Reflexão da Semana 💭

“Nem tudo que é enfrentado pode ser mudado, mas nada pode ser mudado até ser enfrentado.” – 

James Baldwin

Carreira e Desenvolvimento

Por que deixamos tudo para a última hora?

Sabe aquela tarefa que você sabe que precisa fazer, mas pensa: “Depois eu faço”? Quando percebe, o prazo está chegando e bate aquele desespero. 

A procrastinação, que é o hábito de adiar tarefas, costuma ser relacionada à preguiça ou à falta de organização. Mas estudos em psicologia e neurociência mostram que a história pode ser um pouco diferente.

Nem sempre é falta de disciplina

Pesquisas indicam que muitas vezes procrastinamos para evitar uma sensação desagradável naquele momento. Pode ser ansiedade, tédio, insegurança, medo de errar ou até medo de ser julgado.

Ao deixar a tarefa para depois, sentimos um alívio imediato. O problema é que a tarefa não desaparece. Ela continua esperando e, muitas vezes, vem acompanhada de culpa e preocupação.

Por isso, os pesquisadores apontam que a procrastinação pode estar mais relacionada à forma como lidamos com nossas emoções do que simplesmente à falta de força de vontade.

Todo atraso é procrastinação?

Não!

Às vezes, deixar algo para depois é uma escolha consciente. Por exemplo, quando você decide terminar uma tarefa mais tarde porque precisa resolver algo mais urgente.

A procrastinação acontece quando adiamos uma tarefa mesmo sabendo que isso pode trazer problemas depois.

Cada pessoa procrastina por um motivo

Nem todo mundo adia as coisas pelas mesmas razões. Algumas pessoas podem:

  • querer fazer tudo perfeitamente e ter medo de errar;
  • ficar ansiosas só de pensar na tarefa;
  • sentir dificuldade para começar quando a atividade parece muito grande;
  • funcionar melhor quando o prazo está perto;
  • ficar desmotivadas quando o resultado da tarefa parece muito distante.

Apesar das diferenças, existe algo em comum: muitas vezes, o adiamento serve para escapar de uma sensação desconfortável naquele momento.

E o nosso “eu do futuro”?

Existe outro motivo interessante para procrastinarmos: nosso cérebro pode dar mais importância ao que sentimos agora do que ao que vamos sentir depois.

Por exemplo: você tem um trabalho para entregar daqui a uma semana. Fazer hoje pode evitar correria no futuro, mas assistir a uma série ou jogar pode ser muito mais atraente naquele momento.

O problema é que o “você de amanhã” ainda parece distante. Quando o prazo finalmente chega, a preocupação aumenta.

Se culpar pode piorar

Sabe quando você adia uma tarefa, depois se culpa por ter adiado e fica ainda mais difícil começar?

Esse pode virar um ciclo:

Adiar → sentir culpa → ficar mais desconfortável → evitar a tarefa → adiar novamente.

Por isso, pesquisadores também estudam a importância da autocompaixão, que significa aprender a reconhecer os próprios erros sem se tratar de forma excessivamente dura.

Isso não significa deixar de ter responsabilidade. Pelo contrário: entender por que você está procrastinando pode ajudar a encontrar uma maneira mais saudável de lidar com a situação.

O que você costuma adiar?

Talvez a pergunta não seja apenas “Por que eu não tenho disciplina?”, mas também:

“O que eu estou sentindo quando penso em fazer essa tarefa?”

Identificar esse sentimento pode ser um primeiro passo para entender o motivo do adiamento e começar a mudar esse hábito.

 

Leia mais em: https://www.cnnbrasil.com.br/curiosidades/por-que-deixamos-tudo-para-a-ultima-hora-conjunto-de-estudos-em-psicologia-e-neurociencia-vem-sustentando-explicacao/

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Entretenimento

4 filmes que ainda podem mudar o Top 10 de bilheteria de 2026

O ano ainda nem acabou e o ranking dos filmes que mais arrecadaram em 2026 pode mudar bastante. Quatro grandes lançamentos que chegam aos cinemas nos próximos meses podem entrar no Top 10 mundial de bilheteria.

Atualmente, para entrar na lista dos dez filmes que mais arrecadaram no ano, é preciso superar cerca de US$ 513 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 2,6 bilhões.

Quem ainda pode entrar na lista?

