosto.

A ideia é verificar se a pessoa está realmente sozinha e se não existe alguém ou algum programa ajudando a responder às perguntas.

Uma empresa, por exemplo, começou a verificar o endereço de internet dos candidatos depois de descobrir pessoas que diziam morar nos Estados Unidos, mas estavam em outros países.

IA pode ser usada, mas nem sempre

Usar inteligência artificial não é necessariamente proibido. Algumas empresas até permitem ou incentivam seu uso em determinadas atividades, como exercícios de programação ou tarefas feitas em casa.

Porém, durante uma entrevista, o candidato pode precisar responder sozinho a perguntas sobre suas experiências, sua forma de pensar ou como resolveria determinado problema.

Algumas empresas também pedem que o candidato compartilhe a tela ou escreva respostas em tempo real. Assim, fica mais fácil perceber se ele está realmente produzindo a resposta ou apenas copiando e colando algo criado por uma IA.

O que as empresas estão procurando?

Mais do que descobrir quem sabe usar IA, muitas empresas querem encontrar pessoas que consigam pensar, resolver problemas e explicar suas ideias por conta própria.

Isso não significa que a inteligência artificial não tenha espaço no trabalho. Pelo contrário: saber usar essas ferramentas pode ser uma habilidade importante. O desafio é não depender delas para tudo.

Uma entrevista continua sendo uma oportunidade para mostrar aquilo que nenhuma ferramenta consegue representar completamente: suas experiências, seu raciocínio, sua criatividade e sua maneira de se comunicar.

 

Leia mais em: https://investnews.com.br/the-wall-street-journal/empresas-fazem-candidatos-a-vagas-de-emprego-passar-por-testes-para-provar-que-sao-reais/amp/?utm_source=chatgpt.com

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Entretenimento

Coral das Quebradas: conheça o projeto de funk que encantou as crianças

O que começou como vídeos de MCs cantando funk acompanhados apenas por palmas virou um projeto que conquistou milhões de visualizações e chegou até as escolas.

O Coral das Quebradas, formado por seis MCs, criou uma maneira diferente de apresentar o funk: sem instrumentos ou grandes produções, apenas com vozes e palmas marcando o ritmo.

Deu tão certo que virou projeto infantil

A ideia ganhou ainda mais força depois que o grupo fez uma versão de uma música conhecida do programa infantil Castelo Rá-Tim-Bum. O vídeo fez sucesso e mostrou que havia espaço para levar o projeto também para o público infantil.

Assim nasceu o Coral das Quebradas Kids, com músicas conhecidas pelas crianças e novas versões feitas pelo grupo.

Do TikTok para as escolas

O primeiro vídeo do formato chegou a cerca de 10 milhões de visualizações e 1 milhão de curtidas no TikTok.

Com a repercussão, o projeto saiu das redes sociais e chegou às escolas. Os integrantes fizeram apresentações para crianças e perceberam que muitas delas já estavam reproduzindo as palmas do coral.

Palmas também são música

Pode parecer fácil cantar e bater palmas ao mesmo tempo, mas manter o ritmo exige prática.

Para os integrantes do coral, as palmas são mais do que um acompanhamento. Elas ajudam a marcar as batidas e também fazem parte do processo de criação das músicas.

Esse formato acabou se tornando uma das principais características do projeto: seis vozes, muitas palmas e um jeito diferente de fazer funk.

Funk e educação

Além de levar o gênero para novos públicos, o projeto também busca mostrar que o funk pode ocupar diferentes espaços e se conectar com outras formas de cultura e educação.

A versão infantil já conta com músicas próprias e parcerias, incluindo uma colaboração com a Galinha Pintadinha. O grupo também planeja novas participações com artistas conhecidos da música brasileira.

O Coral das Quebradas mostra que a música pode ganhar novos formatos quando diferentes ideias se encontram. 🎶👏

 

Leia mais em: https://www.cnnbrasil.com.br/pop/musica/funk-ganha-voz-palmas-e-espaco-entre-criancas-com-coral-das-quebradas/

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700 mil pessoas, 75 mil litros de café: Veja alguns números do Rock in Rio

O Rock in Rio 2026 terminou no dia 13/09, e a organização divulgou números que mostram o tamanho do festival. Foram sete dias de música, milhares de pessoas e muito consumo de alimentos e bebidas.

Mas o evento também chamou a atenção pelos dados sobre reciclagem, transporte e geração de empregos. Confira alguns dos números!

Um festival para muita gente

  • 700 mil pessoas passaram pelo festival durante os sete dias.

  • O público veio de 89 países diferentes.

  • Cerca de 49% dos visitantes eram de fora do estado do Rio de Janeiro.

  • Aproximadamente 100 mil pessoas participaram do evento por dia.

Café, hambúrgueres e comida

O público consumiu grandes quantidades de alimentos e bebidas durante os shows:

  • Mais de 75 mil litros de café foram consumidos.

  • Mais de 180 mil hambúrgueres foram vendidos no gramado.

  • 80 toneladas de comida foram consumidas na área VIP.

  • Mais de 860 mil pratos foram doados até o domingo do encerramento.

Esses números ajudam a mostrar a quantidade de comida e bebida necessária para atender a um evento desse tamanho.

