Reflexão da Semana 💭

“Não é suficiente estar ocupado. A questão é: estamos ocupados com o quê?” – 

Henry David Thoreau

Nesta edição:

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Carreira e Desenvolvimento

Por que conseguir o primeiro emprego pode ser tão difícil?

Conseguir o primeiro emprego pode ser um grande desafio para os jovens. Dados do IBGE mostram que, no primeiro trimestre de 2026, a taxa de desemprego entre pessoas de 18 a 24 anos chegou a 13,8%, mais que o dobro da média de desemprego do país, que ficou em 6,1%.

Na prática, quase 1 em cada 7 jovens dessa faixa etária estava sem trabalho. Um dos principais obstáculos apontados é justamente a falta de experiência profissional.

A famosa experiência que todo mundo pede

Um dos problemas enfrentados pelos jovens é um velho conhecido: as vagas que exigem experiência profissional para quem ainda está tentando conseguir a primeira oportunidade.

Uma pesquisa da MindMiners mostrou que 39% dos jovens da Geração Z apontam a exigência de experiência como uma das dificuldades para entrar no mercado de trabalho. Outros desafios citados foram os baixos salários, a grande concorrência pelas vagas e a falta de contatos profissionais.

E quem já estudou?

Ter formação também não significa que a entrada no mercado será fácil. Segundo a reportagem, alguns jovens que já estudaram e possuem qualificação ainda encontram dificuldades para conseguir um emprego formal.

Com poucas oportunidades, parte deles acaba buscando alternativas, como trabalhos informais ou atividades realizadas por meio de plataformas digitais.

A importância das oportunidades para começar

O problema não está apenas na preparação dos jovens. Segundo um relatório do Banco Mundial citado pela Exame, existem programas criados justamente para ajudar os jovens a conseguir experiência profissional, mas eles ainda são pouco utilizados.

Um exemplo é a Lei da Aprendizagem, que foi criada para ajudar jovens a terem uma primeira experiência no mercado formal. De acordo com o relatório, as empresas brasileiras contrataram apenas 23% do número potencial de aprendizes previsto pela legislação.

Experiência também se constrói

Os dados mostram que entrar no mercado de trabalho pode ser difícil, principalmente quando a experiência é exigida antes mesmo de o jovem ter a oportunidade de conquistá-la.

Por isso, programas de aprendizagem, cursos, projetos e outras experiências práticas podem ser importantes nesse começo. Além de ajudar a desenvolver conhecimentos, essas oportunidades permitem que o jovem conheça a rotina profissional e comece a construir sua própria trajetória.

 

Leia mais em: https://exame.com/carreira/falta-de-experiencia-trava-a-carreira-de-1-em-cada-7-jovens-mostram-dados-do-mercado/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

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Quer se comunicar melhor? Conheça o poder da retórica

Você já precisou convencer alguém a aceitar uma ideia, apresentar um trabalho ou defender seu ponto de vista? Em situações como essas, saber se comunicar bem pode fazer toda a diferença.

A retórica é a capacidade de usar a comunicação e os argumentos para convencer ou influenciar alguém sobre determinado assunto. Para isso, é importante saber organizar as ideias, apresentar bons argumentos e entender com quem você está falando.

Apesar de ser um conceito criado há muitos séculos, a retórica continua presente no nosso dia a dia, principalmente no trabalho.

Retórica e oratória são a mesma coisa?

Não exatamente!

A oratória está relacionada à capacidade de falar bem em público. Já a retórica envolve o uso de argumentos e estratégias para transmitir uma ideia e convencer alguém.

Quando as duas são usadas juntas, podemos fazer apresentações mais claras, interessantes e persuasivas.

Conheça algumas técnicas

Pense em quem está ouvindo

Uma mesma mensagem pode precisar ser apresentada de maneiras diferentes dependendo do público. Antes de falar, pense em quem vai ouvir você: qual é a idade dessas pessoas? O que elas já sabem sobre o assunto? Quais são seus interesses?

Conhecer o público ajuda a escolher melhor as palavras e os exemplos que serão utilizados.

Faça perguntas estratégicas

As perguntas também podem ajudar a chamar a atenção de quem está ouvindo. As chamadas perguntas retóricas são aquelas feitas para provocar uma reflexão, mesmo quando você já sabe qual será a resposta.

Por exemplo: “Se todos nós queremos uma oportunidade, o que podemos fazer para estar preparados quando ela aparecer?”

Uma boa pergunta pode fazer o público parar e pensar sobre o assunto.

Dê destaque às ideias importantes

Nem tudo o que você fala precisa ter a mesma intensidade. Fazer uma pequena pausa antes ou depois de uma informação importante pode ajudar a chamar a atenção do público.

Outra estratégia é repetir intencionalmente uma palavra ou ideia para reforçá-la. Isso pode fazer com que a mensagem fique mais marcante.

Desenvolva sua comunicação

A comunicação não acontece apenas durante uma apresentação. No trabalho, na escola e até em uma conversa com os amigos, saber explicar suas ideias e ouvir outras pessoas é importante.

Quanto mais você pratica a comunicação, mais facilidade pode desenvolver para expressar o que pensa e defender suas ideias com clareza.

Comunicar bem também é saber ouvir

Usar a retórica não significa simplesmente “falar bonito” ou tentar convencer alguém a qualquer custo. Uma boa comunicação envolve entender o outro, organizar suas ideias e apresentar seus argumentos de forma clara e respeitosa.

Afinal, saber se comunicar é uma habilidade que pode abrir muitas portas, tanto na vida profissional quanto na pessoal.

 

Leia mais em: https://www.terra.com.br/economia/meu-negocio/blog-the-speaker/como-usar-a-retorica-e-ser-mais-persuasivo,54d32b1abc02bc94e510ac76665afa53mnhrewhx.html?utm_source=clipboard#google_vignette

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Mundo do trabalho

Postar opinião política pode afetar minha vida profissional?

As redes sociais fazem parte da nossa vida e também são espaços onde podemos compartilhar opiniões. Durante as eleições, é comum publicar comentários, compartilhar notícias e falar sobre candidatos ou partidos.

Mas será que isso pode trazer problemas no trabalho?

Em geral, uma pessoa pode manifestar suas opiniões políticas em seu perfil pessoal. Porém, é importante ter cuidado com a forma como essas opiniões são apresentadas.

Liberdade de expressão também exige responsabilidade

Ter liberdade para expressar uma opinião não significa que qualquer comportamento nas redes esteja livre de consequências.

Publicações com ofensas, ameaças, discurso de ódio, divulgação de informações confidenciais ou ataques a outras pessoas podem gerar problemas.