Entre os filmes que chegam aos cinemas até o fim do ano, quatro chamam a atenção:

  • O Outro Lado das Redes – estreia em 8 de outubro
  • Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita – estreia em 19 de novembro
  • Vingadores: Doutor Destino – estreia em 17 de dezembro
  • Duna: Parte Três – estreia em 17 de dezembro

Para entrar no Top 10, esses filmes precisarão arrecadar mais do que o atual décimo colocado.

E como está o ranking?

Por enquanto, Homem-Aranha: Um Novo Dia lidera a lista, com cerca de US$ 2,4 bilhões arrecadados no mundo.

Confira os dez primeiros:

  1. Homem-Aranha: Um Novo Dia – US$ 2,4 bilhões
  2. A Odisseia – US$ 1,6 bilhão
  3. Toy Story 5 – US$ 1,1 bilhão
  4. Michael – US$ 1 bilhão
  5. Super Mario Galaxy: O Filme – US$ 1 bilhão
  6. O Diabo Veste Prada 2 – US$ 693 milhões
  7. Devoradores de Estrelas – US$ 685,3 milhões
  8. Pegasus 3 – US$ 656,5 milhões
  9. Minions & Monstros – US$ 519 milhões
  10. Obsessão – US$ 513,8 milhões

Com vários lançamentos importantes ainda pela frente, o ranking pode ganhar novos nomes até dezembro.

Será que algum desses quatro filmes vai conseguir entrar no Top 10?

 

Leia mais em: https://tangerina.uol.com.br/filmes-series/4-filmes-ainda-podem-mudar-o-top-10-de-bilheteria-de-2026/

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Ciência e Tecnologia

A IA pode ter vontade própria ou se revoltar contra humanos?

Filmes e séries costumam mostrar inteligências artificiais que ganham consciência, criam seus próprios objetivos e até se voltam contra os humanos. Mas será que isso pode acontecer de verdade?

Segundo especialistas ouvidos pelo g1, as IAs atuais não têm consciência nem vontade própria. Elas funcionam usando grandes quantidades de dados para identificar padrões e produzir respostas.

A IA pode tomar decisões inesperadas?

Sim. E é justamente aí que está uma das principais preocupações.

Uma inteligência artificial pode realizar tarefas cada vez mais complexas e tomar decisões que seus criadores não esperavam. Isso não significa que ela esteja “com raiva” ou tenha decidido se rebelar. A decisão seria resultado da forma como o sistema foi desenvolvido e dos dados e comandos que recebeu.

Por isso, uma IA pode apresentar comportamentos inesperados mesmo sem ter consciência.

Então, qual é o risco?

O problema não está necessariamente em uma IA “querer” fazer algo contra os humanos, mas no uso que as pessoas fazem da tecnologia.

Especialistas alertam que sistemas de IA cada vez mais avançados podem ser utilizados em situações capazes de causar grandes danos, principalmente quando estão envolvidos sistemas importantes, segurança ou aplicações militares.

Em outras palavras: a tecnologia pode ser muito poderosa, mas quem desenvolve e utiliza essa tecnologia também tem responsabilidade sobre suas consequências.

A IA já é melhor que os humanos em algumas tarefas

Em algumas atividades, a inteligência artificial já consegue superar o desempenho humano.

Isso acontece principalmente em tarefas que envolvem grandes quantidades de informações, como:

  • encontrar padrões em muitos dados;
  • memorizar e organizar informações;
  • gerar textos;
  • criar imagens;
  • realizar determinadas tarefas rapidamente.

E a tendência é que essas ferramentas continuem ficando mais capazes.

Por que algumas pessoas querem diminuir o ritmo da IA?

Com o avanço rápido da tecnologia, alguns especialistas e líderes de empresas de tecnologia defendem que é necessário ter mais cuidado e criar regras para seu desenvolvimento.

Entre as preocupações estão:

  • Energia: os enormes computadores usados para desenvolver e executar IAs consomem muita energia.
  • Investimentos: empresas estão gastando grandes quantias para desenvolver novos sistemas e ainda existe muita discussão sobre os resultados financeiros desse mercado.
  • Competição: empresas e países estão disputando espaço no desenvolvimento da inteligência artificial.
  • Segurança: quanto mais capazes forem os sistemas, maior pode ser a preocupação com usos inadequados ou decisões inesperadas.