E o lixo produzido?

A sustentabilidade também fez parte do balanço do festival.

Foram recolhidas 40 toneladas de resíduos por dia, e cerca de 80% desse material era potencialmente reciclável.

Isso mostra a importância de pensar no destino do lixo em eventos que reúnem milhares de pessoas.

Como o público chegou ao festival?

O transporte coletivo foi utilizado por muitos visitantes:

  • 300 mil passageiros usaram o BRT Expresso.

  • 240 mil embarques foram registrados no MetrôRio.

  • Cerca de 150 mil pessoas utilizaram o BRT Primeira Classe, com saídas de mais de 40 destinos do Rio.

O transporte foi uma das partes importantes da operação do festival.

Impacto na economia e no trabalho

Além da música e do entretenimento, o Rock in Rio movimentou a economia e gerou oportunidades de trabalho.

  • O festival gerou um impacto econômico estimado em R$ 3,36 bilhões.

  • Cerca de 33,9 mil pessoas foram empregadas direta e indiretamente.

  • O evento também contou com aproximadamente 30 mil credenciados.

Um festival que vai além da música

Os números do Rock in Rio mostram que um grande evento envolve muito mais do que artistas e shows. Transporte, alimentação, sustentabilidade e trabalho também fazem parte dessa experiência.

Leia mais em: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/rock-in-rio/noticia/2026/09/13/numeros-do-rock-in-rio-2026.ghtml

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Ciência e Tecnologia

Genética ou experiências? O que influencia sua personalidade?

Você já parou para pensar por que algumas pessoas são mais extrovertidas, enquanto outras preferem ficar mais quietas? Ou por que algumas gostam de experimentar coisas novas e outras preferem seguir uma rotina?

A ciência mostra que nossa personalidade é influenciada tanto pela genética quanto pelo ambiente em que vivemos. Um estudo publicado na revista científica Nature investigou essa relação usando dados de mais de 1,14 milhão de pessoas.

O que é personalidade?

A personalidade é o conjunto de características que influencia a maneira como pensamos, sentimos e nos comportamos. Ela ajuda a explicar por que cada pessoa tem um jeito próprio de lidar com situações e relacionamentos.

Para estudar essas diferenças, os cientistas utilizam um modelo chamado Big Five, ou “Cinco Grandes”, que reúne cinco características principais:

  • Extroversão: relacionada à sociabilidade e à energia.

  • Amabilidade: envolve cooperação, respeito e empatia.

  • Conscienciosidade: ligada à organização e à responsabilidade.

  • Neuroticismo: relacionado à intensidade das reações emocionais.

  • Abertura à experiência: envolve curiosidade, criatividade e interesse por novidades.

O que os cientistas descobriram?

Os pesquisadores identificaram 1.260 marcadores genéticos relacionados às características de personalidade estudadas. Desses, 824 ainda não haviam sido identificados em pesquisas anteriores.

Os resultados indicam que variantes genéticas comuns podem explicar entre 5% e 16% das diferenças de personalidade entre as pessoas. Isso significa que os genes têm influência, mas não determinam sozinhos quem somos.

O ambiente também importa

Se os genes influenciam nossa personalidade, será que o ambiente familiar é o principal responsável?

O estudo não encontrou evidências de que crescer na mesma família seja o principal motivo para as pessoas terem personalidades parecidas. Isso reforça a ideia de que nosso desenvolvimento envolve diferentes fatores, incluindo a genética e as experiências de vida.

Ou seja: ter características parecidas com alguém da sua família não significa que vocês terão exatamente a mesma personalidade.

O cérebro e a personalidade

Os pesquisadores também observaram relações entre vários marcadores genéticos e genes ativos no córtex pré-frontal, uma região do cérebro localizada atrás da testa.

Essa área participa de funções importantes, como a regulação das emoções, a tomada de decisões e o autocontrole.

Podemos mudar ao longo da vida?

A personalidade costuma apresentar certa estabilidade, mas isso não significa que nosso jeito de ser esteja completamente definido desde o nascimento.

A pesquisa ajuda a entender como a genética está relacionada às características de personalidade. Ainda existem questões a serem investigadas, inclusive sobre como esses resultados se aplicam a pessoas de diferentes culturas e idiomas.

Uma reflexão para você

Nossos genes podem influenciar algumas características, mas a personalidade é um assunto complexo. Conhecer a si mesmo também envolve observar experiências, escolhas e a maneira como nos relacionamos com o mundo.

Leia mais em: https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/personalidade-e-genetica-o-que-a-ciencia-descobriu/

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Pix com a palma da mão: pagar sem celular pode virar realidade

Imagine fazer uma compra e pagar pelo Pix sem precisar tirar o celular do bolso ou abrir o aplicativo do banco. Basta aproximar a palma da mão de um leitor!

Essa tecnologia já está sendo apresentada ao mercado brasileiro e pode mudar a forma como fazemos pagamentos no futuro.

Como funciona o pagamento?

A tecnologia se chama PalmAI e foi desenvolvida pela Positivo Tecnologia em parceria com a Tencent Cloud.

Para utilizar o sistema, a pessoa precisa cadastrar sua palma da mão. O equipamento identifica características da mão e o desenho dos vasos sanguíneos que ficam sob a pele.