Por isso, antes de publicar, vale pensar: “Estou apenas expressando minha opinião ou estou desrespeitando alguém?”

A empresa pode proibir opiniões políticas?

Em geral, a empresa não pode simplesmente proibir um funcionário de expressar sua opinião política em seu perfil pessoal.

Por outro lado, a empresa pode estabelecer regras para seus canais oficiais e redes profissionais, principalmente quando o funcionário ocupa uma posição de liderança ou representa a organização.

Nesses casos, podem existir regras específicas previstas no contrato, código de conduta ou regulamento interno.

Cuidado com os canais da empresa

Uma coisa é publicar uma opinião no seu perfil pessoal. Outra é usar e-mail, computador, grupos de trabalho ou outros recursos da empresa para fazer propaganda política.

O ambiente profissional deve continuar sendo um espaço de respeito. Discussões políticas entre colegas também podem gerar conflitos, principalmente quando envolvem ataques pessoais ou pressão para que alguém pense da mesma maneira.

Minha opinião representa a empresa?

As redes sociais também funcionam como uma espécie de vitrine. Dependendo do que é publicado, outras pessoas podem associar aquele comportamento à empresa onde o profissional trabalha.

Por isso, quando fizer uma publicação relacionada à política, é importante deixar claro que a opinião é pessoal e não representa necessariamente a posição da empresa.

Isso é ainda mais importante quando o perfil identifica o local de trabalho ou quando a pessoa ocupa um cargo de liderança.

E se alguém me pressionar por causa da minha opinião?

O respeito deve existir para todos os lados.

Um funcionário não deve ser pressionado, ameaçado ou prejudicado no trabalho por causa de sua posição política. Da mesma forma, colegas e gestores não devem usar sua posição profissional para tentar obrigar alguém a apoiar determinado candidato ou partido.

Se uma situação desse tipo acontecer, é importante registrar o ocorrido e procurar os canais adequados de denúncia da empresa. Dependendo da situação, também pode ser necessário buscar orientação especializada.

Antes de postar, vale conferir

Durante o período eleitoral, alguns cuidados podem ajudar a evitar problemas:

  • Respeite outras pessoas: opiniões diferentes fazem parte de uma sociedade democrática.
  • Confira as informações: antes de compartilhar uma notícia, verifique se ela vem de uma fonte confiável.
  • Evite ofensas e ameaças: discordar de alguém não significa atacar a pessoa.
  • Proteja informações confidenciais: nunca divulgue dados internos da empresa ou de colegas.
  • Separe sua opinião da empresa: seu perfil pessoal não deve dar a entender que você fala em nome da organização.
  • Não use recursos da empresa para propaganda política: e-mails, computadores, grupos e outros canais corporativos devem ser utilizados de acordo com suas finalidades profissionais.
  • Conheça as regras do seu trabalho: confira o código de conduta e os regulamentos da empresa.

Opiniões diferentes podem conviver

No ambiente de trabalho, as pessoas podem ter opiniões políticas diferentes. O objetivo não precisa ser fazer todo mundo pensar da mesma maneira.

O mais importante é que essas diferenças não impeçam as pessoas de trabalharem juntas com respeito e segurança.

Nas redes sociais, como na vida profissional, expressar uma opinião e respeitar quem pensa diferente podem andar lado a lado.

 

Leia mais em: https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/09/23/eleicoes-postar-opiniao-politica-nas-redes-sociais-pode-afetar-a-vida-profissional-entenda.ghtml

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Entretenimento

Vai curtir um show? Estas novas regras são para você!

Quem já tentou comprar ingresso para um show muito disputado sabe como pode ser difícil. Às vezes, os ingressos acabam em poucos segundos, aparecem preços muito mais altos na revenda ou surgem várias taxas durante o pagamento.

Para tentar diminuir esses problemas, novas regras para eventos no Brasil passaram a trazer mais proteção para quem compra ingressos.

As medidas dificultam a ação de robôs e cambistas digitais, aumentam a transparência sobre os preços e também garantem água potável gratuita em grandes eventos.

Adeus, robôs?

Uma das mudanças busca impedir que programas de computador, conhecidos como robôs, softwares ou scripts, comprem grandes quantidades de ingressos automaticamente.

Esses sistemas conseguem fazer compras muito mais rápido do que uma pessoa e podem dificultar o acesso de quem está tentando comprar normalmente.

Por isso, empresas responsáveis pela venda dos ingressos deverão adotar medidas como filas virtuais, pré-cadastro e limites de ingressos por pessoa em eventos muito procurados.

Cuidado com os cambistas digitais

Outra mudança envolve a revenda de ingressos.

Quando um ingresso estiver sendo vendido por um valor maior que o preço original, o consumidor deverá ser avisado de forma clara.

Empresas que trabalham com revenda também terão que informar quando não são o canal oficial de venda do evento.

Além disso, plataformas deverão ficar atentas a compras automatizadas e formas de revenda consideradas abusivas.

Nada de taxas escondidas

Sabe aquela taxa que aparece só quando você está quase terminando a compra? As novas regras também tratam desse problema.

O consumidor deverá saber desde o início quanto vai pagar, incluindo o preço do ingresso e as taxas adicionais. As cobranças precisam ser apresentadas de forma clara durante todo o processo de compra.

Meia-entrada com mais proteção

As novas regras também reforçam o direito à meia-entrada.

As empresas não poderão criar dificuldades exageradas para quem tem direito ao benefício, como obstáculos tecnológicos ou regras que dificultem desnecessariamente a compra.

Também deverão informar a quantidade total de ingressos disponíveis e, depois do evento, divulgar quantos foram vendidos como meia-entrada.

Ingresso selecionado? Ele fica reservado

Outra situação comum é conseguir selecionar um ingresso, começar a preencher os dados e, de repente, descobrir que ele desapareceu.

Com as novas regras, depois que o consumidor selecionar um ingresso na etapa de pré-compra, ele deverá ficar reservado temporariamente para que a pessoa consiga preencher seus dados e finalizar o pagamento.

Durante esse período, o preço e as taxas não poderão mudar por causa de troca de lote ou outros mecanismos semelhantes.

E se eu não puder mais ir?

Também haverá um procedimento gratuito para transferir o ingresso para outra pessoa pela plataforma oficial, com atualização dos dados do novo titular.

Em situações como cancelamento, adiamento ou mudanças importantes no evento, o consumidor poderá ter opções como utilizar o ingresso na nova data, receber crédito ou pedir o reembolso do valor pago, incluindo as taxas.