Mas nem todos concordam que o desenvolvimento da IA deveria ser desacelerado. Algumas empresas e líderes do setor defendem que a tecnologia continue avançando.

Afinal, a IA vai se revoltar contra a humanidade?

Por enquanto, não há evidências de que as IAs atuais tenham consciência ou vontade própria.

O debate mais importante está em outro ponto: como desenvolver e utilizar uma tecnologia que está ficando cada vez mais poderosa de forma responsável e segura?

A inteligência artificial está avançando rapidamente, e entender seus benefícios, limites e riscos será cada vez mais importante.

 

Leia mais em: https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/09/21/entenda-se-a-ia-pode-ter-vontade-propria-ou-se-revoltar-contra-humanos.ghtml

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Brasil e Mundo

El Niño: o que o Brasil precisa fazer para enfrentar seus impactos?

O El Niño é um fenômeno climático que acontece quando as águas de uma parte do Oceano Pacífico ficam mais quentes do que o normal. Esse aquecimento pode alterar o clima em diferentes partes do mundo, inclusive no Brasil.

Em 2026, o fenômeno está se fortalecendo e pode ser um dos mais intensos dos últimos anos. Por isso, especialistas estão acompanhando de perto seus possíveis efeitos.

O que pode acontecer no Brasil?

Os efeitos do El Niño não serão iguais em todas as regiões do Brasil. Enquanto algumas áreas podem enfrentar mais chuvas e riscos de enchentes, outras podem passar por períodos de seca, calor intenso e maior risco de queimadas. No geral, as temperaturas podem ficar mais altas e as ondas de calor podem se tornar mais frequentes em diferentes partes do país.

A agricultura também pode ser afetada

As mudanças no clima podem causar problemas para quem trabalha com agricultura.

A quantidade de chuva e as temperaturas influenciam diretamente o crescimento das plantações. Por isso, produtores de diferentes regiões precisam adaptar suas estratégias para diminuir possíveis perdas.

E o impacto não termina na plantação. Transporte, armazenamento e venda dos alimentos também podem ser afetados.

E a energia e a água?

O clima também pode afetar o funcionamento de outros setores.

Na Região Norte, por exemplo, o El Niño pode diminuir a geração de energia. Ao mesmo tempo, temperaturas mais altas podem fazer com que as pessoas usem mais eletricidade para se refrescar.

A água também merece atenção. Em regiões mais quentes e secas, o consumo pode aumentar.

Como o Brasil está se preparando?

O governo e diferentes órgãos públicos estão planejando ações para tentar diminuir os impactos do fenômeno.

Entre as medidas estão:

  • monitoramento de áreas de risco;
  • acompanhamento de rios e chuvas;
  • prevenção e combate a incêndios;
  • preparação dos serviços de saúde;
  • apoio ao setor agrícola;
  • formação de estoques de alimentos;
  • atenção ao abastecimento de água;
  • planejamento para garantir o fornecimento de energia.

O planejamento federal prevê R$ 1,335 bilhão para ações relacionadas à preparação e resposta a possíveis eventos extremos.

A população também faz parte da preparação

Enfrentar eventos climáticos extremos não depende apenas do governo.

As informações sobre riscos precisam chegar à população, para que as pessoas saibam o que pode acontecer em cada região e como agir em situações de emergência.

Por isso, especialistas destacam a importância de unir ciência, governos e sociedade na preparação para os efeitos do El Niño.

Os efeitos podem chegar até a nossa rotina

O El Niño é um fenômeno natural, mas seus efeitos podem atingir coisas que fazem parte do nosso dia a dia, como alimentos, água, energia, saúde, transporte e segurança.

Por isso, acompanhar as previsões e se preparar com antecedência pode ajudar a reduzir os impactos de eventos climáticos extremos.

 

Leia mais em: https://www.poder360.com.br/poder-sustentavel/o-que-o-brasil-precisa-fazer-para-enfrentar-os-impactos-do-el-nino/

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Finanças

Financiamento: o que é e como funciona?

Comprar um carro, uma casa ou até pagar uma faculdade pode exigir uma quantia de dinheiro que nem sempre está disponível de uma vez. É aí que entra o financiamento.