Depois do cadastro, o leitor reconhece a mão e pode autorizar o pagamento em aproximadamente meio segundo, segundo as empresas.

E a segurança?

O sistema utiliza a biometria, que é uma forma de identificar uma pessoa por características do próprio corpo.

Além da leitura da palma e dos vasos sanguíneos, a tecnologia conta com um mecanismo chamado prova de vida. Ele ajuda a verificar se existe uma pessoa real diante do equipamento.

Mesmo assim, a segurança dos dados biométricos e a forma como as informações são armazenadas são aspectos importantes que precisam ser considerados na adoção desse tipo de tecnologia.

Pix, débito e crédito

A novidade não será limitada ao Pix. O equipamento também pode ser utilizado para pagamentos com cartões de débito e crédito.

Uma possibilidade apresentada é cadastrar formas de pagamento diferentes para cada mão. Por exemplo, uma mão poderia estar associada ao Pix e a outra a um cartão.

Onde essa tecnologia pode ser utilizada?

Supermercados, farmácias, restaurantes e outros estabelecimentos com grande circulação de pessoas estão entre os locais que podem utilizar o sistema.

A tecnologia também pode ser aplicada em eventos e ambientes que exigem controle de acesso.

Quando poderemos pagar com a mão?

A tecnologia foi apresentada na Autocom 2026, em São Paulo. A Positivo informou que os terminais seriam disponibilizados para grandes empresas de pagamento a partir do segundo semestre de 2026.

Entretanto, a chegada aos estabelecimentos depende de parcerias, integração com bancos e empresas e instalação de equipamentos compatíveis.

Leia mais em: https://revistaforum.com.br/politica/pix-sem-mao-celular/

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Brasil e Mundo

O mundo está ficando mais velho: idosos já são maioria em relação às crianças

Pela primeira vez na história, o número de pessoas com 65 anos ou mais superou o de crianças pequenas no mundo. Segundo um novo relatório, os idosos já representam 10,5% da população global.

Esse cenário mostra como a população mundial está envelhecendo, principalmente por causa da queda no número de nascimentos e do aumento da expectativa de vida.

Por que isso está acontecendo?

Dois fatores ajudam a explicar essa mudança:

  • Menos nascimentos: em muitos países, as famílias estão tendo menos filhos.

  • Maior expectativa de vida: as pessoas estão vivendo mais tempo graças a melhorias na saúde e nas condições de vida.

Com menos crianças nascendo e mais pessoas chegando à velhice, a população vai ficando mais velha.

A mudança está acontecendo em vários países

O envelhecimento da população não é uma realidade apenas de países como Japão e Itália.

Segundo o relatório, em 2023, mais de 71% da população mundial vivia em países onde a taxa de fertilidade estava abaixo ou no nível de reposição. Em 2013, esse número era de 45%.

A taxa de reposição de aproximadamente 2,1 filhos por mulher é uma referência usada para indicar o número de nascimentos necessário para manter o tamanho da população ao longo do tempo, sem considerar a migração.

O que muda no mercado de trabalho?

Com o envelhecimento da população, alguns países podem enfrentar mudanças na quantidade de pessoas trabalhando.

Se menos jovens entrarem no mercado de trabalho, empresas e governos poderão precisar investir em tecnologia, automação e novas formas de organizar o trabalho.

Isso não significa que todos os países terão o mesmo problema ou que os jovens deixarão de encontrar oportunidades. Os efeitos dependem das características de cada sociedade.

E os serviços públicos?

Uma população mais velha também exige atenção à saúde, à aposentadoria e aos cuidados de longa duração.

Os governos precisam planejar como oferecer esses serviços para uma quantidade maior de pessoas idosas, garantindo qualidade de vida e apoio às famílias.

Como será o futuro?

O relatório do Census Bureau projeta que a parcela da população mundial com 65 anos ou mais aumente de 10,5% em 2025 para 19,6% em 2060.

Isso significa que o envelhecimento da população deve continuar sendo uma das grandes transformações demográficas das próximas décadas.

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/o-ponto-de-virada-demografico-do-planeta

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Finanças

Você sabe como os bancos lucram?

Os bancos fazem parte da nossa vida financeira. Usamos suas contas para receber salários, fazer Pix, guardar dinheiro e pedir empréstimos. Mas você já se perguntou como essas instituições ganham dinheiro?

A principal fonte de lucro é a diferença entre os juros que o banco paga para conseguir dinheiro e os juros que cobra ao emprestar esse valor. Mas existem outras fontes de receita.

1. O dinheiro dos empréstimos

Uma das principais formas de lucro dos bancos é o chamado spread bancário.

Funciona assim: o banco capta dinheiro, por exemplo, por meio de depósitos e investimentos como CDBs. Depois, empresta esse dinheiro para pessoas e empresas, cobrando juros.

A diferença entre os juros recebidos e os juros pagos é chamada de spread. Essa diferença contribui para o lucro do banco.

2. Empréstimos para diferentes clientes

O dinheiro emprestado pelos bancos forma sua carteira de crédito.

Ela reúne empréstimos e financiamentos destinados a diferentes tipos de clientes e setores, como:

  • Pessoas físicas, como você e sua família.