Água grátis nos grandes eventos 

Essa talvez seja uma das mudanças mais fáceis de perceber.

Shows, festivais, feiras, congressos e outros eventos deverão permitir que o público leve garrafas ou recipientes de uso pessoal com água potável, respeitando eventuais regras de segurança informadas previamente.

Além disso, eventos com previsão de mais de mil pessoas deverão oferecer água potável gratuitamente.

Atenção: mesmo que o evento venda água, isso não elimina a obrigação de oferecer pontos gratuitos de acesso à água.

Quando as regras começam a valer?

Grande parte das regras sobre ingressos já entrou em vigor com a publicação dos decretos.

Algumas medidas que precisam de adaptações tecnológicas, como a proteção contra compras automatizadas, a transferência gratuita de ingressos e a reserva temporária durante a compra, começam a valer 20 dias depois da publicação.

As regras sobre ingressos valem para shows e outros eventos em todo o país, com exceção de determinados eventos esportivos.

Já as regras sobre acesso gratuito à água também incluem eventos esportivos e começaram a valer na data da publicação.

Mais proteção para quem vai curtir o evento 

A ideia das novas regras é deixar a compra de ingressos mais transparente e dificultar práticas que podem prejudicar quem quer apenas comprar sua entrada e aproveitar o evento.

Agora, além de escolher o show, vale também ficar de olho nos preços, taxas, regras de compra e informações divulgadas pela organização.

 

Leia mais em: https://www.sonoticiaboa.com.br/2026/09/02/novas-regras-shows-cambistas-digitais

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Thriller: o álbum que mudou a história da música

Em 1982, Michael Jackson lançou Thriller, um álbum que se tornaria um dos maiores sucessos da história da música.

O impacto do álbum foi muito além do número de cópias vendidas. Thriller ajudou a mudar a maneira como as gravadoras lançavam músicas, produziam videoclipes e divulgavam seus artistas.

43 anos depois, o álbum continua sendo um dos mais vendidos da história.

Um sucesso gigantesco

A gravadora Epic Records percebeu rapidamente que tinha algo especial nas mãos.

Nos Estados Unidos, Thriller chegou a vender mais de 1 milhão de cópias por mês durante seu período de maior sucesso. No mundo todo, estima-se que mais de 50 milhões de cópias tenham sido vendidas.

O álbum também ficou 122 semanas na parada Billboard 200 e passou 37 semanas no primeiro lugar, em diferentes períodos.

Sete músicas viraram singles

Uma das grandes novidades de Thriller foi a quantidade de músicas do álbum que foram lançadas separadamente para as rádios.

Das nove faixas do disco, sete foram lançadas como singles, e todas chegaram ao Top 10 da Billboard.

Isso era muito mais do que o normal para um álbum na época.

O sucesso mostrou às gravadoras que um único disco poderia continuar gerando músicas de sucesso por muito tempo.

A MTV também mudou com Michael

Hoje estamos acostumados a assistir videoclipes na Internet, mas nos anos 1980 a MTV era um dos principais lugares para descobrir músicas e artistas.

Michael Jackson ajudou a transformar a relação entre música e televisão.

O videoclipe de “Billie Jean” teve grande destaque na emissora e ajudou a abrir espaço para outros artistas negros.

Depois, veio o videoclipe de “Thriller”, com cerca de 14 minutos de duração.

Na época, aquilo era algo completamente diferente: praticamente um pequeno filme acompanhado de música.

Um videoclipe virou um grande evento

O clipe de Thriller teve um orçamento de cerca de US$ 1 milhão, um valor enorme para aquela época.

A produção foi dirigida por John Landis, cineasta conhecido por trabalhar no cinema.

A MTV chegou a pagar mais de US$ 1 milhão pelos direitos exclusivos de exibição do vídeo, algo que não havia feito antes.

O resultado foi um fenômeno. A emissora criou horários especiais para exibir o clipe, que chegou a passar várias vezes por dia.

E teve o famoso moonwalk

Michael Jackson também ajudou a transformar apresentações musicais em grandes espetáculos.

Em 1983, durante o programa Motown 25, ele apresentou “Billie Jean” e mostrou ao público o famoso moonwalk, movimento de dança que se tornou uma de suas marcas registradas.

A apresentação foi tão marcante que, no dia seguinte, Michael era um dos assuntos mais comentados.

Música sem ficar presa a um único estilo

Outro diferencial de Thriller foi a mistura de estilos.

O álbum combinava elementos de pop, R&B, rock, funk e baladas.

A música “Beat It”, por exemplo, trouxe uma forte influência do rock e contou com um famoso solo de guitarra de Eddie Van Halen.

A estratégia ajudou Michael a alcançar públicos diferentes e mostrou que uma música não precisava ficar presa a apenas um gênero.

Um novo jeito de lançar música

O sucesso de Thriller também mudou os planos das gravadoras.

Antes dele, era comum trabalhar apenas três ou quatro singles de um álbum. Com Michael, a Epic decidiu continuar lançando músicas durante muitos meses.

O sucesso de Thriller fez outras gravadoras perceberem que um álbum poderia ser trabalhado durante muito mais tempo.

Outros grandes discos dos anos 1980, como Born in the U.S.A., de Bruce Springsteen, e Purple Rain, de Prince, também tiveram vários singles de sucesso.

Por que Thriller foi tão importante?

Thriller não foi apenas um álbum de muito sucesso. Ele ajudou a transformar a maneira como a música era produzida, divulgada e consumida.

Os videoclipes ficaram mais importantes, as gravadoras passaram a investir mais na divulgação e a televisão se tornou ainda mais ligada ao mundo da música.

Michael Jackson mostrou que uma música podia ser muito mais do que apenas uma faixa tocando no rádio: ela poderia ganhar uma história, uma coreografia, um visual e virar um grande acontecimento cultural.

Por isso, décadas depois, Thriller continua sendo lembrado como um dos álbuns que mais marcaram a história da música.

 

Leia mais em: https://billboard.com.br/thriller-michael-jackson-industria-da-musica/

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Ciência e Tecnologia

Como jovens de Campinas estão usando tecnologia para transformar seus bairros

Jovens da região do Campo Belo, em Campinas (SP), estão usando a tecnologia para identificar problemas ambientais que fazem parte do dia a dia de moradores de bairros periféricos. Entre eles estão enchentes, descarte irregular de lixo, excesso de calor e falta de árvores.

A iniciativa foi criada pelo coletivo Assaltar as Nuvens e busca mostrar como a tecnologia pode ajudar a comunidade a entender melhor os problemas do lugar onde vive e cobrar melhorias.