Mas como ele funciona? E qual é a diferença entre financiamento e empréstimo? Vamos entender!

O que é financiamento?

O financiamento é uma forma de crédito usada para comprar algo específico.

Por exemplo: você quer comprar um carro, mas não tem todo o dinheiro para pagar à vista. Uma instituição financeira pode pagar o valor ao vendedor, e você devolve esse dinheiro ao banco em parcelas, geralmente com juros e outras taxas.

Ou seja, você consegue comprar o bem agora e paga por ele ao longo do tempo.

Como funciona?

Um financiamento costuma envolver alguns pontos importantes:

Entrada: é uma parte do valor que você paga no início. Quanto maior a entrada, menor pode ser o valor que precisará financiar.

Prazo: é o período que você terá para pagar a dívida. Pode durar meses ou até vários anos, dependendo do tipo de financiamento.

Juros: são um dos custos de pegar dinheiro emprestado. Eles fazem com que o valor total pago seja maior que o valor inicialmente financiado.

CET: significa Custo Efetivo Total. Ele reúne os diferentes custos do financiamento, como juros, tarifas e seguros. Por isso, é importante olhar o CET antes de fechar um contrato.

Financiamento e empréstimo são a mesma coisa?

Não exatamente. A principal diferença está no uso do dinheiro.

No financiamento, o dinheiro tem uma finalidade definida. Por exemplo, financiar um carro significa que o crédito será usado para comprar aquele carro.

Já no empréstimo, o dinheiro pode ser usado de acordo com a necessidade da pessoa, como pagar uma dívida, fazer uma viagem ou lidar com uma emergência.

Por isso, antes de escolher qualquer opção de crédito, é importante entender quanto você vai pagar no total e se as parcelas cabem no seu orçamento.

Quais são os principais tipos de financiamento?

Existem diferentes tipos de financiamento. Alguns dos mais conhecidos são:

Financiamento de veículos

É usado para comprar carros, motos e outros veículos.

Normalmente, a pessoa escolhe o veículo, solicita o financiamento e, se o crédito for aprovado, paga uma entrada e divide o restante em parcelas.

Durante o pagamento da dívida, o veículo fica como garantia do financiamento. Isso significa que existem regras específicas sobre o bem até que todas as parcelas sejam pagas.

Financiamento de imóveis

É utilizado para comprar uma casa, apartamento ou outro imóvel.

Como os valores costumam ser altos, esse tipo de financiamento pode durar muitos anos. O próprio imóvel geralmente é usado como garantia da dívida.

Por isso, antes de assumir uma dívida tão longa, é importante analisar cuidadosamente o valor das parcelas, os juros e o custo total.

Financiamento estudantil

Também existem financiamentos voltados para a educação.

Eles podem ajudar estudantes a pagar cursos de graduação ou outras formações quando não conseguem arcar com o valor das mensalidades naquele momento.

Um exemplo conhecido no Brasil é o FIES, que possui regras próprias para o financiamento de cursos de ensino superior.

Antes de financiar, pense no futuro

Um financiamento pode ajudar na realização de um projeto, mas também significa assumir uma dívida que será paga durante um período de tempo.

Antes de assinar um contrato, vale conferir:

  • Qual será o valor total pago?
  • Quanto serão os juros?
  • Por quanto tempo vou ficar pagando?
  • Qual é o CET?
  • A parcela realmente cabe no meu orçamento?

Também é importante comparar propostas de diferentes instituições. Uma parcela menor nem sempre significa que o financiamento será mais barato no final.

Crédito também exige planejamento

Financiar alguma coisa não significa apenas conseguir comprar agora. É preciso pensar em como essa decisão vai afetar seu orçamento nos próximos meses ou anos.

Antes de assumir uma dívida, conhecer as condições do contrato e entender o custo total pode evitar surpresas no futuro.

 

Leia mais em: https://www.santander.com.br/blog/o-que-e-financiamento

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Educação

Pesquisa mostra aumento das apostas entre estudantes

Uma pesquisa com estudantes de todo o Brasil mostrou que 27,3% dos alunos do ensino médio já fizeram apostas esportivas pela internet, as chamadas bets. Entre os jovens de 17 anos, o número chega a 32,3%, ou seja, quase 1 em cada 3.