  • Empresas.

  • Agronegócio.

  • Projetos de infraestrutura.

Cada tipo de crédito pode apresentar condições, riscos e taxas diferentes.

3. Serviços e tarifas

Os bancos também ganham dinheiro oferecendo serviços aos clientes.

Entre os exemplos estão:

  • Tarifas de contas.

  • Administração de cartões.

  • Gestão de fundos de investimento.

  • Seguros.

  • Operações de câmbio, que envolvem a troca de moedas.

Essas receitas são chamadas de receitas de prestação de serviços.

4. Bancos também investem

Os bancos possuem uma área chamada tesouraria. Nela, podem atuar como investidores, aplicando parte dos recursos em ativos financeiros, como títulos públicos e dólar.

Os resultados dessas operações também podem contribuir para as receitas da instituição.

5. E quando alguém não paga o empréstimo?

Nem todo dinheiro emprestado volta para o banco.

Quando uma pessoa ou empresa deixa de pagar suas dívidas, o banco pode ter prejuízo. Esses valores são considerados entre os custos relacionados à inadimplência.

De acordo com as normas do Banco Central, as instituições precisam registrar contabilmente os valores que não esperam receber. Quanto maior a inadimplência, maior pode ser a despesa com esses créditos.

6. Manter um banco também custa dinheiro

Os bancos têm despesas para continuar funcionando, assim como outras empresas.

Entre os principais custos estão:

  • Salários dos funcionários.

  • Aluguel e manutenção de espaços.

  • Infraestrutura tecnológica.

  • Serviços de computação em nuvem.

  • Outros gastos operacionais.

O lucro depende, portanto, das receitas que o banco consegue gerar e dos custos que precisa pagar.

Leia mais em: https://www1.folha.uol.com.br/webstories/economia/2026/09/de-onde-vem-o-lucro-dos-bancos/

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Por que sentimos vontade de ostentar?

Você já sentiu vontade de mostrar uma roupa nova, uma viagem ou alguma conquista nas redes sociais? Esse desejo de mostrar o que temos ou conseguimos não é algo novo.

Muito antes de existirem carros de luxo, relógios caros e bolsas de grife, as pessoas já encontravam maneiras de mostrar sua posição e suas conquistas. O que mudou foram os objetos e a forma de exibi-los.

Mas, afinal, por que gostamos tanto de ser reconhecidos pelos outros?

A vontade de pertencer a um grupo

O ser humano vive em sociedade, e a opinião das outras pessoas costuma ter importância para nós.

Durante grande parte da história, pertencer a um grupo era essencial para a sobrevivência. Ter a confiança e a proteção de outras pessoas ajudava a conseguir alimento e segurança.

Hoje, a realidade é diferente, mas o desejo de ser aceito e reconhecido continua existindo. Mostrar conquistas pode ser uma maneira de transmitir a mensagem: “Eu faço parte desse grupo”.

A ostentação existe há milhares de anos

A vontade de mostrar riqueza não começou com as redes sociais. Ao longo da história, diferentes objetos foram usados para demonstrar poder, sucesso e posição social.

No passado, isso podia acontecer por meio de:

  • Joias e pedras preciosas.

  • Terras e palácios.

  • Cavalos e carruagens.

  • Roupas e objetos de luxo.

Hoje, os símbolos podem ser carros, viagens, roupas de marca, relógios ou até o bairro onde alguém mora.

Os objetos mudam, mas o desejo de mostrar conquistas continua presente.

Quando manter uma aparência custa caro

O problema pode surgir quando uma pessoa começa a gastar mais do que pode para manter um determinado padrão de vida.

No início, o dinheiro permite comprar objetos e experiências de luxo. Com o tempo, porém, manter esse estilo de vida pode exigir cada vez mais dinheiro.

A pessoa pode sentir dificuldade em abrir mão de determinados gastos porque acredita que isso fará os outros perceberem que sua situação mudou.

Nesse momento, a vontade de manter uma imagem pode entrar em conflito com a realidade financeira.

As redes sociais aumentaram a exposição

Antes das redes sociais, as pessoas mostravam suas conquistas principalmente para quem estava por perto. Hoje, uma publicação pode alcançar centenas ou milhares de pessoas.

Isso também facilita a comparação. Ao acompanhar a vida de outras pessoas, podemos encontrar fotos de viagens, roupas, casas e experiências que parecem melhores ou mais luxuosas que as nossas.

O problema é que a comparação pode gerar insatisfação, já que sempre haverá alguém mostrando algo diferente ou aparentemente mais grandioso.

Além disso, as redes sociais geralmente exibem apenas uma parte da vida das pessoas. Uma publicação não mostra necessariamente as dificuldades, os gastos ou os problemas que existem por trás daquela imagem.

O que realmente existe por trás de uma conquista?

Uma conquista não se resume ao que aparece em uma foto.

Por trás de um emprego, de uma formação ou de um projeto realizado, podem existir anos de esforço, escolhas difíceis, erros e momentos em que foi preciso continuar mesmo diante das dificuldades.

Essas partes da história nem sempre aparecem nas redes sociais, mas fazem parte do caminho percorrido.