Tecnologia para conhecer melhor o território

O projeto vai ensinar jovens a usar ferramentas de tecnologia de código aberto para registrar problemas ambientais encontrados nos bairros.

Com essas informações, será criado um mapa dos problemas ambientais da região. Assim, será possível visualizar onde acontecem mais enchentes, quais áreas têm pouca arborização, onde existe descarte irregular de lixo e quais locais sofrem mais com o calor.

A ideia é que os próprios moradores participem da produção dessas informações, já que conhecem de perto a realidade dos bairros onde vivem.

O que é racismo ambiental?

O projeto também busca combater o chamado racismo ambiental. O termo é usado para falar de situações em que populações mais vulneráveis acabam sendo mais expostas a problemas ambientais, como enchentes, poluição, falta de áreas verdes e infraestrutura precária.

Isso significa que os impactos das mudanças climáticas não são sentidos da mesma maneira em todos os lugares.

Dados feitos pela própria comunidade

Uma das ideias do projeto é incentivar a chamada geração cidadã de dados. Na prática, significa que os próprios moradores ajudam a coletar e organizar informações sobre o lugar onde vivem.

Esses dados podem revelar problemas que nem sempre aparecem com detalhes em levantamentos oficiais.

Depois de organizadas, as informações podem ajudar a comunidade a apresentar suas necessidades ao poder público e participar de discussões sobre melhorias para os bairros.

“O morador já conhece a realidade do bairro. O que estamos propondo é que ele também tenha instrumentos para registrar essas informações de maneira organizada e transformá-las em dados que possam embasar reivindicações e políticas públicas”, explicou João Augusto de Souza Paranhos, de 22 anos, um dos coordenadores da iniciativa.

E os jovens, como estão sendo afetados?

A preocupação com as mudanças climáticas também apareceu em uma pesquisa realizada com jovens de Campinas.

Segundo o levantamento, 58% dos jovens disseram que a crise climática afeta suas expectativas para o futuro. Além disso, sete em cada dez afirmaram perceber impactos na saúde mental.

Outros dados chamam atenção: 77% concordam que a população vive uma crise climática, seis em cada dez perceberam impactos nos estudos ou no trabalho e 34% disseram ter dificuldades para se deslocar em dias de chuva.

Por isso, projetos como esse mostram que a tecnologia pode ser usada não apenas para criar aplicativos ou redes sociais, mas também para entender problemas reais, dar visibilidade ao que acontece nas comunidades e ajudar na busca por soluções.

 

Leia mais em: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2026/09/19/como-jovens-de-campinas-estao-usando-tecnologia-para-identificar-problemas-ambientais-nas-periferias.ghtml

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Brasil e Mundo

Terra pode ultrapassar 1,5°C de aquecimento. O que isso significa?

Um novo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) alerta que a temperatura média da Terra pode ultrapassar o limite de 1,5°C de aquecimento nos próximos anos.

Esse número é importante porque o Acordo de Paris estabeleceu o objetivo de tentar manter o aumento da temperatura do planeta em até 1,5°C acima dos níveis registrados antes da industrialização.

Mesmo com uma redução das emissões de gases de efeito estufa, as projeções indicam que a temperatura pode chegar a 1,8°C antes de começar a cair.

O que acontece quando a Terra esquenta?

Quanto maior o aumento da temperatura, maiores podem ser os impactos para as pessoas, os animais, as plantas e a economia.

O relatório aponta riscos como o derretimento de grandes áreas de gelo, aumento do nível dos oceanos e mudanças no funcionamento de importantes sistemas naturais do planeta.

Algumas mudanças podem ser muito difíceis de reverter. Entre elas estão o derretimento das geleiras da Antártica e da Groenlândia e possíveis alterações na circulação dos oceanos.

A Amazônia também pode sofrer impactos importantes com o aumento das temperaturas e as mudanças no clima.

Mais gelo derretendo e oceanos subindo

Em cenários de aquecimento de até 3°C, as geleiras do mundo podem perder mais de um quarto de sua massa até 2100.

Com mais gelo derretendo, o nível do mar pode subir entre 9 e 12,5 centímetros. Isso pode afetar cidades próximas ao litoral e regiões que dependem de rios e outras fontes de água.

Em alguns lugares, o avanço do mar pode provocar inundações e contaminação da água usada na agricultura, além de ameaçar territórios inteiros.

A produção de alimentos também pode ser afetada

As mudanças climáticas não atingem apenas o meio ambiente. Elas também podem afetar a nossa alimentação.

Segundo o relatório, se não forem adotadas medidas de adaptação, a produção mundial de alimentos pode cair até 14% até 2050.

O aumento das temperaturas também pode provocar ondas de calor mais frequentes e intensas, além de aumentar alguns riscos relacionados à saúde e à transmissão de doenças.

E os oceanos?

Os oceanos também estão ficando mais quentes. Ao mesmo tempo, eles enfrentam problemas como a perda de oxigênio e o aumento da acidez da água.

Essas mudanças podem dificultar a sobrevivência de várias espécies marinhas e afetar comunidades que dependem da pesca para trabalhar e se alimentar.

Ainda dá para fazer alguma coisa?

Segundo a ONU, o cenário é preocupante, mas o futuro ainda pode ser influenciado pelas escolhas feitas agora.

Uma das estratégias apresentadas é limitar o máximo possível o aumento da temperatura, fazer com que ele dure o menor tempo possível e depois voltar a reduzir as temperaturas.

Para isso, o relatório destaca algumas medidas:

  • Reduzir a emissão de gases de efeito estufa, principalmente o CO₂;
  • Diminuir as emissões de metano, especialmente nos setores de combustíveis, agricultura e resíduos;
  • Aumentar o uso de fontes de energia renovável, como solar e eólica;
  • Proteger e recuperar florestas;
  • Desenvolver tecnologias capazes de retirar parte do CO₂ da atmosfera;
  • Ajudar países e comunidades mais vulneráveis a se adaptarem às mudanças climáticas.

A mensagem principal do relatório é que cada fração de grau faz diferença. Quanto mais rápido as emissões forem reduzidas, menores podem ser os impactos das mudanças climáticas no futuro.

 

Leia mais em: https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/aquecimento-global-deve-superar-15oc-nos-proximos-anos-entenda-riscos/

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Governo anuncia fim das bets no Brasil. Entenda o que muda

O governo federal publicou uma Medida Provisória (MP) que proíbe as chamadas Bets, incluindo apostas esportivas e jogos on-line, no Brasil.