O levantamento foi realizado pela Frente Parlamentar Mista da Educação em parceria com o Equidade.info. Foram entrevistados 1.912 estudantes de 191 escolas de diferentes regiões do país.

As apostas começam cedo

Segundo a pesquisa, o contato com as apostas pode começar ainda na infância. Entre os estudantes de 11 anos, 9,5% disseram já ter apostado. Nos anos finais do ensino fundamental, entre o 6º e o 9º ano, o percentual chega a 16,2%.

Apesar disso, as apostas esportivas são proibidas para menores de 18 anos.

Meninos apostam mais

Os dados também mostram uma diferença entre meninos e meninas. No ensino médio, 41% dos meninos entrevistados disseram já ter apostado, enquanto entre as meninas o percentual foi de 12%.

A pesquisa encontrou números semelhantes entre escolas públicas e particulares.

Nem sempre é fácil saber quanto foi perdido

Um dado que chamou atenção é que 4 em cada 10 estudantes que já apostaram não sabem dizer se ganharam ou perderam mais dinheiro nas plataformas.

Isso mostra como as apostas podem dificultar a percepção de quanto dinheiro está sendo realmente gasto.

O que os números mostram?

As bets são apresentadas como uma forma de tentar ganhar dinheiro, mas também podem levar a perdas financeiras. Por isso, entender como essas plataformas funcionam e conhecer os riscos é importante, principalmente para crianças e adolescentes.

Além disso, desde março de 2026, o ECA Digital estabelece regras para proteger menores de idade no ambiente online. Entre outras medidas, as plataformas precisam adotar mecanismos confiáveis para verificar a idade dos usuários e impedir o acesso de menores a serviços proibidos para essa faixa etária.

A pesquisa também levanta outras questões, como a forma pela qual crianças e adolescentes conhecem as plataformas e como conseguem acessar serviços que deveriam ser restritos a maiores de 18 anos.

 

Leia mais em: https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/brasil/um-terco-dos-alunos-do-ensino-medio-ja-fez-apostas-em-bets-mostra-pesquisa/

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IA pode ter resolvido um dos maiores desafios da matemática

A OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, anunciou que um de seus modelos de inteligência artificial, que ainda não foi lançado, teria conseguido resolver um dos chamados “Problemas do Milênio”.

O desafio é conhecido como Navier-Stokes e envolve equações usadas para entender como líquidos e gases, como água e ar, se movimentam.

Os Problemas do Milênio são sete grandes desafios da matemática escolhidos pelo Instituto de Matemática Clay. Cada problema vale um prêmio de US$ 1 milhão para quem apresentar uma solução correta. Até agora, apenas um deles havia sido resolvido.

Para tentar solucionar o problema, cerca de 10 mil agentes de inteligência artificial trabalharam ao mesmo tempo durante 88 horas. Pesquisadores também participaram, compartilhando ideias e ajudando no processo.

Por que essa descoberta chamou atenção?

Se a solução da OpenAI for confirmada por especialistas, ela poderá representar um grande avanço para a matemática e para a ciência. O problema de Navier-Stokes está relacionado à compreensão de fenômenos envolvendo líquidos e gases, que aparecem em diversas áreas da ciência e da tecnologia.

Mas a história não termina aí. A descoberta também gerou uma disputa sobre os créditos.

Um pesquisador da Anthropic, outra empresa de inteligência artificial, afirmou que a OpenAI só começou a trabalhar no problema depois que informações relacionadas ao seu próprio trabalho foram divulgadas.

A OpenAI negou ter usado esse material e afirmou que chegou a propor dividir os créditos, mas descobriu depois que o trabalho do pesquisador ainda não apresentava uma solução para o problema.

A OpenAI também afirmou que não pretende ficar com o prêmio de US$ 1 milhão, caso a solução seja confirmada.

Agora, a comunidade científica precisa analisar a proposta e verificar se ela realmente resolve o problema. Ou seja: a IA pode ter dado um passo enorme na matemática, mas ainda falta a parte mais importante: provar que a resposta está correta.

 

Leia mais em: https://thenews.com.br/pt-BR/portal/news/a-nova-solucao-de-bhaskara-da-openai

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Saúde

Metanol: vítimas ainda enfrentam sequelas um ano depois

Um ano depois dos casos de intoxicação por metanol em bebidas adulteradas, a polícia avançou nas investigações e identificou pessoas que estariam envolvidas na produção e distribuição das bebidas falsificadas.