Por isso, é importante lembrar que o valor de uma conquista não depende apenas da forma como ela é apresentada aos outros.

Querer pertencer é diferente de precisar provar

Buscar reconhecimento e querer fazer parte de um grupo são sentimentos humanos. O desafio aparece quando a necessidade de aprovação passa a controlar nossas escolhas.

Existe uma diferença entre compartilhar algo porque estamos felizes e sentir que precisamos mostrar constantemente nossas conquistas para sermos valorizados.

Talvez uma das maiores conquistas seja conseguir reconhecer o próprio valor sem depender o tempo todo da opinião dos outros.

Para refletir

Você compartilha suas conquistas porque quer dividir sua felicidade ou porque sente que precisa mostrar algo para ser reconhecido?

Leia mais em: https://valorinveste.globo.com/blogs/ana-leoni/coluna/de-onde-vem-nossa-vontade-de-ostentar.ghtml

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Educação

Pisa 2025 revela os desafios da aprendizagem no Brasil

O Brasil continua entre os países com os resultados mais baixos no Pisa, uma avaliação internacional que mede o conhecimento de estudantes de 15 anos em diferentes áreas.

Na edição de 2025, o desempenho brasileiro permaneceu estável em relação a 2022. Isso significa que não houve uma mudança significativa nas notas, mas os resultados ainda mostram desafios importantes na educação.

O que é o Pisa?

O Pisa é uma avaliação organizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Ela analisa como estudantes de aproximadamente 15 anos conseguem aplicar seus conhecimentos em situações do cotidiano.

Em 2025, a prova avaliou:

  • Matemática.

  • Ciências.

  • Leitura.

  • Resolução de problemas com ferramentas computacionais, pela primeira vez.

Os resultados ajudam a comparar o desempenho educacional entre países e identificar dificuldades de aprendizagem.

Como o Brasil se saiu?

O país apresentou os seguintes resultados nas três áreas tradicionais da avaliação:

Matemática – 377 pontos

71º lugar entre 89 países com dados na área.

Leitura – 408 pontos

52º lugar entre 89 países.

Ciências – 409 pontos

67º lugar entre 90 países com dados na área.

Matemática é um dos principais desafios

Entre as áreas avaliadas, matemática apresentou um dos resultados mais preocupantes para o Brasil.

O país ficou atrás de seis vizinhos latino-americanos:

  • Uruguai.

  • Chile.

  • México.

  • Costa Rica.

  • Peru.

  • Colômbia.

Outros países, como Argentina, Equador, Paraguai e Guatemala, tiveram notas menores que a brasileira.

E a leitura e as ciências?

Em leitura, o Brasil alcançou 408 pontos e ficou em 52º lugar. A nota foi dois pontos menor que a de 2022, mas essa diferença não foi considerada significativa pela OCDE.

Em ciências, o país obteve 409 pontos e ficou em 67º lugar. Essa foi a área principal da avaliação de 2025.

Muitos estudantes não atingiram o nível mínimo

Um dos dados que mais chama a atenção é a quantidade de estudantes que ficaram abaixo do nível mínimo de proficiência nas três áreas tradicionais.

43,8% dos estudantes brasileiros não atingiram esse nível em matemática, ciências e leitura ao mesmo tempo.

Na média dos países da OCDE, esse percentual foi de 19,7%.

Já entre os estudantes com alto desempenho em pelo menos uma dessas áreas, o Brasil registrou 1,8%, enquanto a média da OCDE foi de 11,9%.

Uma nova habilidade foi avaliada

Pela primeira vez, o Pisa também analisou a capacidade de resolver problemas usando ferramentas computacionais.

O Brasil alcançou 406 pontos, abaixo da média da OCDE, que foi de 500 pontos.

Essa avaliação busca entender como os estudantes utilizam recursos digitais para resolver problemas, incluindo atividades relacionadas à modelagem e à programação.

O resultado piorou ou ficou igual?

Apesar de o Brasil ter mudado de posição no ranking em relação a 2022, a OCDE considera que o desempenho nas três áreas tradicionais permaneceu estatisticamente estável.

A edição de 2025 também contou com mais países e economias participantes. Por isso, comparar apenas as posições no ranking pode não mostrar toda a realidade do desempenho dos estudantes.

Uma posição mais baixa não significa necessariamente que a nota do Brasil piorou.

Por que essa avaliação é importante?

O Pisa ajuda a identificar dificuldades de aprendizagem e desafios enfrentados pelos sistemas de ensino.

Os resultados brasileiros mostram a importância de discutir a qualidade da educação, o desenvolvimento de habilidades e as oportunidades de aprendizagem oferecidas aos estudantes.

Leia mais em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/09/08/brasil-ultimas-posicoes-pisa-2025.ghtml

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Saúde

Não gosta de abraços? Entenda o que pode explicar esse comportamento

Nem todo mundo se sente confortável com abraços ou outros tipos de contato físico. E tudo bem! Segundo especialistas, não gostar de abraçar não significa, necessariamente, que exista algum problema.

A preferência por manter distância pode estar relacionada à criação familiar, à cultura, às experiências pessoais ou simplesmente ao jeito de cada pessoa. O mais importante é respeitar os limites individuais.

A influência da família

A maneira como aprendemos a demonstrar carinho pode começar na infância.