A medida foi publicada em 25 de setembro de 2026 e também proíbe a oferta, a intermediação e a publicidade dessas apostas. A regra vale para empresas autorizadas e também para operações ligadas a estados e ao Distrito Federal. Outras modalidades de loteria autorizadas por lei não são afetadas.

O que muda?

Com a nova medida, as empresas que ofereciam Bets legalmente no país não podem mais aceitar novas apostas nem fazer publicidade.

Também foi definido um calendário para o encerramento das plataformas e para a devolução de valores que ainda estejam nas contas dos usuários.

Segundo o cronograma oficial:

  • 25 de setembro: começa a proibição de novos depósitos nas plataformas;
  • 5 de outubro, às 23h59: termina o prazo para retirada voluntária de valores;
  • 6 de outubro: sites e aplicativos de apostas devem sair do ar;
  • 7 e 8 de outubro: as empresas deverão informar aos bancos os valores que ainda estiverem nas contas;
  • 9 a 14 de outubro: os bancos deverão realizar a devolução dos valores;
  • A partir de 14 de outubro: em casos em que a devolução não seja possível pelos bancos, a Caixa Econômica Federal ficará responsável pelo pagamento.

E os anúncios?

A medida também determina o fim da publicidade e dos patrocínios relacionados às Bets.

As empresas têm até 5 de outubro para retirar os anúncios e materiais de patrocínio. Novas ações de divulgação ficam proibidas a partir da publicação da MP.

E quem descumprir as regras?

A MP prevê punições para pessoas e empresas que desrespeitarem as novas regras.

As sanções podem incluir advertências, multas de até R$ 2 bilhões e suspensão das atividades.

Também existe um projeto de lei

Além da MP, o governo enviará ao Congresso Nacional um projeto de lei que propõe transformar algumas práticas relacionadas às Bets em crimes.

Entre as situações previstas estão a exploração ilegal das apostas, a divulgação e captação de apostadores, o uso de dados pessoais para isso e o fornecimento de serviços digitais para essas atividades.

O projeto ainda precisa ser analisado e aprovado pelo Congresso para entrar em vigor.

Como será a fiscalização?

O governo afirma que pretende aumentar a fiscalização contra plataformas que continuarem funcionando de forma irregular.

Entre as medidas previstas estão o bloqueio de sites, remoção de aplicativos, restrição de meios de pagamento e bloqueio de contas utilizadas ilegalmente.

A MP também criou um comitê para organizar as ações de fiscalização e combate à exploração ilegal de apostas.

Por que o governo tomou essa decisão?

O governo apresentou saúde pública e impactos financeiros como algumas das principais justificativas para a medida.

Segundo dados divulgados pelo Executivo, problemas relacionados ao jogo podem estar associados a dificuldades financeiras, conflitos familiares e outros impactos na saúde e na vida das pessoas.

O governo também informou que os atendimentos relacionados a problemas com apostas no SUS cresceram cerca de 140% entre 2018 e 2025.

E o que acontece agora?

A Medida Provisória já está produzindo efeitos, mas ainda precisa passar pelo Congresso Nacional.

O Congresso terá um prazo para analisar e votar a medida. Caso ela não seja aprovada dentro das regras e prazos previstos, sua validade poderá ser afetada.

O projeto que pretende criar novos crimes relacionados às Bets também ainda precisa passar pela análise dos deputados e senadores.

Ou seja: a mudança já começou, mas o processo legislativo ainda não terminou.

 

Leia mais em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/entenda-medida-provisoria-e-projeto-que-proibem-bets-no-brasil

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Finanças

IA já pode te ajudar a comprar e vender ações

A inteligência artificial está chegando a mais uma área: os investimentos. Uma plataforma europeia chamada Scalable Capital passou a permitir que seus clientes conectem suas contas a assistentes de IA, como ChatGPT, Claude e Grok.

Na prática, o usuário pode conversar com a IA para analisar sua carteira de investimentos, acompanhar ações e até preparar ordens de compra e venda. Mas existe uma trava importante: a operação só é realizada depois que o próprio investidor autoriza.

A novidade usa uma tecnologia chamada Model Context Protocol (MCP), que permite conectar a inteligência artificial a outros serviços e ferramentas.

E a IA consegue decidir onde investir?

Ainda não é tão simples assim. Um estudo testou diferentes IAs em situações de investimento e mostrou que elas conseguiram ter um desempenho razoável ao identificar em que investir. Porém, tiveram mais dificuldade para decidir quanto dinheiro colocar em cada operação.

Isso é importante porque investir envolve riscos. Uma IA pode analisar muitas informações rapidamente, mas isso não significa que ela consiga prever o que vai acontecer no mercado.

Por isso, a Scalable Capital não permite que a IA tenha controle total das contas. O usuário precisa aprovar as operações, e o sistema também não permite que a inteligência artificial faça pagamentos ou retire dinheiro da conta.

A novidade mostra como a IA está deixando de ser apenas uma ferramenta para responder perguntas e começando a participar de atividades cada vez mais complexas. Mas, quando o assunto é dinheiro, usar tecnologia não elimina a necessidade de atenção e de boas decisões.

 

Leia mais em: https://www.estadao.com.br/einvestidor/financas-pessoais/chatgpt-ja-pode-ajudar-a-comprar-e-vender-acoes-entenda-como/

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Educação

Vírgula: 4 regras que vão facilitar sua escrita

A vírgula é um dos sinais de pontuação que mais causam dúvidas. Afinal, quando usar? Quando não usar?

Uma coisa importante é saber que a vírgula não serve simplesmente para marcar uma pausa na fala. Existem regras que ajudam a entender onde ela deve aparecer.

Confira quatro situações que podem facilitar bastante na hora de escrever. 

1. Para separar itens de uma lista

Quando você coloca vários elementos em sequência, a vírgula ajuda a separar cada um deles.

Por exemplo:

João, Maria, Pedro e Ana foram ao cinema.

Também podemos fazer uma lista:

  • João
  • Maria
  • Pedro
  • Ana

Dica: normalmente, não colocamos vírgula antes do último “e” da lista.

2. Para separar uma explicação no meio da frase

Às vezes, colocamos uma informação extra no meio de uma frase para explicar melhor alguma coisa. Nesse caso, usamos vírgulas para separar essa informação.

Veja:

Lucas, meu melhor amigo, começou um curso novo.

“Meu melhor amigo” é uma explicação sobre quem é Lucas.

Outro exemplo:

A professora, que estava de férias, voltou para a escola.

A informação entre as vírgulas explica algo sobre a professora.