Enquanto a investigação continua, algumas vítimas ainda convivem com sequelas permanentes causadas pela intoxicação.

Vítimas ainda enfrentam as consequências

Um dos casos é o de Radharani Domingos, que consumiu três caipirinhas em um bar de São Paulo. No dia seguinte, ela entrou em coma e perdeu grande parte da visão.

Um ano depois, Radharani afirma que consegue enxergar apenas alguns vultos e movimentos. Segundo ela, cerca de 3% da capacidade visual foi preservada.

Ela é uma das pessoas que ainda enfrentam os efeitos da intoxicação mesmo depois de um ano.

Os casos não pararam

A reportagem também mostrou que novos casos foram registrados em 2026.

Em julho, uma mulher de 31 anos morreu após consumir uma bebida que estava contaminada com metanol, em Mato Grosso. Ela era mãe de quatro filhos e havia começado recentemente uma faculdade de Pedagogia.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, 73 casos de intoxicação por metanol relacionados a bebidas adulteradas foram confirmados em 2025, com 25 mortes.

Em 2026, até meados de agosto, 17 casos haviam sido confirmados e outros 23 estavam sendo investigados. As secretarias estaduais de Saúde confirmaram sete mortes no período.

Como funcionava o esquema?

As investigações apontaram para uma rede envolvida na produção, venda e distribuição de bebidas falsificadas.

Segundo a polícia, algumas garrafas que seriam descartadas eram reutilizadas para colocar bebidas falsificadas no mercado. Os investigadores também identificaram pessoas que seriam responsáveis por fornecer essas bebidas para bares e outros estabelecimentos.

A polícia ainda investiga de onde veio o metanol usado nas adulterações.

E os bares?

As investigações também chegaram a estabelecimentos onde algumas das vítimas consumiram as bebidas.

Em um dos casos, movimentações financeiras ajudaram os investigadores a identificar uma ligação entre um fornecedor e uma adega que vendeu uma bebida contaminada.

Outro estabelecimento investigado foi o bar onde Radharani consumiu as caipirinhas. Segundo a polícia, foram encontradas transferências via Pix entre o fornecedor investigado e o estabelecimento.

Os responsáveis pelos locais citados aguardam o andamento das investigações para se manifestar.

As investigações seguem

Além das mortes, algumas pessoas que sobreviveram ficaram com problemas de saúde permanentes e precisam passar por processos de reabilitação.

Um dos sobreviventes perdeu a visão e precisou reaprender atividades do dia a dia depois de passar dias em coma.

A investigação continua para identificar todos os envolvidos no esquema e descobrir a origem do metanol utilizado nas bebidas.

O caso também reforça a importância de verificar a origem das bebidas, além de informações como lote, documentação e nota fiscal, especialmente quando o produto é comprado fora de estabelecimentos confiáveis.

 

Leia mais em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/09/13/um-ano-apos-crise-do-metanol-investigacao-revela-cadeia-de-falsificacao-e-vitimas-convivem-com-sequelas.ghtml

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Muito tempo de tela pode afetar a visão? Oftalmologistas fazem alerta

Especialistas em saúde dos olhos lançaram uma cartilha com orientações para ajudar a prevenir o avanço da miopia entre crianças e adolescentes.

A Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) e o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) divulgaram o material “Mais Tempo ao Ar Livre, Mais Saúde para os Olhos”.

A ideia é orientar famílias e escolas sobre hábitos que podem ajudar a proteger a visão, principalmente em uma época em que celulares, computadores e outros dispositivos fazem parte da rotina.

Mais tempo ao ar livre 

Uma das principais recomendações dos especialistas é passar pelo menos duas horas por dia em ambientes ao ar livre.

Caminhar, brincar, praticar esportes ou simplesmente passar um tempo em contato com a natureza são algumas das opções.

Segundo o CBO, a luz natural pode ajudar a proteger contra o avanço da miopia. Além disso, ficar mais tempo fora de casa pode diminuir o período em que os olhos ficam concentrados em atividades de perto, como usar o celular ou o computador.

E quanto tempo de tela?