Pessoas que cresceram em famílias com pouco contato físico, como abraços e beijos, podem se acostumar a demonstrar afeto de outras formas. Por isso, talvez não se sintam tão confortáveis com abraços na vida adulta.

Espaço pessoal e autoestima

Cada pessoa tem um nível diferente de conforto quando alguém se aproxima ou toca em seu corpo.

Para algumas, o abraço pode parecer uma invasão do espaço pessoal ou provocar sensação de vulnerabilidade. Questões relacionadas à autoestima também podem influenciar esse desconforto.

Em outros casos, a preocupação com germes e contaminações pode fazer com que a pessoa evite o contato físico.

Ansiedade e experiências negativas

A ansiedade, especialmente a ansiedade social, pode tornar algumas interações físicas desconfortáveis.

Experiências negativas do passado também podem influenciar a maneira como alguém reage ao toque. Em situações mais específicas, a pessoa pode desenvolver um medo intenso de ser tocada, chamado haptofobia.

Isso não significa que toda pessoa que evita abraços tenha algum transtorno ou tenha passado por um trauma.

A cultura também influencia

O modo de demonstrar carinho muda de acordo com a cultura e o lugar onde vivemos.

Em algumas regiões, abraçar é uma forma comum de cumprimentar. Em outras, o contato físico é mais reservado para pessoas próximas.

Por isso, recusar um abraço não significa necessariamente rejeitar alguém. Pode ser apenas uma diferença cultural ou uma preferência pessoal.

Respeitar os limites é essencial

Não gostar de abraços é uma preferência válida. Ninguém deve ser obrigado a aceitar contato físico para provar carinho, amizade ou educação.

O apoio psicológico pode ser importante quando o desconforto causa sofrimento, prejudica relacionamentos ou atrapalha atividades do dia a dia.

Cada pessoa pode aprender a compreender seus próprios limites e decidir quais formas de contato fazem sentido para ela.

Leia mais em: https://www.cnnbrasil.com.br/curiosidades/pessoas-que-nao-gostam-de-abraco-tem-algum-problema-especialistas-avaliam-comportamento/#goog_rewarded

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Pesquisa revela aumento do tabagismo entre jovens

Uma pesquisa realizada pelo A.C.Camargo Cancer Center em parceria com a Nexus mostrou um dado que chama atenção: entre as pessoas de 16 a 24 anos, 19% disseram ser fumantes. O número está acima da média geral da pesquisa, que foi de 17%.

Mais de 2 mil pessoas de diferentes regiões do Brasil participaram do estudo.

Como ficam as outras faixas etárias?

O grupo de 16 a 24 anos apresentou o maior percentual de fumantes entre todas as idades analisadas.

  • 16 a 24 anos: 19%
  • 25 a 40 anos: 15%
  • 41 a 59 anos: 17%
  • 60 anos ou mais: 16%

A pesquisa também apontou que o primeiro contato com o cigarro acontece, em média, aos 16 anos.

Cigarro comum e eletrônico

O estudo considera tanto os cigarros tradicionais quanto os eletrônicos. A popularização dos dispositivos eletrônicos é apontada como um dos fatores relacionados ao aumento do número de fumantes entre os jovens.

O resultado chama atenção porque o contato com o cigarro pode acontecer ainda durante a adolescência, aumentando o risco de desenvolver dependência.

E quem não fuma?

Mesmo quem não fuma pode estar exposto à fumaça do cigarro.

Segundo a pesquisa, 33% dos brasileiros entrevistados convivem frequentemente com fumantes em casa ou no trabalho. Essa exposição é conhecida como tabagismo passivo e também pode trazer riscos à saúde.

Diferenças pelo Brasil

O consumo de cigarro também varia entre as regiões do país. O maior percentual de fumantes apareceu na região Sul, com 22%, seguida pelo Sudeste, com 19%.

Nordeste e Norte/Centro-Oeste registraram 13% cada.

Um cenário que merece atenção

A pesquisa mostra que o tabagismo continua sendo uma questão de saúde pública e que os jovens estão entre os grupos que merecem atenção.

Além disso, os dados ajudam a entender como hábitos relacionados ao cigarro aparecem na população e reforçam a importância de ter informação para fazer escolhas conscientes sobre a própria saúde.

 

Leia mais em: https://saude.ig.com.br/2026-08-26/tabagismo-e-maior-entre-jovens-de-16-a-24-anos–alerta-pesquisa.html#google_vignette

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Você consegue assistir a um filme inteiro sem olhar o celular?

Você coloca um filme para assistir e, poucos minutos depois, já está olhando o celular. Começa a ler um livro, mas sente vontade de conferir as mensagens. Ou tenta estudar e acaba alternando entre a atividade, as redes sociais e as notificações.

Se isso acontece com frequência, sua rotina cheia de estímulos pode estar influenciando sua concentração.

Seu cérebro está fazendo várias coisas ao mesmo tempo?

Segundo a neurologista Cláudia Ortiz, passar o dia alternando entre mensagens, vídeos, redes sociais e outras tarefas faz com que nossa atenção mude de direção várias vezes.