Dica: se você tirar a informação que está entre as vírgulas, a frase principal continua fazendo sentido.

3. Para separar expressões de tempo, lugar ou modo no início da frase

Quando uma expressão que indica quando, onde ou como algo acontece aparece no começo da frase, geralmente usamos uma vírgula.

Ontem, fui ao cinema. 

Em São Paulo, o trânsito pode ser intenso. 

De maneira geral, gosto de estudar pela manhã. 

A vírgula ajuda a separar essa informação inicial do restante da frase.

4. Para separar partes diferentes de uma frase

A vírgula também pode separar duas ideias que estão na mesma frase.

Por exemplo:

Cheguei em casa, tomei banho e fui dormir.

Cada parte apresenta uma ação diferente.

Ela também pode aparecer antes de palavras como “mas”, “porém”, “contudo” e “entretanto”:

Eu queria sair, mas estava chovendo.

Estudei bastante, porém ainda fiquei com algumas dúvidas.

Dica: essas palavras geralmente mostram uma ideia de contraste, ou seja, uma ideia diferente da que apareceu antes.

E a vírgula antes do “e”?

Na maioria das vezes, não usamos vírgula antes do “e”.

Certo:
Maria estudou e Pedro fez o trabalho.

Mas existe uma situação em que ela pode aparecer: quando as duas partes da frase têm sujeitos diferentes.

O professor explicou o conteúdo, e os alunos fizeram as atividades.

Na primeira parte, quem realiza a ação é o professor. Na segunda, são os alunos.

Cuidado para não separar o sujeito do restante da frase

Esse é um erro bastante comum.

❌ João, gosta de jogar futebol.

✅ João gosta de jogar futebol.

❌ Maria e Lucas, foram ao cinema.

✅ Maria e Lucas foram ao cinema.

A vírgula não deve separar o sujeito do que ele faz ou do que é dito sobre ele.

Para guardar de vez

Quando estiver em dúvida, lembre destas quatro situações:

1. Lista: João, Maria e Pedro.
2. Explicação: Lucas, meu amigo, chegou.
3. Tempo, lugar ou modo no início: Ontem, fui ao parque.
4. Ideias diferentes na mesma frase: Estudei, mas ainda tenho dúvidas.

A vírgula pode parecer complicada no começo, mas entender algumas regras básicas já ajuda bastante a deixar seus textos mais claros e organizados.

 

Leia mais em: https://www.geledes.org.br/aprenda-definitivamente-a-usar-a-virgula-com-4-regras-simples/

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IA nos estudos: você sabe fazer as perguntas certas?

A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitos estudantes. Ela pode ajudar a pesquisar assuntos, explicar conteúdos, resumir textos e tirar dúvidas. Mas existe uma questão importante: será que os alunos estão aprendendo a fazer boas perguntas para a IA e a conferir se as respostas estão corretas?

Uma pesquisa internacional mostra que os estudantes brasileiros usam chatbots de inteligência artificial para estudar mais do que a média de outros países. Porém, menos estudantes dizem aprender na escola como avaliar a qualidade das respostas recebidas.

Os brasileiros usam bastante IA para estudar

Segundo dados do Pisa, avaliação internacional realizada pela OCDE, 48% dos estudantes brasileiros de 15 anos usam chatbots de IA pelo menos uma vez por semana para aprender.

Além disso, 40% usam a ferramenta para começar uma pesquisa sobre um assunto novo. Na média dos países da OCDE, esse número é de 31%.

Mas existe uma diferença importante: apenas 51% dos estudantes brasileiros dizem aprender nas aulas como avaliar se uma resposta da IA é confiável. Entre os países da OCDE, a média é de 63%.

Ou seja, muitos jovens já estão usando a tecnologia. A questão é aprender a usar a ferramenta com senso crítico.

A IA pode responder, mas isso não significa que ela está certa

Uma resposta de IA pode parecer muito convincente. Ela pode escrever de forma organizada, usar palavras difíceis e apresentar uma explicação que parece completa.

Mas isso não garante que tudo esteja correto.

A IA pode interpretar uma informação de maneira errada, deixar de mostrar que existem opiniões diferentes sobre um assunto ou apresentar como certeza algo que ainda é discutido por especialistas.

Por isso, uma boa pesquisa não termina quando a IA responde. É importante conferir as informações e buscar as fontes.

Fazer uma boa pergunta também é importante

Pesquisadores da Universidade de Jena, na Alemanha, defendem que o mais importante não é simplesmente evitar o uso da IA, mas aprender a fazer perguntas que ajudem a investigar um assunto.

Em uma experiência com estudantes de mestrado, os alunos receberam artigos que apresentavam diferentes opiniões sobre um mesmo tema.

Em vez de pedir apenas um resumo para a IA, eles fizeram perguntas como:

  • Quais são as diferenças entre os textos?
  • Que evidências cada autor apresenta?
  • Por que os pesquisadores discordam?
  • De onde veio determinada informação?
  • O que ainda não foi descoberto sobre o assunto?

Dessa forma, a IA deixou de ser apenas uma máquina de entregar respostas e passou a ser uma ferramenta para investigar e comparar informações.

A tecnologia não substitui o pensamento

Os pesquisadores perceberam que analisar respostas diferentes e entender as dúvidas de um assunto pode exigir mais raciocínio do que simplesmente pedir um resumo.

Isso acontece porque, para fazer uma boa pergunta, é preciso conhecer um pouco do assunto e saber o que você está procurando.

Imagine que você pergunte:

“Qual dessas teorias está certa?”

A IA pode escolher uma delas e explicar o motivo.

Mas uma pergunta mais interessante seria:

“Quais são as evidências usadas para defender cada teoria e por que os pesquisadores discordam?”

A segunda pergunta ajuda a entender melhor o assunto, em vez de simplesmente receber uma resposta pronta.

E o que isso muda na escola?

O Ministério da Educação (MEC) também recomenda atividades que incentivem os estudantes a comparar respostas de diferentes ferramentas de IA e analisar as diferenças entre elas.

A ideia é evitar o chamado “descarregamento cognitivo”, quando uma pessoa deixa a máquina fazer uma parte do esforço de pensamento que poderia realizar por conta própria.

Isso não significa que a IA não possa ser usada nos estudos. Pelo contrário: ela pode ser uma ferramenta muito útil quando usada com atenção e senso crítico.

A melhor ferramenta ainda é saber perguntar

Usar IA para estudar não significa simplesmente pedir uma resposta e copiar.

O estudante precisa saber perguntar, comparar, conferir e pensar sobre aquilo que recebeu.