A cartilha também apresenta recomendações de tempo de tela de acordo com a idade:

  • Menores de 2 anos: nenhum tempo de tela;
  • De 2 a 5 anos: até 1 hora por dia;
  • De 5 a 10 anos: até 2 horas por dia;
  • De 10 a 18 anos: até 3 horas por dia.

Os especialistas também recomendam fazer pausas durante atividades que exigem olhar de perto, manter uma distância adequada dos dispositivos e usar proteção solar quando necessário.

Por que a miopia preocupa?

A miopia é uma alteração da visão que dificulta enxergar objetos que estão mais distantes.

O problema pode aparecer ou aumentar durante a infância e a adolescência, período em que os olhos ainda estão em desenvolvimento. Por isso, os especialistas reforçam a importância de criar uma rotina que combine momentos de tela com atividades ao ar livre.

A cartilha foi apresentada durante o Congresso Brasileiro de Oftalmologia de 2026 e será distribuída para secretarias de Saúde e Educação de todo o país.

Durante o evento, um projeto também ofereceu consultas e exames gratuitos para cerca de mil crianças e adolescentes, além da distribuição de óculos para quem precisava de correção da visão.

 

Leia mais em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/oftalmologistas-alertam-para-uso-de-telas-e-miopia-em-criancas

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Curiosidades

A história do UNO, o jogo que virou clássico

Você provavelmente já jogou UNO ou pelo menos conhece alguém que adora uma partida. O jogo de cartas coloridas conquistou pessoas de várias idades e se tornou um dos jogos mais conhecidos do mundo.

Mas você sabe como o UNO surgiu? A história começa em 1971, nos Estados Unidos, dentro de uma família que gostava de jogar cartas.

Tudo começou com uma discussão

Merle Robbins costumava jogar um jogo chamado Oito Maluco com seu filho, Ray. Os dois não concordavam sobre algumas regras e acabavam discutindo durante as partidas.

Para resolver o problema, Merle decidiu criar seu próprio jogo, com novas regras e um baralho diferente.

A família gostou da ideia e começou a jogar o novo jogo. Merle percebeu que outras pessoas também poderiam gostar da criação e decidiu produzir alguns baralhos para vender.

Ele e a família investiram cerca de US$ 8 mil para produzir os primeiros 5 mil baralhos de UNO. No começo, as vendas aconteciam até mesmo na barbearia onde Merle trabalhava.

A ideia deu certo. O jogo ficou cada vez mais popular e, pouco tempo depois, os direitos do UNO foram vendidos para uma empresa maior. A partir daí, o jogo começou a conquistar outros países.

Por que o nome UNO?

A palavra “uno” significa “um” em espanhol e italiano.

Durante a partida, quando um jogador fica com apenas uma carta na mão, precisa falar “UNO!”. É uma forma de avisar aos outros jogadores que ele está perto de vencer.

Como funciona o baralho?

O UNO tradicional é formado por cartas de quatro cores:

🔴 Vermelho
🟡 Amarelo
🟢 Verde
🔵 Azul

Além das cartas numeradas, existem cartas especiais que podem mudar o rumo da partida, como:

  • Pular: o próximo jogador perde a vez.
  • Reverter: muda o sentido da rodada.
  • Comprar 2: o próximo jogador compra duas cartas.
  • Coringa: permite escolher a próxima cor.
  • Coringa Comprar 4: permite escolher a cor e faz o próximo jogador comprar quatro cartas.

O objetivo é simples: ser o primeiro a ficar sem cartas.

De onde veio a ideia?

O UNO tem uma relação com o Oito Maluco, um antigo jogo de cartas que já tinha regras parecidas.

Nos dois jogos, os participantes precisam colocar cartas seguindo determinadas regras. Quando não conseguem jogar, precisam comprar cartas. O vencedor é quem consegue se livrar de todas as cartas primeiro.

Por isso, dá para dizer que o UNO é uma espécie de “parente” do Oito Maluco. 

O UNO foi muito além das cartas

Com o passar dos anos, surgiram várias versões diferentes do jogo, incluindo versões com novos temas e regras.

Também foram criados jogos como o UNO Stacko, que mistura as ideias do UNO com jogos de empilhar peças.

E o jogo também chegou ao mundo digital: existem versões para celulares e outras plataformas que permitem partidas online.

Um clássico que atravessou gerações

Desde sua criação, o UNO se tornou um fenômeno mundial. O jogo já vendeu mais de 150 milhões de unidades e chegou a dezenas de países.