E existe uma diferença importante: quando respondemos uma mensagem enquanto assistimos a um filme, por exemplo, não estamos necessariamente fazendo duas coisas ao mesmo tempo. Na prática, estamos trocando rapidamente o foco de uma atividade para outra.

Vídeos curtos podem influenciar?

Redes sociais e vídeos curtos apresentam novidades o tempo todo. Isso estimula mudanças rápidas de atenção.

Já atividades como assistir a um filme, ler um livro ou conversar com alguém exigem que permaneçamos concentrados por mais tempo.

Isso não significa que o cérebro tenha perdido a capacidade de se concentrar. Ele pode simplesmente estar acostumado a receber estímulos com muita frequência.

Como recuperar o foco?

A boa notícia é que você não precisa abandonar o celular de uma hora para outra.

Uma das estratégias é começar com períodos curtos de atenção exclusiva e aumentar esse tempo aos poucos.

Confira algumas dicas:

Diminua as notificações

Desative alertas que não são realmente importantes. Assim, o celular interrompe menos o que você está fazendo.

Escolha momentos para olhar o celular

Em vez de conferir as mensagens a cada poucos minutos, reserve alguns momentos do dia para fazer isso.

Faça uma coisa por vez

Vai assistir a um filme? Tente deixar o celular de lado. Vai conversar com alguém? Dê atenção à conversa.

Comece aos poucos

Escolha uma atividade e tente ficar alguns minutos nela sem pegar o celular. Depois, aumente esse tempo gradualmente.

Tenha momentos sem telas

Uma caminhada, uma refeição ou alguns minutos de leitura podem ser oportunidades para ficar longe das notificações e dos conteúdos rápidos.

Foco também é treino

A dificuldade de concentração não significa que você perdeu a capacidade de prestar atenção. Assim como outras habilidades, o foco pode ser exercitado.

Pequenas mudanças na rotina já podem ajudar a criar momentos com menos interrupções e mais atenção em uma única atividade.

 

Leia mais em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/comportamento/nao-consegue-ver-filmes-sem-olhar-o-celular-neurologista-ensina-a-focar,bb969a4145765e50295ccd621cd3ce7da3d4och6.html?utm_source=clipboard

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Curiosidades

Acredite se quiser: o computador que foi à Lua tinha menos memória que uma foto do seu celular!

Em 1969, a missão Apollo 11 fez história ao levar os primeiros seres humanos à superfície da Lua. Para ajudar nessa missão, os astronautas contavam com um computador que, comparado aos aparelhos atuais, tinha uma capacidade extremamente pequena.

Uma diferença gigantesca

O computador de orientação da Apollo 11 tinha cerca de 4 KB de memória de trabalho e 72 KB de armazenamento.

Para ter uma ideia, um celular básico atual pode ter cerca de 4 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento.

A diferença é enorme: a memória de um smartphone atual pode ser cerca de um milhão de vezes maior.

Uma única foto tirada pelo celular, com aproximadamente 4 MB, já pode ocupar dezenas de vezes mais espaço do que todo o armazenamento do computador da Apollo 11!

Como conseguiram chegar à Lua com tão pouco?

O computador da missão não precisava ter milhares de aplicativos, jogos ou espaço para fotos. Ele tinha uma função muito específica: ajudar na navegação, controlar operações e fornecer informações importantes aos astronautas.

Além disso, outros computadores em centros de controle da NASA ajudavam a realizar cálculos mais complexos.

O computador da Apollo também foi projetado para ser extremamente confiável e resistir às condições do espaço.

Pequeno, mas poderoso para sua época

Durante a descida para a Lua, o computador chegou a apresentar alertas de sobrecarga. Mesmo assim, conseguiu priorizar as tarefas mais importantes e continuar funcionando.

O software da missão foi desenvolvido com participação da engenheira Margaret Hamilton, que teve um papel importante na criação dos sistemas que ajudaram a tornar a missão possível.

E pensar que…

Hoje, usamos o celular para assistir a vídeos, tirar fotos, jogar, conversar, estudar e até descobrir nossa localização.

Em 1969, um computador com uma fração minúscula dessa capacidade ajudou a orientar uma nave até a Lua.

A comparação mostra o quanto a tecnologia avançou em pouco mais de 50 anos. E também lembra que tecnologia não é apenas ter mais memória ou velocidade: em uma missão espacial, confiabilidade e precisão eram fundamentais.

 

Leia mais em: https://olhardigital.com.br/2026/08/06/ciencia-e-espaco/o-celular-na-sua-mao-tem-um-milhao-de-vezes-a-memoria-da-missao-apollo-11/

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Aconteceu no Saber

Da ideia à solução: jovens colocam o ESG em prática em sala de treinamento

Os jovens da instrutora Roberta Medeiros, da unidade Itaquera, vivenciaram uma atividade sobre ESG, colocando em prática conceitos trabalhados ao longo do treinamento.

Em equipes, eles foram convidados a identificar problemas relacionados às questões ambientais, sociais e de governança e, a partir disso, criar propostas de soluções criativas e viáveis.

Ao final, os projetos foram apresentados e avaliados pela turma, que reconheceu os destaques com os Prêmios Ouro, Prata e Bronze ESG. 🥇🥈🥉

A atividade proporcionou aos jovens um momento de aplicação prática do conteúdo, estimulando a criatividade, o trabalho em equipe, o pensamento crítico e o protagonismo.