 

 

Leia mais em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/alunos-sabem-procurar-respostas-mas-conseguem-fazer-boas-perguntas-a-ia/

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Saúde

Brasileiros se sentem mais saudáveis do que realmente são, aponta pesquisa

Uma pesquisa mostra que muitas pessoas avaliam a própria saúde como boa, mesmo tendo hábitos que podem aumentar o risco de problemas de saúde no futuro. Entre os entrevistados, 6 em cada 10 consideram a própria saúde ótima ou boa.

O levantamento foi realizado pelo A.C. Camargo Cancer Center e pela Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados e ouviu 2.015 pessoas com 16 anos ou mais, nas 27 unidades da Federação.

Exercício ainda é um desafio

De acordo com a pesquisa, 63% dos brasileiros estão acima do peso e 42% não praticam atividade física. Entre aqueles que fazem exercícios, a média é de apenas 2,4 dias por semana.

A atividade física regular pode ajudar no controle do peso e diminuir o risco de alguns tipos de câncer, além de trazer outros benefícios para a saúde.

E a alimentação?

A pesquisa também mostrou que 66% dos entrevistados consomem alimentos frescos, como frutas, verduras, legumes, ovos e carnes, pelo menos seis dias por semana.

Mas manter uma alimentação saudável nem sempre é fácil. 29% das pessoas que têm dificuldade para se alimentar bem apontaram os preços dos alimentos como um dos principais problemas. Outros 21% citaram a falta de tempo e o cansaço da rotina.

A dificuldade também varia de acordo com a renda. Entre quem recebe até um salário mínimo, 40% relatam dificuldades para manter uma alimentação saudável.

Quem bebe pode se sentir saudável também

A pesquisa também analisou o consumo de bebidas alcoólicas. 58% dos entrevistados disseram não beber, enquanto 30% afirmaram consumir álcool de um a dois dias por semana.

O levantamento encontrou um dado curioso: entre as pessoas que bebem álcool com mais frequência, uma parcela maior considera a própria saúde ótima ou boa.

Por exemplo, 64% daqueles que bebem de cinco a sete dias por semana avaliaram sua saúde dessa forma, contra 58% entre os que não bebem.

Segundo os pesquisadores, isso mostra que sentir-se bem não significa necessariamente estar saudável. Alguns fatores de risco podem não causar sintomas imediatos e acabam passando despercebidos.

Saúde também tem a ver com os hábitos do dia a dia

A pesquisa chama atenção para fatores como excesso de peso, falta de atividade física, cigarro e consumo de álcool. Muitos deles fazem parte da rotina e podem parecer inofensivos quando não causam um problema imediato.

A boa notícia é que hábitos podem ser modificados. Ter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e reduzir comportamentos que fazem mal à saúde são atitudes que podem ajudar na prevenção de doenças.

Cuidar da saúde não é apenas perceber como estamos nos sentindo. Também é prestar atenção aos nossos hábitos e fazer escolhas que contribuam para o nosso bem-estar.

 

Leia mais em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/brasileiros-se-sentem-mais-saudaveis-do-que-sao-diz-pesquisa

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Álcool na adolescência pode afetar o cérebro até a vida adulta

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) indica que o consumo excessivo de álcool durante a adolescência pode interferir no desenvolvimento do cérebro e provocar mudanças de comportamento que continuam na vida adulta.

O cérebro ainda está se desenvolvendo

Durante a adolescência e o início da vida adulta, o cérebro passa por várias mudanças. Uma das regiões que continua amadurecendo é o córtex pré-frontal, que participa de funções como tomar decisões e controlar impulsos.

Segundo os pesquisadores, esse processo de desenvolvimento pode continuar até aproximadamente os 25 anos.

O que os cientistas descobriram?

Para investigar os efeitos do álcool, os pesquisadores fizeram experimentos com camundongos. Os animais receberam doses de álcool em diferentes momentos da adolescência.

Na fase adulta, alguns deles apresentaram maior comportamento de risco. Em alguns casos, também houve aumento do consumo de álcool quando os animais tiveram acesso à bebida posteriormente.

Os efeitos variaram de acordo com o momento da adolescência em que os animais foram expostos ao álcool e também entre machos e fêmeas.

Os efeitos podem continuar depois da adolescência

Os resultados indicam que episódios repetidos de consumo excessivo podem atrapalhar processos ligados ao amadurecimento do cérebro.

Os pesquisadores também observaram alterações de comportamento em animais que foram expostos ao álcool em uma fase equivalente ao início da vida adulta humana.

Isso não significa que os resultados encontrados nos animais aconteçam exatamente da mesma forma em seres humanos. O estudo ajuda os cientistas a entender melhor os possíveis efeitos do álcool sobre um cérebro que ainda está em desenvolvimento.

E no Brasil?

No Brasil, o consumo de bebidas alcoólicas é proibido para menores de 18 anos.

Dados citados pela pesquisa mostram que 5% dos adolescentes de 12 a 17 anos tiveram pelo menos um episódio de consumo excessivo de álcool nos 30 dias analisados. Entre jovens de 18 a 24 anos, esse número chegou a 20,5%.

O que os resultados mostram?

A adolescência é uma fase de muitas mudanças, inclusive no cérebro. Por isso, entender como diferentes fatores podem afetar esse desenvolvimento ajuda a compreender melhor os impactos que podem aparecer ao longo da vida.

 

Leia mais em: https://exame.com/ciencia/o-que-o-alcool-na-adolescencia-faz-com-o-cerebro-estudo-aponta-efeito-ate-a-vida-adulta/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

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Curiosidades

Você também acha que fica diferente nas fotos? Entenda por quê

Você já olhou para uma foto sua e pensou: “Por que eu estou diferente?” 

Isso é mais comum do que parece. A sensação de estranheza pode acontecer porque estamos acostumados a ver nosso rosto de uma determinada forma, principalmente no espelho. Além disso, a câmera pode mudar a maneira como nossos traços aparecem.

O rosto que você conhece no espelho

No dia a dia, uma das principais formas de vermos nosso próprio rosto é pelo espelho. Só que o espelho mostra uma imagem invertida.

Como o cérebro está acostumado com essa versão, uma foto pode parecer diferente quando mostra o rosto na orientação que outras pessoas costumam ver.

Nenhum rosto é perfeitamente igual dos dois lados

Outro motivo é que nossos rostos não são totalmente simétricos. Pequenas diferenças entre os lados podem existir na posição dos olhos, do nariz ou da boca.

Quando a imagem é invertida pelo espelho, essas diferenças também mudam de lado. Na foto, elas aparecem de outra maneira e podem chamar mais atenção para quem está acostumado com a versão do espelho.