Mais de 50 anos depois de sua criação, uma coisa continua igual: basta colocar algumas pessoas ao redor de uma mesa, distribuir as cartas e começar a partida para a competição aparecer. E, dependendo do grupo, até aquela amizade de anos pode ficar em jogo.

 

Leia mais em: https://www.metropolybar.com.br/a-historia-do-uno-o-classico-jogo-do-baralho-colorido/

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Dicas da Psi

Nesta seção, o time de Psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui.

Amanda Giglioli Cortez - Psicóloga>

Amanda Giglioli Cortez - Psicóloga

Quanto mais a gente fala, mais a gente previne o suicídio 

Falar sobre o que sentimos pode ser um dos primeiros passos para cuidar de nós mesmos. Falar é desabafar, organizar pensamentos e, muitas vezes, conseguir ouvir a nós mesmos. Até mesmo em situações de sofrimento intenso, encontrar um espaço seguro para falar pode abrir caminhos para buscar ajuda.

Tristeza, frustração, medo, angústia e sofrimento fazem parte da vida. Quando conseguimos reconhecer, expressar e elaborar esses sentimentos, eles podem se tornar mais compreensíveis e mais possíveis de enfrentar. O problema é que, em um mundo onde aquilo que vemos nas redes sociais parece sempre perfeito, pode surgir a sensação de que não existe espaço para estar mal.

Vivemos uma geração que fala cada vez mais sobre saúde mental e isso é uma conquista. Mas, ao mesmo tempo, somos constantemente expostos a referenciais irreais de felicidade, sucesso, aparência e realização e, quando comparamos a nossa vida com aquilo que vemos, podemos começar a acreditar que há algo errado conosco por sentir tristeza, fracasso, solidão ou insegurança.

Sentir não nos torna inadequados.

Você pode estar passando por algo difícil e, ainda assim, não estar sozinho nisso. Muitas experiências que parecem exclusivamente nossas são vividas por mais pessoas do que imaginamos.

Oferecer um espaço seguro para alguém colocar em palavras aquilo que está vivendo já é uma forma importante de cuidado.

Quanto mais conseguimos falar sobre sofrimento, mais diminuímos o silêncio, o isolamento e o tabu. Falar não é fraqueza. Falar pode ser o começo de um caminho em direção à ajuda.

Sugestões da Semana

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Série: Friends

Friends acompanha seis amigos que vivem em Nova York e compartilham muito mais do que um sofá no café favorito: são histórias de amizade, relacionamentos, trabalho, confusões e momentos inesperados. Entre encontros, desencontros e muitas situações engraçadas, a série mostra como esse grupo enfrenta os desafios da vida adulta sempre contando uns com os outros. Uma comédia leve, divertida e cheia de personagens marcantes que conquistaram gerações.

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Livro: Quem mexeu no meu queijo?

Sugestão das instrutoras Alanis Sottili (unidade Estácio Santo Amaro), e da Jéssica dos Santos Honório (unidade Estácio Duque de Caxias)

Quem Mexeu no Meu Queijo? é uma história curta e cheia de reflexões sobre mudanças, escolhas e a forma como lidamos com o inesperado. Acompanhando quatro personagens em busca de seu “queijo” em um labirinto, o livro mostra que nem sempre as coisas permanecem como esperamos. Uma leitura leve e curiosa que pode fazer você repensar como reage quando os planos mudam e novos caminhos aparecem.

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Filme: Toy Story

Sugestão da Lavinia Ferreira Meneses, da unidade Estácio Salvador

Toy Story apresenta um mundo em que os brinquedos ganham vida quando os humanos não estão por perto. Woody, um cowboy de brinquedo acostumado a ser o favorito de Andy, vê sua posição mudar quando um novo brinquedo chega: Buzz Lightyear, que acredita ser um verdadeiro patrulheiro espacial. Entre disputas, aventuras e situações inesperadas, os dois acabam descobrindo o verdadeiro significado da amizade. E quem já ouviu “Amigo Estou Aqui” provavelmente vai reconhecer uma das mensagens mais marcantes da história: estar ao lado de quem importa, especialmente nos momentos difíceis. Uma animação divertida, emocionante e capaz de despertar aquela gostosa sensação de nostalgia.

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