Parabéns a todos os jovens pela participação e dedicação! E parabéns também à instrutora Roberta Medeiros por conduzir a atividade e contribuir para tornar o aprendizado ainda mais prático e significativo.

🥇 Prêmio ESG Ouro:

🥈Prêmio ESG Prata:

🥉 Prêmio ESG Bronze:

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Dicas da Psi

Nesta seção, o time de Psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui.

Larissa Alves Barros - Psicóloga>

Larissa Alves Barros - Psicóloga

“Estar presente também é uma forma de prevenção”

Nem sempre conseguimos perceber o que alguém está enfrentando. Por isso, manter vínculos, perguntar como a pessoa está e demonstrar que ela é importante pode fazer diferença.

Pequenos gestos de presença podem abrir portas para conversas que antes pareciam impossíveis.

Tô no Saber

Kaio Barbosa - Ex Jovem Aprendiz >

Kaio Barbosa - Ex Jovem Aprendiz

Olá pessoal do saber. Estou muito feliz por estar chegando ao final de uma jornada que tive o prazer de participar. Certamente tenho muitas coisas e experiencias que vou levar para a minha vida inteira e sou totalmente grato a todos os instrutores pela paciência e pelo profissionalismo.

Minha jornada começou na unidade da Unisa em Santo Amaro. Tive como primeira instrutora a Jessica. Ela realmente é um exemplo de pessoa e de organização. Ela soube interagir com os primeiros aprendizes e agradeço a ela pela paciência kkkkkk.

No modulo seguinte, conheci o Claudemir, foi um instrutor muito bom, que sabe conversar e passou grandes desafios e com certeza vou levar as experiencias adquiridas para a minha vida.


No modulo intermediário tivemos como instrutor o João, e ele foi uma pessoa que gostaria de seguir como exemplo. João é uma pessoa muito centrada, sabe como agir de acordo com cada pessoa, tem pulso firme, mas também é uma pessoa que conversar. Na minha turma tinha mais jovens um pouco mais velos de 19 anos a 20,21, então as conversas era mais maduras.


Já modulo profissional, confesso que tive um susto kkkkkk, pois não espera todos aqueles trabalhos. Tive o prazer de conhecer a instrutora Alanis. E eu gostei bastante dela, pela abordagem com os jovens e pelas dinâmicas e pela forma descontraída de trabalhar com os jovens. Falo que levei um susto, pela quantidade de slides que tinha nas atividades. Eu fiquei surpreso a primeira vista. Mas acredito que a Alanis é uma instrutora muito boa no que faz, pelo modo como leva o treinamento. Ela consegue interagir todos os jovens de forma simples e gosto bastante como ela conversa, pois parece que não estamos em um treinamento, mas sempre priorizando os trabalhos e as atividades.


E estou aqui. fiz grandes amizades que vou levar para a minha vida inteira, e descobri que tem outros jovens que moram perto de mim. O que é muito bom.
Enfim.

Agradeço a cada instrutor que conheci. Cada um me proporcionou um aprendizado diferente e muito rico, que vou levar para a minha vida inteira. E agradeço a todos do suporte do Saber.

Sugestões da Semana

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Filme: Questão de Tempo

Sugestão do João Vitor Silva de Oliveira, da unidade Estácio Salvador

Tim Lake descobre que os homens de sua família têm a capacidade de viajar no tempo. Ele decide usar esse poder para melhorar sua vida amorosa e conquistar a mulher dos seus sonhos. Porém, ao longo de sua jornada, percebe que nem tudo pode ser controlado ou consertado voltando ao passado.

Entre encontros, desafios e momentos em família, Tim aprende sobre o amor, as escolhas e a importância de valorizar o presente. Uma história emocionante que nos convida a refletir sobre como aproveitamos o tempo e as pessoas que fazem parte da nossa vida.

#DeJovemPraJovem

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Filme: Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica

Sugestão do Gabryel de Azevedo Almeida, da unidade Flamingo Lapa

Estrelado por Keanu Reeves, o filme acompanha Bill e Ted, dois adolescentes apaixonados por rock que precisam viajar pelo tempo para conhecer importantes figuras históricas e concluir um trabalho escolar. Em meio a encontros inusitados e muita confusão, a dupla embarca em uma aventura divertida que mistura história, música e humor.

#DeJovemPraJovem

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Livro: Admirável Mundo Novo

Sugestão do Rafael Lucena, da unidade Unicsul Santo Amaro, da Ana Beatriz, da unidade Estácio Jundiaí, e da instrutora Ellen Martin, da unidade Anhanguera Santo Amaro

Escrito por Aldous Huxley, o livro apresenta uma sociedade futurista em que as pessoas são condicionadas desde o nascimento para viver em um mundo aparentemente perfeito, onde não há espaço para conflitos ou infelicidade. Porém, por trás dessa estabilidade, existem o controle social, a falta de liberdade e a limitação do pensamento. Uma história que convida o leitor a refletir sobre até onde a sociedade pode controlar nossas escolhas em nome da felicidade.

#DeJovemPraJovem

Zoom das Profissões

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