A câmera também pode mudar a imagem

A forma como a foto é tirada faz diferença. Distância da câmera, iluminação, ângulo e perspectiva podem alterar a maneira como percebemos as proporções do rosto.

É por isso que uma selfie feita muito perto do celular pode fazer algumas partes do rosto parecerem maiores do que realmente são.

No espelho, você está sempre em movimento

Existe ainda outra diferença importante: o espelho mostra você em tempo real.

Quando estamos diante dele, podemos mudar naturalmente a expressão, o ângulo do rosto e a postura. Já a câmera registra apenas um instante específico.

Por isso, uma foto pode capturar uma expressão ou posição que você normalmente nem percebe quando se olha no espelho.

Então, qual imagem é a “real”?

Nenhuma das duas é necessariamente mais verdadeira.

O espelho e a câmera mostram o rosto de maneiras diferentes. Como o cérebro está mais acostumado com a imagem do espelho, a fotografia pode causar aquela sensação de “esse não parece comigo”.

No fim, não é que seu rosto tenha mudado. É o jeito de enxergá-lo que mudou.

 

Leia mais em: https://portalaquivale.com.br/por-que-algumas-pessoas-acham-o-proprio-rosto-estranho-nas-fotos-entenda

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Aconteceu no Saber

Tem talento jovem por aqui! Conheça a fanart do Sabido criada pelo jovem Liam Celestino

A criatividade ganhou forma em uma fanart especial do Sabido!  Nesta semana, vamos conhecer Liam Celestino, jovem que transformou sua admiração pelo mascote do Saber em uma ilustração cheia de personalidade. Ele compartilha um pouco sobre o processo criativo, a inspiração por trás do desenho e o incentivo que recebeu dos colegas para mostrar seu talento no Saber News:

“Olá! Meu nome é Liam Celestino e eu fiz essa fanart do Sabido porque me interessei muito pelo mascote e achei muito divertido usar a minha criatividade para representá-lo através da arte. Gosto muito de criar fanarts e outros tipos de desenhos, então achei que seria uma ótima oportunidade para colocar essa criatividade em prática.

Além disso, meus colegas me deram aquele pequeno empurrãozinho para que eu tivesse coragem de mostrar minha arte no Saber News. 💞

Espero que vocês tenham gostado da minha fanart! E, caso queiram acompanhar mais dos meus desenhos, podem me seguir na minha rede social de arte: @l.a_desenhos20. 🫶🎨✨”

 

Confira a fanart:

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Dicas da Psi

Nesta seção, o time de Psicólogas do Saber compartilha dicas valiosas de bem-estar e saúde mental. Nosso objetivo é trazer reflexões e orientações simples, mas importantes, para ajudar você a cuidar da mente e tornar o dia a dia mais leve e equilibrado.

Caso precise de suporte especializado ou acolhimento psicológico, o Núcleo Psicopedagógico do Saber pode te ajudar. Solicite agendamento ao seu instrutor.

Também preparamos uma lista de instituições que oferecem psicoterapia gratuita ou com valores acessíveis. Para conferir, clique aqui.

Larissa Alves Barros - Psicóloga>

Larissa Alves Barros - Psicóloga

“Você não precisa esperar a situação piorar para pedir ajuda”

Não é preciso chegar ao limite para procurar apoio. Tristeza persistente, isolamento, desesperança ou mudanças importantes no comportamento podem ser sinais de que alguém está precisando de cuidado. Quanto antes uma pessoa encontra apoio, mais possibilidades existem de ajudá-la.

Tô no Saber

Vinicius de Almeida Santos Gaspar >

Vinicius de Almeida Santos Gaspar

Gostaria de agradecer ao instituto Saber por ter me dado essa oportunidade de aprendizado,onde aprendi coisas que usarei para minha vida pessoal e profissional.

Naely Adrieni>

Naely Adrieni

Não foi meu primeiro emprego, mas foi uma experiência muito importante na minha trajetória. Eu quis participar do Saber porque ainda estava na escola e, no ano seguinte, já começaria a faculdade. Durante essa jornada, adquiri muito conhecimento, desenvolvi habilidades profissionais e tive a oportunidade de conviver com pessoas incríveis, que fizeram toda a diferença no meu treinamento e no meu crescimento. O Saber teve um papel essencial nessa fase e contribuiu muito para a profissional que estou me tornando

Sugestões da Semana

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Filme: Carros

Sugestão do Bruno Campos, da unidade Conselheiro

Carros está de volta às telas para comemorar seus 20 anos! A animação acompanha Relâmpago McQueen, um jovem e ambicioso carro de corrida que, após um imprevisto, acaba parando em uma pequena cidade e conhecendo personagens que vão transformar sua maneira de enxergar a vida.

Entre corridas, amizades e muitas aventuras, Relâmpago e Mate conquistaram uma geração e fizeram parte da infância de muita gente. Agora, quem cresceu torcendo pelo Relâmpago pode reviver essa história na tela grande e matar a saudade de uma das animações mais marcantes dos anos 2000.

A partir de 08/10, prepare-se para pegar a estrada novamente. Kachow!

#Dejovemprajovem

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Documentário: Três Estranhos Idênticos

Sugestão da Instrutora do Futuro Rayssa Medeiros, da unidade Conselheiro

E se você descobrisse, do nada, que tem dois irmãos idênticos que nunca conheceu? É exatamente isso que acontece em Três Estranhos Idênticos. O que começa como um encontro improvável entre três jovens separados ainda bebês rapidamente se transforma em uma história cercada de mistério, mídia e descobertas surpreendentes. Mas, conforme eles investigam o próprio passado, percebem que a história por trás da separação é muito mais surpreendente do que poderiam imaginar.

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Série: O Agente Noturno

Sugestão da Beatriz Barros e da instrutora Ellen Martin da unidade Estácio Santo Amaro

Peter Sutherland trabalha no FBI e passa seus dias em uma função discreta: ficar de prontidão para atender um telefone de emergência que quase nunca toca. Até que, certa noite, ele recebe uma ligação que o coloca no centro de uma conspiração perigosa, envolvendo segredos dentro do próprio governo. Ao lado de Rose, uma jovem especialista em tecnologia, ele precisa descobrir em quem pode confiar enquanto tenta impedir uma ameaça que pode colocar muitas vidas em risco. O Agente Noturno combina ação, suspense e reviravoltas que fazem cada episódio terminar com vontade de assistir ao próximo.

#Dejovemprajovem

Zoom das Profissões

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